História Sex On Fire - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~LadyWonderland

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Hentai, Nalu
Exibições 1.024
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heelloo, professor delicia ta na área.

Aqui quem fala é a magnifica Lady Wonderland, direto de Wonderland pra vocês ^^
Desde agora quero me desculpar pela demorinha, mas como a Vivi disse no capítulo anterior, eu estava meio adoentada e isso acabou atrapalhando um monte de coisa, mas agora estou bem melhor e com capítulo fresquinho pra vocês, seus lindos.

Vivi e eu agradecemos muitíssimo por todos os favoritos e comentários anteriores, fiz o possivel para responder a todos e eu realmente gosto de vocês pessoas que fazem minha vida feliz <3 suas palavrinhas de motivação me inspiram.

Agora, sem me prolongar mais,
Espero que gostem desse capítulo porque ele saiu do fundo do meu coração ;)

Capítulo 4 - Capítulo 4 - Proibido


Terminei de abotoar a camisa de mangas que integra meu uniforme escolar e calcei minhas sapatilhas negras, o sapato social sempre foi o exigido pelo internato, no entanto, essas pequenas coisas, erros, eram meus métodos únicos de rebeldia, além de nutrir uma paixão insana pelo meu professor de literatura, claro.

 

Ontem o dormitório da Fairy Girls pegou fogo, nosso diretor ficou sem escolha a não ser nos enviar para o Fairy Male, o reformatório para garotos mais rígido e por incrível que pareça, o que mais abriga os mal intencionados da alta sociedade japonesa. Sei que, provavelmente, eu deveria estar apavorada especialmente após os garotos que tive o desprazer em conhecer por frequentarem o mesmo círculo social que minha mãe, a ideia de rever alguns amigos e provocar o Sr.Dragneel, no entanto, me mantinha muito tranquila e mais excitada do que eu deveria admitir.

 

Tranquei a porta do quarto que estou compartilhando com Levy e puxei o novo cronograma de horários que a professora Erza havia nos entregado pouco antes de amanhecer.

 

Como as salas de aula são consideravelmente grandes e o reformatório tem um extenso espaço ao ar livre, iremos prosseguir com nossa rotina normalmente, a única exceção, é que agora temos um monte de testosterona andando no corredor com a gente.

 

Segui até o mapa das salas que fica fixado no mural de avisos no centro do pátio e marquei na minha miniatura, feita por mim, onde cada sala que eu frequentaria se localiza. Enquanto continuava a procurar pelas minhas salas, um braço forte me circulou e puxou contra algo duro e incrivelmente cheiroso.

 

-Ê loirinha, sabia que nossos caminhos se cruzariam novamente.

 

Os pelos da minha nuca arrepiaram e pequenas borboletas alçaram voo dentro de mim. Me virei rápido e desengonçada, tropeçando e caindo de novo sobre ele.

 

-Sting. - suspirei alto.

 

Lentamente o sorriso arrogante que conheço desde criança surgiu em seus lábios grossos e ele me abraçou apertado.

 

Sting Eucliffe e eu crescemos juntos, nossos pais se conhecem desde a nossa idade e compartilham até hoje o mesmo círculo de amigos. Por causa disso e das inúmeras festas frequentadas por nossa família, o loiro e eu acabamos por passar muito tempo aprontando nos salões da alta sociedade enquanto crescíamos isso é, até que ele foi pego dirigindo bêbado quando tinha quatorze anos. Não vou mentir, cheguei a ter uma quedinha pelo loiro logo que meu coração soube distinguir as diferenças entre gostar e desgostar, depois que soube das suas tramoias, no entanto, preferi me afastar e seguir por um caminho diferente.

 

-Você cresceu loirinha.- seus olhos estudaram meus seios com malícia, grande novidade, bufei.

 

-E você continua com a mesma cara de pau, Eucliffe.

 

-Uff. - sua mão agarrou o peito largo - Assim você me fere.

 

Revirei os olhos.- Difícil acreditar. O que faz aqui? Até onde eu sei você deveria estar na Alemanha.

 

Seu largo sorriso zombeteiro retornou. -Fiquei dois anos lá, mas sabe como é... mamãe não aguentaria ficar sem o caçulinha dela por mais tempo.

 

-Sua mãe não gostava muito de você da última vez que falei com ela. – olhei desinteressadamente para minhas unhas da mão.

 

-Houveram alguns mal estendidos no meu antigo colégio. - por uma fração de segundos sua expressão mudou, mas ele rapidamente se recuperou. - Não parece muito feliz em me ver Lucy.

 

O encarei apática e voltei a buscar por minhas salas no mapa.

 

-Eu poderia viver sem você por mais dois anos... ou séculos.

 

Ele se aproximou mais do que deveria e grudou em minhas costas, sua respiração abanando minha nuca. E de repente tudo o que eu queria era distância.

 

-Você não pode ser tão indiferente.

 

Me afastei resolvendo procurar Levy que a essa altura provavelmente já tinha todas as salas decoradas, e olhei uma última vez para Sting.

 

-Em uma outra época eu poderia muito bem ter aceitado seus flertes, mas agora, não! Cresça loirinho.

 

E sai pisando duro na direção oposta, eu só queria o máximo de distância possível.

 

                                                                               ***

 

Eu estava certa, Levy sabia onde ficavam todas as turmas e havia me ajudado a encontrar as duas primeiras antes que eu perdesse aula. Na hora do intervalo, no entanto, minha amiga me deu um perdido e saiu andando distraída pelos corredores até ficar inacessível, era impressionante como alguém com o cabelo azul podia desaparecer tão rápido numa multidão de alunos famintos.

 

Pesquei o pequeno mapa que havia feito e segui direto para o refeitório, por sorte ele não ficava tão longe das minhas próximas salas.

