História Sex, Love And Lies - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Purple_NinjaS2

Postado
Categorias Jenna-Louise Coleman, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Bissexualidade, Heterossexualidade, Justin Bieber, Mentiras, Sex Love And Lies, Sexo, Traição
Exibições 599
Palavras 3.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hi sweets! 💜 Como vocês estão? 😍
Antes de qualquer coisa, eu gostaria de me apresentar, para quem não sabe a Fanfic tem duas autoras, a Bia e eu (Purple_NinjaS2) ou Ket mesmo ❤
OBRIGADA SEUS LINDOS E LINDAS! A Fanfic conseguiu mais de 250 favoritos em um capítulo! Obrigada a cada pessoinha que favoritou e comentou, vocês são demais! Eu e a Bia estamos muito felizes com isso, podem ter absoluta certeza! ❤
Bem, agora o que eu posso dizer é um "Tenham uma ótima leitura! 💜"

Capítulo 2 - That such, you?


Fanfic / Fanfiction Sex, Love And Lies - Capítulo 2 - That such, you?

Point Of View Justin Bieber

Milão, Itália.
Maio, 2016.


Nove meses antes...

O despertador tocava freneticamente ao meu lado, julguei que o culpado era Joseph, já que em pleno sábado, eu não tinha compromissos, diferente do mesmo. O vi resmungar antes de sentar-se na cama e se espreguiçar. Sua cara amassada deixava nítido o sono que ele ainda sentia, já que havíamos dormir durante a madrugada. Ainda nu, ele prontamente levantou-se da cama e me deixou sozinho.

Seu telefone tocou enquanto tomava banho e como o barulho não me deixava voltar a dormir, decidi levantar e pegar o mesmo, colocando uma boxer pelo caminho. O nome "Camila" brilhava na tela e por um segundo questionei se não era sua empresária, entretanto, a mesma chama-se Abbi.

— Alô? — indaguei com o telefone na orelha.

— Olá, com quem falo? — a doce voz da mulher foi proferida do outro lado da linha.

— Justin. — respondi.

— Oh sim! O dono da nova campanha de Josh, certo? — questionou curiosa.

— Sim. Quem é você?

Ah, desculpe minha falta de educação. Sou Camila, uma amiga de Joseph. Só liguei para avisar que ele deixou a carteira aqui na noite passada e provavelmente irá precisar dela, caso vá ao desfile hoje.

— Mas ontem ele estava na empresa, certo? — perguntei confuso.

— Não! Ontem ele veio me fazer uma visita, você entende o que quero dizer, não é mesmo? — gargalhou maliciosamente.

— Como? — perguntei sem acreditar nas palavras ditas pela mulher.

— Nós transamos, você é lerdo? — sem respostas para ela, desliguei a ligação sem proferir absolutamente nada.

Todos os momentos que passei ao lado dele, do dia em que nos conhecemos, o primeiro encontro, primeiro beijo, a nossa primeira vez juntos, meu pedido de namoro, tudo passava como vagas lembranças. Tais palavras ditas pela desconhecidas não podiam ser reais, o cara que dorme ao meu lado dia após dia, que diz me amar e é o meu amor, não seria capaz de tal coisa, seria?

Joseph saiu do banheiro com os cabelos molhados, a toalha em volta de sua cintura e um sorriso encantador nos lábios. Quando me viu, o mesmo andou em minha direção e sem dizer nada, parou em minha frente, levando as mãos até minha nuca e juntando nossos lábios após. O beijo era calmo, apenas ele comandava, eu continuava tentando assimilar a situação. Até que o mesmo mordeu meu lábio inferior, como modo de pedir para que eu correspondesse aos seus movimentos. Deixando a Camila de lado por um segundo, o beijei, minhas mãos foram para sua cintura e o puxei para mais próximo de mim, nossas bocas pareciam famintas como na noite anterior, sua língua se movimentava conforme a minha e ele levou sua mão direita até meu pau, o apertando. Arfei de encontro a sua boca e o puxei mais ainda para mim, como se fosse possível.

— Eu gostaria muito de ficar aqui e foder com você, mas eu preciso mesmo sair. — ele disse de encontro aos meus lábios.

— Você... — antes de proferir, ele me cortou.

— Na volta terei todo o tempo para você, ok? — perguntou e eu apenas assenti, ainda confuso com tudo.

