História Sex Love - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Hot, Justin Bieber, Lily Collins, Sexo
Exibições 744
Palavras 4.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E chega ao último capítulo da semana, tentei caprichar, espero que gostem...

Capítulo 33 - As flores...


Fanfic / Fanfiction Sex Love - Capítulo 33 - As flores...

No dia seguinte...

Justin P.O.V.

Acordei com o barulho do toque do meu celular na mesinha de centro. Tive um curto susto por vê-la deitada ali, juntinho mim. Conversamos a noite inteira ontem, mas não passamos disso. Como estava tarde ela pediu para ficar e eu cedi meu quarto para ela, ficando com o sofá, apenas troquei minhas roupas e me deitei ali, um pouco menos vazio que todas as noites.

Realmente não notara quando ela se deitara ali comigo, mas gostei de acordar agarrado em sua cintura, inalando o cheiro gostoso que seus cabelos exalavam. Tirei meu braço, com cuidado, de sua cintura e peguei o celular mais a frente, atendendo-o rapidamente, sem ao menos ver quem era, não queria acordá-la.

– Justin? – era a voz de Caitlin, e me parecia um tanto preocupada.

– Fala... – praticamente sussurrei e ela se mexeu um pouco a minha frente.

– Desculpe te ligar a essa hora, mas é que... Bem, Ambrey está desesperada.

– O que eu tenho a ver com isso? – franzi o cenho, imaginando a resposta.

– Dá pra parar de ser idiota? Por que mais ela estaria desesperada e eu te ligaria? Meg sumiu! – sorri largo, como eu imaginava ela não havia avisado a ninguém.

– Manda ela ficar tranquila, Meg tá bem... – falei admirando aquela mulher em meus braços.

Então ela está...

Não! Quer dizer, não fala pra ninguém, ok? Não sei se ela quer que as pessoas saibam que dormiu aqui. E de antemão, não rolou nada, ela está saindo com o...

Eu sei, tudo bem! – sua voz parecera mudar, e ela falava um tanto empolgada – Ela gosta de você, Bieber!

Aquilo me fez rir pelo nariz. Não que eu gostasse daquela ideia, mas me soava melhor do que ela com Ryan, e isso era completa e totalmente egoísta, tenho total consciência. Notei seus olhos abrirem com uma certa dificuldade e me culpei mentalmente por acordá-la.

Tudo bem, eu preciso desligar agora. – falei vendo-a se virar de frente para mim.

Ok. Vê se não faz merda! – ri daquilo e desliguei.

O olhar de Meg media cada centímetro do meu rosto, e aquilo era no mínimo desconcertante. Sorri fraco e ela desceu seu olhar para os meus lábios, só Deus sabia o quanto tive que me controlar para não atacar os seus.

– Quem era? – perguntou sonolenta, e eu achei aquilo tão sexy.

– Desculpa por te acordar... – falei baixinho e ela negou com a cabeça.

– Tudo bem. Tenho trabalho hoje, a todo caso não podia dormir o dia inteiro...

– Certo, mas por que não dormiu na cama? – perguntei arqueando minhas sobrancelhas.

– Ah, porque... você... Você não estava lá. – sua voz saiu meio falha e eu sorri largo, pousando minha mão em sua cintura.

– Você queria que eu estivesse? – perguntei baixinho e ela suspirou assentindo.

– Acho que sim... – falou corando suas bochechas.

– O Ryan não gostaria nada disso... – ela me encarou, agora sem expressão.

– Você quer mesmo que eu fique com ele, Justin? – sua voz saiu pesada e eu me xinguei mentalmente por tocar em seu nome.

– É o melhor, não? – perguntei sentindo uma pequena pontada no coração.

– É... – ela falou se afastando e tive vontade de socar a minha própria cara – Você... Não...

Ela própria se interrompeu, parecia difícil falar aquilo, algo estava engasgado em sua garganta. A vi sentar-se em meu sofá e também me sentei ali, ao seu lado. Ela passou alguns segundos em silêncio e eu gostaria de ler seus pensamentos naquele momento.

– Acho que preciso ir embora... – ela falou por fim, pondo-se de pé.

Fitei aquele corpo descaradamente, coberto pela minha camisa vinho do dia anterior. Sem sombra de dúvidas, minhas roupas caíam melhor nela, apesar de que eu a preferia sem roupa alguma...