 

Uma mão forte agarrou meus braços e puxou-me para um lugar escuro que, pelo forte cheiro de água sanitária, parecia ser o armário de limpeza. Minha boca foi abafada por lábios firmes antes que eu tivesse a oportunidade de gritar, mas o conhecido hálito de café e menta me fez rapidamente relaxar e retribuir seus beijos antes que ele puxasse a distância e passasse para baixo, em meu queixo.

 

-Você vai ficar longe dele!

 

- O que? - pisquei desnorteada, tentando processar suas palavras e me acostumar à escuridão.

 

-Vai manter a distância de Sting Eucliffe. - disse com sua voz rouca. Meus pelos ficaram eriçados e não pude deixar de me pressionar mais contra o Senhor Dragneel.

 

-O que? Por quê? – sussurrei com a mente nublada.

 

-Por quê? Eu não quero ninguém tocando o que é meu Hearthflia, você já deveria saber. – ele seguiu beijando todo o comprimento do meu pescoço até o topo dos meus seios. Era impossível tentar me concentrar em outra coisa no momento, então levantei a cabeça para ajuda-lo, e só sentir.

 

Sua mão esquerda lentamente desabotoou minha camisa e puxou-a aberta, meu peito estava coberto apenas pelo sutiã branco que foi tão facilmente descartado que chega a ser ridículo. Meus seios ficaram livres e foram tomados em sua boca com ferocidade, minhas pernas falharam ao primeiro contato de sua língua com meus mamilos sensíveis. Com a parede prensada atrás de mim e seu corpo grande e forte grudado em minha frente, a já conhecida sensação de ser uma presa frente ao predador, retornou e eu não poderia parar a excitação crescente que veio junto.

 

-A-acha que me possui Dragneel?- murmurei sem forças, apenas para o provocar. Natsu bufou e caiu de joelhos na minha frente, estremeci quando dedos atrevidos roçaram minhas panturrilhas e começaram a subir, seus lábios se juntaram a folia beijando meu joelho e levantando a saia do uniforme enquanto deslizava até o meio das minhas coxas.

 

Minha vagina pulsava contra o tecido encharcado da fina calcinha de renda que mal cobria meu monte. O rosado ergueu a saia e senti seu nariz roçar minhas dobras inchadas, mordi um gemido alto e separei minhas pernas para ele.

 

Natsu arrastou a calcinha branca pelas minhas pernas e separou-as ainda mais, beijando o interior delas. Ele colocou minha perna esquerda sobre seu ombro e, lentamente, lambeu um caminho do interior das minhas coxas até minha vagina tremula.

 

-Eu não acho. Você me pertence desde o dia que coloquei meus olhos em você. – e então ele veio com artilharia pesada pra cima de mim.

 

Gritei contra meus próprios lábios para abafar o som quando senti sua língua áspera em contato com meu clitóris inchado e úmido, agarrei seu cabelo e me contorci, a sensação de ter sua boca ali era indescritível e quase dolorosa. Se não fossem suas mãos fortes me prendendo a parede eu teria desabado no exato momento em que ele movimentou sua língua de um lado para o outro, me fazendo puxar seus fios com brutalidade e esfregar-me em seu rosto como uma cadela no cio.

 

– P-Professor – seus olhos ônix brilharam com malicia e diversão enquanto ele me assistia, e eu me deleitei com sensação de ser chupada pelo homem mais atraente que conheço. Sua língua trabalhando com extrema experiência naquela área quase deixou-me louca, eu nem sabia mais o quê estava falando, era tudo tão bom. Cravei minhas unhas em seus ombros quando senti meu orgasmo acenando – S-Senhor Dragneel, eu v-vou... Ahm.. – não consegui avisa-lo, ele aumentou o ritmo de investidas com a sua língua e eu gozei na sua boca com um longo gemido.

 

***

 

Sai do armário de limpeza com o rosto vermelho e a melhor cara de paisagem que eu tinha, graças a Deus passei facilmente despercebida pelos poucos alunos a minha volta. O sinal acabara de tocar e se eu não corresse chegaria atrasada para minha próxima aula. Dei alguns passos trêmulos na direção que eu achava ser a correta e fui agarrada pelo pulso.

 

-Não esqueça o que falei Hearthflia. – Senhor Dragneel ignorou quem estava ao nosso redor e beijou o pedaço de pele exposto logo depois da manga de minha camisa.

 

Vi estrelas com aquele pequeno contato, depois da loucura que ele havia provocado em mim com aquela boca minha inspiração para ver constelações parecia ainda maior.

 

Sacudi a cabeça rapidamente assinalando que havia entendido e virei para o corredor com as pernas bombas e o coração batucando insanamente em meu peito.  

 

-Alias... – virei à cabeça com os olhos arregalados me perguntando o que ele ainda queria, um pequeno sorriso enfeitou seu rosto perfeito. – Sua sala fica para o outro lado.

 

Continua...

 


Notas Finais


Perdoem os erros, estou meio cansada e provavelmente deixei passar um monte deles.
Agora erros a parte, O QUE VOCÊS ACHARAM DAS MINHAS CRIANÇAS??

Esse capítulo é especialmente dedicado a Lali que não parou de nos ameaçar por ter iludido ela nos capítulos anteriores (risos eternos) Lali sua linda, o vulcão ainda não entrou em erupção, mas já aviso que a lava ta na borda.

Agradeço mais uma vez a vocês TODOS - mesmo os nossos leitores gasparzinhos - e mando um beijo duplo pra cada um, tenham uma maravilhosa madrugada e deixei a titia aqui escrever mais um pouquinho. Beijão e até o próximo capítulo - que não vai demorar.


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