Josh virou-se de costas e seguiu para o nosso closet, enquanto eu sentei-me na cama e fiquei relembrando as palavras da mulher minutos atrás. Ele não podia ter feito isso, não seria capaz, seria?

Eu sentia como se tivesse um bolo enorme em minha garganta, impedindo-me de respirar da forma como deveria. Aquela era a sensação da desconfiança? Ou a da certeza de que você realmente tinha sido traído?

De qualquer maneira, eu me sentia horrível.

Decidi tentar preparar o café da manhã, era sábado e todos os empregados tinham sido dispensados, como sempre ocorrera.

Eu queria entender o que estava acontecendo e porque diabos estava acontecendo, talvez seja por isso que eu tenha queimado as torradas e derrubado todo o café sobre a bancada da cozinha, eu me sentia nervoso o bastante para ao menos sustentar algo entre os meus dedos.

Respirei fundo, puxando os fios de cabelo.

— O que aconteceu por aqui? — Josh divertiu-se com a minha provável feição frustrada e deixou seu casaco sobre a bancada, acompanhada do bendito celular. Respirei fundo para não matá-lo como desejava.

— Não estou tendo um bom dia. — resmunguei.

De soslaio pude vê-lo respirar fundo e se aproximar, os pelos dos meus braços eriçaram-se quando o moreno beijou a minha nuca, era vital isso acontecer quando me tocava.

— Acha que eu posso melhora-lo? — a voz suave e baixa soou próximo ao meu ouvido, com a respiração quente e as mãos presas a bancada, me deixando preso entre ambos.

Engoli a seco, eu não estava me sentindo confortável em sua presença, pela primeira vez, ter Josh por perto era tão bom, mas naquele momento eu estava confuso demais para sequer olhar em seus olhos.

— Não. — me esquivei dos seus braços, deixando-o confuso enquanto eu tentava limpar a bagunça que tinha feito pela cozinha.

— Você vai ao meu desfile? — estranhei esse tipo de pergunta, até mesmo porque, apesar de vê-lo desfilando para outras marcas senão a minha, nunca fora um grande problema para mim. Mas bem, eu estava confuso e magoado, seria pior ainda contempla-lo aquela noite.

— Não sei. — murmurei. A essa altura da nossa conversa ele provavelmente já tinha reparado que algo tinha acontecido para me deixar desse modo.

— Isso soa como um não, para mim. — revirei furtivamente os olhos.

— Talvez você já tenha descoberto a minha resposta. — debochei, deixando cômodo em passos pesados.

Minutos depois a porta de entrada foi fechada com força, e eu distingui que ela tinha partido, pude respirar mais aliviado então, com o meu peito doendo demasiado enquanto respirava ofegante.

Brigar com Josh era a única coisa que geralmente não acontecia no nosso cotidiano, ambos sabiam respeitar a opinião um do outro e o seu espaço, eu não entendia porque diabos ele tinha realmente que ter estragado tudo daquela maneira.

. . .

Passei a tarde inteira dando voltas pelo quarto, tentando encontrar vestígios de uma outra garota em suas roupas, qualquer marca ou perfume diferente, mas nada, e aquilo favoreceu para que aguçasse a minha capacidade de descobrir sobre tudo.

Josh não seria capaz de fazer esse tipo de brincadeira comigo, não sentir ciúmes no nosso relacionamento era a melhor parte, a menos que ele tenha sentido falta disso.

Vesti o primeiro terno que encontrei pela frente, ajeitando os fios de cabelo para trás. Meu relógio de pulso marcava pouco mais de oito da noite, o desfile começava as nove em ponto, se o trânsito me ajudasse, eu teria tempo de sobra para chegar ao meu destino.

Eu não era apto a dirigir, mas estava com pressa e definitivamente nervoso, aguentar a boa vontade de um dos motoristas não era algo do qual eu desejava no momento.

A entrada do evento estava coberta por paparazzi e jornalistas, pessoas pedindo um foto ou qualquer segundo de atenção.

— Senhor Bieber? Josh disse que você não viria. — uma das organizadoras do evento mostrou sua surpresa ao me ver.

— Mudei de ideia. — tentei sorrir, fazendo-a ruborizar um pouco. Mesmo tendo um relacionamento homossexual, eu não via problemas em admitir quando uma mulher era elegante, elas ainda me atraem como qualquer outra.

