História Sex on shot - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adriana Lima, Candice Swanepoel, Zayn Malik
Exibições 21
Palavras 2.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá leitores, estou de volta com mais um capitulo.
Esse capitulo ficou pequeno, pois não estou tendo tempo agora nesse fim de ano mas logo irei revelar e colocar muitas coisas neles, mas no decorrer dos outros vamos ter mais palavras eu prometo.




boa leitura *-*

Capítulo 5 - Abused


Fanfic / Fanfiction Sex on shot - Capítulo 5 - Abused

P.O.V Adriana

 

Com a curiosidade ativa, eu corri até o closet indo me vestir. Como vestimenta escolhi uma saia longa rosa com uma blusa branca curta e solta, meus cabelos deixei soltos. Andei até a penteadeira me sentando para tentar fazer uma boa maquiagem.

As cinco famílias.

Tudo isso é comandado por eles, e eles seriam os amigos do Zayn, sendo assim para eles que eu teria de dançar no dia do aniversário do Zayn, que faltava menos de dois dias. Ansiedade e medo, era isso que se resumia meus pensamentos. Já tinha receio do Zayn, e comei a ter pelo Harry Styles, só pelo que Candice me contou.

Esse homem deve ser louco, como pode manter acorrentado um leão em seu porão, e ainda mas, ter deixado uma mulher como a Candice refém, com castigo, sobre um leão? Não consigo imaginar o porquê.

Me levantei da penteadeira passando por fim o batom vermelho que já não conseguia ficar sem. Eu achava maravilhosa essa cor em meus lábios, Candice achava o mesmo. Passei para a área dos sapatos pegando uma sapatilha.

Sabia que as vadias andavam apenas de roupas intimas pela casa e que os chefes poderiam pega-las quando bem entendesse, então Candice me ensinou que devia andar normalmente, para não chamar a atenção e ficar longe de mãos desconhecidas, e por essa razão eu queria saber mais, bem além do que Candice disse a mim. A máfia é algo muito complicada de se entender, e continuarei a perguntar e a pesquisar informações. Só tinha um problema as vadias não podiam ter acesso a celulares e nem a computadores, a vida aqui é um inferno.

Com o corpo rígido eu saio para fora do quarto, vendo que no corredor mais a frente avia vários seguranças, devia ser impossível escapar daqui. Comei caminhar, esfregando as mãos umas contra as outras. Devo ressaltar que ainda sinto uma dor no meio das minhas pernas.

Passei meus olhos pelos corredores avistando os degraus das escadas e lá de baixo vozes, grosas e roucas, mas tinha uma voz doce como a de um anjo que se misturava entre elas, era a Candice.

Me sentei em um sofá de couro branco e elegante na parede ao lado da escada pegando um livro qualquer na estante ao lado fingindo ler para ao seguranças e empregados que passavam e escutava a conversas dos líderes e Candice.

Candice.

Essa mulher me levou a loucura, deixando meus nervos à flor da pele, apenas com sua voz, com seu olhar que queima sobre mim, sempre que estou nua ou com poucas peças de roupa, que me deixar sentir o calor que começa a crescer em meu ventre e explode na melhor sensação já sentida por mim. Não quero o Zayn dentro de mim, eu quero ela, metendo seus dedos, fundo forte, mas não para causar-me dor e sim mais desse delicioso prazer. Puta que pariu, eu nunca sonhei em pensar nisso sobre uma mulher, pouco tive experiências com homem, quem dirá com mulher. Mas devo dizer que foi fantástico, algo que para mim era errado. Sim errado. Fui criada em um ambiente severo e esse tipo de interação com o mesmo sexo era extremamente proibido, mas por que proibido algo tão bom, tão gostoso e prazeroso. Seria proibido eu sofrer e apanhar na mão de um homem e querer um pouco de carinho e prazer de forma descente de uma mulher? Me diz o que tem de errado nisso?

Deixei todos os meus pensamos de lado quando vi uma sobra a minha frente. Como estava com o olhar baixado nas palavras grafitadas no papel velho do livro, não pude ver quem era em um primeiro momento, logo levantei a cabeça, vendo um homem, que levava em seu corpo, calça preta com uma blusa cinza puxada até os cotovelos e pude ver tatuagens de flechas e que eram as mais destacadas em seu braço. Seus olhos eram de um castanho e seu cabelo levava a mesma cor. Esses homens são lindos.

–Nunca a vi por aqui, me diz seu nome! ­ - fiquei em silencio por alguns segundos e vi ele bufar e se sentar ao meu lado. Mostrava se irritado. – Responda!

–Meu nome é Adriana.

Disse sem gaguejar. Odeio gaguejar diante a um momento de medo.

–Parece ser uma das vadias do Zayn, mas me tire essa dúvida.

–Não sou uma vadia.

 Odiava ser chamada assim, apesar de ter que usar essa palavra. Vadia.

Ele riu, achando grassa do meu momento de raiva, mas não mostrei agressividade, sabia que podia morrer pelas mãos dele.

–Responda, você dá para o Zayn?

–Sim...

–Viu, então, como eu disse vadia.

