História Sex Love - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Hot, Justin Bieber, Lily Collins, Sexo
Exibições 1.518
Palavras 3.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de tanto tempo sem... Que tal um hot bem HOT? KKKKKKKKKKKKKKKKKK

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
!!!

Capítulo 35 - Não faz mais isso comigo!


Fanfic / Fanfiction Sex Love - Capítulo 35 - Não faz mais isso comigo!

Justin P.O.V.

Jeremy me liberou mais cedo, então realmente só organizei minha sala e a papelada das construções e voltei para casa, estava tudo um silêncio, não só no apartamento, mas também dentro de mim, e aquilo sim me assustava. Precisava dar um sentido na minha vida e faria isso, ou pelo menos tentaria, longe de New York.

Acabava de tomar meu banho, demorei o máximo debaixo do chuveiro, a água me acalmava um pouco, e levava pelo ralo aquele sentimento ruim que se instalava o dia inteiro dentro de mim. Saí do banheiro, secando meus cabelos com a toalha e pousei meu olhar nas malas perto da cama. Suspirei e balancei minha cabeça de um lado ao outro, seguindo para o closet.

Sequei meus cabelos organizando-os em um topete pompador, e me olhei no espelho por alguns segundos. “Ah, você fica sexy assim...” a voz de Meg surgiu em minha cabeça e eu sorri de lado, lembrando-me de uma das noites em que fizemos sexo e ela falava risonha do meu cabelo bagunçado. Balancei minha cabeça de um lado ao outro e comecei a me vestir.

Peguei uma cueca vermelha, uma regata preta e uma calça jeans com lavagem surrada. Coloquei por cima uma jaqueta com estampa do exército e calcei um supra de cor meio esverdeada. Passei um pouco de perfume, “Eu adoro seu cheiro!”, ela parecia estar presente em tudo ali. Tentei espantá-la novamente de meus pensamentos e me olhei novamente no espelho, aquilo parecia estar bom.

Saí do closet, fechando a porta do mesmo e segui até o meu criado-mudo, pegando minha carteira e chaves ali. As coloquei em meu bolso e caminhei até as malas, seguindo com elas para a porta do quarto, olhei em volta uma última vez e respirei fundo, desligando as luzes e saindo dali.

Quando cheguei a sala, girei olhando aquilo, como se me despedisse daquele lugar, senti algumas lágrimas em meus olhos e ouvi a campainha tocar. Franzi o cenho, virando-me para porta e tocaram novamente, soltei minhas malas no chão e quem quer que fosse estava empenhado em tocar a maldita campainha.

Segui até a porta, de punhos cerrados e pronto para gritar com a pessoa que estivesse ali, mas ao abrir, tudo em mim paralisou e minha voz sumiu. O que ela fazia ali? Seus olhos estavam avermelhados e indicavam que havia chorado, suas mãos me puxaram pela nuca e seus lábios tocaram os meus, iniciando um beijo intenso.

No início eu fiquei sem reação, mas logo a correspondi. Pousei minhas mãos em sua cintura puxando-a mais para mim e acabando com qualquer espaço existente entre nós, dando-me conta de quanta falta eu sentira daqueles lábios. A puxei para dentro de casa e fechei a porta, encostando-a ali e prensando meu corpo ao seu. Rompemos o beijo por falta de ar e seus olhos encararam os meus profundamente.

– Por favor, não vai embora? Me perdoa pelo que falei, eu não queria...

– Eu amo você, Meg! – a interrompi e seus olhos analisaram meu rosto, ela me parecia estática, então olhou profundamente em meus olhos e vi os seus lacrimejarem.

– O que... O que você disse? – ela perguntou com voz falha e eu selei seus lábios lentamente.

– Eu disse que amo você, amo você com todas as minhas forças, Megan! – sussurrei aquilo próximo aos seus lábios e a vi sorrir, deixando uma lágrima escorrer de seus olhos.

Seus lábios uniram-se aos meus novamente em um beijo lento e cheio de desejo. Subi minha mão a sua nuca, puxando de leve os seus cabelos, nossas línguas dançavam de forma sensual e eu acariciava sua nuca, sentindo suas mãos afundarem em meus cabelos. Ela mordeu meu lábio inferior de leve e aquele beijo foi se intensificando devagarinho. Senti suas unhas arranharem minhas costas por cima da camisa e suguei sua língua, apertando mais sua cintura e prensando mais meu corpo ao seu.