Mas era estranho deixá-las constrangidas daquela maneira.

— Claro! O tapete vermelho fica por ali. — eu odiava posar para fotos, ainda mais estando com aquele clima pesado pairando ao meu envolto. Fingir uma simpatia era algo totalmente fora de cogitação para mim naquele momento.

Resisti aos gritos, e aos flashes disparados na minha direção, a gritaria e repórteres querendo uma pequena entrevista. Eu não queria ser grosseiro, nunca fora de agir daquela maneira não importava a ocasião, mas sinto que decepcionei muitas pessoas ao negar o pedido.

Meu lugar era próximo da passarela, algumas pessoas aproximavam-se para um conversa breve, mas pareciam notar que aquele provavelmente não era um dos meus melhores dias.

Coloquei óculos escuros, bebericando a champanhe que haviam servido-me, esperando paciente pelo início do desfile.

“Uma amiga está trabalhando como garçonete em um barzinho no centro, você e Josh não querem me fazer companhia enquanto eu a espero?”

Ryan havia mandado a mensagem no exato segundo em que peguei o telefone, eu iria respondê-lo caso o desfile não tivesse começado.

As luzes enfraqueceram e a música tomou uma proporção maior enquanto a passarela era dividida entre homens e mulheres.

Era o início de verão em Milão, toda e qualquer marca estava desenhando roupas no mesmo padrão de sempre, muitas flores, tecidos leves e cortes despojados. Era um bom produto a ser vendido, contemplar aquelas roupas parecia uma dádiva para mim, até ver Josh, o cabelo em um topete perfeito, a barba por fazer, o olhar vidrado a sua frente enquanto um sorriso galanteador moldava seus lábios. Ele era lindo.

Os fotógrafos exaltaram-se com a sua chegada, murmúrios de satisfação puderam ser ouvidos enquanto eu me mantive quieto, sério e centrado.

Algumas pessoas que haviam me reconhecido, olhavam-me, esperando por alguma reação de admiração enquanto o moreno desfilava. Creio que a minha feição passiva tenha deixado-os confuso, especulando sobre algum desentendimento.

Bem, isso estava prestes a acontecer, bastava Josh me explicar o que diabos aquela maldita ligação queria dizer, ou pior, se ela era verdadeira.

Pude ver o moreno desfiar mais algumas vezes antes do desfile terminar, fiquei de pé, aplaudindo o acontecido, travando o maxilar ao ver de longe, meu namorado abraçar uma das colegas de trabalho.

Eu não era ciumento, mesmo que devesse. Aquele momento passaria despercebido por mim caso eu não estivesse desconfiado de qualquer atitude de Josh.

No final do desfile, decidi procurá-lo, todos me viam como uma figura poderosa onde eu ia, o que me ajudou muito a encontrar o camarim de Josh para vê-lo.

— O desfile foi realmente muito bom. — parei um momento antes de abrir a porta, mordi os lábios, aquela voz não me parecia estranha.

— Poderia ter sido melhor.

— Porque o seu namorado decidiu não vir? — franzi a testa. Definitivamente era conhecida.

— Você sabe que eu o amo. — apesar do seu tom sério, aquilo não pareceu abalar a garota, já que ainda assim pude ouvi-la gargalhar com deboche. Eu era o motivo da graça.

Você parece esquecer isso quando precisa de mim para relaxar.

Senti uma sensação estranha, como se estivesse prestes a vomitar ouvindo aquilo.

— Não importa, eu realmente o amo, e não quero falar sobre meu relacionamento com ele com você.

— Se sente culpado? — ele ficou em silêncio, foi o meu último minuto de esperança sobre um relacionamento de verdade, sem mentiras ou traições, antes de simplesmente, desmoronar.

— Não, mas eu tenho coisas mais importantes a fazer com você do que falar sobre Justin.

Todas as minhas dúvidas se concretizaram a partir daquele momento, quando eu decidi, mesmo que com receio, abrir mais a porta e presenciar uma das prováveis piores cenas de toda a minha vida.

Joseph tinha as mãos firmes no quadril da garota, os lábios beijando-a de uma forma vulgar, arfando e suspirando a cada toque dela em seu cabelo.

Permiti com que os meus olhos enchessem de lágrimas, os lábios tremeram denunciando a vontade de chorar enquanto eu tentava parecer forte.

