História Sex Instructor - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Taylor Swift
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Purple_ninjas2, Repostando, Sexo
Exibições 3.767
Palavras 6.249
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá seus lindos (as)! Eu realmente espero que todos gostem dessa surpresa, já que, segundo eu, vocês não esperavam por esse bônus tendo em vista que essa semana no meu grupo no wpp, eu tinha deixado claro que não haveria a existência dele, mas na verdade, eu já vinha trabalhando nesse bônus a muito tempo, desde dezembro do ano passado, e decidi posta-lo antes que a ansiedade me corroesse.
Eu fiz esse bônus porque me senti em divida com o epilogo, eu tinha o escrito em 2015 e olhando de agora, não me pareceu bom, então espero recompensa-los com esse bônus.
TENHAM UMA MARAVILHOSA LEITURA! <3333

PS: LEIAM ESSE CAPÍTULO ESCUTANDO A MÚSICA CLOSER DO DEVAULT, O LINK ESTARÁ NAS NOTAS FINAIS!

Capítulo 43 - Bônus


Fanfic / Fanfiction Sex Instructor - Capítulo 43 - Bônus

Atlanta, Geórgia.
Chrissy West Bieber Point Of View:

Eu estava com medo, de qualquer coisa, medo de acontecer algo errado no momento certo, de não saber lidar com os problemas futuros e medo de não ser uma boa mãe.

Eu tentava parecer feliz quando Justin estava perto, mas por dentro eu estava angustiada, passava a manhã inteira assistindo a televisão, questionando-me internamente o porque da minha vida ter se tornado tão monótona.

Eu amava Justin, fora difícil admitir, mas era o sentimento mais puro que eu conseguia sentir. Gostava de ir às consultas médicas e perceber o quanto o nosso bebê estava bem e saudável, mas não tinha nada mais que isso, eu me sentia sozinha, totalmente abatida e apta a esconder todo e qualquer sentimento ruim que estivesse dentro de mim quando ele chegava em casa.

Eram os momentos mais felizes da minha vida, quando ele olhava para mim com o seu sorriso brilhante, beijava-me os lábios com demasiada ternura e então começava a conversar com o nosso bebê, mesmo que ainda não pudesse saber sobre o sexo.

Era incrivelmente bom vê-lo acariciar a minha bolotinha com total carinho e lhe contar as travessuras que passou durante a vida.

Justin era um livro cumprido de grandes experiências, e eu me sentia bem em ter feito parte delas.

— Sua médica disse para não comer absolutamente nada com canela — revirei os olhos para Candice.

— Então me leve para dar uma volta.

— Está chovendo, Chrissy. Se eu tirar você de casa agora e Justin descobrir é bem provável que ele nunca mais me deixe entrar nessa casa.

— Ele não manda em mim.

— Mas assim como eu, preza muito pelo seu bem estar e do bebê. Não seja teimosa okay.

Não respondi, apenas puxei o notebook para o meu colo e comecei a pesquisar sobre o mesmo de sempre, cuidados que eu deveria ter com no bebê e todas as formas corretas de cuidar dele.

— Porque você e Justin não se inscrevem no curso da maternidade sobre ser pai de primeira viagem? — encerrei a navegação por um momento, encarando a minha melhor amiga.

— Acha uma boa ideia?

— Se isso for deixá-la mais segura, sim!

Não foi fácil convencer Justin disso, ele sempre chegava cansado, o que favoreceu para negar ao meu pedido.

— Tenho absoluta certeza de que aprenderemos a lidar com isso na hora certa okay.

Foram as suas palavras, não podia negar o quão abalada me senti, principalmente por ver no curso uma maneira de tirar um pouco da minha insegurança.

Na manhã seguinte pedi a Candice que me levasse ao hospital, preenchi todos os campos necessários sobre a parte materna do meu bebê e deixei a do pai, em branco.

— Tenho certeza de que será uma ótima mãe solteira — a garota sorriu para mim como forma de apoio, deixando-me de boca aberta.

Aquele foi o momento certo de me fazer perceber o quanto Justin parecia fora da minha bolha de gravidez, apesar de estar feliz e nitidamente animado, era somente isso, a preocupação maior era minha.

No fim da tarde comecei a me arrumar para ir ao hospital, pedi ao motorista que apontasse o carro enquanto comia algo leve.

— Pode me dizer onde vai? — Justin me encarou quando entrou na cozinha, escorando o corpo no batente da porta.

— Ao hospital.

O loiro rapidamente se aproximou, as mãos apalpando-me o corpo com uma expressão nervosa, me questionando o porquê da ia repentina ao hospital.

— Não aconteceu nada grave, estou bem e o bebê também. Estou indo para o curso de pais.

— Por Deus, Chrissy! Quer me matar do coração? Achei que já tivesse desistido disso.

— Às vezes você não parece conhecer a própria esposa, Bieber. Não importa quantos “não” você diga, se eu achar que é certo, irei fazer. Como diz a recepcionista da maternidade, “Tenho certeza de que serei uma ótima mãe solteira”.

