História Sex Instructor - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Taylor Swift
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Purple_ninjas2, Repostando, Sexo
Exibições 2.765
Palavras 2.207
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOAAAAAAA LEITURAAA MEUS AMORES!
Hoje eu não vou conseguir dedicar o capítulo porque tá começando um temporal aqui onde eu moro e corre perigo de acabar a energia antes de postar o capítulo <3

Capítulo 29 - Help


Fanfic / Fanfiction Sex Instructor - Capítulo 29 - Help

Atlanta, Geórgia: 10:59
Justin Bieber Point Of View:

— Mas o que diabos aconteceu aqui? — pisquei os olhos diversas vezes tentando me acostumar com a claridade que adentrava as cortinas da sala.

Varri o local com o olhar até encontrar minha mãe parada na porta, olhando-nos a procura de uma explicação.

— Hei mãe — tentei amenizar a sua fúria mas não deu certo.

— O que aconteceu aqui, Justin Drew Bieber? — bateu os saltos contra o chão e a minha única preocupação no momento era que ela podia acordar Chrissy com tamanho escândalo desnecessário.

— Considerando o fato de que eu e Chrissy estamos nus...

— Shiu! Poupe-me dos detalhes! — colocou as mãos na cintura, olhando-me mortalmente. — E se eu estivesse acompanhada? Já pensou na vergonha que iríamos passar? — revirei os olhos, abraçando ainda mais o corpo de Chrissy.

— Está pensando em trazer alguém aqui? — arqueei uma das sobrancelhas, deixando-a encurralada agora.

— Claro que não, garoto! — revirou os olhos. — Vou subir, espero não encontra-los assim quando descer — ela sumiu pelas escadas e eu suspirei, Chrissy me parecia tão cansada e eu realmente não queria acorda-la agora.

— Amor... — toquei a sua bochecha, deixando um beijo demorado sobre a mesma, sabendo que ao menos dormindo, Chrissy não me mataria por conta do excesso de carinho para com ela.

Seus dedos correram até os olhos e ela os coçou, apertou ainda mais os braços a minha volta e continuou dormindo, feito um bebê, o meu bebê.

— Chrissy — sussurrei novamente, em uma tentativa falha de despertá-la, Chrissy resmungou e por fim abriu os olhos, mostrando o azul intenso e acolhedor que me faziam perder o ar em segundos.

— Desculpe ter que acorda-la, mas dormimos na sala e a minha mãe chegou a poucos minutos — sua feição sonolenta deu lugar a uma completamente apavorada, arregalou os olhos tentando inutilmente dizer algo concreto.

— Oh céus, que vergonha! — cobriu o rosto, atordoada, e de nada me restou a não ser rir, selando nossos lábios brevemente já que ela se afastou.

— Tudo bem okay, não precisa ficar assim, mas agora eu acho melhor tomarmos um banho e tomarmos café da manhã, o que acha? — mesmo contrariada e emburrada pelo acontecido, ela concordou, vestindo-se rapidamente das suas roupas e seguindo para o meu quarto.

— Pattie deve estar achando que sou uma vadia — comentou despindo-se do vestido, amuada com o acontecido.

— Você não é uma vadia, nós somos humanos e como qualquer um temos necessidades, e por mais estranho que isso seja, a minha mãe não é santa, ela também faz isso — dei de ombros, agachando-me a sua frente enquanto ela mantinha-se sentada na beirada da banheira, brincando com os próprios dedos e exibindo sua pele branca, os seios na medida certa, as coxas eram magras mas ainda sim, eu era perdidamente apaixonado por ela.

— Gosto das suas tentativas falhas de tentar fazer com que eu me sinta bem — comentou debochada, e eu ri negando com a cabeça.

— Não gosto de vê-la para baixo, então acho que mereço ao menos um sorriso, certo? — arqueei uma das sobrancelhas e ela revirou os olhos, mas cedeu ao meu pedido deixando-me um pouco melhor. — Assim você fica mais bonita — depositei um beijo na ponta do seu nariz e estendi a mão, guiando-a para dentro da banheira.