Suas mãos arrancaram fora a minha jaqueta e eu a ajudei naquilo, sem soltar seus lábios. As senti de volta aos meus cabelos e puxei os seus, fazendo-a arfar. Desci meus beijos pelo seu pescoço, notando ali o colar que lhe dera, ela não havia se desfeito dele... Sorri quente, inalando aquele cheiro delicioso de pêssegos que ela exalava. Lambi a região vendo-a arrepiar-se e rocei meus dentes de leve ali, descendo ao seu ombro e subindo novamente.

– Eu senti tanto a sua falta, Meg! – sussurrei e mordi o lóbulo da sua orelha.

– Me mostra o quanto, Jus! – ela sussurrou de volta, suspendendo a minha blusa, a qual eu logo tratei de me livrar.

Suguei o seu pescoço, e deslizei minhas mãos pelo seu corpo, parando-as em suas coxas, as quais eu apertei, dando-lhe impulso para cima. Ela entrelaçou suas pernas em minha cintura e eu voltei a beijá-la com todo desejo que havia dentro de mim. E me virei com ela, seguindo em direção ao meu quarto, sem romper o beijo.

Eu a mostraria a falta que me fizera. Estava louco por aquela mulher. Completa e incontrolavelmente louco! Suas mãos apertavam meus ombros e as minhas a sua bunda. Adentrei o quarto e acendi a luz novamente, com o cotovelo. Os beijos de Meg desceram pelo meu pescoço, fazendo-me arrepiar-se por completo. Mordi os lábios sentindo seus dentes roçarem na minha pele, e segui com ela para a cama.

A coloquei de volta ao chão e ela foi descendo seus beijos e ajoelhando-se a minha frente. Vi suas mãos desabotoarem minhas calças e ela sorriu maliciosa, descendo-as.

– Sentiu falta disso, Justin? – sua boca deslizou por cima da minha cueca, e senti seu dentes roçarem de leve ali, fazendo-me estremecer.

Segurei em seus cabelos, assentindo e movendo meu quadril contra a sua boca. Estava louco pra senti-la trabalhar ali.

– Você não imagina o quanto! – falei com malícia e senti sua língua em meu abdome.

Seus olhos encaravam os meus profundamente e aquilo me deixava mais excitado. Ela sabia como me deixar puto de tesão, e não estava medindo esforços. A vi beijar minha barriga, enquanto suas mãos desciam minha cueca lentamente. Meu pau saltou para fora e ela sorriu safada.

Me afastei um pouco, terminando de me livrar daquelas peças de roupa e voltei a ficar de frente pra ela. Rocei meu pau em sua cara e ela mordeu os lábios, segurando-o firme com as mãos. Ela me encarou, passando o dedo  na cabecinha e espalhando o pré-gozo ali, logo começando os movimentos lentos. Eu deixei um leve gemido escapar de meus lábios, fazendo-a sorrir e aumentar a velocidade. Ela era excelente naquilo.

– Você se masturbava, Justin? Fazia isso pensando em mim? – sorri mordendo os lábios, ela estava me provocando, adorava fazer isso, então assenti, respondendo sua pergunta e ela sorriu satisfeita.

– Põe na boca logo, Meg! – mandei e ela sorriu maliciosa, parando os movimentos com a mão e aproximando sua boquinha deliciosa dali.

Fechei os olhos sentindo sua língua macia e quentinha percorrer toda a extensão do meu pau, retornando até a cabecinha, onde deixou um leve beijinho, antes de abocanhar por completo. Suas mãos apoiaram-se em minhas coxas e eu voltei a olhá-la, sua boca engolia meu pau, em movimentos lentos e sexys, seus olhos mantinham contato com os meus, mordi os lábios com força e juntei seus cabelos em um coque, puxando-os com um pouco de força e movendo meu quadril contra a sua boca.

– Que saudade de foder a sua boquinha, amor! – falei metendo meu pau na boca dela em movimentos rápidos.