Sibilou as palavras as cuspindo em minha cara enquanto me puxava para se sentar em seu colo bruscamente. No momento de desespero eu comecei a socar seu peito enquanto do fundo da minha garganta eu gritava, gritava por socorro e o nome da Candice.

–Cala a porra da boca sua vadia imunda. Se você é vadia do Malik, é minha também, afinal as famílias dividem tudo.

Meu cabelo foi puxado, com uma força extrema deixando que um grito de dor escapasse de minha garganta, já dolorida de tano gritar.

–Vocês são todos da mesma laia, não merecem viver. Me solta se estupido. Desgraçado.

Uma raiva desconhecida subiu a minha cabeça, fazendo essas palavras escaparem e em troca senti a ardência em meu rosto.

–Sua puta desobediente.

Fui empurrada contra a parede do corredor sentindo minha cabeça bater e uma ardência me incomodar.

–O QUE TA ACONTECENDO AQUI?

Nessa altura do campeonato eu já estava caída no chão com meus olhos fechados sentido a dor em minha cabeça, mas pude ouvir a voz do Zayn e vi vários olhares presos em mim.

–Essa vadia...

–Saiam daqui, agora.

A voz do Zayn cortou a do desgraçado e vi os outros homens que julgo ser comparsas de Zayn saírem e junto também vi Candice que olhava com um ar de preocupação e surpresa enquanto ia descendo as escadas com o rosto virado para o meu lado.

–Parece que não é tão boazinha quanto pensei. Levante.

Ele mandou e com dificuldade olhei para cima. Encarei o homem que a horas atrás tinha abusado de mim. Ou não.

–Meu corpo doí. - coloquei a mão na acabela sentindo dor, porém não sangrava – Me deixa em paz Zayn.

Escutei seu bufo e vi ele se abaixando segurando em meus dois braços que em um primeiro momento eu tentei me esquivar, recebendo um olhar de fúria que me fez parar e deixar-me ser levantada por aquele homem que só senti nojo.

–Cala a boca, eu estou tentando te ajudar, não está vendo?

–Não quero a sua ajuda.

Ele me ajudou -mesmo eu não querendo- a ficar de pé ainda segurando em meus braços e começou a me puxar e começamos, contra a minha vontade a andar no corredor.

–Parece que eu tive uma impressão contraria da sua personalidade. Se mostra uma vadia obediente e agora está se mostrando uma péssima vadia.

–Eu tinha escolhas antes?

–Você não tinha, está correta, mas me surpreendeu ser tão fácil. Pouco lutou contra mim, pelo contrário se entregou ao prazer.

Fiquei com raiva de mim. Não consegui responder aquelas palavras, que já doíam mais do que minha cabeça.

Porque eu não tentei? Tudo bem que a Candice disse que não tinha outro jeito, mas eu fui uma covarde, por não tentar. E agora estou aqui sendo atacada por palavras do desgraçado que abusou de mim.

Zayn nos parou em frete a escada que mostrava o caminho para o terceiro andar. Qual a necessidade de tamanho espaço?

Começamos a subir as escadas e eu entediada ficava olhando os detalhes ao meu redor. Tudo era iluminado, desde o início ao final da escada que acabamos de chegar e a nossa frente uma grande sala. Com sofás grandes brancos com almofadas cinzas. Uma grande TV pressa a parede também cinza, tinha luzes azuis saindo de trás das paredes de gesso onde a TV estava e também no teto, dando um efeito muito lindo no cômodo.

–Sabe por que está aqui?

–Ficarei feliz se me dizer.

Seu olhar não foi nada agradável com minha resposta que soou curta e grossa. Dei de ombro. Eu realmente estava muito abusava, mas não ligava. Se ele me batesse pelo menos iria ficar incapacitada de ter que dar para esse filho do capeta.

–Está cada vez mais rebelde.

– Diz logo.

–Está aqui porque a Candice quis, não por que eu quis, mas vendo você, até consigo entender o porquê.

–Ainda não consegui entender.

Me sentei no sofá a frente dele, não queria muita proximidade.

–É simples Adriana. Candice te trouxe aqui, ela tentou deixar a sua vida um pouco melhor, e careio que você já tenha ouvido, que é melhor ser minha do que ser dos outros.

A distância que tomei não serviu para nada, ele logo se levantou do sofá maior que estava e veio até onde eu me encontrava se sentado ao meu lado.

–Não está me parecendo ser melhor ficar sendo sua. Ficar com a Candice é muito melhor.

Eu sorri, de forma tão sarcástica olhando para cara dele, e vendo segundos depois que aquilo foi a pior coisa que podia ter feito. O homem, segurou meu pescoço me prendendo contra o sofá. Sua mão fazia pressão contra meu pescoço, não o suficiente para me deixar sem ar, mas o suficiente para me causar medo e fazer-me a arrepender das minhas palavras, mas isso não sairá de minha boca.

–Nunca prefira estar com uma mulher a estar comigo sua vadia imunda. Você está aqui para me servir. Cansei de ser bonzinho com você.

