História Sex Love - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Hot, Justin Bieber, Lily Collins, Sexo
Exibições 712
Palavras 3.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
!!

Capítulo 32 - Uma dança...


Fanfic / Fanfiction Sex Love - Capítulo 32 - Uma dança...

Semanas depois...

Megan P.O.V.

Depois daquela cena no Canadá, eu e Ryan tivemos uma conversa séria, e eu especifiquei que se ele quisesse ficar comigo, não deveria nos levar realmente a sério, não no momento, e ele pareceu entender perfeitamente aquilo. Eu odiava magoar as pessoas, e se continuasse como estávamos, bem... Ele não merecia, era um cara muito bacana.

Nos primeiros dias, quando cheguei do Canadá, eu realmente esperei que Justin me ligasse ou mandasse alguma mensagem, mesmo meu consciente gritando que ele não o faria, e de fato não o fez. Então tudo o que me restava era tenta-lo esquecer, e era isso que vinha fazendo ultimamente, me entupindo de trabalho.

Scarlet foi bastante gentil em me dar uma campanha que a revista lançaria na mídia. Sim, eu planejei exatamente cada detalhe ali. Havia sido cansativo, mas completamente prazeroso, já que o tema nada mais era que “Meu corpo? Minhas regras!”.

– Isso daqui vai ficar muito foda! – ouvi Caitlin falar assim que Hugo terminou sua maquiagem.

– Disso não tenho dúvidas. – Nathan completou sorridente.

– Ah, com a ajuda de todos, essa campanha vai bombar. – falei animada e eles riram.

Vi Caitlin se levantar de sua cadeira e me analisar, franzi o cenho e sorri meio tímida e um tanto confusa.

– Você bem que podia modelar pra campanha, em... – ela falou por fim, me fazendo rir.

– Eu? Modelar? Não mesmo! – falei e ela franziu o cenho.

– Porque não? É uma ótima ideia. – Nathan falou e eu o encarei.

– Vocês estão de brincadeira não é? – perguntei ainda em tom risonho e eles se entreolharam e negaram com a cabeça.

– Não mesmo! – falaram juntos e desfiz meu sorriso.

– Pensa no impacto que ia causar a escritora modelando para a própria campanha! – Caitlin falou animada.

– Ela está certa, Meg. As pessoas iam se interessar mais nisso aqui! – Nathan a completou e eu neguei com a cabeça.

– Nem pensar! – falei séria e voltei a andar, checando o cenário, mas os notei atrás de mim.

– Pensa bem, Meg. Ia ser ótimo pra campanha. – Nathan insistiu, e no fundo eu sentia um certo interesse a mais dele em relação a eu tirar as fotos.

– Meg! – Caitlin chamou e eu me virei para eles novamente.

– Estão loucos? Eu não sou modelo, só escrevo coisas. – falei firme e eles negaram com a cabeça.

– E o que te impede?

– Impede de quê? – ouvimos a voz de Scarlet e olhamos para o lado rapidamente.

Salva pelo gongo. Era lógico que ela nunca concordaria com uma ideia patética e completamente falida daquela. Eu modelar, onde já se viu?

– Ah, boa tarde Scarlet. – Nathan falou educado e ela sorriu fraco em resposta.

– Mas então, do que estavam falando? – ela insistiu e vi um sorrisinho maroto brotar no canto da boca de Caitlin.

– Não era nada de importante! – tomei a frase e os três me olharam.

– Na verdade, - Caitlin tomou a palavra e olhou para Scarlet – queríamos que a Meg modelasse na campanha.

– Meg como modelo? – senti o olhar de Scarlet sobre mim.

– A ideia era falar do corpo feminino e de como é rotulado na mídia, certo? – Nathan falou e ela assentiu – Então, as modelos são lindas, mas as pessoas querem verdade em campanhas assim, e o que seria melhor que a própria escritora posasse?

– Já falei para eles que isso é completamente loucura. – forcei um sorriso e senti seu olhar novamente sobre mim, analisando meu corpo.

