História Sex Love - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Hot, Justin Bieber, Lily Collins, Sexo
Exibições 757
Palavras 5.930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Antes da data de entrega, porém, é muito provável que o próximo só sairá lá para sexta-feira ou até mesmo sábado, pois essa semana vou fazer duas provas FODAS de segunda chamada e preciso de um tempo para estudar, ou vou acabar indo pra final e perdendo as cadeiras, o que acarretará em mais dor de cabeça para mim. Peço mil desculpa a vocês por isso, mas prometo que vou me esforçar em postar no mínimo até sábado. Agora tenham uma boa leitura :* :*

Capítulo 34 - Some da minha vida!


Fanfic / Fanfiction Sex Love - Capítulo 34 - Some da minha vida!

Dois dias depois...

Megan P.O.V

Já se faziam dois dias desde o lançamento da campanha e eu estava tão feliz, não conseguia descrever o quanto. Scarlet resolvera dar uma comitiva e eu estava a flor da pele, ela me encarregara do discurso principal, afirmando que eu era quem havia organizado e que de modo algum invadiria meu espaço. Eu realmente não sei se preferia assim...

Me encontrava agora em sua casa, e pelo barulho que vinha lá de baixo, já havia bastante gente ali. Estava nervosa, e terminava de me arrumar. Me olhei no espelho e quem me visse não julgaria o meu estado de nervos.

Ouvi batidas na porta e respirei fundo, precisava me concentrar, se eu realmente quisesse seguir a profissão, precisava me acostumar, aquela seria a primeira de muitas comitivas, se Deus abençoasse... Caminhei em direção a porta e a abri, vendo Ryan ali, com um sorriso enorme nos lábios, seus olhos percorreram meu corpo e ele segurou em minha mão, fazendo-me girar.

– Está linda! – falou doce e eu o abracei forte.

– Acha que vou me sair bem? – perguntei nervosa.

– Eu não tenho dúvidas disso! – ele respondeu docemente e eu desfiz o abraço e encarei seu rosto.

– Obrigado por ser tão incrível, Ryan. – falei e lhe dei um selinho.

Senti suas mãos em minha cintura e aquele selinho transformou-se em um beijo. Ele me pediu passagem e eu rapidamente cedi. Levei minhas mãos aos seus cabelos e senti as suas puxando-me para mais perto.

– Hum-hum... – alguém pigarreou e interrompemos o beijo, vendo Nathan ali – Scarlet pediu que descesse.

Assenti sentindo minhas bochechas corarem e me soltei de Ryan.

– Eu só vou retocar meu batom. – falei e eles assentiram.

Pedi para que eles descessem e voltei para frente do espelho. Rapidamente retoquei aquilo e respirei fundo, tentando me controlar. Eu estava bem, agora só precisava descer e convencer todos disso.

Segurei meu vestido, suspendendo-o um pouco e saí do quarto, caminhando em direção a escada. Dali mesmo pude ver várias pessoas e fotógrafos, sem contar nos repórteres enfileirados próximo ao palco. Mais uma vez respirei fundo, juntando forças para encarar aquilo, o frio na barriga estava grande, mas coloquei o meu melhor sorriso no rosto e desci as escadas, sentindo os flashs sobre mim e ouvindo as palmas das pessoas.

Notei Scarlet no palco e ela fez sinal que eu fosse até lá. Cumprimentei algumas pessoas pelo caminho e subi, sentindo o frio na barriga triplicar, tinha muito mais gente do que eu esperava ali.

– Bem, agora deixo a palavra a pessoa que proporcionou tudo isso, recebam ela, que chegou na minha revista como mais uma estagiária, e que em quatro anos mostro garra e competência, Megan Carter!

Mais aplausos foram dados e Scarlet estendeu sua mão, a qual peguei rapidamente, olhei em volta um tanto tímida e ela me puxou para um abraço, apertei os olhos, tentando não chorar ali.

– Finja que está lutando pelo seu emprego, confiança, Meg! – ela falou baixinho em meu ouvido e desfizemos o abraço.

Sorri completamente nervosa e segui até o microfone, vendo Scarlet sentar-se junto ao resto de nossa equipe. Ela parecia estar muito orgulhosa, e aquilo me ajudou a deixar o nervosismo um pouco de lado.

– Boa noite... – falei em tom audível e logo em escutei me responderem – Primeiro quero agradecer a Scarlet por ter me escolhido a tomar a palavra, quando ela mesmo poderia estar fazendo isso aqui melhor que eu.

Ouvi algumas risadas e ri junto, tentando relaxar, aquilo parecera dar certo.

