História Sex Instructor - Capítulo 30


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Categorias Justin Bieber, Taylor Swift
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Purple_ninjas2, Repostando, Sexo
Visualizações 6.202
Palavras 2.153
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OBRIGADA AS MAIS DE 2.000 PESSOAS QUE POSSUEM A MINHA FANFIC NA BIBLIOTECA, VOCÊS SÃO DEMAIS!
❤_______________________________Dedicado há:_______________________________❤
❤ Thaay_Belieber
❤ wiIdcaminah
❤ BeckyG38694273
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❤ MihSwift25
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❤ juliambd
❤ Only_Hope
❤ BarbieSweet
BOA LEITURAAAAAAAAAAAAAAAA MEUS BEBÊS <3

Capítulo 30 - Girlfriend


Fanfic / Fanfiction Sex Instructor - Capítulo 30 - Girlfriend

Alguns dias depois:
Atlanta, Geórgia: 15:23
Chrissy West Point Of View:

— Tem certeza de que não esqueceu nada? — Candice me olhava terminar de fechar a minha única mala, um tanto nervosa com o fato de que eu estava indo para o West Reading, para o casamento da minha tia.

— Só estou levando uma mala e a bolsa, impossível ter esquecido de algo — ri baixo, soltando um longo suspiro ao constatar que teria de passar um final de semana inteiro sendo paparicada pelos meus pais. O casamento seria no domingo pela tarde, o que me fez crer que teria bastante tempo no sábado para conseguir encontrar um vestido ideal para a ocasião.

— Sua melhor amiga vai sentir saudades — jogou-se na minha cama, em um drama básico enquanto fingia chorar abraçada ao meu travesseiro.

— Eu volto em dois dias, para com isso — dei um tapinha em sua perna e ela concordou, mesmo contrariada. Antes que pudesse dizer mais alguma coisa, a campainha tocou e eu já sabia de quem se tratava.

Justin usava uma calça de lavagem clara, e diferente de todas as vezes em que eu o vi sendo ele mesmo, o cinto no quadril fazia o seu maravilhoso trabalho ficando no local correto, vestia uma blusa preta e uma flanela em degrade, o cabelo um pouco grande tombava o topete que ele tentará fazer mas ainda assim, ele continuava lindo.

— Bom dia — murmurou rouco, mas tão doce quanto, antes de se aproximar e depositar um beijo no canto da minha boca, como sempre ousado.

— Bom dia — sorri animada, um tanto receosa com o fato de leva-lo junto para conhecer meus pais, mas não podia voltar atrás no meu convite e Justin se mostrou interessado todos os dias, arrumou os passaportes e as passagens antes que eu pudesse confirmar a sua ida ao West Reading comigo.

— Pronta para passar o final de semana com o seu...

— Amigo metido e chato? — o interrompi soando debochada, deixando claro antes que ele prosseguisse que somos amigos, nos beijamos e temos relações mas isso não muda em nada o fato de que mesmo que ele goste de mim e vice versa, um futuro relacionamento está completamente fora de cogitação.

— Chrissy...

— Melhor irmos, não é mesmo? — eu odiava quanto tocávamos nesse assunto. Eu tentava ao máximo falar sobre outras coisas, Justin ficava bravo e me ignorava por horas, o que me deixava furiosa e sem saber o que fazer.

Ele concordou, parecia cansado disso assim como eu, e pegou minha mala colocando-a no táxi, voltou ao meu encontro e pela sua feição eu já sabia que ele estava emburrado pelo modo como agi minutos atrás.

— Promete que vai me ligar assim que pousar? — Candice me fez prometer, segurando em meus ombros enquanto olhava-me nos olhos.

— Eu prometo, Candice — ela suspirou rendendo-se e então me abraçou apertado.

Acenei com a mão assim que adentramos o táxi, vendo-a o devolver e quanto mantinha o corpo escorado na porta do carro, esperando que fossemos embora para ir para casa.

Voltei minha atenção para Justin assim que o carro passou a se mover, encontrando a feição fechada e rancorosa que me deixava chateada e sem saber o que fazer.

— Quando vai deixar de ser infantil? — murmurei folhando a revista que estava em minha bolsa, e mesmo sem olha-lo, sabia que ele me encarava a todo o segundo.

— Como se você fosse muito madura — retrucou, e eu o olhei sem expressão alguma.

— Se vamos começar a brigar logo cedo, melhor nem irmos — voltei a fitar as palavras do papel em meu colo, ouvindo-o bufar claramente, antes de simplesmente arrancar revista das minhas mãos e puxar o meu queixo, selando nossos lábios de uma forma bruta, o que me deixou surpresa e imune de sanidade.

Justin entrelaçou nossos dedos e os apertou suavemente, guiando minha mão até seu ombro, a pedido de carícias.