–Pois saiba seu demônio, que estar com ela é sim muito mais prazeroso do que estar com você.

A raiva por aquele homem só crescia e a dele por mim também, podia observar isso em seus olhos que ficavam cada vez mais cheios de raiva, e essa raiva foi o suficiente para meu corpo ser jogado contra a mesa de centro fazendo minhas costas doerem fortemente, e uma grande ardência em minha bochecha. Foi uma tapa forte que recebi do filho da puta.

–Onde foi a boa garota que deu para mim, horas atrás em? Que estava gemendo, pedindo por mais?

Já ouviu falar que podemos fingir certas coisas durante o sexo?

 Pensei, mas não disse. Não queria ser mais humilhada. E também sabia que era mentira. Isso me dava mais raiva

–Saia da minha frente, agora e peça a Candice vir falar comigo. AGORA!!

A primeira coisa que fiz foi sair correndo em direção as escadas que me trouxeram para esse momento horroroso. Me pus a descer o mais rápido que pude a procura da Candice. Perguntava a todo segurança onde ela estava mais não obtida resposta desejada. Saia bufando de ódio até o corredor onde me levaria ao quarto dele. Espero que a mesma esteja lá. Segundos depois a minha dúvida foi confirmada, Candice estava sentada em uma pesa que se localizava de frente para a sua cama. Estava olhando uns papeis totalmente concentrada, seu foco era tanto que ele nem notou a minha parecença.

Em seu rosto, ele usava um óculo, de grau a deixando mais elegante com seus cabelos presos em um coque deixando seu pescoço branco a mostra. Seu lábio tinha como cor o vermelho, estava bem aveludado, já que quando ele deixa a ponta da caneta passar por eles o batom continuava perfeito.     

Era uma cena tentadora, em minha mente era pelo menos. Pigarrei com a garganta fazendo ela vagarosamente levantar a cabeça, e quando me viu ela retirou o óculo sorrindo de forme leva, mas logo esse sorriso sumiu.

–Ele te bateu não foi?

Ela se levantou andando em minha direção, e agora que pude ver, ela usava roupas tão elegantes, o que me fazia questionar qual seu posto dentro desse lugar. Sempre que vejo as mulheres daqui elas sempre tem tatuagem extremamente exageradas, roupas custas e sempre com o rosto cheio de maquiagem de forma exagerada e desnecessária.

–Sim, eu abusei das palavras, fiquei com raiva.

–O que disse para ele.

–Disse que era melhor estar com você do que estar com ele.

–Ho, Adriana.

Ela disse acariciando meu rosto me trazendo para se sentar na cama ao nosso lado. Seu polegar acariciava a bochecha esquerda, a mesma que foi recebida do tapa forte do Zayn.

–Eu fui tão fraca. Ele disse que eu tinha gemido para ele e isso não foi mentira, eu senti prazer sim e isso me deixa tão mal.

–Isso é normal, você não conhecia essas sensações.

–Então me mostra elas, por favor.

Implorei. Sim, eu queria que ela me mostrasse, me desse prazer, me desse carinho e me ensinasse mais, para não ter que sofrer tanto aqui dentro desse lugar, essa vida miserável que estou sendo obrigada a viver.

–Eu adoraria fazer isso, e eu vou te ajudar. Nem era para você estar aqui garota.

–Foi um descuido meu, eu devia ter ficado em casa quando meus pais falaram. Eles nem devem estar me procurando. Me tira daqui Candice, por favor, eu te imploro que me leve embora.

–Eu não posso, e pare de falar bobagem, é claro que eles estão tentando te procurar, se bem que é inútil.

–Por que não pode, me conta, eu não entendo, por que seria inútil?

–Eu vou te contar, só tenha paciência.

–Tudo bem. Há... antes que eu me esqueça o Zayn mandou te chamar.

–Claro, eu vou ver o que ele quer, pode ficar aqui, eu já volto para te contar, farei o possível para que sua vida aqui dentro. Me agradeça, eu não faço isso por ninguém.

Ela sai do quarto me deixando sozinha. Ela deve ter bipolaridade.

 

 

P.O.V Candice

Parei na entrada da sala do terceiro andar vendo Zayn com um cigarro entre os dedos o tragando soltando a fumaça lentamente por sua boca. Nojento. Não sei como gostei disso um dia.

–Chamou senhor?

Debochei de forma sarcástica me aproximando me sentado no sofá de frente para ele notando a mesa de centro com o vidro rachado e a pequena decoração caída no chão.

–Vejo que é com você que Adriana está aprendendo a ser tão sarcástica.

–Como dizia Berilo Neves: O sarcasmo é uma forma elegante de ser mal.

–Sem tempo para ser culta Candice, ainda não aprendeu isso aqui dentro?

–Minha educação fica acima de suas regras Malik.

–Sempre centrada em suas escolhas.

–Sempre!

–Então a sua escolha de transar com a Adriana já está emposta?


Notas Finais


Bom, foi isso pessoal.
Comentem e favoritem por favor.
Me digam também, se vocês preferem capitulos com no máximo umas 1.000 ou 3.000.

beijos até a próxima *-*


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