– A Skalibull tem sido a minha casa, desde que chegara do Brasil. Me acolhera e depositara confiança em mim na medida que o tempo passava... Eu, como todos os meus colegas de trabalho aqui presentes, só nos víamos na obrigação de devolver essa confiança com trabalho duro, e nos empenhamos em cada matéria lançada nessa revista. E não faríamos diferente nessa ou em qualquer outra campanha. Demos nosso sangue por isso, e o reconhecimento de vocês, do público que lê Skalibull, é o melhor presente que podemos ganhar. O que quero dizer é que esse não foi um mérito só meu... Cada um de vocês que está  hoje sentado aqui, – olhei para o pessoal sentado atrás de mim e sorri, voltando a falar – teve sem dúvidas a sua parcela de contribuição para essa maravilhosa campanha, simplesmente obrigado a todos!

Encerrei minha fala sentindo meus olhos lacrimejarem e ouvi novamente as palmas da plateia. Olhei todos ali, vi Ryan me aplaudir com os nossos amigos de pé e sorri mais ainda, passando meu olhar para o outro lado, pousando-o na pessoa que eu menos esperava estar ali...

 

 

Justin P.O.V.

Depois daquela conversa com Jeremy, tudo em mim gritava por Megan. Eu a queria para mim, queria aquela mulher com todas as minhas forças. E já estava mais do que na hora de admitir que eu estava completamente fodido com isso. Ela me consumira, e arrancara de mim cada vestígio de auto controle, e eu realmente não sabia como havia deixado aquilo ocorrer, mas no momento não era isso que me importava, eu estava disposto a entender aquilo dentro de mim, precisava disso.

 Naquele dia, eu fiz exatamente o que Jeremy falara, escrevi um bilhete parabenizando-a, e lhe mandei rosas, mas ela não me respondeu, e eu não esperava que o fizesse, era provável que estivesse chateada comigo, então lhe liguei ao final da tarde, quando terminei meu expediente, mas não fora ela quem me atendera...

 

Flashback on

Passei a manhã inteira supervisionando uma obra e por isso não tive muito tempo de conferir se Meg respondera ou não, mas no horário de almoço minhas expectativas se dissiparam, não havia uma mensagem ou ligação sequer. Não fiquei chateado ou desapontado, já esperava que ela não me respondesse.

Depois do expediente, resolvi ligar no seu número, precisava saber se havia gostado ou não, alguma coisa dentro de mim gritava por isso, eu estava nervoso, era tudo que eu sentia, nervosismo. Chamou duas, três e na quarta, quando eu já estava pensando em desligar, alguém atendeu.

– Meg? – minha voz saiu meio falha, não sabia qual seria sua reação, a ultima vez que lhe dei flores, não era uma data muito agradável.

– Meg está dormindo. – ouvi a voz de Ryan e franzi o cenho, o que diabos ele estava fazendo com o celular dela?

– Ryan? O que...

– Eu já sei o que você fez, tá ok? Será que dá pra parar de ser cuzão e deixar a Meg em paz? Ela tá comigo agora, cara!

Desliguei aquela merda de celular sentindo a raiva me invadir, arremessei aquele caralho na parede, vendo-o se quebrar junto com a porra do quadro de vidro ao qual bateu. Quem aquele desgraçado pensava que era para me mandar ficar longe dela? Eu quebraria a cara dele se estivesse na minha frente.

Baguncei os cabelos arrancando a maldita gravata do meu pescoço e me sentei no sofá, tentando me controlar e não quebrar mais nada ali. Respirei fundo lembrando do que aquele filho da puta falara. “Meg está dormindo...” essa frase martelava em minha cabeça. Ela dormira com ele? Estava dormindo em sua cama agora... Eu precisava fazer algo, não queria perde-la, não podia...

Flashback off

 

Aquilo realmente me deixou pra baixo, a minha mulher dormindo com outro cara... Acabei enchendo a cara, tentando entender o que diabos Meg queria de mim. Primeiro vinha a minha casa e depois se jogava nos braços de Ryan, aquilo era tão estranho. Mas talvez ela estivesse descontando em mim o que eu a fiz passar. E não podia culpa-la por isso. Se existia algum culpado ali, esse era eu.

Mas agora realmente sentia vontade de fazer as coisas acontecerem entre nós, queria tê-la de volta da maneira certa, mas não tinha ideia de por onde começar aquilo, era complicado pra mim. Nunca sentira isso antes por mulher nenhuma. Era como se algo me quebrasse e me fizesse bem ao mesmo tempo. Isso era no mínimo assustador.

Hoje teria um evento da sua revista e ela deveria estar radiante... Sua campanha simplesmente explodira no país inteiro. Meg, além de linda, era talentosa e muito inteligente. É, ela era excepcional, e eu me amaldiçoava por não ter notado isso antes de tudo se complicar entre nós dois.

Ouvi meu celular tocar e manobrei o carro na vaga do estacionamento, logo em seguida tirando a chave da ignição e pegando o aparelho no banco ao lado. Observei o visor e sorri ao ver o nome de Caitlin ali, ela estava sendo uma grande amiga. Me arranjara entradas vips e uma credencial para o evento e eu a agradeceria o resto da vida por aquilo.

– Justin, cadê você? – ela perguntou preocupada assim que atendi.