– Vamos tomar um café, eu te deixo na revista... – falei tentando voltar a si e ela me olhou.

– Tudo bem. Posso tomar um banho antes? – perguntou e eu sorri assentindo.

Logo a vi adentrar pelo corredor e suspirei pesadamente. Ela estava toda manhosa pra mim e eu havia desperdiçado isso? O que estava acontecendo comigo? Por que diabos não agarrei aquela mulher como eu tanto desejava fazer ali? Bati com a mão na minha cabeça e baguncei meus cabelos.

Era respeito ao Ryan? Não! Tinha certeza que não. “Você ê um covarde!” uma voz gritou dentro de mim e respirei fundo, me esparramando mais no sofá, era isso, eu estava com medo, medo de fazê-la sofrer, medo de machucá-la, porque era simplesmente aquilo que eu fazia de melhor... Mas acima disso, eu estava com medo daquilo que sentia quando ela estava perto de mim.

– Droga, Bieber! – praguejei fechando a cara e me pus de pé rapidamente.

Eu precisava me concentrar e não fazer merda de novo. Segui com pressa para a cozinha e liguei o notebook, iria preparar algo para o café, antes que acabasse cedendo a vontade de entrar naquele quarto e foder Meg o dia inteiro.

Tomei um pouco de água, espantando o calor que se apossava do meu corpo e lavei meu rosto, molhando também minha nuca. Vi o notebook se ligar e sequei a cara com um pano de prato que tinha ali, jogando-o sobre a pia, e segui novamente até o mesmo. Procurei ali alguma receita de coisas para café da manhã, eu não costumava cozinhar sempre, então sempre que precisava a internet era minha melhor amiga.

Comecei a me concentrar ali, enquanto preparava aquilo, e meu corpo foi relaxando e minha cabeça esfriando. Acho que algo dentro de mim não queria mais que eu visse a Meg como via antes, eu não sabia se sentia medo disso ou se simplesmente era o certo. Aquilo era complicado.

Depois de quase meia hora, já estava quase tudo pronto. Eu só precisava de um banho, então segui para o banheiro do corredor, a porta do meu quarto ainda estava fechada e eu não queria incomodá-la. Me despi rapidamente e entrei debaixo do chuveiro.

A água quente relaxava completamente os meus músculos. Mas os pensamentos com Meg invadiram a cabeça e eu fechei os olhos deixando-os ficarem mais fortes.

Flashback on

– Meu Deus, estou atrasada, não devia ter dormido aqui! – ela levantou-se da cama, enrolada nos lençóis e eu sorri de seu nervosismo.

– Ainda são 6am, Meg. Deita aqui! – falei sonolento.

– Você está louco? A Scarlet vai arrancar minha cabeça...

– A revista não é tão longe daqui, eu te levo, você não vai se atrasar...

– Ai você que se atrasa... Droga, por que não me acordou ontem?

– Eu não vou, Meg... – me sentei na cama, vendo-a pegar suas roupas no chão.

Bufei de raiva por ela não estar me escutando. Eram seis da manhã e nossos turnos só começavam as oito, então qual o problema dela ter dormido na minha casa? Meu Deus! A vi se virar para mim e cocei os olhos, com uma certa moleza no corpo.

– Não precisa se preocupar, tá bom? Eu te levo, e isso não vai arrancar nenhum pedaço de mim.

– Tem certeza? Não quero ser inconveniente...

– Meg, a única coisa que você está sendo agora é estressada, relaxa... – falei calmamente e ela respirou fundo e assentiu – Agora vem aqui?

A chamei e ela sorriu doce, caminhando em minha direção, segurei em sua mão livre e a puxei para o meu colo, ela ainda segurava aquele maldito lençol em volta de seu corpo. Então beijei seu pescoço carinhosamente, fazendo-a arrepiar-se.

– Você fica tão sexy de manhã... – sussurrei quente em seu ouvido e ela sorriu – Agora que você finalmente me acordou, o que acha de tomarmos um banho?

Mordi o lóbulo de sua orelha e ela arranhou minhas costas de leve. Mexendo-se em meu colo. Beijei seu ombro desnudo e a puxei mais para cima, meu amiguinho já dava sinal de vida.

– Acho uma proposta tentadora... – ela sussurrou de volta e eu sorri.