Josh abriu os olhos, vendo o meu reflexo pelo espelho, prontamente afastando-se da garota e virando na minha direção.

— Justin? — a voz soou por um fio. — E-Eu pensei que…

— Que eu não viria, e então pudesse aproveitar a noite com a sua acompanhante? — sua garganta fez o movimento certo ao engolir a seco as minhas palavras. — Desculpe atrapalhar.

Fechei a porta com força, fazendo algumas pessoas voltarem suas atenções para mim, a forma como eu parecia mais abatido do que antes e as lágrimas sorrateiras escorrendo pelo canto dos olhos foi só um motivo a mais para que me sentisse mais machucado.

— Justin! — Joseph me segurou pelo braço quando tentei deixar o local, me fazendo recuar e me preparar para lhe dar um soco certeiro caso tentasse chegar perto novamente. — Me perdoa.

— Eu quero que você para o inferno junto com as suas desculpas! — eu não queria chamar a atenção de ninguém, mas só de ouvir a voz de Josh, uma vontade súbita de mandá-lo longe com todas as minhas forças acabava surgindo, e eu não queria gritar, eu não queria ser podre como ele foi e acabar me perdendo por alguém que não merecia nada daquilo, nem a minha fúria, ou as minhas lágrimas. Josh não merecia mais nada de mim.

— Vai mesmo estragar um relacionamento de cinco anos por infantilidade?! — eu tive de rir, ele não podia estar falando sério.

— Você está ouvindo o que tem falado? Você estragou tudo! Eu não fodi a primeira garota que apareceu na minha frente porque precisava “relaxar”. — apontei em seu peito, cutucando-o com força.  — Você fodeu tudo, acabou com tudo por um desejo idiota! Não me venha com desculpas, eu sempre estive lá por você, mas isso não foi o suficiente!

Lhe dei as costas, sentindo meu rosto ferver e a vontade de chorar multiplicar-se.

— Justin, por favor, me deixa explicar. — Josh estar tentando me tocar me deixava furioso. Eu sentia nojo de olhá-lo, quanto mais ser tocado pelo mesmo.

— Vá para o inferno, porra! — eu odiava falar palavrões, mas em cinco minutos eu já tinha dito aquilo mais do que na minha vida inteira.

Abri a porta do carro, jogando meu celular no banco do passageiro, ocupando o bando do motorista.

— Você não pode dirigir dessa forma, vai acabar fazendo alguma besteira! — encarei seus olhos antes de falar qualquer coisa, encontrando o desespero presente neles.

— Mais do que você já fez, impossível. — debochei, fechando a porta com força. Joseph tentou bater no vidro, tentou me conter de alguma maneira, mas naquele momento, ele tinha se tornado o meu pior pesadelo, aquele pelo qual você deseja acordar e nunca mais dormir para que não volte a se repetir.

Parei algumas ruas depois, minhas mãos tremiam, a visão embaçada pelas lágrimas e o coração doendo pelo que tinha visto, eu precisava de um pouco de álcool naquele momento, talvez me fizesse esquecer tudo o que tinha acontecido pelo dia, não ia resolver meus problemas, mas ia amenizar a dor.

Peguei meu celular, rapidamente digitando uma mensagem de volta para Ryan.

“Me mande uma mensagem com o endereço, estou indo ai, e diga a sua amiga que ela provavelmente terá de me servir até a última dose de álcool”.

Estacionei o carro próximo ao bar e desci rapidamente, trancando-o. A imagem de Joseph com Camila não saia da minha cabeça, os dois se beijando e as palavras proferidas pelo mesmo. O pior é ter sido tão cego a ponto de não ver o que estava tão óbvio. Todo esse tempo, ele tinha outra, enquanto eu esperava em casa por sua chegada. 

Entrei no local e me deparei com um lugar aconchegante, não era um lugar ruim, era simples, mas agradável. O bar estava com uma luz escura, quase não se dava para ver muito ali dentro, porém notei os tons de azul na parede. Não estava muito cheio, mas sim razoável para alguém que só quer beber até amanhecer, sem se importar com a ressaca do dia seguinte.

— Achei que não iria vir. — Ryan disse quando me sentei a sua frente. 

— Mudei de ideia. — respondi e fiz sinal para uma das garçonetes. 