Eu tinha o atingido, e percebi isso pela forma como ficou encarando o nada por um longo tempo enquanto eu deixava o cômodo.

— O que quer dizer com isso?

— Que talvez você devesse perceber que passar esse período com a sua família seria bem melhor do que acumular dinheiro — revirei os olhos. — Tenha uma boa noite, Bieber.

No início do curso eu tive certeza de que não foi uma boa ideia ter vindo sozinha, principalmente pelo fato de ser a única mãe solteira ali presente, o que me deixou certamente deslocada.

— Você já sabe sobre o sexo do bebê? — Lisa perguntou, encarando a minha barriga com demasiado carinho. Não sabia muito sobre ela e seu marido, tínhamos nos conhecido a poucos minutos.

— Ainda não. Dizem que a mãe pode sentir, mas na verdade, tenho dúvidas. E você?

— É um garotão! Mike está ansioso para ensiná-lo a jogar futebol, mesmo que ainda venha a demorar.

Sorri junto deles, tentando imaginar a cena de Justin e o nosso filho jogando futebol, caso viesse um garoto, mas a imagem não passava de um borrão, e os transtornos da gravidez deixam-me tão sensível a ponto de ter uma lagrima sorrateira escorrendo pela lateral do rosto.

A primeira aula fora mais teórica, explicando os riscos de uma gravidez e todos os cuidados que deveriam ser tomados a cada estágio de gestação.

Tentei ligar para Tyler, o motorista enquanto deixava o interior do hospital, mas fora falho.

— Achei que eu deveria vir — a voz tomada por uma rouquidão conhecida chamou a minha atenção, fazendo-me erguer o olhar e me deparar com Justin ali, o corpo escorado contra a lataria do seu carro enquanto a expressão cansada denunciava o demasiado tempo que tinha esperado por mim.

— Você decidiu "achar" tarde demais — revirei os olhos, tentando novamente ligar para Tyler ou qualquer funcionário que ainda estivesse em casa.

— Chrissy… Sei que esta brava comigo e não tiro os seus motivos de sentir vontade de me bater nesse exato momento. Por um instante eu realmente me foquei no trabalho mais do que deveria, mas eu juro, babe, que nunca mais vai voltar a acontecer.

— O que te faz acreditar que eu realmente vou engolir as suas palavras?

— Você não precisa engoli-las — o loiro se aproximou. — Só precisa saber que a partir de amanhã, Ryan e Chaz vão começar a tomar conta da empresa na maior parte do tempo, o que me faz crer que terei maiores oportunidades de cuidar da minha mulher e do meu filho.

Seus braços envolveram a minha cintura, Justin tentou me beijar, porém desviei, ainda ressentida.

— Chrissy…

— Você não me ganhou fácil, Justin. Você esperou um longo tempo até receber uma demonstração de afeto vinda de mim, e apesar de amar o idiota que você é, palavras bonitas não vão amenizar o menosprezo que me fez passar. Agora por favor, me leve de volta para casa.

Naquela noite eu optei por dormir no quarto de hóspedes, não por birra, mas sim porque Justin nunca tinha sido capaz de dizer não a algo tão importante para mim até aquele momento, quanto mais tratando-se de algo que tornaria a minha insegurança, mínima.

Na manhã seguinte eu não acordei com Tess me dizendo que estava atrasada para o treino, e que provavelmente o meu café da manhã estava esfriando.

Pelo contrário, a mesa no canto do quarto estava repleta daquilo que eu mais gostava, o que me fez varrer o local com o olhar e me questionar sobre o que diabos estava acontecendo.

A porta deu sinais de abrir, voltei a deitar rapidamente e me cobri, esperando pela voz irritante de Tess me dizer que deveria levantar o mais depressa possível.

Mas não aconteceu, senti o lado oposto do colchão afundar, liberando o perfume do corpo ao meu lado e ao inalar o aroma, tive certeza de quem era.

Justin me abraçou por trás, a mão esquerda lentamente acariciando a minha barriga enquanto fungava entre os meus cabelos, roçando os lábios pela pele do meu pescoço.

— A alguns anos atrás eu tive a imensa oportunidade de conhecer uma garota certa da forma mais errada possível. Ela me fez sofrer e eu a fiz sofrer, mas nós éramos tão errados juntos que acabava dando certo. Eu perdi as contas de quantas vezes eu tentei que desse certo, talvez pelo fato dela não ser uma garota convencional. Me orgulho de mim mesmo ao encarar o lado oposto da cama todos os dias e vê-la ali, com a expressão serena e a respiração vaga. Mas hoje eu notei o quão vago foi, ela não estava ali, os lençóis pareciam mais frios e não entrou um raio de sol pela janela essa manhã. Era eu sentindo a falta da mamãe, filho.

O lado direito do meu travesseiro estava úmido pelas lágrimas, chegou a um ponto onde foi basicamente impossível conter os soluços.

Justin notou que eu estava acordada a partir daí, me ajudou a virar na sua direção e secou as minhas lágrimas de uma maneira carinhosa.

— Me perdoe…

Eu só consegui assentir, abraçando-o pelos ombros e mergulhando a cabeça na curvatura do seu pescoço, escondendo-me.