– Ah, eu acabei de chegar... – respondi descendo do carro e travando o mesmo.

– Então corre pra cá, a Meg vai começar a falar! – olhei o relógio em meu pulso e praguejei por não ter corrido mais.

– Tudo bem, já chego ai. – falei apressado e desliguei o celular.

Corri um pouco, tirando a credencial do bolso do meu terno e colocando-a em meu pescoço. Só entraria com aquilo, e eu sem dúvidas precisava entrar. Cheguei rápido a portaria e o pessoal da segurança veio checar minhas credenciais, aquilo demorou alguns minutinhos, mas liberaram a minha entrada.

No hall havia um enorme espelho, me olhei um instante ali, arrumando meus cabelos e gravata. Vi um garçom passar por mim com taças de champanhe e peguei uma, caminhando mais para dentro.

O que quero dizer é que esse não foi um mérito só meu... Cada um de vocês que está hoje sentado aqui teve sem dúvidas a sua parcela de contribuição para essa maravilhosa campanha, simplesmente obrigado a todos!

Ela estava no palco, perfeitamente deslumbrante. Seu vestido longo preto detalhava suas curvas e aquele maravilhoso decote lançava um convite ao paraíso. Seus cabelos estavam presos em um coque muito bonito, apesar de preferi-los soltos e derramados pelos seus ombros. Sua boca, desenhada em batom vermelho sangue, se movia lentamente e eu sorri quando finalmente ela sorriu.

Seu olhar passou por cima de todas as pessoas ali e pousou sobre mim. Levantei minha taça, escutando os aplausos que ela recebia, cada um muito mais que merecido. Ela sorriu mais e eu dei um gole na minha bebida, vendo-a cumprimentar as pessoas no palco.

Pensei que não viesse. – ouvi a voz de Chaz e me virei rapidamente.

Fala, dude... – fizemos um toque e cumprimentei Katy com um sorriso simpático – Eu não podia perder, certo?

Acho que não, ela parece bem feliz de te ver... – ele falou e notei Ryan levantar-se de uma das mesas, me olhando não muito satisfeito.

– Bem, eu estou feliz em vê-la... – falei ignorando aquilo, e sorri largo.

Não o culpava por me odiar. Em seu lugar provavelmente faria o mesmo. Mas Jeremy estava certo, ele não teria Meg de mão beijada. Eu não deixaria isso acontecer, precisava dela perto de mim, como nunca precisara de ninguém antes. E se para isso fosse preciso enfrentar a ideia de ser odiado pelo meu melhor amigo, era exatamente o que faria.

– Justin? – escutei a voz que eu mais queria soar atrás de mim e me virei rapidamente para ela.

– Você está incrivelmente linda, Meg! – falei fitando-a de cima a baixo e a vi corar levemente.

– Não sabia que viria... – ela falou e notei Chaz se afastar com Katy, bom garoto.

– Eu não faltaria de modo algum. – falei sorridente e ela também sorriu – Ah, tenho uma coisa pra você...

– Meg! – escutei a voz de Ryan e girei os olhos.

– Oi, Ry... – ele a puxou pela cintura e selou seus lábios aos dela, cerrei meus punhos e forcei um sorriso ao vê-los romper – Ryan!

– Amor, seu discurso foi incrível! – ele falou risonho e ela sorriu timidamente e olhou dele para mim.

– Ah, não se incomodem, eu vou dar uma volta... – falei tentando ser o mais controlado possível.

– É, acho melhor você ir dar uma volta mesmo... – franzi o cenho e encarei bem Ryan.

– Justin, você por aqui? – Caitlin falou se chegando e eu desviei meu olhar para ela.

– Oi Caitlin... – falei seguindo rápido em sua direção, antes de perder o resto de paciência que tinha e quebrar a cara de Ryan ali.

Ela segurou em meu braço e saímos caminhando em direção a piscina, terminei de tomar o champanhe em minha taça e a deixei sobre uma das mesas daquele lugar.

– O que diabos foi aquilo? Pensei que iam se matar. – ela falou quando já estávamos bem distante.

– Aquele filho da puta...

– Hey! Nada de perder o controle, você me prometeu, Justin. Não vou te deixar estragar a noite da Meg...

– Fica meio difícil cumprir essa promessa com o babaca do Ryan me provocando! – falei visivelmente descontrolado e ela suspirou.

– Você sabia que isso ia acontecer. O que tava esperando? Que ele embalasse vocês dois num papel de presente e mandasse pra sua casa? Qual é, Justin?

– Tudo bem, você tem razão, tá ok? Mas eu preciso dela, preciso falar com ela a sós.

– Isso não é um problema, eu posso te ajudar. Agora se fizer alguma merda, eu juro que corto seu pinto fora! – ela me fez rir.

– Caitlin já te disseram o quanto você é incrível? – falei e ela riu balançando a cabeça de um lado ao outro.