Chrissy escorou as costas em meu tronco, brincando com a espuma branca e aromatizada que eu havia escolhido, feito uma criança.

— O que tem planejado para hoje? — sussurrei beijando seu ombro, colocando o cabelo para o lado e respirando o seu perfume doce.

— Nada, talvez seja melhor eu organizar minha casa — deu de ombros.

— Isso não me parece um bom programa para se fazer em um sábado — fiz uma careta, e mesmo não a vendo, Chrissy riu, negando com a cabeça. — Nós podemos assistir alguns filmes, passar a tarde agarradinhos...

— Meloso demais, não gosto — me interrompeu, soando ríspida, fazendo com que o sorriso divertido em meus lábios sumisse rapidamente, enquanto eu a olhava de forma incrédula, tamanha insensibilidade.

— Pode até ser meloso, mas está tão frio, e nós podemos assistir filmes no meu quarto, aproveitar um tempo juntos — tentei convencê-la. — Podemos ao menos tentar — acariciei seus braços, e ela relaxou um pouco, pensando a respeito.

— Eu queria tanto ser como você — sussurrou fazendo com que eu franzisse a testa, confuso. — Você e tão espontâneo e não tem medo das consequências, já eu, cálculo cada passo com medo da queda — desabafou, abaixando a cabeça e fazendo com que uma onda de melancolia passasse por mim.

— Eu posso tentar te ajudar a ser como eu — ela virou-se em minha direção, olhando-me com intensidade, uma pitada de esperança que se mostrava presente em um sorriso tímido.

— Tudo bem, eu aceito sua ajuda — me aproximei dela até selar nossos lábios, chupando o seu lábio inferior até ouvi-la arfar, afastando-se com relutância.

Ficamos ali até que a água começasse a esfriar, e evitando qualquer possível resfriado futuramente, deixamos o local. Procurei roupas quentes para que Chrissy vestisse, e uma cueca boxe minha.

Observava se soslaio ela se vestir, abraçou o moletom contra o corpo assim que terminou e sentou-se na ponta da cama, me olhando terminar de colocar um par de meias, sem me importar em andar descanso.

Segurei sua mão e saímos do quarto, andando pelo corredor e descendo as escadas indo a caminho da cozinha, encontrando minha mãe preparando o almoço.

— Pattie, me desculpe pelo que você viu hoje pela manhã — Chrissy disparou assim que minha mãe olhou para nós dois, com um sorriso divertido nos lábios ao notar o quanto Chrissy estava envergonhada com a situação.

— Eu confesso que fiquei um pouco brava a principio, até me tocar de que a casa não é minha, e vocês dois tem a total liberdade de fazer o que quiserem, desculpe querido — ela segurava as mãos de Chrissy, olhou para mim e mostrou um sorriso tímido.

— Tudo bem, desde que você faça uma comida maravilhosa — dei de ombros e ela riu, negando com cabeça.

— Precisa de ajuda com algo, Pattie? — Chrissy questionou colocando-se ao seu lado no balcão.

Sua atenção para que o fazia me deixava abismado, ao ponto de sentar perto para observá-la corar com o meu olhar sobre si enquanto preparava a salada, lutando contra si mesma para não direcionar a atenção para mim.

— Hei — a chamei quando minha mãe saiu da cozinha, a procura do celular para confirmar um compromisso depois do almoço.

— Diga, Bieber — murmurou sem me olhar, e eu revirei os olhos tamanha insensibilidade.

— Vem aqui? — pedi com um bico enorme e ela bufou olhando brevemente para mim, deixou o que tinha em mãos e deu passos até parar diante do meu corpo, a coloquei entre minhas pernas e acariciei a sua bochecha. — Eu quero muito beijar você... — sussurrei tocando o meu nariz no seu, olhando nos seus olhos azuis e vendo-a corar.