– Tudo bem, gostei da ideia, você irá fazer as fotos junto com as outra meninas! – ela falou por fim e eu quase engasguei com a minha própria saliva.

Havia escutado direito? Ela estava dizendo que eu iria aparecer para as câmeras? Senti meu estômago revirar, embrulhando-se, estava nervosa. Ela não podia ter simplesmente concordado com aquela ideia maluca e repentina.

– O quê? – perguntei por fim, quando minha voz finalmente saiu.

– Você escutou, então não me faça repetir. – ela falou dando as costas e eu abri a boca em protesto, mas nada saiu.

– Você ouviu a chefe, agora vem! – senti as mãos de Caitlin puxarem meu braço e Nathan tomou minha prancheta, com um sorriso satisfeito nos lábios.

Sentei-me na cadeira onde antes ela estava e logo Hugo se aproximou sorridente, com seus pincéis em mãos. Ouvi Caitlin dar as ordens e permaneci estática, era quase como se estivesse em pânico. Qual é? Tirar fotos em casa é divertido, porque ai só seus amigos irão ver, mas aquilo era grande. Apareceríamos em revistas, jornais, outdoor, tv... Meu Deus, meu coração parecia que ia saltar do meu peito.

[...]

 

Horas depois...

Diferente do que eu achava, a sessão de fotos se deu bastante descontraída, os fotógrafos nos deixaram bastante a vontade e o pessoal das filmagens não fizeram muito diferente, foi tudo muito espontâneo e acabei me divertindo de verdade com as meninas.

Não que ainda não estivesse receosa com os resultados da campanha, aquilo estava me consumindo. Como será que o público receberia tudo? Aquilo era angustiante.

Depois das fotos Scarlet nos liberou o resto da tarde e fomos almoçar todos juntos, aquilo foi uma bagunça enormemente hilária. Caitlin teve a ideia de irmos para um barzinho no fim do almoço, e se embriagara completamente, fazendo com que eu e Nathan nos atrasássemos para a faculdade para leva-la em casa. A deixamos com Ambrey e conseguimos pegar o segundo horário das aulas.

O dia havia passado rapidamente, na verdade era tanta informação que as horas simplesmente sumiram. Eu estava exausta, mas levemente satisfeita. Quando o ultimo sinal tocou, eu me despedi de Nathan e chamei um táxi. Não era sempre que fazia isso, porque nunca tinha grana sobrando, mas excepcionalmente hoje, tudo o que eu mais queria era chegar logo em casa, tomar um bom e demorado banho e finalmente cair na minha cama.

No caminho para casa eu destravei meu celular e acabei por abrir mensagens antigas de Justin. Sentia sua falta como nunca sentira de ninguém antes. Aquilo estava acabando comigo, mas meu psicológico parecia gostar daquela situação.

“Não conseguiria me concentrar no filme, sendo que teria você do meu lado, e transar em público infelizmente é crime...”

Sorri daquilo, lembrando-me daquele dia. Chaz havia proposto de irmos ao cinema com ele, sua namorada, Chris e Ambrey, mas Justin não estava muito contente com o convite e me explicava os motivos. O filme era uma comedia romântica “Amizade Colorida” se não me engano.

 

Flashback on

– Não acredito que me fez vir... – ele brincou caminhando de braços dados comigo para a bilheteria.

– Eu não forcei nada. – falei em tom risonho e ele riu pelo nariz.

– Mas sua proposta foi irrecusável, baby... – ele sussurrou próximo ao meu ouvido – E quando sairmos, eu lembrarei disso.

Sorri com sua fala e apertei seu braço, vendo Ambrey e Chris aproximarem-se com pipoca. Eu não havia falado nada demais, apenas prometera deixá-lo me foder como bem quisesse.

– Vamos logo, o filme já vai começar... – Ambrey falou entusiasmada e assentimos.

Justin pagou as entradas e finalmente seguimos para dentro do cinema. Já havia bastante gente ali, mas logo encontramos Chaz, na terceira fileira do lado direito...