— Eu adoro quando você brinca com os meus cabelos toda vez que nos beijamos — sussurrou rouco, com os lábios inchados e vermelhos assim que me afastei poucamente.

— Não seja bobo — sorri sem graça, com um par de bochechas coradas que me deixava ainda mais constrangida.

— Isso é sério — me fez olha-lo nos olhos, com um brilho inegável nas íris cor de mel. — Desculpe pelo modo grosseiro do qual eu agi, minha intenção não era essa, na verdade eu só não consigo me controlar — encolheu os ombros e eu suspirei, mas acabei dando de ombros, disposta a esquecer o ocorrido, porque não queria acabar com a viagem, era importante para mim.

— Tudo bem — Justin arqueou os lábios em um sorriso amplo, antes de me beijar, e sabendo sobre uma das coisas que ele gosta, passei a brincar com os seus cabelos, fazendo-o sorrir contra os meus lábios de uma forma boba.

Justin me puxou para os seus braços assim que encerramos o beijo, e passou a acariciar o meu braço por cima do moletom que eu vestia, enquanto olhávamos o movimento lá fora, que parecia piorar cada vez que nos aproximávamos do aeroporto.

Com muita insistência eu consegui fazê-lo me deixar carregar a minha mala, não estava pesado, mas eu entendia que a sua educação o impedia de me deixar fazer isso. Mesmo assim, ele permitiu carregar a minha bagagem, só porque assim, poderia segurar em minha mão no trajeto até a sala de embarques.

— Onde estamos indo? — questionei franzindo a testa, ao constatar que íamos por um caminho diferente das demais pessoas.

— Você já irá ver - lançou um sorriso divertido enquanto subíamos as escadas do avião. Se eu já estava confusa agora era definitivo, aquilo era como uma pequena casa, tinha todos os seus utensílios além das poltronas. Havia uma cama embutida ao lado e sem duvidas, eu não esperava por isso.

— Justin...

— Eu decidi pegar o meu jatinho particular, teremos menos transtornos e você pode descansar melhor — sorriu quando eu o olhei, confusa.

— Obrigada, por se preocupar com isso — estava incerta do que fazer, então deixei a minha bolsa sobre a primeira poltrona, cruzando as mãos em frente ao corpo, o encarando.

— Com licença — olhei sobre os seus ombros, encontrando o copiloto do jatinho. — Aconselho que se acomodem, decolaremos em poucos minutos — sorriu e então cumprimentou Justin com um aperto de mãos. — É bom vê-lo, Senhor Bieber.

— Digo o mesmo, Robert. Essa é a minha acompanhante, Chrissy — me abraçou pela cintura, e eu cumprimentei o tal Robert, animada com a ideia de que estávamos a pouco tempo de voar.

Robert se retirou em minutos, desejando-nos uma boa viagem, e então a aeromoça tomou o seu lugar, aconselhando em como prender o cinto de segurança, onde eu mesma tomei as rédeas da situação, percebendo que ela colocava os seios, mesmo que cobertos, em frente aos olhos de Justin.

Prendi com força o cinto ao redor do seu corpo, com brutalidade e a raiva nítida no olhar. Justin riu atraindo a minha atenção, levou uma das mãos até o meu cabelo e brincou com uma mexa, olhando-me nos olhos, com ternura e um sorrisinho brincalhão que me deixava furiosa.

— Tudo isso é ciúmes? — questionou soltando uma gargalhada, revirei os olhos, contendo a minha falta de educação para não manda-lo longe.

Virei o rosto para o outro lado, mesmo que não tivesse nada de atrativo na janela fechada, apertando o tecido azul bebê da minha bolsa com força, tentando descontar ali, a minha raiva e frustração.

— Chrissy... — sentia sua respiração quente chocar-se contra o meu ombro, e instantaneamente me encolhi, arrepiada e torcendo para que Justin não tivesse notado a minha pequena recaída. — Meu bebê... — virei bruscamente em sua direção, segurando-o pelo maxilar, enquanto olhava em seus olhos cor de mel, deixando-o assustado com o movimento repentino.

— Não me chama assim — trinquei os dentes, e ele rio, achando graça, quando na verdade eu não estava brincando.

— Bebê, bebê, bebê... Meu bebê — ficou repetindo até me ver bufar, e soltá-lo tentando respirar fundo e conter o belo tapa que eu queria desferir em sua cara. — Ficar emburrada não muda em nada o fato de que...

— Senhor Bieber, deseja alguma coisa? — a vadia apareceu, tomando a sua atenção.

— Não, obrigada, querida — sorri debochada, e Justin me olhou, surpreso pelo meu tom de voz e tamanho sarcasmo. Deixei um selinho sobre a sua boca, fazendo com que a aeromoça deixasse-nos a sós, entrando na cabine do comandante em passos firmes e raivosos.