— Deixa de ser bobo... — sussurrou também, quase inaudível, e antes que pudesse falar mais alguma coisa, eu a beijei, cortando o espaço entre ambos e me preocupando apenas em desfrutar do paraíso em minhas mãos.

Eu gemi baixo, puxando-a para o meu colo e me preocupando em não deixa-la cair. Sustentei o seu corpo com ambas as mãos em sua cintura e continuei beijando-a.

— Justin, a sua mãe...

— Shiu, deixa ela — voltei a colar nossos lábios já que ela havia simplesmente se separado, tentando me passar ao menos um pingo de sanidade, mas sem sucesso.

Corri os meus dedos até seu rosto, acariciando-o lentamente enquanto diminuía a velocidade do beijo, até que ela o rompesse com selinhos, o que me fez sorrir ao ouvir os estalinhos dos nossos lábios.

— Eu preciso terminar de...

— Não, você não imagina o quanto eu estou carente agora — mordi a sua bochecha levemente, e ela gargalhou se esquivando.

— Acho melhor você encontrar alguém que possa ajuda-lo com isso, porque eu estou fora de cogitação — teimou em descer e acabou conseguindo, mas eu contornei seu corpo com as pernas a puxei para mim, encurralando-a entre as mesmas.

— Você disse que ia tentar... — lembrei soando rígido e ela bufou, batendo os pés contra o chão feito uma legitima criança mimada.

— Eca, mas tudo bem — revirou os olhos e sem perceber, aquilo deixava-a ainda mais linda ao meu ver.

— Faz isso de novo e eu a ataco com beijos — ela ia repetir o ato mas se tocou das minhas palavras e então parou, mordendo o lábio.

Cobriu o rosto com as mãos assim que ameacei fazer cócegas, e se soltou das minhas pernas, correndo pela cozinha feito uma legítima criança, tal como eu fazia, tentando alcança-la a todo custo.

— Você não me escapa — aumentei a velocidade das voltas que dava pelo balcão e alcancei sua cintura, puxando-a contra o meu tronco e abraçando com força o seu corpo, com receio que ela se soltasse.

— Estou cansada, preciso respirar — murmurou com dificuldade, e eu gargalhei virando-a para mim, vendo que a franja caia pelo seu rosto, e ela soltava lufadas brutas de ar, procurando-o. Retirei com delicadeza os fios que a impediam de me ver, e ela sorriu como agradecimento, um sorriso tímido e lindo, que me fez fazer o mesmo, deixando um selinho sobre a sua boca.

— Achei que fosse me atacar — comentou franzindo o cenho.

— É isso que você deseja? — a encurralei contra o balcão no centro da cozinha, fazendo com que a sua respiração se descontrolasse ainda mais.

— O-o que? — a voz vacilou, enquanto a cada segundo que eu cortava entre nós dois, colidia o meu corpo com o seu afim de senti-la, até que a minha boca estivesse em contato total com a sua, explorando cada canto possível da mesma, e sentindo seus dedos brincarem com os meus fios de cabelo.

Segurei Chrissy pelas coxas e a levantei na altura do meu quadril, e ela abraçou o meu corpo com as pernas, sem deixar que os nossos lábios se separassem um segundo se quer. Movi uma das mãos por entre as suas roupas, tocando as suas costas e ela se arrepiou com o toque, rindo contra os meus lábios de uma forma gostosa e tímida.

Completamente encantadora.

. . .

— Seu livro favorito? — Chrissy mais uma vez revirou os olhos, desviando a atenção da televisão para mim, olhando-me com tédio.

— Se eu ficar — respondeu, voltando a olhar o filme que passava, demonstrando interesse naquilo, não em mim.

— Música favorita? — ela bufou, e eu abafei um riso quando Chrissy desferiu um tapa em meu ombro, enrolando-se mais ao cobertor e virando-se de costas para mim, evitando me olhar.

Contorcei sua cintura com o braço esquerdo e distribui beijinhos pela sua nuca, causando-lhe arrepios.