[...]

 

O filme foi bastante divertido, até mesmo Justin rira, apesar de sussurrar indecências em meu ouvido em determinadas cenas. Ele era quente demais e eu gostava daquilo. Depois do cineminha, jantamos todos juntos e ao fim, ele fez questão de me lembrar do nosso “trato”, então me despedi de Ambrey e dos demais e seguimos para o seu apartamento.

Assim que adentramos o elevador, ele me puxou pela cintura e colou seus lábios aos meus, em um beijo calorosamente intenso, encostando-me em uma daquelas paredes daquela caixa de metal. Entrelacei meus braços em seu pescoço e acariciei a sua nuca, sentido sua língua travar uma guerra de carícias contra a minha.

Suas mãos desceram para as minhas coxas, apalpando-as fortemente e ele me deu impulso, fazendo-me entrelaçar minhas pernas em sua cintura. Rompemos o beijo e ele passou a lamber e chupar meu pescoço, descendo sua boca para o meu colo. Puxei seus cabelos e ele mordeu de leve a carne dos meus seios.

– Hoje vou te foder com força, vadia! – ele sussurrou quente em meu ouvido e sorri largo, sentindo meus pelos ouriçarem e seu membro ereto roçar em minha intimidade.

– Que gostoso, Jay! – sussurrei de volta em seu ouvido e ele deu um tapa forte em minha coxa.

– Cadela, você adora ser a minha vadia, não é? – sua voz rouca soou cheia de malícia e eu assenti, mordendo meu lábio inferior.

Ele voltou a me beijar, mas logo a porta do elevador se abriu e me pôs de volta ao chão, puxando-me pela mão para fora dali. Adentramos seu apartamento a ponto de bala, e ele me puxou novamente para si, encostando-me na porta e tomando meus lábios em outro beijo fervoroso. Entrelacei novamente meus braços em seu pescoço, mas ele os tirou dali, levando-os e prendendo-os com uma de suas mãos a cima de minha cabeça.

Rompemos o beijo e ele sorriu com malícia, logo mordendo meu lábio inferior, sua mão livre apertou meu rosto, fazendo um biquinho em minha boca, e seus olhos, negros de prazer e luxúria encararam os meus de perto, quase que arrancando todo o ar que havia em meus pulmões.

– Hoje eu vou te transformar em uma putinha, Meg! Uma putinha no cio, entendeu? – ele me encouchou por cima das roupas e eu arfei pesadamente.

– Unn... – fechei meus olhos e ele apertou mais meu rosto, forçando-me a abri-los.

– Responde! – ele falou autoritário e aquilo o deixava tão sexy.

– Sim! – falei com um pouco de dificuldade pelo fato da minha boca estar sendo espremida.

– Boa garota! – ele mordeu seus lábios com força e soltou meu rosto.

Senti sua mão deslizar pelo meu corpo, apertando um de meus seios, e arranhando, em seguida, minha barriga por cima da blusa fininha a qual eu trajava, fazendo-me sentir uma corrente elétrica me percorrer, e a pousou finalmente sobre minha coxa, apalpando-a fortemente...

Flashback off

Acordei de meus devaneios com o taxista me encarando curiosamente. Dei por mim que havíamos chegado ao meu destino e que provavelmente ele estava esperando que eu pagasse a corrida e liberasse o táxi. Sorri meio sem jeito, sentindo minhas bochechas corarem e abri minha bolsa, pegando minha carteira.

– Me desculpe, quanto te devo? – perguntei finalmente e ele olhou o taxímetro e depois para mim novamente.

– UR$ 13,76. – assenti ao ouvi-lo e paguei a quantia.

– Obrigado e boa noite. – falei educadamente e abri a porta do táxi.

Parei um pouco ali e suspirei pesadamente, negando com a cabeça pela ideia que havia me ocorrido no momento. Olhei novamente para dentro do táxi e praguejei mil vezes por querer tanto aquilo. Relutante, fechei novamente a porta daquele maldito táxi e o taxista me olhou assustado.