Meu celular tocou e eu bufei de raiva, quem diabos me ligava aquela hora? Vi Meg sair do meu colo e dar as costas, deixando o lençol escorregar pelo seu corpo, aquela era a visão do paraíso, sem dúvidas. Ela olhou para mim por cima dos ombros e sorriu maliciosa.

– Não demore... – assenti pegando meu celular e a vi caminhar para dentro do banheiro.

Na ligação era Drake, questionando porque eu não estava mais saindo para as baladas. Bem, com uma mulher gostosa como Meg, não era preciso muitas explicações, fiz questão de demorar o mínimo possível e quando desliguei, rapidamente me dirigi ao banheiro, adentrando o espaço. Meu boxe era transparente e mesmo borrado pelas gotas de água, pude ver que ela estava de costas para mim, então meu olhar se concertou plenamente em sua bunda.

A vi se virar com um sorriso nos lábios, se aproximando do boxe, colando seu corpo ali, seus seios durinhos pareciam me convocar para perto, mas me concentrei mesmo em sua boca, que beijava o vidro de forma sexy. Apertei meu membro novamente, ele já estava bem acordado.

Ela se virou de costas e rebolou aquele rabo maravilhoso pra mim e o sangue me subiu a cabeça. Estava me provocando? Vadia! Ela me olhou por cima dos ombros, mordendo os lábios e aquela era a gota d'água.

– Eu vou meter fundo em você, Meg! – falei seguindo para o boxe e ela sorriu maliciosamente.

Abri aquela portinha e adentrei o local, ela me agarrou pelo pescoço, puxando-me para um beijo fervorosamente quente. Espalmei minhas mãos pelo seu corpo nu, e invadi minha língua em sua boca. Lhe mostraria exatamente no que dava me provocar daquela forma.

Apertei sua coxa direita com força e amassei seu seio esquerdo, sentindo o biquinho rígido em minha mão. Ela era deliciosa e eu estava morrendo de tesão.

Cortei o beijo, descendo para o seu colo, lhe dei impulso e ela entrelaçou suas pernas em minha cintura. Senti suas mãos puxarem meus cabelos e dei um palmada forte em sua coxa, fazendo-a arfar.

– Vadia! – sussurrei rouco em seu ouvido e lhe dei outra palmada.

– Uhn...

– Cadela! – mordi o lóbulo da sua orelha e ela apertou meus ombros.

– Adoro quando me xinga! – ela sussurrou maliciosa e eu sorri safado.

– Você adora o meu pau te rasgando todinha! – falei expelindo malícia e ela mordeu meus lábios.

– Me fode! – ela pediu com manha e eu sorri largo.

– Com todo prazer! – sussurrei próximo aos seus seios, e abocanhei o direito.

Seus dedos afundaram em meus cabelos e os meus apertavam suas coxas com força, porra de mulher gostosa, eu podia meter nela o dia inteiro de tanto tesão que me dava. Soltei seus seios e a coloquei de volta ao chão, virando-a contra o boxe, segurei firme em sua cintura com uma mão e com a outra eu puxei seus cabelos, fazendo-a me olhar por cima dos ombros.

– Eu vou te mostrar no que dá me provocar! – falei malicioso e ela sorriu mordendo os lábios e se apoiou no vidro – Empina esse rabo gostoso, delícia!

Dei um tapa em sua bunda e ela gemeu baixinho, empinando gostosinho. Aquela bunda era completa e totalmente fodível. Apertei o local do tapa e beijei seu ombro...

Flashback off

 

Me acordei de meus pensamentos me masturbando debaixo do chuveiro, minha mão fazia movimentos rápidos em meu membro e eu tentava conter meus urros e gemidos, enquanto meu outro braço apoiava minha cabeça na parede, onde eu havia chegado?

Urrei com força deixando expelir jatos quentes de porra na parede e mordi meus lábios com força soltando meu pau finalmente. Minha respiração estava ofegante e eu a tentava controlar. Fechei meus olhos novamente e desencostei minha cabeça da parede.

Depois disso terminei meu banho rapidamente e me sequei em uma toalha. Enrolando-a envolta da minha cintura. Peguei outra secando meus cabelos e saí do banheiro, a porta do meu quarto já estava aberta e Meg não se encontrava mais ali, o que me fez agradecer.

