História Sex || YoonSeok - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 47
Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Casalzinho


Estava eu pensando em minha voda destruída, eu poderia ser feliz, certo? Hoseok se encontrava com alguns outros homens e mulheres de vez em quando – ele era bissexual –, que mal faria se eu também me divertisse. Com isso em mente, alcancei meu celular no balcão da cozinha, enviando uma mensagem á Jimin. Desde que me casei, não recebi mais suas mensagens, que de certa forma me deixavam chateado. Antes de começarmos a nos pegar de vez em quando, eramos amigos, e até nos encontramos algumas vezes no campus da faculdade. Jimin cursava medicina, e por conta disso quase sempre passávamos o tempo livre juntos, no refeitório, estudando, ou se pegando.

Yoongi: Oi Chimchim!

Admito que fiquei nervoso quando apertei para enviar, eu estaria traindo Hoseok, mas... Não! Yoongi, não é tão mal quanto parece, Hoseok faz o mesmo com você.

Em pouco tempo, Jimin fica online, respondendo á minha mensagem.

ChimChim: Suga-Hyung! Quanto tempo.

Me escorei na bancada da cozinha, passando uma das mãos por meu cabelo preto.

Yoongi: Sim, como está?

ChimChim: Um pouco cansado das provas.

Yoongi: Medicina é realmente bem puxado.

ChimChim: Sim, estou quase devorando meus livros.

Jimin tinha um bom humor, e como o esperado, me faz sorrir.

Yoongi: Não está se contentando com o lanche?

ChimChim: Idiota *risos*.

Yoongi: Está a fim de sair? Pra desestressar.

ChimChim: É uma boa idéia. A onde quer ir?

Yoongi: Não sei, pensei em algo mais caseiro. Ver um filme em casa, talvez.

ChimChim: Seu marido não vai achar ruim?

Yoongi: Vai nada. Pode vir, estarei te esperando.

ChimChim: Tudo bem, prepare a pipoca!

Rio com a mensagem, levando um susto com a voz súbita de Hoseok.

— Está rindo de que? — Ele pergunta, afrouxando a gravata que tinha á volta do pescoço.

— Nada. — Sacudo a cabeça, dando de ombros.

Yoongi: Estarei te esperando.

Saio da cozinha, ouvindo um chamado de Hoseok, mas apenas ignoro, subindo para meu quarto.

Dispo minhas roupas desleixadas de fim de semana, as substituindo por uma calça jeans rasgada aos meus joelhos, acompanhada de uma camiseta branca que caía pouco abaixo de minhas coxas. Eu era acostumado com esse tipo largo de roupas, até gostava, apesar de meus pais sempre dizerem que um terno sempre cairia melhor. 

Coloquei um boné branco sobre meu cabelo negro desgrenhado, voltando a descer para a sala, e me sentando no estofado.

— Vou pro treino.

— Vá.

Ouço a porta ser aberta, e Hoseok sair logo em seguida. De fato, Hoseok passava pouco tempo em casa, até mesmo em finais de semana. Não que eu esteja reclamando, longe disso, gosto de ficar sozinho e sem ele para irritar meu gato. Dom Casmurro, o adotei faz uns dois meses, tem um pelo laranja e é gordo, quase o troquei por um coelho branco de olhos vermelhos, mas a ideia de que ele morreria em pouco tempo me fez optar pelo gato.

— Bebê. — O chamei, quando passou pela sala, nem dando moral. Okay, talvez ele seja ignorante as vezes. — Fui eu que te tirei daquele inferno, podia ser um pouco agradecido. — Ele mia. — Certo, você quer comer.

Me arrasto para fora do sofá, voltando a encher a tigelinha de ração, que era vermelha. Dom tinha cores vibrantes.

Dois toques na porta me despertam, e sacudo a cabeça, lembrando que Jimin sempre chegava cedo em compromissos. Sorrio, abrindo a porta comprida de madeira. 