– Deixa pra me bajular depois que tive finalmente concertado tudo! Agora vai para o jardim, naquela parte não tem fotógrafos e pode deixar que eu dou um jeito no Ryan para não atrapalhar vocês...

– Obrigado, Cait! – a abracei de leve e ela riu ao desfazermos.

– Vai logo, e não me faça se arrepender disso...

A vi se afastar e me virei, pegando outra taça de champanhe, sorridente, me dirigindo ao jardim. Precisava falar com Meg, com a minha garota, sem intromissão de Ryan ou quem quer que fosse.

Depois de uns quinze minutos, ali parado, observando as estrelas no vasto céu negro, ouvi passos se aproximarem e sorri, olhando rápido de lado, era ela, e também admirava o céu, mas logo me olhou, com um sorriso meio tímido nos lábios, ela ficava excepcionalmente sexy assim.

– Desculpa pelo...

– Tudo bem. – a interrompi e voltei a olhar as estrelas – Parece que hoje elas resolveram brilhar mais forte.

– Estão realmente lindas.

– Não mais que você... – falei e a vi fechar os olhos sorrindo e baixando sua cabeça.

– Não pensei que fosse falar comigo depois daquele dia na sua casa, aquilo foi bem vergonhoso... – franzi o cenho e a encarei.

– Como assim? – perguntei confuso, ela que não me respondera.

– Você... Achei que estivesse chateado comigo, por isso não te convidei. – ela falou e eu realmente não entendia como ela podia ter achado aquilo.

– Eu... Você não recebeu as minhas flores a dois dias? – ela me encarou confusa.

– Não só recebi flores do Ryan.

– Tem certeza? – perguntei ainda mais confuso, eu ligara para floricultura para confirmar a entrega e eles garantiram ter sido realizada, então...

– Absoluta, não recebi nada seu essa semana. – ela confirmou e não me parecia estar mentindo.

Ao contrário do que eu estava pensando, ela não me ignorara, apenas não recebera. Mas então como Ryan me dissera no telefone que sabia o que eu tinha feito? Algo não se encaixava.

– Eram vermelhas, as rosas do Ryan? – perguntei observando o jardim e finalizando meu champanhe.

– Eram sim, lindas. Mas como sabe? – sorri de lado e balancei minha cabeça de um lado ao outro.

Não acreditava que Ryan havia feito isso. E nem entendia como, porque as flores foram com um cartão, a não ser que por desventuras do destino o cartão tenha se perdido no caminho até a revista... Mas no momento a única coisa que me importava era que ela não havia recebido como o planejado e por isso não me respondera, algo sorria dentro mim.

– Elas não tinham cartão, certo? – ela franziu o cenho, entendendo onde eu queria chegar.

– Eu não acredito que... Por que ele mentiu? – seus olhos me pareciam um tanto decepcionados.

– Não importa, Meg... Esquece isso agora, nada de tristezas essa noite. – falei doce e acariciei seu rosto, fazendo-a sorrir – Pensei que havia detestado...

– Eu adorei. Eram lindas... – ela falou sorridente e a puxei para um abraço.

– Fico feliz por saber disso, Meg. – sussurrei e olhei em seus olhos – A todo caso, quero te dar outra coisa.

Desfizemos o abraço e coloquei a taça sobre uma mesinha ali. Pegando, em seguida, uma caixinha dentro do bolso do meu terno. E ela me olhou confusa, então sorri e a entreguei.

– O que é isso, Justin? – ela perguntou franzindo o cenho.

– Abre... Acho que vai gostar.

Eu havia, sob conselhos de Jeremy, comprado um colar para ela, não era algo muito sofisticado, mas era lindo e delicado, igualmente a ela e quando a moça na joalheria me mostrara, não tivera dúvida do qual levar...

– É lindo... – ela falou com um sorriso nos lábios ao abrir a caixinha, e eu sorri de volta.

– Igualmente a você... – falei doce e a vi corar – Posso colocar, se quiser.

– Eu adoraria, Justin! – ela me entregou a caixinha e virou-se de costas.

Tirei o colar dali, deixando a caixa junto a taça sobre a mesa. Abri o fecho daquele colar e me aproximei um pouco, passando-o por seu pescoço, fechei os olhos por alguns míseros segundos, inalando o seu cheirinho gostoso, e fechei o colar novamente, descendo um pouco o meu rosto e depositando um beijo em sua nuca, a vi se arrepiar e pousei minhas mãos em sua cintura.

– Justin... – ela suspirou e eu sorri.

– Para você sempre lembrar que os anjos podem voar... – sussurrei em seu ouvido e depositei outro beijinho, agora em seu ombro esquerdo.

– Meg? – ouvimos alguém chama-la e olhamos rapidamente para o lado, vendo Ambrey ali – A Scarlet mandou te procurar!

Meg se afastou meio sem jeito e me lançou um curto sorriso, olhando novamente para Ambrey que não me parecia nada contente, e até mesmo cruzara os braços, nos encarando.