– Siga por favor para o centro da cidade. – falei antes que eu simplesmente desistisse daquilo.

Vi o motorista assentir e dar partida novamente no carro. Dentro de mim havia um misto de sentimentos. Uma parte gritava por aquilo e outra me repreendia de que eu me arrependeria, mas eu realmente precisa arriscar...

 

Justin P.O.V.

Depois do incidente com Ryan no Canadá, eu decidi me afastar de vez dele e de Megan, não que aquilo fosse fácil, mas era o certo a se fazer. Pedi para Jeremy mudar o meu setor e me encarregar de mais coisas, então estava praticamente passando o dia inteiro fora do escritório, supervisionando obras, aquilo ocupava bastante a minha cabeça.

Ao final do dia, eu continuei saindo com o Drake e me divertindo com vadias diferentes por noite. Elas não me davam tanto prazer como Meg, mas me aliviavam e isso já estava de bom tamanho.

Agora eu terminava de abotoar minha camisa vinho, esporte. Subi um pouco as mangas e ouvi o soar da campainha. Franzi o cenho e terminei com ad mangas. Devia ser o Drake, apesar de termos combinado de se encontrar na boate.

Ouvi novamente aquele barulho irritante e rolei os olhos, pegando minha carteira e saindo do quarto, em direção a sala. Coloquei a carteira no bolso e peguei as chaves do meu carro na mesinha de centro. A campainha soou novamente estridente e eu segui rápido para a porta.

– A gente não tinha... – parei de falar ao olhar para frente e não ver Drake ali – Megan?

Pronunciei seu nome quase sem voz de tão baixo que aquilo saiu. O que ela estava fazendo ali? Seus olhos encontraram os meus, e um calafrio percorreu por todo o meu corpo.

– Posso entrar? – sua voz soou doce e notei suas bochechas corarem levemente.

– Ah, claro! – abri mais a porta e ela adentrou o cômodo, um tanto receosa, me parecia nervosa e indecisa no que iria fazer ali.

Fechei a porta me perguntando o que estava acontecendo ou se aquilo era um sonho, mas seu cheiro doce de pêssegos inebriava-me, provando-me que estava acordado e ali com ela parada em meio a minha sala.

A vi se virar e tentei não olhar aquele maravilhoso decote a minha frente. Mas seus seios gritavam a minha atenção e aquilo era desconcertante, ela me atraia de uma forma inexplicável.

– Não vai perguntar se eu quero beber? – ela sugeriu e eu voltei a encará-la, um tanto perplexo.

– Vinho? – perguntei e ela sorriu de leve.

– Aceitaria uma dose de whisky. – falou docemente e eu sorri fraco, assentindo e seguindo para o balcão de bebidas.

Coloquei minhas chaves ali em cima e tratei de pegar dois copos e gelo no pequeno frigobar.

– Quando começou a beber whisky? – perguntei preparando nossas doses e a vi se aproximar dali.

– Ah, agora. – falou normalmente e eu ri pelo nariz, entregando-lhe seu copo.

Dei um gole raso no meu e a vi virar aquele liquido de uma só vez garganta abaixo. Franzi o cenho e ela bateu o copo no balcão, sorrindo largo para mim, o seu sorriso era enormemente gostoso.

– Então...

– Estava de saída? – ela perguntou me interrompendo e olhando as chaves próximo ao seu copo – Desculpe interrompê-lo...

Sua voz saiu meio pesada, e seu sorriso se desfez instantaneamente. Forcei um sorriso e neguei com a cabeça, tomando mais um pouco da minha bebida.

– Não está me interrompendo, Meg. – menti com gosto, Drake provavelmente me mataria por furar com ele, mas eu realmente não me importava com isso agora.

– Tem certeza? – seus olhos pareciam me analisar.

– O que veio fazer aqui? – perguntei e ela me encarou.

– Pode me servir outra dose? – ela pediu fugindo da minha pergunta e eu assenti.