A vi se engasgar e sorri safado, metendo até o fundo e soltando um gemido rouco, diminuindo os movimentos. Ela apertou minhas coxas, voltando a controlar os movimentos, sua boca escorregava engolindo todo o meu pau, e deixando-o bem lambuzado. Eu gemia baixinho e puxava seus cabelos, sentindo sua língua fazer um ótimo trabalho lá em baixo.

A vi tirar meu membro da boca e descer para as minhas bolas, sugando-as deliciosamente. Inclinei a cabeça para trás, urrando de prazer e ela começou os movimentos com as mãos em meu pau, enquanto se deliciava com as minhas bolas. Voltei a olhá-la e ela sorria maliciosa pra mim, sua boca voltou ao meu pau, fazendo movimentos rápidos agora, e eu a xinguei mentalmente por ser tão gostosa. Apertei seus cabelos em minhas mãos e voltei a mover meu quadril, fazendo-a engolir todo o meu membro. Era delicioso vê-la de boca cheia.

Suas unhas arranharam meu abdome, voltando a segurar minhas coxas. Puxei seus cabelos, indo o mais fundo que podia. Empurrei sua cabeça de encontro ao meu pau e a vi se engasgar novamente, aquilo me dava um puta tesão. Tirei meu pau de sua boca e segurei em seu rosto, fazendo-a olhar para cima, ela sorriu mordendo os lábios e eu desci meu rosto, beijando seus lábios com desejo, puxei seus cabelos novamente e ela mordeu meu lábio inferior com força. Sorri safado, rompendo o beijo e senti suas unhas arranharem minhas pernas.

Voltei a ficar de pé, e comecei a me masturbar pra ela. Seus olhos penetravam os meus, cheios de desejo. Vi suas mãos apertarem seus seios e gemi me imaginando no meio dos dois.

– Tira a blusa, Meg! – falei puto de tesão – Quero foder seus seios, bebê!

Ela sorriu assentindo e suspendendo a camisa, seus seios fartos saltaram para fora, e ela jogou aquela peça em algum lugar do quarto. Sentou-se, em seguida, na cama. Apalpei seus seios e ela inclinou a cabeça para trás, com os olhos fechados. Segurei suas mãos, levando-as até aqueles dois melões durinhos e ela me encarou cheia de malícia, apertando-os um contra o outro.

Posicionei meu pau no centro dos dois e comecei a fazer os movimento de vai e vem, escutando os seus gemidos baixinhos e vendo o seu sorriso safado, aumentei a velocidade e ela mordeu os lábios de forma sexy. Senti as veias do meu amiguinho engrossarem, indicando que logo eu gozaria.

Parei os movimentos e a coloquei de joelhos novamente. Suas mãos foram direto ao meu pau e ela logo o abocanhou. Urrei alto sentido meu orgasmo e segurei firme em seu cabelos.

– Toma o leitinho que você arrancou de mim, Meg! – falei sentindo meu membro pulsar e fui o mais fundo que pude, jorrando porra na sua boquinha.

Ela engoliu tudinho, como uma boa vadia! E sorriu cheia de malícia, assim que retirei meu pau de sua boca. Senti seus lábios em minha barriga e ela foi subindo, até chegar a minha boca. Agarrei sua cintura, sentindo suas mãos acariciarem minha nuca, e com calma fui deitando-a sobre a cama e ficando por cima.

Desci meus beijos pelo seu pescoço, apalpando suas coxas e sentindo suas mãos deslizarem pelos meus cabelos. Beijei seu colo, deixando uma mordidinha na carne de seus seios, e abocanhei o direito, espalmando minhas mãos por suas coxas.

Subi minhas mãos a barra de sua calça, desabotoando-a. Soltei seu seio e ela me olhou mordendo os lábios e suspendeu o quadril, ajudando-me a retirar aquilo. Levantei sua perna, beijando seu pé e subindo por ali, fazendo-a arrepiar-se. Entrelacei meus braços em suas coxas, suspendendo-as e me posicionando entre as suas pernas, passei minha língua por cima de sua calcinha e a vi morder os lábios, afundando os dedos em meus cabelos.