– Ah, eu tenho que ir... – Meg me olhou um tanto desconcertada e eu assenti, forçando um sorriso.

– A festa é sua, vai lá... – falei docemente e a vi sorrir de leve e logo sair apressada com Ambrey.

Suspirei pesadamente e sorri de leve, olhando uma última vez para o imenso céu negro iluminado por aquelas estrelas. Talvez Meg fosse exatamente isso, a minha estrela...

[...]

 

Ambrey  P.O.V.

Hoje era dia de festa, a campanha de Meg e Caitlin havia estourado em todo o país, e a revista daria uma comitiva para os filiados, onde Megan, Nathan e o resto da equipe dariam entrevista, explicando o processo de organização da campanha.

Notei exatamente a hora em que Caitlin falou algo para Meg e começou a tagarelar asneiras em nossa mesa. Meg pediu licença para falar com um repórter e depois disso sumiu. Eu já conseguia deduzir onde, ou melhor, com quem ela estava. E não estava engada.

Justin era um filho da mãe e parecia se divertir com o fato de machucar as pessoas, mas eu não o deixaria brincar novamente com Meg. Nunca havia visto ela tão feliz quanto aquela noite, e isso amenizava um pouco a minha culpa, mas eu precisava ter feito aquilo...

 

Flashback on

Passei a noite inteira batendo o apartamento de um lado ao outro. Sabia que Megan não era nenhuma criança, mas acontece que ela nunca dormia gora de casa sem antes me avisar. Não liguei para o Ryan porque a Caitlin não deixou, disse que se estivessem juntos aquilo os atrapalharia, então tentei me convencer que estavam juntos, já que ela não atendia aquele maldito celular.

Com muito custo acabei por pegar no sono e quando acordei, ainda não havia sinal de Meg. Mas me acalmei quando Caitlin afirmou que elas haviam falado e que ela estava na revista. Eu podia simplesmente mata-la. Mas acontece que a campanha delas havia estourado nas redes sociais e eu precisava lhe dar os parabéns.

Ela devia estar uma pilha de nervos, a conhecia bem, e sem duvidas o sorriso devia estar de canto a canto. Havia conseguido o que sempre almejara, desde que chegara do Brasil à New York. Resolvi passar na revista para cumprimenta-la e quando cheguei segui direto para a recepção.

– Bom dia, Lívia. – falei animada e ela sorriu igualmente.

– Bom dia, Ambrey. – respondeu docemente e senti alguém atrás de mim, então me virei.

– Bom dia. – era um rapazinho de uns 18 anos e tinha rosas em mãos.

– Bom dia. – respondemos em coro.

– Aqui é a revista Skalibull? – ele perguntou lendo o nome em um pedaço de papel.

– É sim, no que posso ajudá-lo? – Lívia perguntou educadamente.

– Ah, mandaram rosas para uma tal de Megan Carter, ela trabalha aqui?

– Sim, é a Meg. – respondi risonha e ele sorriu fraco, assentindo.

– Onde posso deixá-las? – perguntou nos olhando.

– Ah, pode deixar comigo, eu entrego. – Lívia falou pegando as flores e ele assentiu se despedindo agradecido.

O vi adentrar o elevador novamente e encarei Lívia que agora estava de pé com as rosas em mãos, elas era lindas, perfeitamente lindas. Ryan era um fofo.

– Quem será que mandou? – ela perguntou curiosa e eu ri.

– O namorado dela, menina. Ele é um príncipe... – falei encarando o cartão – Mas não custa nada dar uma espiadinha.

– Ambrey! – Lívia me repreendeu assim que peguei o cartão.

– Ah, para. Vai dizer que não quer saber o que tá aqui? – sorri abrindo o cartão e ela riu balançando a cabeça de um lado ao outro.

Qual é? Não estava fazendo nada errado e Meg nunca me mostraria aquilo, ela simplesmente odiava me falar sobre suas coisas, não era pecado dar uma espiadinha de nada, e ela nem precisaria saber. Passei meus olhos por aquela mensagem, morrendo de curiosidade:

“Bom... Vi sua foto no outdoor aqui do lado do escritório, e me lembrei do que me disse ontem, mas não precisa sentir vergonha, você realmente está linda. Parabéns pelo sucesso.

Com todo amor, Justin!”

Tornei a ler aquela mensagem umas três vezes. Estava incrédula. Como assim as flores não eram de Ryan? O que aquele filho da mãe do Bieber queria de novo com a minha amiga? Já não a tinha feito sofrer demais não? Ainda queria ferrar mais com ela? Eu não deixaria! Rasguei aquele bilhete sem pensar duas vezes e Lívia me encarou assustada.

– Por que fez isso? – ela perguntou vendo-me jogar os pedacinhos de papel no lixo.

– Me dá? – pedi as rosas e ela negou.

– Não Ambrey, eu preciso entrega-las, o garoto as deixou comigo.