Coloquei o meu copo novamente sobre o balcão e peguei a garrafa depositando o liquido em seu copo. Ela sorriu agradecida e eu deixei a garrafa sobre o balcão, pegando minha dose de volta.

– Como foi o seu dia? – ela perguntou pegando o copo e dando um leve gole ali, diferente da primeira vez.

Franzi o cenho e a vi sorrir. Então era isso? Ela queria conversar comigo? Sorri de volta e me sentei ao seu lado no balcão, bebericando meu whisky.

– Cansativo, estou supervisionando obras agora. – falei e ela me encarou por alguns segundos.

– E isso é bom? – perguntou curiosa e eu assenti.

– Eu gosto... E você, como foi o seu dia? – ela sorriu e negou com a cabeça, terminando de virar o whisky garganta a baixo.

– Acredita que eu virei modelo? – perguntou entre risadas, me fazendo rir junto.

– Modelo? – passei meus olhos pelo seu corpo, ela era perfeita, então aquilo realmente não se era impossível de acreditar.

– Se você me servir outra dose, juro que explico tudo. – sua voz saiu manhosa e eu sorri.

– Não acha que está bebendo demais essa noite? – perguntei e ela negou rapidamente com a cabeça.

– Qual o problema? E a propósito, seu whisky é muito bom. – sorri balançando a cabeça de um lado ao outro e servi novamente seu copo.

Coloquei um pouco mais no meu e a encarei, esperando a história que viria pela frente.

– Então... – pedi que prosseguisse e ela tomou um gole da bebida e assentiu.

– Foi uma campanha sobre estereótipos do corpo feminino. Caitlin era a modelo principal, mas convenceu Scarlet que eu devia fazer esse papel, já que a campanha era minha.

– Hum, parece interessante... – falei dando mais um gole em minha bebida.

– Eu realmente não sei como aceitei, amanhã quando as fotos saírem vou morrer de vergonha. – ela falou risonha e eu neguei com a cabeça.

– Por que? Você é linda... – falei por impulso e ela me encarou profundamente.

–  Você me acha linda? – ela perguntou receosa.

Eu a achava muitas coisas, mas seria errado da minha parte conta-la? Quando abri minha boca para falar, ouvimos meu celular tocar. O tirei de meu bolso e vi no identificador que era Drake.

– Não vai atender? – ela perguntou e eu a encarei.

– Você quer que eu atenda? – perguntei de volta e ela sorriu negando com a cabeça, então apenas desliguei.

– Seus amigos podem ficar chateados com você...

– Eu não ligo. – sorrimos juntamente e ela abriu a garrafa novamente, então percebi que seu copo já estava vazio.

Não gostava nada da ideia dela precisar estar bêbada para falar comigo. Por que estava fazendo aquilo? E por que eu simplesmente não a parava? A resposta era óbvia, eu a queria ali, perto de mim, mesmo que não fosse da maneira que eu gostaria.

– Você tem algum filme? – ela perguntou após virar a quarta dose garganta a baixo.

– Você quer assistir um filme comigo? – perguntei franzindo o cenho e ela assentiu.

– Comédia seria legal. – falou risonha e podia perceber que estava ficando tonta.

– Comédia?

– Lembra de quando assistimos “Amizade Colorida”? – ela perguntou e eu assenti – Eu estava lembrando hoje, aquele foi um bom filme.

Eu lembrava-se perfeitamente, mas não do filme em si, e sim do que fizemos depois dele...

– Eu preferencialmente adorei o final. – falei com um pouco de malicia na voz e ela riu.

– Aquilo foi gostoso! – falou fechando os olhos por segundos e eu mordi meus lábios com um pouco de força – Podíamos assistir no seu quarto, o que acha?

– Acho que você está bêbada... – falei e rimos juntamente.

– Talvez, estou começando a me sentir tonta. – ela falou se servindo novamente e eu a repreendi com o olhar.

– Não devia beber mais... – falei e ela me encarou.