— Você mais do que ninguém sabe o quanto eu odeio chorar.

— São lágrimas de felicidade, certo?

— São hormônios da gravidez, idiota!

Justin sorriu, percebendo que nossa relação estava voltando ao normal, com as mesmas provocações e a forma desastrada e demonstrar um ao outro o quanto éramos importante.

— Me diz o que quer fazer hoje — pediu, alisando as minhas bochechas com as pontas dos dedos.

— Definitivamente algo do qual eu não precise sair de casa — revirei os olhos, fazendo-o rir.

— Planejamos isso depois que tomar o café da manhã, okay? — concordei, indo até o banheiro e fazendo minha higiene bucal antes de deixar o cômodo, preparando-me para comer o que tinha naquela mesa, sendo observada pela expressão risonha que Justin tinha naquele momento.

Meu cotidiano não era de muitas surpresas, eu sempre fazia a mesma rotina de sempre depois dos treinos diários com Tess, o que me fez ter um estranhamento maior naquele dia pelo fato de Justin estar em casa e ter mudado tudo o que eu normalmente fazia.

. . .

Eu não tinha qualquer expectativa do que poderia vir, tentava distinguir sensações que outras pessoas descreviam ao estarem grávidas de meninos e meninas, mas não conseguia chegar a minha própria conclusão.

Justin parecia ciente de que seria uma garota, com os cabelos loiros e olhos azuis. Fora engraçado vê-lo descrever o nosso bebê durante todo o caminho até o médico para sabermos o sexo.

Eu não tinha mais dúvidas de que precisava fazê-lo calar a boca o quanto antes assim que entramos no consultório médico.

— Já sabem os nomes?

— Não, mas pretendemos sair daqui prontos para começar a cuidar do quarto do nosso filho.

Dr. Julian sorriu pela resposta de Justin e me passou as mesmas instruções de sempre antes de despejar o gel pela minha barriga, tornando-me um poço de nervosismo naquele mesmo segundo.

Os batimentos cardíacos do nosso bebê tomaram conta dos meus ouvidos enquanto tentava me focar na imagem na tela, podia vê-lo em formação, mexendo-se um pouco.

— É-É uma garota — Justin murmurou, atraindo a atenção de ambos.

— Justin está certo, é uma garota saudável e bastante agitada! Meus parabéns!

Encarei Bieber, vendo-o levar o dorso da minha mão até os lábios e selá-lo com demasiado carinho.

— Obrigado por esse momento — sussurrou, aproximando-se para sussurrar as palavras.

Aquele tinha sido um grande momento para mim, a considerar os meus pensamentos antigos de nunca casar, quanto mais ter filhos.

Bieber tinha virado a minha vida de ponta cabeça nos últimos anos, com a sua forma torta de tornar cada dia da minha vida, um pouco mais especial.

. . .

— O que tem de errado? — parei por um momento antes de descer do carro, sentindo-me um pouco tonta.

— Nada — Justin monitorou meus movimentos até a entrada do hospital, com uma das mãos segurando-me a cintura para manter o equilíbrio.

— Acho melhor desistirmos da aula hoje, tudo bem?

Neguei com a cabeça, forçando as minhas pálpebras para mantê-las abertas.

— Eu estou bem… Apenas…

Eu não consegui concluir a minha frase, a fraqueza nas pernas me atingiu em cheio, fazendo-me segurar os ombros de Justin enquanto o loiro pedia ajuda.

Eu odiava quando Justin soava com desespero, como naquele momento, sua voz rouca e falha clamando por atenção enquanto tirava algumas mexas do meu cabelo em frente ao rosto.

— Calma, meu amor — sussurrou, me fazendo sorrir. Eu estava calma, mas ele ao contrário de mim, definitivamente, não.

Não tardou a me ajudarem a ficar deitada em uma maca, algumas enfermeiras me medindo a pressão e questionando a Justin sobre coisas da gravidez e dados pessoais.

Fechei meus olhos, incomodada com a claridade.

— A pressão dela está muito baixa! Esse é o motivo do quase desmaio. Arrumem um quarto para a Senhorita!

Uma das enfermeiras correu até o banco de leitos, voltando poucos minutos depois enquanto guiava-nos pelos corredores, antes de entrar no elevador, pediram um tempo a Justin para que pudesse cuidar da minha entrada no hospital.

Eu não tive muita certeza do que aconteceu depois dali, porque certamente colocaram calmantes no meu soro, a ponto de me fazer dormir pelas próximas cinco horas, segundo a enfermeira ao meu lado.

— O médico achou melhor passar a noite aqui, seu marido foi buscar algumas coisas, não deve demorar — concordei, relaxando a cabeça contra o travesseiro e observando a janela de vidro, tentando encontrar na paisagem, algo que me tirasse do tédio.

Pelo vidro que dividia o quarto do corredor, pude ver o momento em que o médico parou Justin por um momento, trocando algumas palavras com o mesmo e apontando para mim, o que fez o loiro seguir com o olhar e sorrir ao me ver acordada.