– Você... – fechei meus olhos tendo uma ideia.

As rosas chegariam sem cartão, certo? Justin nunca havia lhe mandado flores antes, exceto pelo dia que brigara com Ryan em nossa casa. Então Meg nem o cogitaria na cabeça. Lívia apenas precisaria entrega-las sem mencionar o bilhete. Abri meus olhos novamente e sorri, fechando a lata de lixo.

– Tudo bem, mas essas rosas não vieram com bilhete... – sorri de leve e ela franziu o cenho.

– Ambrey o que eu vou dizer? Ela vai perguntar sobre o bilhete...

– Vai dizer que chegaram assim, as rosas estavam com você, se havia bilhete e sumiu a culpa é sua!

– Você que rasgou...

– Tem provas disso, Lívia? Ande, faça o que disse, e faça isso com um sorriso na cara, que é pra ela não desconfiar de nada.

– Mas...

– Eu sei o que eu fiz, e é para o bem da Meg, tá bom? Não teria o feito se não fosse. Fique tranquila, está tudo bem.

– Tem certeza? – ela questionou e eu assenti.

– Agora vá, e entregue as rosas, não mencione nada de eu estar aqui, só entregue e saia.

A vi assentir e sorri satisfeita. Não deixaria mais aquele filho da mãe brincar com ela, não mesmo! Lívia se virou, caminhando para a sala de Meg e suspirei...

Flashback off

 

Talvez o que fiz não tenha sido certo, tenho consciência disso, e se ela soubesse talvez me odiasse, mas não sentia que tinha sido por completo errado... E vendo-a feliz como estava, me sentia bem também. A verdade é que ela estava mil vezes melhor com Ryan ao seu lado, ele sim sabia trata-la bem. E acho que rasgaria aquele bilhete novamente mil vezes se necessário...

– Você tem noção do que estavam prestes a fazer? – perguntei chateada voltando com ela para a área das piscinas.

– Ambrey, ele tá sendo um fofo comigo... – ela falou sorridente, passando a mão sobre o maldito colar que lhe dera.

– Ele não presta! Será que não vê isso? – falei um tanto exaltada e ela fechou a cara.

– Ele me mandou rosas... – ela falou e eu engoli em seco – Não entendi porque o Ryan mentiu, mas aquelas rosas não eram dele.

– Do que tá falando? Vai cair no jogo dele de novo, Meg?

– Ambrey a vida é minha tá bom? Eu decido o que faço...

– Você tá cega, só pode! Meg, acorda! O Justin ainda é o Justin, e ele vai te machucar de novo!

– Ele só me deu um colar, chega disso, Ambrey! – a vi sair pela casa, em meio aos repórteres.

Bati o pé forte no chão e fechei a cara com raiva. Meg não iria voltar a sair com o crápula do Justin! Definitivamente ele não era cara pra ela!

 

Ryan P.O.V.

Justin estava passando dos limites... Aquele filho da puta queria com a vida da Meg? Sei que éramos amigos, e era exatamente isso que me fazia conhecê-lo bem. Ele era um jogador nato, mas Meg não era e nem seria um de seus brinquedinhos.

Ela era uma garota incrível e merecia ser tratada como tal. Menti sobre as rosas, já sabendo exatamente quem as tinha enviado. Sabia que Meg o amava e aquilo a faria o achar lindo e encantador, só que o Bieber que eu conhecia não era nada disso, e com certeza só tava querendo uma coisa, leva-la para a cama. Mas eu não o deixaria fazer isso, não mesmo.

A vi adentrar a casa novamente com Ambrey, as duas pareciam discutir algo. Cerrei os olhos observando-as de longe, e Meg me parecia bem chateada com o que Ambrey lhe falava. Então deixei Caitlin e suas bobagens de lado, seguindo em sua direção.

– Chega disso, Ambrey! – a ouvi falar e sair rápido, pensei em segui-la, mas senti uma mão em meu braço.

– O que aconteceu? – perguntei encarando Ambrey que não me parecia nada satisfeita.

– O Bieber tá aqui!

– Eu já sei...

– Eles estavam juntos. Ryan, ele deu um colar a ela! – ela me interrompeu e falou rapidamente.

– O quê? – franzi o cenho incrédulo.

– Você não pode deixar isso acontecer de novo, entendeu? O Justin já machucou a Meg demais! – ela falou e me soltei de sua mão.

Senti a raiva me subir a cabeça. O que diabos ele queria fazendo isso? Mil vezes filho da puta. Caminhei em direção a Meg que agora conversava sorridente com um repórter e notei então o maldito colar em seu pescoço. Cerrei meus punhos e me aproximei, pegando disfarçadamente em seu braço.

– Com licença, eu preciso falar com ela... – falei educadamente e o repórter logo entendeu, se distanciando.

A puxei pelo braço para fora, onde haviam menos pessoas e ela me encarou nada satisfeita, já havia me repreendido por ter tratado mal o babaca do Justin, mas qual é? Queria mesmo que eu ficasse só observando ele devorá-la com os olhos?