Adentrei o cômodo e vi sobre a cama a minha camisa vinho, a qual Meg usava hoje cedo, sorri de leve e me aproximei da mesma, pegando e levando-a ao meu nariz, o cheirinho dela estava ali. A deixei novamente sobre a cama e segui para o meu closet.

Vesti rapidamente um terno, deixando a gravata para trás, odiava gravatas, elas me sufocavam, mas faziam parte então sempre as colocava no caminho do escritório. Sequei meus cabelos com o secador e os organizei a minha maneira.

Quando saí do closet caminhei até o meu criado-mudo e peguei meu relógio, carteira e as chaves do carro, deixando, logo em seguida o quarto. Ao chegar à sala, não vi ninguém ali, e nem barulho vindo da cozinha. Notei então um papel sobre a mesinha de centro e caminhei até lá, pegando-o. Era um bilhete dela:

“Obrigado pela noite, nossa conversa foi agradável e gostaria de ter tomado café com você, mas eu não sei o que vim fazer aqui, peço desculpas por ter ficado bêbada e pelo que falei, acho que estou com vergonha disso... Então mais uma vez obrigado.”

 Suspirei em derrota e fechei os olhos com força. Ela havia ido embora e eu senti mais uma vez o vazio me preencher, aquilo doía no fundo da minha alma. Respirei fundo umas três ou quatro vezes e voltei a abrir meus olhos. O que eu queria? Que ela simplesmente tomasse café comigo como se acabássemos de nos conhecer? É claro que isso não ocorreria.

Segui para a cozinha e guardei tudo o que preparara na geladeira, havia perdido a fome, mas precisava ir trabalhar, e não me demorei muito ali.

[...]

 

Horas depois...

Quando parei meu carro no estacionamento do escritório, vi Ryan descer do seu, nervoso com o celular no ouvido. Fiquei ali dentro alguns minutos, até que ele desapareceu pelo elevador. Não sabia se Meg o havia contado, mas era provável que sim... Eu só não queria mais problemas com ele, por mais que o odiasse por estar com ela, aquilo era ridículo, éramos amigos desde a infância e as únicas coisas pelas quais brigávamos era futebol, basquete e videogames...

Depois de um tempo ali, coloquei a maldita gravata em mim e saí do carro, precisava passar na minha sala para pegar uma papelada e sumir para a construção. Adentrei o elevador e o esperei calmamente subir, como fazia todos os dias. Aquilo não demorou muito e eu agradeci profundamente por isso.

Me dirigi a minha sala, mas antes de entrar, avistei Susana, minha secretária, pôr-se de pé, sorridente, forcei um sorriso educado e me aproximei de sua mesa.

– Bom dia Sr. Bieber! – ela falou formalmente.

– Bom dia, Susana. – respondi em mesmo tom – Algum recado?

– Ah, sim. Seu pai mandou que assim que chegasse fosse direto ao seu escritório. – ela respondeu e eu franzi o cenho.

– Ele disse sobre o que se tratava? – questionei curioso, Jeremy quase nunca me chamava em seu escritório.

– Não senhor...

– Tudo bem. Obrigado pelo recado. – agradeci educadamente e a vi sorrir de leve assentindo em resposta.

Dei as costas e segui para o outro lado. O que será que já tinha acontecido? Minha cabeça estava cheia para problemas hoje e de modo algum eu aguentaria ficar trancado em uma sala de reuniões resolvendo problemas internos o dia inteiro.

Quando cheguei, sua secretária, dona Rosely, me mandou entrar e assim fiz, vendo-o de pé, próximo ao enorme janelão, ele olhava algo lá fora atentamente, então pigarreei chamando sua atenção para mim por alguns segundos.

– Ora filho, que bom que chegou, venha... – ele falou voltando a olhar para fora.

Franzi o cenho e me aproximei, o que tanto ele olhava ali? Pensava que falaríamos sobre algo importante, mas ele parecia bem empenhado em olhar pela janela. Olhei então na mesma direção e cerrei os olhos, chegando um pouco mais perto.

Era um outdoor, e Meg estava nele, em meio a outras garotas, mas eu reconheceria aquelas curvas a quilômetros de distância. Ela segurava seus seios fartos com as mãos e posava com atitude naquele cartaz. Lembrara então da nossa conversa, e agora entendera melhor o motivo de sua vergonha, apesar de que ela não precisava sentir aquilo.

– Uma bela garota, tem fotos dela por todo lugar... – Jeremy me entregou seu celular e eu franzi o cenho, vendo-o se distanciar.