Esperei pacientemente até vê-lo entrar no cômodo, deixando suas coisas sobre o sofá no canto do quarto e correndo na minha direção com demasiada pressa.

— Se você queria me deixar louco, pode ter certeza de que conseguiu — murmurou, soltando uma risada logo depois.

Ergui a mão com certa dificuldade, tocando-lhe os cabelos que caiam sobre a testa de maneira despojada.

— Estamos bem, não estamos?

— Maravilhosamente bem, houve uma queda de pressão, conseguiram estabilizá-la e optaram por deixar você descansar um pouco mais, passar essa noite aqui será bom para termos certeza de que não vai acontecer com frequência — assenti, vendo-o se inclinar na minha direção e tocando o nariz em minha bochecha. — Quer que eu busque o seu jantar?

— Comida de hospital, sério mesmo? — bufei, fazendo-o rir, segurar nas laterais do meu rosto e selar nossos lábios repetidas vezes, causando uma porção de estalinhos.

— Eu juro que é só por hoje, os meninos estão preparando um jantar para amanhã, para comemorarmos o sexo do bebê.

— Precisamos de um nome!

— Vou buscar seu jantar, conversamos sobre isso enquanto come, tudo bem? — assenti, recebendo um último demorado selinho na ponta dos lábios antes de vê-lo deixar o cômodo.

A comida não era tão ruim quanto eu lembrava que fosse, também tinha uma garrafinha de suco de laranja e um pedaço de torta como sobremesa.

— Eu gosto de Lucy — murmurou, me fazendo cessar os movimentos e encarar os seus olhos cor de mel.

— É um belo nome — concordei, deixando o copo de suco ao meu lado e aconchegando-me mais entre os seus braços.

— Você tem algum outro em mente?

— Não, e eu gosto de Lucy — Justin sorriu, os dedos correndo lentamente pelos fios do meu cabelo em uma carícia relativamente boa, aguçando ainda mais a minha vontade de dormir. — Você gosta desse nome, meu amor? — esperei por qualquer vestígio de movimento do bebê enquanto acariciava a minha barriga, no entanto, nada.

— Deixe-me tentar — Justin tomou compostura e ficou próximo a minha barriga, um sorriso bobo nos lábios enquanto contornava a minha bolotinha com as pontas dos dedos. — Filha, o que você acha de Lucy? É um bom nome? — cerca de cinco segundos depois a roupa do hospital do que eu usava, tomou um pouco de volume, foi um chute forte.

— Eu não acredito!

— Acho que isso quer dizer um sim.

Revirei os olhos com a feição debochada de Bieber.

— Lucy, você é uma puxa saca do seu pai! — resmunguei, fazendo-o inclinar-se sobre mim e beijar-me rapidamente a boca.

— Talvez ela só me ame tanto quanto você.

— Sai daqui, seu debochado!

Justin voltou a sua posição anterior, dando-me a atenção necessária enquanto me fazia dormir, da mesma forma como costumava fazer antes de tornar o seu trabalho, um foco único.

Justin Drew Bieber Point Of View:

— Eu imagino que tenha sido um grande susto para você tudo o que aconteceu ontem — Ryan deixou algumas latas de cerveja sobre a mesa ao lado de fora da sua casa, abastecendo os garotos enquanto eu me sentia contente com o meu copo de suco, não arriscaria beber tendo o compromisso de levar minha mulher e minha filha para casa.

— Eu estaria mais desesperado caso não estivesse em um hospital. Aquilo foi um prévia do quão preocupante será o dia em que Lucy nascerá. Não por Chrissy, diferente de mim, ela parecia totalmente mais calma antes de a sedarem.

— Chrissy sempre foi uma mulher muito forte, tanto a ponto de tornar você um adolescente broxante e apaixonado — foi a vez de Chaz soltar as palavras com o seu tom de divertimento, fazendo toques com Ryan logo depois.

— Acha que será fácil cuidar de uma garotinha?

— Não, os garotos não vão querer namorar uma garota cujo o pai terá uma coleção de cabeças penduradas na sala. Será o meu método primário de assustar, caso não de certo, passo para o seguinte método.

— Como se Chrissy fosse realmente deixar que você faça isso.

— Dessa forma parece que não tenho qualquer tipo de autoridade em minha casa.

— E você não tem, querido — senti as mãos da loira descendo vagamente pelos meus ombros de maneira carinhosa enquanto proferia as palavras de maneira debochada.

Soltei um sorriso mesmo que tentando negar quando ela se inclinou, beijando-me a nuca de uma maneira que julguei ser quente.

— Lisa me ajudou a preparar uma sobremesa de morangos, porque não entram para experimentar? — Chaz, como o bom esfomeado que sempre foi, não esperou por mais palavras para deixar a parte externa da casa e gritar o quanto estava faminto por doce.

— Nós já vamos, amor — Chrissy assentiu, entrando novamente e ditando em bom tom, como Chaz deveria se portar ao comer.

— Depois você ainda diz que ela não é mandona — Ryan terminou sua cerveja em um último gole, mirando a lata no lixo.