– O que foi dessa vez, Ryan? – perguntou se soltando de mim e cruzando os braços.

– Quem te deu esse colar? – fui direto ao assunto, odiava rodeios.

– Não se faça de idiota, Ambrey já lhe contou que foi Justin, certo? – ela também foi bastante direta e eu assenti.

– Por que aceitou? Sabe exatamente o que ele quer com isso!

– Aceitei porque achei bonito, ele foi muito educado, diferente de você que mentiu a respeito das rosas! – ela falou aquilo e eu a encarei um tanto surpreso.

– O que queria que dissesse? Você começou me agradecendo por elas.

– Porque pensei que tivesse sido você, mas você sabia exatamente que não havia me mandado rosa alguma. Justin mandou! – cerrei meus punhos ao ouvi-la.

– Esse desgraçado quer te comer, e você quer que eu finja não notar? Qual o seu problema, é idiota demais pra ver ou será que está gostando? – fui grosso, estava perdendo a paciência.

– O que você disse? – ela franziu o cenho e olhou no fundo dos meus olhos – Chega! Eu não tenho que escutar isso.

– Meg, não... Eu não quis... Acontece que esse cara me tira a paciência!

– Eu disse chega, Ryan! Você e a Ambrey em um dia só não dá! – ela ia passar por mim e eu segurei em seu braço.

– Hey, eu não quero brigar com você... Só tira isso e entrega de volta? – pedi e ela me encarou incrédula.

– Você não é meu dono, Ryan. Eu gostei do colar e não vou devolver, agora me solta! – ela deu um solavanco, soltando seu braço e passou como uma bala por mim.

“Droga!” praguejei mentalmente e baguncei meus cabelos desesperado. Aquele desgraçado realmente tinha que ter aparecido ali? Olhei para o lado, vendo Ambrey se aproximar. O que ela queria agora?

– Ela acha que ele se transformou no homem dos sonhos... – falou chateada e eu assenti.

– Ele nunca vai ser o cara certo pra ela! – falei e ela concordou.

– Isso é fato, agora só precisamos lembra-la disso... – ela apontou com a taça para o bar, onde Justin estava sentado e depois para as modelos do outro lado e eu sorri, entendendo o recado.

 

Megan P.O.V.

Justin havia me dado um colar, e era realmente lindo, e tão delicado. Sua correntinha era talhada a ouro e na ponta haviam duas asinhas douradas. “Para você sempre lembrar que os anjos podem voar...” eu estava tão feliz. Simplesmente amara aquilo. E mais ainda sentir seus lábios em contato com a minha pele. Ele tinha sido tão carinhoso...

A noite realmente estava ótima, exceto por Ambrey e Ryan no meu ouvido, falando-me de Justin, como se eu realmente precisasse ser avisada. Eles não o conheciam, e não conseguiam entender o que aquele colar significava para mim. Eu não achava que um raio havia acertado Justin e que de repente ele resolvera se apaixonar por mim, mas estava sendo carinhoso o que não costumava ser, e alguma coisa dentro de mim gritava que ele estava diferente, e acho que queria apreciar aquilo.

Estava chateada com Ryan por ele ter mentido, mas não queria estragar minha noite com isso. Acabei por deixa-lo falando sozinho próximo a piscina, depois eu resolveria isso das flores direitinho, detestava mentira, e ele realmente não devia ter feito isso!

Adentrei a casa novamente e segui até Caitlin, ela parecia ser a única a me entender ali, e em poucos olhares, era como se tivéssemos mantido uma longa conversa. Isso era meio estranho, pelo fato dela nem me conhecer tão bem assim, mas era bom e eu só tinha a agradecê-la.

Ficamos um bom tempo conversando com os repórteres e não vi mais Justin por ali, talvez ele tivesse ido embora, ou estivesse do lado de fora. Vi uma das modelos se aproximar e tiramos algumas fotos, estava realmente uma noite muito agradável.

– Ai, vamos tomar um ar... – Caitlin sugeriu e eu assenti – Acho que estou exausta... – falou enquanto caminhávamos para fora.

– Nem me fale... Fora isso daqui ainda ter que aturar Ambrey e Ryan falando no meu ouvido, não tá fácil. – falei e ela riu, balançando a cabeça de um lado ao outro.

– Relaxa, esquece eles e aproveita, amor... – ela falou risonha e eu também ri, levantando minha cabeça.

Passei meus olhos por as pessoas ali e avistei Justin no barzinho. Ele estava simplesmente lindo, e conversava com uma das modelos, ri pelo nariz e olhei novamente para Caitlin.

– Ai que lindo! Ele que te deu? – ela se referiu ao meu colar e eu passei minhas mãos ali, mordendo os lábios levemente em um sorriso bobo e assentindo.

– Disse que era para me lembrar que os anjos voam... – falei meio boba e ela sorriu largo.