– Que delícia, Jay... – ela gemeu baixinho e eu depositei alguns beijinhos em sua intimidade, por cima de sua calcinha.

Levantei suas pernas e ela impulsionou seu peso para cima, facilitando o meu trabalho com sua calcinha, e logo me desfiz daquela peça de roupa, beijando carinhosamente a sua coxa. Continuei segurando suas pernas naquela posição e desci meu rosto, depositando um leve beijinho em sua intimidade. Ouvi seu gemido fraquinho e sorri quente, lambendo a região.

– Aw... – ela tentava prender e eu me divertia com aquilo, era tão excitante vê-la excitada.

Desci suas pernas, acariciando suas coxas, e abrindo caminho para mim entre elas. Olhei para Meg, voltando a me posicionar em frente a sua vagina rosadinha e ela mordeu os lábios, sorrindo maliciosa. Sem cortar o contato visual, eu beijei sua intimidade com carinho e ela arfou, inclinando sua cabeça para trás. Passei minha língua ali, delicadamente e a vi se contorcer, apertando o forro da cama.

– Quero sentir o seu gosto, Meg! – sussurrei próximo a sua intimidade e ela me olhou novamente.

Passei minha língua novamente e comecei a estimular seu clitóris, que já estava inchadinho, com a mesma. Sentindo suas mãos em meus cabelos. Dava beijos, chupadas e leves mordidas em sua intimidade, e ela acariciava a minha nuca, puxando vez ou outra os meus cabelos.

Com dois dedos eu separei os lábios maiores dos menores, aprofundando mais as minhas carícias, vendo-a se contorcer e gemer pra mim. Aquela era a minha música favorita! Penetrei minha língua em sua intimidade e ela rebolou na minha cara, fiz aquilo mais vezes e voltei a lhe chupar com desejo. Adorava ela rebolando pra mim e gemendo por mais. Acariciei sua intimidade com a mão e beijei sua barriga, penetrando um dedo em sua bucetinha.

– Awwn, Jay! – ela se contorceu novamente, apertando os seus seios um contra o outro.

– Geme Meg! Mostra que sentiu a minha falta tanto quanto eu senti a sua... – sussurrei e penetrei mais um dedo, aumentando a velocidade daqueles movimentos.

Subi mais o meu rosto e lambi seus seios, abocanhando o esquerdo enquanto a fodia com os dedos. Ela estava adorando, e gemia como uma boa vadia deliciosa. Mordi de leve o biquinho do seu seio e ela arranhou minhas costas com força. Suguei o seu pescoço e ela mordeu os lábios.

– Cachorra! – sussurrei quente em seu ouvido e ela sorriu maliciosa.

Adorava lhe falar coisas sujas, ela ficava mais safada, e aquilo me dava um puta tesão descontrolado.

– Gostoso! – falou me encarando safada e uni meus lábios aos seus.

Sua língua sugou a minha e seus dentes morderam meu lábio inferior com força. Senti suas pernas entrelaçarem minha cintura e sorri, desfazendo o beijo. Parei com os dedos e as abri novamente, tornando a descer. Voltei a fazer uma oral nela e agora seus gemidos saiam mais altos, penetrei novamente meus dedos em sua bucetinha, aumentando os movimentos, queria fazê-la gozar gostoso pra mim. Derramar seu mel todo e só pra mim.

Ela rebolava e gemia alto, apertando o forro da cama. Dei um tapa em sua coxa, apertando a mesma com força e ela se contraiu. Sorri sem parar de chupa-la, sentido sua intimidade apertar mais os meus dedos. Olhei para cima e a vi inclinar a cabeça para trás.

– Ooon, Jaaay! – ela gemeu liberando seu liquido em meus dedos.

Os tirei dela, e passei a lamber cada gotinha que escorria da sua bucetinha rosinha. Ela era deliciosamente docinha e eu me deliciava ali completamente.

Subi meus beijos pelo seu corpo, fazendo-a arrepiar-se e ouvindo-a sorrir gostoso, afundando seus dedos em meus cabelos. Mordi seu queixo de leve e olhei naquelas duas pedras negras que me atraiam intensamente. Uni meus lábios aos seus, deixando-a provar de seu próprio gosto. Rocei meu pau ereto em sua intimidade e suas unhas arranharam minhas costas com força, repeti o ato e ela apertou minha bunda, estimulando-me a repetir aquilo, fazendo-a arfar.