— Talvez eu só tenha aprendido a lidar com os surtos de autocontrole que Chrissy tem diariamente.

— Você já pensou em reverter isso, mesmo que seja, uma única vez?

— O que quer dizer?

— Na hora do sexo.

— Caso não tenha notado, Chrissy está grávida, eu não posso simplesmente usar braçadeiras em uma mulher tão raivosa quanto ela ou receberei um pedido de divórcio depois de fazê-la ter um orgasmo.

— Você não precisa ser nenhum dominador que goste de ver a dor no olhar das mulheres para ser um homem de controle, basta saber provocá-la e então, Chrissy estará devidamente pronta para implorar por um bom orgasmo.

Eu tinha certeza de que não tinha bebido absolutamente nada, mas em minha cabeça, todas as palavras de Ryan não pareciam querer fazer sentido.

O loiro deu dois tapinhas em meu ombro depois de ficar de pé, passando por mim a caminho de sua casa, deixando-me imerso em uma grande piscina das minhas próprias dúvidas.

. . .

— Se você sentir qualquer coisa, o médico disse para voltarmos ao hospital — observei a minha esposa revirar timidamente os olhos, sentando-se ao envolto da mesa de café da manhã e escorando o queixo na palma da mão.

— Eu só estava brava porque machuquei meu dedo na ponta do armário, Justin. Não preciso de nenhuma cirurgia para isso, não seja tão paranoico.

— Eu apenas me preocupo — murmurei.

Chrissy suspirou alto, aconchegando-se ao meu lado e beijando a lateral do meu pescoço de uma maneira carinhosa, e que rapidamente me fez sorrir e erguer o olhar até o seu.

— A poucos dias eu reclamava por não ter toda essa atenção, agora eu reclamo por tê-la.

— Eu não a entendo as vezes — a loira riu, aproximando-se e roçando os lábios carnudos e pequenos pelos meus.

— Não precisa entender, só precisa me amar.

A princípio eu não tinha entendido completamente as palavras em questão, se não fosse pelo sorriso malicioso que surgiu em seus lábios depois de mordê-los.

Chrissy queria ser amada, literalmente.

Me lembro de termos transado em todos os locais da casa desde que nos mudamos, a princípio parecia um fetiche meu, mas com o tempo, Chrissy passou a me ajudar com as ideias.

Mesmo sentindo falta de momentos de completa loucura como aqueles, eu não podia fazer nada muito elaborado com uma mulher grávida, então optamos pelo cômodo tradicional, o quarto decorado do nosso jeito com a cama um pouco bagunçada.

Apesar da sua incrível tentativa de parecer bem e confortável com o que estava acontecendo, eu sabia que poderia não ser tão prazeroso para a loira, quanto provavelmente seria para mim.

— Não me olhe como se estivesse pedindo para desistir.

— Eu só tenho medo de algo dar errado.

— O que tinha de dar errado, já deu, e estará nos seus braços em pouco tempo então trate de cuidar da mãe da sua filha como um bom homem faria.

— O que quer dizer com isso?

— Que deveria parar de pensar um pouco com a cabeça de cima, e agir com a cabeça de baixo.

Chrissy desfez o nó em seu robe de seda, fazendo o tecido em uma tonalidade rosa, encontrar o chão em poucos segundos, expondo o baby doll branco, transparente dos seios para baixo, tornando nítido o volume saliente e meigo da sua barriga, mesmo que a loira tentasse ser sexy.

Me dei por vencido quando ela mexeu nos cabelos, despertando o instinto de vontade em tê-la, levando toda e qualquer atenção, para os lábios carnudos da minha esposa.

Chrissy não escondeu a surpresa quando a beijei, os braços ao redor do seu corpo, segurando-a de maneira firme contra o meu peito.

Eu sentia saudades da minha mulher e do que ela sempre fora capaz de fazer comigo sem qualquer esforço, o foco no trabalho tinha me feito perder tempo, tanto contemplando seu sorriso, quanto o que ela era capaz de tornar uma manhã pacata, totalmente interessante.

— Você não pode fazer esforços, Chrissy… — fechei os olhos quando senti um chupão em meu ombro, próximo ao pescoço.

— O médico recomendou exercícios físicos, e transar pelo que sei, é um.

— Sempre com uma resposta rápida…

Virei a loira de costas para mim, fazendo-a soltar um grito fino pelo susto, e rir logo depois, com a respiração forte.

Mesmo que Chrissy demonstrasse ser forte quando deixava-a arrepiada, meus dedos dentro da sua calcinha me provaram o contrário, já que assim como eu previa, a loira estava totalmente molhada dos seus sucos vaginais, tornando os movimentos dos meus dedos indicadores e do meio, mais fáceis.

— Uh, não pare… — pediu, jogando a cabeça contra o meu ombro.

— Me desculpe, querida — beijei a maçã do seu rosto antes de tirar a minha mão da sua roupa íntima, agora ainda mais molhada do que antes.

Indiquei a cama para que deitasse, vendo-a olhar para mim de uma maneira selvagem enquanto os fios de cabelo loiro, cobriam as bochechas.