— Hum... Gosto disso — sussurrou rouco, com os olhos quase fechados, uma expressão manhosa. — Podíamos repetir, o que acha? — questionou abrindo um sorriso safado, revirei os olhos, negando com a cabeça.

— Peça para a vadia da aeromoça, ela estava a ponto de desabotoar a sua calça e te pagar um...

— Escuta bem as minhas palavras — me interrompeu, puxando a minha nuca para perto de si, roçando o nariz pela minha bochecha enquanto me olhava nos olhos. — A única boca que eu quero no meu pau, é a sua.

. . .

Justin havia retirado um dos seus moletons da mochila que havia trago, e me entregou para que eu pudesse me aquecer enquanto íamos a caminho da casa dos meus pais.

Não havia realmente anoitecido, chegaríamos próximo a hora do jantar, mas ainda sim eu sabia que teria tempo o bastante para matar a saudade de todos.

— Me parece ansiosa — Justin comentou, chamando a minha atenção que era voltada para o movimento das ruas ao qual passávamos, recordando-me de já ter ido em cada lugar.

— Não imagina o quanto — ele rio, e selou a minha bochecha com os lábios quentes, mesmo no frio, conseguiam continuar aquecidos, e aquilo me trouxe o conforto necessário para deitar a cabeça em seu ombro, respirando fundo enquanto nos aproximávamos cada vez mais da minha antiga casa. — Mas e você? Preparado para enfrentar a minha família? Creio que o meu pai seja um pouco durão tratando-se de mim — ri fraco, e Justin me acompanhou, roçando os dedos gélidos pela minha bochecha.

— Vou precisar de apoio, talvez algumas cuecas extras, mas pode ter certeza que enfrenta-lo vai valer a pena.

— Nós não temos nada...

— Mas isso não significa que não podemos ter no futuro — me calou, deixando um selinho sobre a minha boca. Abriu um sorriso enorme ao olhar sobre os meus ombros e contatar que, havíamos chegado. — Vamos — pegou em minha mão, ajudando-me a descer do táxi.

Justin pegou ambas as bagagens e pagou o motorista, que logo sumiu pela rua enquanto nós dois encarávamos a casa a nossa frente, com receio.

Bati na porta e ela não tardou a ser aberta, fazendo com que eu me deparasse com a titia Lily, esbanjando um sorriso maior ainda assim que me viu.

— Oh céus, querida. Você esta tão linda! — seus braços contornaram o meu corpo, e eu retribui, mesmo que abraços não fossem muito o meu forte.

— Obrigada, você também esta — lhe devolvi a gentileza, sorrindo.

Seus olhos focaram no ser loiro logo atrás de mim, que casualmente deixou as malas de lado, para cumprimenta-la com um aperto de mãos, soando educado.

— Sou Justin, prazer em conhecê-la — deixou com que um sorriso se mostrasse presente, e não precisei de meio segundo para me tocar de que minha tia havia gostado dele.

— O prazer é meu, querido. Agora venham, estão esperando vocês — sorri no mesmo segundo em que adentramos a sala, deparando-me com boa parte da família ali presente, até mesmo os meus avós, olhando-me com ternura e um sorriso enorme.

Cumprimentei todos, e me senti mal por não ter presenciado o nascimento da minha mais nova prima.

Lily disse que eu podia recompensar isso, ficando até o ultimo segundo possível nesse final de semana, e eu concordei, apegada demais a Ronny para deixar que as demais pessoas a tomassem de mim.

Justin se mostrou deslocado assim que meu pai apareceu ali, mas procurou agir naturalmente, percebendo que não havia motivos para se sentir assim.

Ele me parecia ter entrado em uma conversa animada com o meu primo mais velho, e com o meu pai, mesmo que sem perceber, o analisava a todo segundo, e até soltava alguns sorrisos gostando do assunto ao qual conversavam.

— O jantar esta pronto — avisou mamãe, chamando-nos para a sala de jantar. Esperei que todos se retirassem para ir de uma forma mais calma ao local, trazendo Ronny em meus braços, enquanto brincava com as suas mãos e vendo-a gargalhar para mim.

— Você leva jeito com crianças — Justin me acompanhou, pousando uma das mãos em minha cintura.

— Não muito — dei de ombros.

— Não seja modesta, senhorita West — inclinou-se sobre mim. — Parece que o seu pai gosta de mim — comentou mordendo levemente a minha bochecha, fazendo com que eu o encarasse mortalmente. — Afinal de contas, na cabeça dele, eu e você somos namorados — arregalei os olhos, quase engasgando com o próprio ar.

— O que? — questionei incrédula, e Justin riu ainda mais, parando em minha frente no caminho.

— Sabe a melhor parte disso tudo? — neguei com a cabeça, atordoada. — Ele me deixou dormir juntinho com você, namorada.

Notas Finais:


Notas Finais




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