– Acho que alguém tá começando a enxergar algo...

– Não, ele só tava sendo gentil... – falei e ela riu balançando a cabeça de um lado ao outro.

– Eu não acho que o Bi... – ela se interrompeu olhando na direção do bar e automaticamente eu olhei na mesma direção.

Senti meu sorriso se desfazer instantaneamente, e em seu lugar surgiram lágrimas em meus olhos. Caitlin me encarou preocupada e eu engoli em seco. Ele havia feito de novo, mas agora vê-lo beijar outra parecia doer mais. Uma lágrima caiu e o vi empurrar a garota, me olhando um tanto assustado.

Me virei rápido, secando a lágrima que escorrera e caminhando para fora dali. Ouvi Caitlin falar algo, vindo atrás de mim, mas eu não estava sentido nem o chão quanto mais ouvindo o que ela falava... Droga! O que estava pensando? Ele ainda era ele, e sempre continuaria sendo, certo? Ambrey tinha razão. Nada havia mudado, só eu que continuava sendo trouxa.

– Meg... – ouvi Caitlin chamar e senti seus braços apoiarem os meus, quando tropecei no tapete da sala, impedindo-me de se esborrachar no chão.

– O que aconteceu? – Ryan perguntou se aproximando e o encarei, desviando o meu olhar do mesmo, e passando por ele com Caitlin.

Caminhamos para fora da casa e eu me segurava para não desmoronar ali. “Que droga, Megan!” eu gritava mentalmente comigo mesmo. Não bastava ter passado aquilo uma vez? Tinha que alimentar esperanças para sentir tudo novamente?

– Meg, espera! – ouvi aquela voz rouca chamar e deixei algumas lágrimas caírem.

– O que você quer com ela, desgraçado? – ouvi Ryan, e me dei conta de que ele também nos seguira.

– Sai da frente, Ryan. Não me faz quebrar a porra da tua cara!

– Some, Bieber, ela não quer falar com você!

– CHEGA! CHEGA VOCÊS DOIS! – gritei me virando e os dois me encararam – EU NÃO QUERO OUVIR NENHUM DOS DOIS! QUERO QUE VOCÊS SUMAM! ME DEIXEM EM PAZ!

– Meg eu preciso que me escute... – Justin deu um passo em minha direção e eu neguei com a cabeça, secando as lagrimas que insistiam em cair.

Ryan o segurou e ele o empurrou, caminhando até mim.

– Meg, por favor... Me deixa te explicar? – aqueles olhos me olhavam tão desesperadamente, o que ele queria? O que diabos ele queria de mim?

Fechei os olhos por alguns segundos e juntei todas as forças que restavam. Aquilo doeria mais em mim do que nele. Voltei então a olhá-lo com desdém.

– Eu não quero suas explicações, nem agora, nem nunca mais, e se você tiver o mínimo de respeito por mim ainda, some da minha vida! É só isso que te peço, Justin! – olhei no fundo de seus olhos e proferi aquilo de modo grosseiro, entredentes, sentindo meu coração sangrar e partisse em mil pedacinhos, e o vi paralisar, sua boca se abriu, mas nada saiu, então me virei e adentrei o carro de Caitlin.

– Meg! – ouvi Ryan falar, mas não o respondi.

– Me tira daqui, Cait? – pedi sentindo as lágrimas caírem e ela assentiu, dando partida.

Olhei pela janela e Justin permanecia no mesmo lugar, paralisado, como se tentasse digerir o que eu havia lhe falado, seu olhar veio em direção ao carro e fechei os meus olhos, apertando-os e deixando mais lágrimas caírem, talvez eu não devesse tê-lo dito aquilo, mais no momento tudo o que eu queria era fazê-lo sentir ao menos uma pontinha do que eu estava sentindo.

Seus olhos continuaram encarando o carro com um semblante um tanto quanto perdido. Ele tinha que ter feito aquilo de novo? Realmente não fazia noção do quanto me machucava... Baixei o olhar e senti os soluços começarem, e logo Caitlin arrancou com o carro dali...


Notas Finais


Gente do céu, haja fôlego em... Esse capítulo arrancou as minhas forças, pai amado... Mas e ai, o que acharam? Deixem seus comentários, favoritem se gostaram, e compartilhem com as amigas, quem sabe elas não gostem também?

E para aquelas que chegaram agora e ainda não sabem, eu tenho mais três fics, voltei a postar em duas delas, seguem gêneros diferentes dessa daqui, uma é romântica até o último fio de cabelo dos personagens, a outra é criminal, mas todas com o Jus.

Vou deixar os links aqui em baixo, ok? Quem se interessar, dá uma olhadinha lá...

Danger in love:
https://spiritfanfics.com/historia/danger-in-love-5541777

As Long As You Love Me:
https://spiritfanfics.com/historia/as-long-as-you-love-me-5607597

Obrigado pela atenção e até o próximo capítulooooo, XoXo :* :*😘


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