Chaz costumava dizer o quão louco eu era por aquela mulher independente de quantos anos se passassem no nosso relacionamento, observando-a daquele modo, eu tinha certeza do porquê de termos dado tão certo, éramos o extremo oposto, mas ao mesmo tempo, totalmente iguais.

Chrissy era boa em qualquer coisa que decidisse fazer, e quando ela colocava em mente que o sexo deveria ser do seu comando, eu sabia que sofreria.

A loira tinha uma perna de cada lado do meu quadril, as mãos firmes na minha nuca enquanto controlava um beijo quente e lento, era totalmente sensual e erótico participar daquilo.

Subi meus dedos pelas suas coxas, alcançando a renda da calcinha em ambos os lados, acabando com a conexão do tecido ao arrebentá-lo ao meio, ouvindo-o rasgar e Chrissy tomar distância, ainda incrédula pelo acontecido.

— Eu precisava tirá-la para fodê-la.

— Você disse certo, tirá-la, e não rasgá-la ao meio, Bieber! — Chrissy tentou me estapear no peito como uma forma de esvair sua raiva, no entanto, fora totalmente falho.

Seus olhos tornaram a focar nos meus quando a segurei pelos pulsos, o cabelo em frente ao rosto e a respiração forte.

— Nada de tapas, ou serei obrigado a começar a rasgar todas as suas calcinhas nas próximas transas — a loira bufou, revirando os olhos.

— Seria melhor que parasse de falar, e agisse logo, eu estou faminta, e não é pelo café da manhã.

Chrissy e eu tínhamos estudado algumas posições durante a gravidez, nada que pudesse deixá-la tão confortável quando o fato de gostar de ficar por cima.

Mordi o lábio quando a cueca em meu corpo foi parar no chão, no lugar onde deveria estar naquele momento.

Chrissy aninhou-se em meu colo depois de encaixar sua boceta em meu pau, fechando os olhos ao sentir a sensação, a mesma expressão que um fumante faz ao tragar o cigarro depois de muita vontade.

Eu gostava de transar com Chrissy, mas não mais do que gostava de quando fazíamos as coisas com tanto amor, assim como a nossa filha em seu ventre.

Apesar da vontade que ambos tínhamos de gozar, de tornar os movimentos mais severos, nós dois esperamos, acompanhando a respiração pesada um do outro fluir dos nossos lábios grudados em meio a um beijo árduo.

Chrissy era a minha explosão mista de sereno e furioso, bastava um segundo para qualquer que tenha sido a minha vontade de matar uma pessoa, fosse deixada de lado quando o ser de grandes olhos azuis, me olhava.

Eu queria poder agir da maneira como Ryan disse, podia tratá-la com uma forma mais chula, mas aquele não era o momento, e eu o faria valer a pena quando acontecesse.

. . .

Eu não tinha certeza do que deveria ser feito, encarar a minha filha através do vidro já era uma sensação horrível, vê-la chorar sendo acudida por alguns aparelhos respiratórios era ainda pior.

Lucy tinha dado trabalho desde o seu oitavo mês, apesar de parecer tudo bem, a pressão de Chrissy tinha subido mais do que o permitido nos últimos meses, e hoje tinha sido o seu estopim.

Não me deixaram vê-la depois do parto, quando os seus batimentos caíram e ela simplesmente fechou os olhos.

Foi o pior momento de toda a minha vida, tentar chegar perto quando seguranças me tiraram para fora.

Minha mãe tinha me dito para observar Lucy e o quanto ela era linda, mas assim como fizeram com Chrissy, não me deixaram vê-la de perto por continuar sob observação severa dos médicos.

— Você também chorava muito quando nasceu — Jeremy parou ao meu lado, observando a pequena Lucy tentar se mover dentro daquele espaço. — Você era extremamente curioso e carismático. Primeiro, estranhava qualquer pessoa, até acostumar com a voz dela e ter certeza de que parecia seguro, então você sorria e encantava a todos com isso, eu me sentia extremamente orgulhoso de ter feito alguém como você, e espero que esteja orgulhoso de Lucy.

— E-Eu estou, só estou com medo.

Jeremy suspirou pesado, me fazendo encarar o seu rosto e ter certeza de que algo muito errado tinha acontecido.

— Eu sinto muito.

. . .

— Porque você não sorri para mim? O que eu preciso fazer para que a princesa Lucy seja capaz de sorrir para mim uma única vez? — a pequena me encarou, segurando firme no meu dedo indicador enquanto resmungava de uma maneira brava. — Você sente falta da mamãe? — engoli a seco, vendo-a desviar os olhinhos e fazer uma expressão de choro. — Eu também sinto a falta dela, princesa.

Lucy não esperou mais tempo para começar a chorar, era sempre uma missão muito prolongada e difícil fazê-la parar quando eu normalmente, começava a chorar junto.

Tinha procurado uma babá no espaço de tempo que tive durante a semana, mamãe disse que seria bom ter uma com demasiada experiência e que ainda assim, não fosse tratar Lucy de forma rígida, então optei por Agnes, apesar de ser antiga nesse meio de trabalho, sabia ter o seu total divertimento, e diferente de mim, fazia Lucy sorrir sem qualquer problemas.