Olhei então seu celular e ali haviam mais fotos dela. Sorri fraco e neguei com a cabeça, não sabia se ficava feliz por ter dado certo, ou se ficava com raiva por outros caras verem-na daquele modo. Olhei novamente para Jeremy e me aproximei de sua mesa.

– Meg é muito bonita mesmo. – falei entregando-lhe seu celular de volta e ele assentiu, pedindo que eu me sentasse.

– Sim, ela é... E pra você muito mais que isso, certo? – ele me encarou e eu franzi o cenho.

– Já falamos sobre isso... – falei entendendo onde ele queria chegar.

– Justin, não encontramos uma garota dessas duas vezes, filho, tem certeza que vai desistir assim?

– Desistir de quê, Jeremy? Nunca tivemos nada em si.

– Mas você quer ter agora, eu posso ver isso.

– Não! Você está ficando louco... – neguei e ele suspirou.

– Justin, eu não estou ficando louco, você sim! Olha pra essa mulher! – ele mandou e eu ri pelo nariz – Mandei olhar, Justin! É isso que você quer perder? Tem certeza?

– Por que está fazendo isso? O que importa?  É só mais uma, Jeremy.

– Não Justin, você sabe melhor do que eu que não é “só mais uma”, então por que insiste nisso?

– PORQUE EU QUERO VER A MEG FELIZ, JEREMY, QUERO ISSO MAIS QUE TUDO!! – as palavras simplesmente saíram sem controle e ele sorriu.

– É disso que estou falando, filho. – sua voz saiu calma e eu tentei me controlar, afrouxando a droga da gravata – Agora, o que sente por ela?

– Já disse que tesão, desejo... – senti minha língua amargar e Jeremy me olhou profundamente.

– A verdade, seja homem, filho! O que sente por ela?

– Qual a diferença? Ela está com o Ryan agora, certo?

– Porque você está sendo um completo covarde! – suspirei ao ouvi-lo e olhei novamente para o seu celular.

– Isso é complicado, Jer...

– Isso se chama amor, filho! – o encarei novamente e ri pelo nariz.

– Amor? O que sabe sobre ele? Você me chama de covarde, mas é pior que eu! – quase cuspi aquelas palavras em sua cara e ele suspirou e assentiu.

– Sei disso, mas não quer dizer que não me arrependa amargamente todos os dias da minha vida, por ter deixado a minha felicidade escapar por entre meus dedos...

– Do que está falando? – arqueei minhas sobrancelhas.

– Filho, eu sei que não sou a melhor pessoa para te dar conselhos amorosos, mas sei exatamente o que está sentindo, porque já senti isso uma vez.

– Quê? – ele não podia estar falando sério, qual é, queria me dizer agora que estava apaixonado?

– Essa garota é importante pra você assim como uma mulher foi e é para mim... – ele falou e eu engoli em seco, então ele realmente estava me dizendo que se apaixonara?

– Você...

– Sim, e me arrependo de ter sido um covarde, de não lhe ter dito o quanto a amava enquanto era tempo... Não cometa o mesmo erro que eu, Justin...

– O problema é que eu não sei se sinto alguma coisa por ela... – fui honesto, aquilo tudo era uma grande bagunça dentro de mim.

– Então me diga o que sente quando está com ela? – ele pediu e eu sorri, me lembrando do dia anterior.

– Antes era só transa, de verdade. Mas agora ela me faz se sentir bem e estranho ao mesmo tempo, eu não consigo explicar...

– E não precisa. Seus olhos falam por você. Vá atrás dessa garota, Justin, faça as coisas darem certo entre vocês, ela só precisa de uma atitude da sua parte.

– O que quer que eu faça, Jer? Ela está com o Ryan, eu não quero atrapalhá-los, já basta a merda que fiz no Canadá...

– E vai entrega-la assim? De bandeja pra ele? – ele questionou e eu suspirei pesadamente – Está disposto a fazer isso por orgulho, filho?

– Isso... Eu só quero que ela fique bem, entende? Eu não sou o cara certo pra ela, Jer.

– Não existem caras certos, Justin, existem caras dispostos a fazerem dar certo! E ela só quer estar ao seu lado, será que não enxerga isso? Filho, até um cego veria!

– O que droga você quer que eu faça? – perguntei soltando o ar com força.