– Por quê? Não posso confiar em você? – seus olhos penetraram os meus e engoli em seco.

– Talvez apenas não deva... – falei quase que em um sussurro e a vi sorrir.

– E quanto ao filme, onde vai ser? – “na minha cama” pensei e sorri com isso.

– Que tal esquecermos o filme e você parar de beber? – propus tomando o copo de sua mão e ela franziu o cenho.

– Hey, eu quero beber! – ela reclamou e eu neguei com a cabeça.

– Não quero que fique bêbada. – falei por fim e ela bufou de raiva.

– Droga! Então por que não me leva logo pra cama? – ela questionou pondo-se de pé e eu a encarei de cenho franzido.

Levá-la pra cama? Ela queria que eu fizesse isso? Por quê? É lógico, ela estava bêbada, não havia outra explicação. “Você só pensa em sexo, é só isso que tem na droga da sua cabeça!” então por que eu não queria levá-la pra cama agora? Mesmo com toda vontade de tocá-la, beijá-la... Por que eu simplesmente não a agarrei quando me fez essa pergunta, parada a minha frente?

Ela me encarava atentamente, e eu devia estar com a cara mais imbecil da face da terra. Uma mulher gostosa a minha frente, querendo ir pra cama comigo e eu parecendo um virgem que recebe a primeira proposta de sexo da vida. Balancei a cabeça negativamente, espantando os pensamentos que nela estavam rondando e voltei a olhá-la.

– Não vamos fazer isso... – respondi por fim, me xingando internamente, mas algo me dizia que aquilo era o certo a se fazer.

– Então o que vamos fazer, Bieber? – ela perguntou tirando o blazer preto e concentrei meu olhar em seu decote, ela estava dificultando as coisas pra mim.

Rapidamente desviei meu olhar dela e bebi o resto da minha dose e da sua, buscando um autocontrole, não podia continuar pensando só com a cabeça de baixo, quando algo dentro de mim gritava forte para não fazer besteira.

– Podemos... – olhei em volta e parei meu olhar no som – aceita dançar?

Perguntei colocando os copos sobre o balcão e ela sorriu, franzindo o cenho. Me levantei e estendi minha mão para ela, que olhou a mesma por alguns segundos, decidindo se pegava ou não, até que finalmente a pegou.

Seguimos até o centro da sala e eu peguei o controle remoto sobre a mesinha de centro, dando um play nas músicas. Passava algo calmo, como Sam Smith. Coloquei o controle de volta ali e a puxei para os meus braços.

Seus olhos negros me olharam por alguns segundos e logo sua cabeça se recostou em meu ombro. Fechei os olhos, apertando-os com uma certa força, e me deixei inalar aquele cheirinho delicioso de pêssegos, enquanto dávamos passos lentos de um lado ao outro, seguindo o ritmo da música.

– Quantas depois mim? – ouvi sua voz soar baixinho e seus dedos tocaram meu pescoço levemente, haviam algumas marcas ali, das noites anteriores.

– Nenhuma especial... – sussurrei de volta e senti o seu sorriso, mesmo sem poder vê-lo, fazendo-me sorrir de volta...


Notas Finais


Justin sendo fofo com a Meg? O QUE É ISSO BRASIL?? KKKKKKK Deixem os seus comentários, favoritem a fic e compartilhem com as amigas...

E para aquelas que chegaram agora e ainda non sabem, eu tenho mais três fics, voltei a postar em duas delas, seguem gêneros diferentes dessa daqui, uma é romântica até o ultimo fio de cabelo dos personagens, a outra é criminal, mas todas com o Jus.

Vou deixar os links aqui em baixo, ok? Quem se interessar, dá uma olhadinha lá...

Danger in love:
https://spiritfanfics.com/historia/danger-in-love-5541777

As Long As You Love Me:
https://spiritfanfics.com/historia/as-long-as-you-love-me-5607597

Obrigado pela atenção e até o próximo capítulooooo, XoXo :* :*😘


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