Deixei a pequena bagunceira sobre a cama, colocando travesseiros ao seu envolto depois de ter certeza que ela realmente tinha pego no sono depois de chorar.

Eu tinha eventos importantes hoje, uma reunião beirando o começo da tarde, e um jantar com Ryan, Chaz e mais alguns investidores, do qual, mesmo tentando, eu não pude desmarcar.

Terminei de vestir o meu terno, bagunçando os fios de cabelo que agora cobriam um pouco a testa, e peguei Lucy no colo, caminhando até o seu quarto e colocando-a no berço.

Brinquei rapidamente com as suas grandes e rosadas bochechas, fazendo-a mesmo que com os olhos fechados, tentar estapear os meus dedos que passavam levemente pela maçã do seu rosto.

Lucy era a minha cópia fiel, exceto pelos olhos, uma cor de avelã, mistura a mim e a mãe, os lábios eram cheios e tão idênticos a um coração o que a deixava ainda mais encantadora.

Deixei a porta aberta e avisei a Agnes sobre Lucy estar dormindo em seu quarto.

Cheguei com um curto tempo de adiantamento, cumprimentei todas as pessoas presentes e então começamos a reunião.

— O que acha de bebermos algo?

— Não posso, prometi a minha mãe que tentaria estar em casa hoje à tarde quando ela fosse nos ver.

— Tudo bem, fica para outro dia — fiz um toque com Ryan e corri até a minha sala, deixei pastas de documentos que eu certamente não usaria por agora, sobre a mesa.

Batidas na porta não tiraram a minha atenção do que fazia, no entanto, disse a pessoa que poderia entrar.

— Tão ocupado ao ponto de não atender sua esposa?

Arregalei os olhos, virando-me e tendo a visão de Chrissy, fechando a porta com toda a sua elegância de fazer qualquer coisa.

Foram só alguns dias de viagem, ela tinha ido a West Reading na Pensilvânia porque sua tia paterna teve alguns problemas de saúde. Eu tentei convencê-la de que poderíamos ir junto, mas com Lucy em seus quatro meses de vida, era realmente bom evitar.

— Porque não disse que estava voltando? — minha surpresa era nítida.

— Queria fazer uma surpresa — deu de ombros. Me aproximei da loira, envolvendo as mãos em sua cintura e abraçando-a com total força.

Chrissy me beijou, diferente das outras vezes, parecia mais caloroso e com saudades de ambas as partes.

Eu não lembro em qual momento eu tive consciência de que precisava trancar a porta, com o seu corpo sob o meu, colada à parede enquanto mantínhamos uma conexão nossa durante o beijo.

Aquele lugar lembrava um pouco de tudo o que tínhamos feito alguns anos atrás, todas as discussões, os sorrisos, Chrissy manipulando os meus sentimentos sem ao menos perceber.

Mesmo que os documentos em minha mesa fossem de extrema importância, Chrissy conseguia ser ainda mais, o que me fez derrubar o que tinha ali em cima e colocá-la sobre a mesa.

Depois de tanto tempo, eu ainda conseguia me lembrar das palavras de Ryan, e do quanto elas me pareciam totalmente favoráveis naquela situação.

Chrissy não escondeu sua surpresa quando tomei os cabelos de sua nuca com um pouco mais de força durante o beijo.

Pressionei a ereção criada sob as roupas em sua boceta, levantando o vestido que a loira usava até parar em sua cintura.

Desabotoei a minha calça com demasiada pressa, puxando-a pela cintura até alcançar os saltos no chão. Chrissy entendeu o que eu queria quando entrelacei meus dedos entre seus fios de cabelo, incentivando-a ficar de joelhos.

Fechei os olhos, sentindo a maciez dos lábios da minha mulher cobrirem a cabeça roliça do meu pau de uma forma que julguei ser sexy quando abri os olhos.

O batom vermelho cobrindo a extensão do meu pênis com beijos castos antes de colocá-lo por completo na boca.

— Oh Chrissy… — arfei, sentindo o acúmulo de gozo começar a se esvair em sua língua.

A loura me puxou para fora, passando a língua rapidamente entre os lábios vermelhos e estreitando a língua.

Segurei em meu pau, batendo-o e sujando-a como gostaria, deixando sua língua e lábios sujos pelo meu gozo.

Respirei fundo quando o corpo da minha mulher se ergueu colado ao meu, os olhos com uma faísca de desejo enquanto prendia o lábio entre os dentes.

— Continue — sussurrou, encarando-me os lábios.

A coloquei contra a mesa, erguendo sua perna na altura do meu quadril, sua calcinha molhada fora posta de lado, dando-me a visão completa dos seus lábios vaginais rosados, com seu mel doce escorrendo entre os mesmos de maneira graciosa.

Procurei por alguma camisinha por ali, no entanto, não encontrei nada, o que fez Chrissy bufar e pegar uma da sua bolsa, sempre pronta para casos de emergência.