– Que corra atrás do que realmente quer!

– Como? – o vi sorrir de leve.

– Comece mandando flores para ela e a parabenize pela maravilhosa campanha. Ah, escolha rosas vermelhas, as mulheres adoram. – meu pai era um conquistador nato e acho que no fundo eu realmente tinha a quem puxar.

– Eu não posso fazer isso... – falei e o vi negar com a cabeça e sorrir em seguida.

– Não, você vai fazer, porque isso não foi um pedido. – falou arqueando uma sobrancelha e me entregou o telefone sobre sua mesa...

 

Megan P.O.V

Não sei o que me deu na cabeça em ir à casa de Justin, acho que já estava ficando louca, mas não vou negar que o fato dele não ter me levado pra cama me bagunçava mais do que ter se oferecido pra isso. Eu sei que estava alterada, sóbria eu não teria coragem de fazer aquilo, mas não conseguia entender sua negação.

Quando nos acordamos, aquilo se repetira. Talvez ele tivesse perdido o tesão em mim, e aquilo me incomodava um pouco, mas me sentia levemente bem por termos apenas conversado, e não sei se me sentiria assim caso tivesse ocorrido mais que isso. Dançar e falar uma noite inteira com Justin sem cair em sua cama, me parecia algo realmente agradável.

Saí de sua casa sem me despedir pelo fato de tudo dentro de mim estar bagunçado. Talvez aquele fosse o momento de realmente tentar esquecê-lo, mas algo me pedia para tentar provar daquilo e eu não sabia explicar.

Não tive coragem de contar isso ao Ryan, ele acharia que eu era uma vadia. E no fundo talvez eu fosse, uma grande e enorme vadia! Enfim, ele não precisava saber, aquilo não o pertencia, fora o fato de não devermos satisfação um ao outro, certo? Ryan era uma ótima pessoa, mas não era meu dono.

– Meg? – ouvi alguém chamar e vi a porta do escritório ser aberta.

– Ah, oi Nathan. – respondi forçando um sorriso e o vi caminhar até sua mesa.

– Aqui tão cedo? O que aconteceu? – perguntou risonho e eu fingi mexer em meu notebook.

– Estava ansiosa com a campanha, mal dormi ontem... – menti descaradamente.

Não que eu não estivesse ansiosa, mas só viera lembrar-me dela a pouco. Outras coisas circundavam a minha cabeça, e todas elas acabavam por chegar em um certo par de olhos caramelados.

– Pois então eu tenho uma ótima notícia! – ele falou entusiasmado, caminhando até a janela e abrindo a cortina da mesma.

Cerrei os olhos e me levantei vendo-me no outdoor em frente a revista. Como eu entrara ali sem antes ter visto aquilo? Meu Deus, como eu estava desligada... Olhei para Nathan, sentindo minhas bochechas corarem violentamente, só ali me dera realmente conta de que todos me veriam daquele jeito.

– Meu Deus... Nathan, quando colocaram? Eu não vi quando cheguei! – falei um tanto nervosa e ele sorriu.

– Acho que quando você chegou eles ainda estavam colocando, agora já deve estar por toda a cidade...

– Eu não pensei que... Tão rápido assim? – o vi caminhar de volta para a sua mesa.

– Meg, o comercial sai as 10am, eles tinham que adiantar tudo...

– Meu Deus, Nathan... – me sentei de volta em minha cadeira, completamente estática e ao mesmo tempo feliz, era o meu trabalho ali, e mais que isso, o meu rosto também.

– Entra... – ouvi Nathan falar e só ai me dei conta de que haviam batido na porta.

Olhei naquela direção e Scarlet adentrou o escritório com uma expressão indecifrável no rosto. Eu e Nathan nos pusemos de pé rapidamente e ela olhou dele para mim e de mim para ele.

– Abram os gráficos da revista! – ela mandou rispidamente e nos entreolhamos.

– Aconteceu alguma coisa? – Nathan perguntou nervoso e ela o encarou.

– Façam o que disse, agora! – ela mandou novamente e nos sentamos rapidamente.

Abri o site da revista e era provável que Nathan também fizera o mesmo. Minha mente gritava que dali viria merda, Scarlet não me parecia nada satisfeita, eu sabia que não ia dar certo, meu Deus e agora?

– Meu Deus! – ouvi Nathan gritar e logo vi o motivo, minha respiração começou a falhar e encarei Scarlet que agora tinha um largo sorriso nos lábios.