– Seja minha, Meg? Só minha? – sussurrei próximo aos seus lábios, olhando em seus olhos, e ela sorriu.

– Eu já sou sua, Justin, completa e inteiramente, meu amor! – ela sussurrou de volta e tornei a beijá-la, com mais desejo.

Apertei suas coxas e me posicionei em sua entrada. Suas unhas cravaram em meus ombros e comecei a penetrá-la devagarinho, sentindo sua bucetinha apertar meu pau, e sua língua sugar a minha. Levantei seus braços acima de sua cabeça e rompi o beijo, encostando meu rosto ao lado da seu e iniciando movimentos lentos de vai e vem. Ela fechou os olhos mordendo os lábios e eu urrei em seu ouvido, aumentando a força das minhas estocadas.

– Aaawn... Vai Jay... Unnn! – ela se retorcia em baixo de mim e gemia com prazer, aumentando meu tesão.

– Porra Meg! Quanta falta eu senti disso, amor! – gemi rouco e ela apertou suas mãos, sorrindo entre os gemidos.

Era tão bom estar dentro dela. Sentir o suor de seu corpo misturar-se ao meu, ouvir sua voz sexy gemendo em meu ouvido, olhar naquela imensidão negra de seus olhos e sentir-me o cara mais sortudo do mundo por tê-la ali comigo.

Eu a fodia com força e sua voz rouca, esbanjando prazer e luxúria, implorava por mais, então a obedeci, soltando suas mãos e descendo as minhas às suas coxas. Apertei as mesma, posicionando-me melhor agora e penetrando-a com mais velocidade, seu corpo acompanhava os meus movimentos e ela gemia sem controle para mim, aquela era a melodia mais gostosa para os meus ouvidos.

Beijei seu colo e apoiei meu peso com a mão no colchão, reduzindo os movimentos novamente, mordi a carne de seus seios sentindo seus dedos entrelaçarem-se em meus cabelos e puxá-los com uma certa força, e comecei a sugar seu seio esquerdo enquanto fazia movimentos circulares dentro dela, arrancando-lhe gemidos e suspiros altos.

Soltei seu seio e beijei sua barriga, vendo-a se contorcer ao tirar meu pau de sua bucetinha, beijei sua coxa e levantei sua perna esquerda, passando-a por cima de meu ombro. Me encaixei novamente nela, voltando a fazer movimentos lentos, queria lhe dar o máximo de prazer possível.

– Unn... Mais rápido Jus... Aan... – ela gemia baixinho, olhando em meus olhos e eu me deliciava com aquilo.

Voltei a intensificar os movimentos, metendo rápido e com força, a cama parecia pequena para saciar nosso prazer. Pelo quarto só se escutava a zoada de nossos corpos se chocando e nossos gemidos desregulados indicando o quanto aquilo era gostoso.

Depois de um tempo naquela posição, senti meu corpo pesar, então fui reduzindo as estocadas mais uma vez e ela logo percebeu, tirando sua perna de meu ombro, e levantando o seu tronco, retirei o meu pau dela e senti suas mãos em minha nuca, puxando-me para um beijo apaixonante, seu corpo foi decaindo e eu apoiava meu peso com os braços posicionados de cada lado do colchão.

Ela me empurrou para o lado, ficando por cima. Seus lábios deslizaram pelo meu pescoço, sugando-o com força e eu apertei sua bunda com vontade, senti sua mão acariciar o meu pau e dei um leve tapa ali, ela gemeu baixinho e mordeu o lóbulo da minha orelha e eu me ajeitei na cama, sentando-me e puxando-a para o meu colo.

– Rebola gostoso, Meg! – falei malicioso e ela sorriu igualmente, posicionando-me em sua entrada.