Chrissy engoliu um grito quando a penetrei, respirei fundo, sentindo meus batimentos soarem de uma maneira desesperada a medida que minhas penetrações em sua boceta tornavam-se mais brutas e severas.

Seu primeiro gemido preencheu o cômodo mesmo que tentasse reprimi-lo.

— Oh babe, não pare! — suas unhas perfuravam o meu pescoço quando tomei maior impulso, aumentando a velocidade das metidas, fazendo a loira balançar junto com a mesa. — J-Justin, me faça gozar — Chrissy revirou os olhos, abaixando o olhar por um momento e apreciando a visão que era ter o meu pau entrando e saindo rapidamente de sua boceta. — O-Oh me-eu Deus!

Chrissy me abraçou, mantendo nossos corpos com uma distância ainda menor enquanto murmurava palavrões próximo ao meu ouvido.

— Fode a sua mulher como nunca fez antes! — estapeei a sua coxa, pegando-a pelo quadril e colocando-a contra a parede. Chrissy resmungou com o impacto, no entanto, me pareceu satisfeita quando virei seu corpo em direção a parede e me inclinei sobre ela.

Meu pau roçou em suas dobras, circulando a região sensível do seu clitóris antes de voltar a fodê-la, com mais brutalidade e força.

— Hmmm… Isso, querido! — a loira gritou, murmurando mais palavras chulas quando bati em sua bunda, deixando a marca dos meus dedos e fazendo sua fúria aumentar ainda mais.

Chrissy gritou meu nome com sua total força quando gozou, suas pernas tremeram e tive de mantê-la firme contra a parede.

Com um pouco do seu tesão aliviado, continuei fodendo-a duramente, com seu gozo facilitando as metidas e seus gemidos baixos preenchendo meus ouvidos.

— Shiu, querida — meus dedos mergulharam no seu clitóris, fazendo-a suspirar e deleitar-se em meu ombro.

Fechei os olhos quando enchi a camisinha da minha porra, saindo do seu interior e mantendo o corpo colado ao meu tronco, porém, ereto.

— Eu gosto disso…

— Do que?

— Se sempre ser intenso entre nós dois, é como se o fogo nunca apagasse e você soubesse me fazer sentir especial em cada transa, até mesmo nas mais rápidas.

— Você é o fogo, Chrissy. E eu sou o líquido inflamável, era de se esperar — a loira riu, virando-se de frente para mim e levando as mãos aos meus cabelos caídos sobre a testa, agora totalmente úmidos de suor.

— Seja o líquido inflamável até o último dia da minha vida, ele me faz feliz.

— Todos os dias, babe.

. . .

Eu não tinha certeza se levar Lucy a eventos tão grandes como aquele, seria bom e confortável para ela, no entanto, Chrissy parecia certa de que tudo ocorreria bem.

— Você está atrasado, Justin! — Ryan demonstrou sua raiva quando atendi o telefone.

— Eu tenho duas mulheres em casa agora, Butler. Estou realmente ferrado!

Sua ira fora posta de lado quando escutou minhas palavras, começando a rir da minha cara.

Chrissy desceu as escadas com toda e qualquer maestria, me fazendo esquecer de que tinha Ryan esperando no telefone.

— Podemos ir? — murmurou intercalando a atenção entre Lucy e eu.

— V-Você está linda — de fato, ela estava, um vestido vermelho, comprido e elegante. Como não podia faltar, o batom vermelho cobrindo os lábios pequenos.

Não muito diferente da mãe, Lucy usava um vestido em um tom vermelho mais claro, sapatos dourados e uma fita no cabelo.

— Vocês estão lindas — corrigi, fazendo a loira sorrir e inclinar-se para me beijar os lábios.

— Estamos atrasados.

Na entrada do evento alguns fotógrafos paravam os convidados, me mostrei desconfortável com a situação e o assédio desnecessário.

— Bieber! É tão bom tê-lo nessa jantar! — Sr. Cavanaugh apertou minha mão, abusando de sua simpatia. — Quem são as garotas?

— Minha mulher, e minha filha — Chrissy me olhou com um brilho diferente no olhar, um olhar de orgulho.

— É uma bela família!

Sorri, encarando a loira logo em seguida, vendo-a animada com o comentário recebido.

— É sim, e tenho orgulho da minha família — Lucy tinha os olhinhos vidrados em mim, e sorriu quando envolvi Chrissy pela cintura e segurei em sua mãozinha com a outra mão, seu primeiro sorriso disponibilizado por mim.

Chrissy me encarou, tão atônita quando eu, esperávamos por isso a tempos.

— Minha pequena bagunceira — dessa vez houve uma risada, uma que cortou qualquer que tenha sido outros sons no momento e me fez focar no quanto a minha filha era terrivelmente encantadora.

Eu tinha orgulho de Lucy e de mim mesmo por ter sido capaz de ajudar na criação de um ser tão pequeno e maravilhoso.

Eu tinha orgulho da minha vida, e do quando ela tinha tornado-se uma surpresa a cada dia.


Notas Finais


Agora sim, é um final! <3
Música: https://www.youtube.com/watch?v=YHcqlLkeduw
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AMO VOCÊS <333333


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