— O que o fez mudar de ideia? 

— Joseph e sua amante. — respondi amargo. 

— O que? Amante? Está louco, cara?

— Estou muito bem da cabeça, não se preocupe.

— De onde você tirou isso? — indagou.

— Ela ligou pra ele, eu atendi e a mesma me disse que os dois passaram a noite juntos, transando. 

— E você acreditou só porque...

— Eu os vi se beijando, você ainda acha que essa merda toda é mentira? — o questionei e a garçonete apareceu.

— Boa noite! O que o senhor deseja? — a mulher perguntou e pude notar o quão bonita ela é.

— Que tal, você? — sorri maliciosamente.

— Isso não está no cardápio. — respondeu ríspida. 

— Então o que você tem de mais forte para me oferecer?

— Uh, que tal uma dose de Bruichladdich? — perguntou.

— Uma não, eu quero três. — respondi convicto. 

— O senhor tem certeza? — perguntou incerta.

— Traga o que ele pediu, Tori. Se ele acha que beber é a melhor forma, não vamos impedi-lo. — a garçonete apenas assentiu e nos deixou sozinhos novamente. 

Após a primeira dose veio a segunda, terceira e a quarta, depois disso eu não sabia nem mais o que estava fazendo, me encontrava tão bêbado que se levantasse, seria capaz de cair. 

— Chega, Justin! — Ryan disse tentando tirar o copo de minha mão.

— Por que? Me deixa beber.

— Você está podre de bêbado, está na hora de parar.

— Eu não quero parar! Para de se intrometer. — resmunguei. — TORIII! — gritei pela garçonete amiga do Ryan.

— A deixe trabalhar. — Ryan disse.

— Estou deixando, tanto que vou pedir mais uma dose disso. — balancei o copo.

. . .

Um, dois, três, quatro copos de cerveja ( já que meu amigo proibiu o whisky), eu não sabia mais o que estava fazendo, mas ainda conseguia ouvir Ryan resmungando, enquanto eu apenas conseguia lembrar do quão filho da puta meu ex-namorado é. 

— Justin, chega. A Tori precisa fechar o bar. — Ryan disse.

— Que saco! — bufei, mas deixei a garota retirar os copos da mesa. 

— Vou deixar você em casa antes, já que não tem nem condições de dirigir. 

— Claro que tenho. 

— Só se for para bater no primeiro poste que ver.

— Você é muito controlador, pare com isso. 

— E você é um bêbado fodido. 

Após esperar Victoria terminar de arrumar todas as coisas do bar, Ryan disse que poderíamos ir embora. A garçonete mudou de roupa e pude ver que além de ter um bom gosto para se vestir, a mesma é extremamente gostosa. Usava uma blusa branca decotada e seus seios eram bem visíveis, a calça Jeans colada marcava sua bunda, a qual tive vontade de apertar. 

— Você namora, Tori? — perguntei virando no banco do carona para olha-la.

— Uh, não. — respondeu timidamente.

— Sério? Você é muito bonita, não sei como está solteira. — falei sincero .

— Talvez por eu ter uma filha de três anos. — respondeu e eu fiquei estático, ela parecia muito nova para já ter uma filha.

— Quantos anos tem?

— Vinte e dois. — realmente ela é nova.

— Mas isso não muda o fato de você ser gostosa. 

— Você diz isso porque quer transar comigo, entretanto não iria querer assumir um relacionamento. — ela disse e Ryan riu baixinho.

— Calma, gatinha. Estamos falando de uma noite, não de um casamento. 

— Exato, apenas uma transa, o que você não irá conseguir.

— Por que não? — indaguei, passando minha língua por meus lábios.

— Porque eu gosto de pegada, homem de verdade e não de um garotinho bobo como você. — ri de suas palavra.

— Senta no meu pau e você irá ver quem é o garotinho bobo.


Notas Finais


E então? Primeiro capítulo aprovado? Não esqueça de deixar a sua opinião sobre esse capítulo, tudo bem? 💜

Outras Fanfics da Bia (~Only_Hope): https://spiritfanfics.com/perfil/only_hope/historias
Outras Fanfics da Ket (~Purple_NinjaS2): https://spiritfanfics.com/perfil/kety_bieber66/historias

Leitoras novas, sejam bem vindas <3
💜 Até logo! 💜


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