– Vocês conseguiram!!! – ela falou em tom animado e sorri incrédula.

– Olha a quantidade de acesso e compartilhamento em nosso blog, gente isso virou febre! – Nathan falou ficando de pé e levando as mãos aos cabelos.

– É inacreditável... – falei sentindo um sorriso se formar em meus lábios e Scarlet caminhou até a minha mesa.

– Você tem um grande potencial, Megan... – ela pegou em minha mão, fazendo-me levantar – Vocês dois estão de parabéns! Isso daqui já bombou antes mesmo de ir ao ar!

Senti meus olhos lacrimejarem, era o meu trabalho sendo reconhecido. Eu me sentia mais que feliz, meu Deus! A quanto tempo eu sonhava com isso... E agora, depois de quatro anos de dedicação... Eu não conseguia acreditar, simplesmente não conseguia!

– Licença... – Lívia, uma das garotas da recepção falou adentrando a sala, a porta estava aberta.

Sequei minhas lagrimas, sorrindo contente e notei rosas em suas mãos. Ela sorria em nossa direção e se aproximou de mim com aquele buquê. Franzi o cenho assim que me entregou aquilo e sorri tímida olhando Nathan e Scarlet.

– Desculpe, deixaram na recepção... – ela falou e eu sorri.

– Não tem cartão? – perguntei analisando e ela negou com a cabeça.

– Não Meg, deixaram assim lá, só disseram que era pra você.

– Mas não disseram quem mandou? – perguntei curiosa e ela negou mais uma vez.

– Não. Não disseram mais nada além disso.

– Ah, tudo bem... Obrigado então. – sorri largo e ela assentiu, também sorrindo.

A vi se despedir e sair. Olhei novamente aquelas rosas vermelho sangue, elas eram excepcionalmente lindas, e acho que sabia perfeitamente quem as tinha mandado.

– Bem, preciso sair agora para uma reunião, tomem de conta disso e mais uma vez parabéns, vocês merecem todos os aplausos, excepcionalmente você, Meg. – Scarlet falou amavelmente e sorri, parece que era tudo o que sabia fazer naquele momento.

– Obrigado, Scarlet. E obrigado mais ainda por ter confiado em nós... – agradeci sincera e ela sorriu doce.

– Eu nunca erro!

– Obrigado mesmo. – Nathan também agradeceu contente e ela assentiu.

– Eu que agradeço, essa revista nunca esteve tão bem quanto agora. Mas realmente preciso ir acertar os detalhes com os novos donos, me desejem sorte. – ela pediu risonha e nós assentimos.

– Sabemos que fará um ótimo trabalho por lá...

Nos despedimos e ela logo se foi. Nathan voltou a se sentar em sua cadeira, estava tão incrédulo quanto eu ali. Ouvi meu celular tocar e deixei as rosas sobre minha mesa, pegando-o em minha bolsa.

– Meg, você está simplesmente linda, parabéns! – ouvi sua voz do outro lado e sorri mordendo os lábios, dirigindo-me novamente a janela.

– Obrigado, Ryan. Estou tão feliz... – falei e respirei fundo, tentando conter minha felicidade naquele momento.

– Eu imagino que esteja, gostaria de comemorar isso com você, se aceitar almoçar hoje comigo...

– É claro que aceito, e a propósito amei as rosas... – falei olhando-as sobre a mesa.

– Rosas?

– Sim, acabaram de chegar, são lindas... – falei sorridente e escutei um curto silêncio – Ryan?

– Que bom que gostou, Meg... – ele falou fazendo-me sorrir bobamente, Ryan era de verdade um cara incrível e talvez fosse hora de tentar algo mesmo com ele.

– Até o almoço? – perguntei olhando o céu azul pela janela.

– Até, linda...

Desliguei e respirei fundo, sorrindo em seguida e virando-me para Nathan, que também me parecia tentar se recuperar da notícia anterior, aquilo era tão bom, meu Deus, eu não conseguia me conter dentro de mim, de tão feliz que estava.


Notas Finais


MAS O QUÊ? RYAN VADIO!!! SOCORRRRR... Xenteeeee, o que vocês acharam? Deixem seus comentários, favoritem a fic e, se gostarem, compartilhem com as amigas. Até o próximo capítuloooo!

XoXo :* :*


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