— Yoongi. — Seu rosto abre um sorriso, que faz seus olhos fecharem. Com o tempo que não o vi, Jimin melhorou muito fisicamente – não que ele já não fosse bonito naquele tempo –. Seu cabelo estava platinado, e repartido de lado, seu corpo estava mais volumoso, e noto suas coxas e braços mais firmes. Quando se tratava de músculos, Jimin se esforçava ao máximo para dar seu melhor.

— Entre. — Dei espaço na porta, e ele entrou, olhando a volta. — Se sinta a vontade.

— Está muito bem, hyung.

— Aqui é tedioso.

— Estou falando de você, não do apartamento. — Engulo em seco quando sinto uma de suas mãos tocarem o fim de minhas costas, soltando uma lufada de ar.

— Você pega as coisas rápido.

— Isso é bom, huh? — Sou virado em sua direção, tendo seus olhos fixos em meu rosto. — Ficou bem de cabelo preto.

— Obrigado. — Encolho, os ombros, dando um sorriso sincero. — Que filme quer ver?

— Pode ser qualquer um.

Jimin se sentou no sofá, e me abaixei á frente da TV, arrastando uma caixa de filmes para fora da estante. 

— Gosta de ficção? — Ele murmurou um "sim" como resposta, e me dando por vencido, escolho o primeiro filme da trilogia de Divergent. É verdade que eu era um viciado por sagas e séries, me faziam compania nas tardes.

Coloquei o CD no aparelho de filme, me sentando ao lado do mais novo no sofá, sentindo imediatamente um de seus braços passando por meus ombros.

— Estudando muito? — Ele perguntou.

— Um pouco. — Solto um longo suspiro. — Fiquei um pouco perdido na época do casamento, a mídia ficou muito em cima.

— Imagino que tenha ficado.

O papo se encerra em pouco tempo, com o inicio do filme futurístico. 

De forma irônica, me sinto como a Beatriz; diferente da maioria, não tendo um lugar certo na terra. Sou o diferentão da familia, não gosto nem um pouco da faculdade que curso, e por mim, moraria num apê próximo ao campus, ou até mesmo o dormitório que a faculdade fornece. Acho que todo mundo, no fundo, tem esse lado rebelde. 

Em menos de dez minutos de filme, Jimin desliza a mão por meu joelho, subindo para minha coxa, causando arrepios impropositais.

— É faxada. — Jogo no ar.

— Oque? — Jimin vira o rosto para mim, observando com atenção oque eu falava.

— O casamento. É faxada.

Ele parece surpreso, e um sorriso sai de meus lábios.

— Você não achou que eu realmente estivesse apaixonado por esse idiota, certo?

— Sinceramente? Achei...

— Pensei que me conhecesse. — Coloco a mão sobre meu peito, fingindo estar ofendido. 

— Desculpe por isso. — Ele ri, deixando um beijo em minha bochecha. — E isso quer dizer...?

— Que continuo totalmente livre. — Pouso minha mão sobre a sua que estava em minha coxa coberta pela calça. — Pra você, talvez.

Em vez de alguma resposta, Jimin vira meu rosto com dois dos dedos em meu queixo, dando com seu rosto perigosamente próximo do meu. Pode soar estranho ou errado, mas eu senti saudades disso. Fecho os olhos ao sentir seus lábios cheios sobre os meus, inclinando o rosto para o lado, seguindo seus movimentos. Com um pouco de dificuldade, me deito sobre o sofá, tendo Jimin sobre meu corpo em seguida, pedindo passagem para sua língua em minha boca. 

Ah alguns meses atrás, estávamos na mesma situação, ambos desprovidos de roupas deitados no sofá de sua casa, quando fomos impedidos de continuar por meu celular tocando. Era meu pai, dizendo que eu me casaria com um completo idiota e estranho.

Suas mãos descem para minhas coxas, as acariciando com a ponta dos dedos, tendo a passagem cedida logo em seguida. Sua lingua toca á minha, enviando uma corrente de calor por todo meu corpo. Jimin era bom no que fazia, embora numa tenha provado algo mais de seus lábios me chupando, e vice-versa. 

— Estou atrapalhando o casalzinho aí?





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