— Você ainda não respondeu, bebê — sussurrei, e sem mais paciência, virou-se para mim deixando claro com um olhar, que estava a ponto de arrancar a minha cabeça.

— Baby Love, satisfeito? — respondeu ríspida. — Porque você esta me fazendo tantas perguntas? Isso irrita, sabia? — passou a língua rapidamente sobre os lábios e sentou-se, abraçando os joelhos.

— Só acho que preciso saber mais sobre a garota que eu estou afim — dei de ombros, e ela me fitou surpresa, demonstrando isso em seus lindos detalhes faciais, ao ponto que me fez ficar preocupado devido a tonalidade vermelha que se apoderava das suas bochechas geralmente pálidas. — Tudo bem? — sussurrei sentando-me ao seu lado, levando uma das mãos até suas bochechas coradas.

— Só fiquei sem graça — pensei que ela seria rude comigo como sempre é tratando-se de sentimentos, mas não, sorriu fraco e deitou a cabeça em meu peito.

— Quero mostrar uma coisa a você — ela me fitou curiosa, e pegou a minha mão quando eu a estendi para ela, guiando-a até o segundo andar da casa, caminhando pelo extenso corredor em direção a uma das ultimas portas.

Chrissy olhava para o piano branco em sua frente, admirada. Ninguém a não ser minha mãe sabia sobre o piano, e por mais idiota que fosse, eu me senti receoso em chamar Chrissy para ir ao local, mas ao ver a sua feição feliz, senti que havia feito a coisa certa trazendo-a ali.

— Posso tocar uma coisa para você? — ela assentiu, e eu bati no lugar vago ao meu lado, vendo-a acompanhar com o olhar as notas que eu fazia, indeciso sobre cantar ou não o que estava entalado aqui dentro.

— Tell me what you like yeah tell me what you don't. I could be your buzz lightyear fly across the globe. I don't never wanna fight yeah, you already know. I'mma make you shine bright like you're laying in the snow — cantei com um bolo enorme na garganta, que eu tive de engoli-lo assim que voltei minha atenção para Chrissy, vendo-a me olhar com atenção, como se estivesse analisando cada palavra que saia da minha boca.

Sorriu boba e eu vi aquilo com um sinal positivo de que eu estava indo bem, e prossegui, cantando até a ultima estrofe, sentindo a minha garganta clamar por água, tamanho meu nervosismo.

Pousei as mãos sobre os joelhos, tentando me manter calmo para não demonstrar que eu estava tremendo, e muito.

Chrissy sabia que o motivo de tamanha insegurança era sua culpa, e mesmo que não seja do seu natural, soar carinhosa, ela deixou um beijo sobre a minha bochecha, brincando com as teclas do piano em seguida.

— Não se preocupe, seu segredo esta a salvo comigo, Senhor Bieber.


Notas Finais


FANFIC NOVA ABAIXO:
Toxic: https://spiritfanfics.com/historia/toxic-6712416
Eu fico tão feliz que boa parte me diz o que acha da Fanfic, e aos outros que apenas leem o capítulo e fecham a pagina, lembrem-se do quanto é demorado escrever algo e postar. não custa nada expressar sua opinião, dizer o que deve melhorar ou não, não estou exigindo nada, mas sim que se expressem livremente, eu estou aqui para receber criticas, desde que não sejam ofensivas e sim construtivas.
Nos vemos em breve <3

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Broken Rules: https://spiritfanfics.com/historia/broken-rules-6667683
Kill Em With Sex: https://spiritfanfics.com/historia/kill-em-with-sex-6612371
Lessons For My Dad: https://spiritfanfics.com/historia/lessons-for-my-dad-6502453
He Is Gay: https://spiritfanfics.com/historia/he-is-gay-4676782
Mon Amour: https://spiritfanfics.com/historia/mon-amour-4681396
Puritan, Or Not?: https://spiritfanfics.com/historia/puritan-or-not-3668751

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