Apertei seus seios sentido sua bucetinha molhada engolir meu pau completamente. Juntei seus cabelos para trás e colei seu corpo ao meu, apertando sua cintura e beijando seu pescoço, enquanto ela rebolava lentamente sobre mim. Suas mãos foram de meus ombros a minha nuca e eu gemia coisas sujas em seu ouvido fazendo-a estremecer de tesão. Mordi o lóbulo de sua orelha e apertei sua cintura, dando-lhe impulso para as quicadas, e ela logo começou, em um ritmo enlouquecedor.

Aquela mulher era, sem duvidas, de outro mundo. Tudo nela era tão surreal, aquilo me fazia enlouquecer em segundos. Subi uma de minhas mãos a sua nuca, puxando de leve os seus cabelos, passei a outra por sua barriga, até seus seios, apertando o direito com força, e ela voltou a rebolar deliciosamente. Puxei mais seus cabelos e beijei seu pescoço, descendo minhas mãos a sua cintura, deitei um pouco mais com ela e comecei a lhe dar estocadas naquela posição, ela apoiou suas mãos em meus ombros e mordeu os lábios olhando para trás.

Dei um tapa em sua bunda, e ela inclinou a cabeça para trás gemendo de olhos fechados. Senti suas unha cravarem em meus ombros e seus gemidos aumentaram, seu orgasmo estava perto, então intensifiquei os movimentos e dei outro tapa, apertando a região.

– Aaaaw Jaay! – senti seu líquido quentinho escorrer pelo meu membro e fui diminuindo os movimentos.

– Boa garota! – falei malicioso e juntei seus cabelos com as mãos beijando seus lábios.

Me sentei novamente na cama e acariciei suas coxas, apertando-as e sentindo-a reiniciar os movimentos, sabia que ainda não havia gozado. Seus lábios separaram-se dos meus e ela mesmo jogou seus cabelos para trás. Suas mãos vieram aos meus ombros e as minhas a sua cintura. Ela começou a quicar e rebolar, olhando diretamente em meus olhos. Apertei sua cintura e ela arranhou meu abdome de forma extremamente sexy.

– Cadela! – gemi safado e ela sorriu maliciosa rebolando mais forte – Vadia!

– Uun... Isso... Me fode, Jay! Fode a sua vadia! – ela gemia olhando em meus olhos.

A virei na cama, possesso de tesão e comecei a meter com força naquela bucetinha, descontroladamente. Até que senti as veias do meu pau engrossarem, indicando o meu orgasmo. Meti nela o mais fundo que pude, cravando meu pau em seu útero e liberando um jato de porra ali dentro. Nunca havia gozado tanto na minha vida inteira. Lhe penetrei mais algumas vezes e saí de dentro dela, caindo exausto ao seu lado.

Tentávamos controlar nossas respirações e sorriamos satisfeitos. Aquele tivera sido o melhor sexo que já fizera. Meg era realmente uma mulher excepcional. Pousei minhas mãos em sua cintura, virando-me para ela e puxando-a para mim.

– Nunca mais me castigue dessa forma, Meg! – falei sorridente e ela também sorriu, assentindo – Não faça mais isso comigo...

Acariciei seu rosto de leve, e selei seus lábios demoradamente, o que acabou se transformando em um beijo calmo e lento, rompemos com alguns selinhos e ela sorriu doce.

– Eu amo você, Justin! – ela falou olhando em meus olhos e senti uma alegria me dominar, triplicando o meu sorriso.

– Nunca pensei que escutar isso fosse ser tão bom... – sorri puxando-a mais para mim e beijando sua testa – Mas acontece que eu também te amo, não sei explicar quando começou, eu nem sabia o que era isso. Só me dei conta de verdade quando me falou aquilo, antes de entrar no carro de Caitlin aquele dia.

Ela suspirou e me olhou tristonha.

– Eu não queria ter falado aquilo...

– Tudo bem, isso não importa mais, você está aqui agora, e eu não vou mais te deixar ir embora. – sorrimos junto e ela me deu um selinho...

[...]


Notas Finais


SOCORRRRRR!! CADÊ O AR? KKKKKKKKK finalmente se acertaraaaaaam! Amém, amém, aleluia!
Mas e ai, o que acharam? Deixem seus comentários, favoritem se gostaram, e compartilhem com as amigas, quem sabe elas não gostem também?
Até o próximo capítulooooo!!!!

XoXo :* :*


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