História Sexo, Drogas e Itachi. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Deidara, Fugaku Uchiha, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sarada Uchiha
Tags Acidente, Akatsuki, Amigos, Amor, Armas, Bdsm, Boruto, Brasil, Carro, Casamento, Deidara, Drama, Drogas, Incesto, Itachi, Japao, Morte, Naruhina, Naruto, Nudez, Revelaçoes, Romance, Sadomasoquismo, Sakura, Sarada, Sasuke, Sasusaku, Sexo, Sobrinha, Tio, Traficante, Trafico
Visualizações 182
Palavras 2.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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OBS:CASO VOCê AINDA NÃO TENHA ENTENDIDO
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Capítulo 2 - A Outra Vadia.


Fanfic / Fanfiction Sexo, Drogas e Itachi. - Capítulo 2 - A Outra Vadia.

— ''Puta merda, eu cheguei a cinco minutos e já tenho que cuidar de criança''. Lembro-me bem de ter pensado isso quando fomos ao parque.:Sarada dava uma risada alta e eu a acompanhava com um sorriso, eu amava seu riso doce e puro, interessada no assunto ela subia em meu peito apoiando seus seios em crescimento no meu tórax usando as duas mãos para lhe dar apoio para se manter erguida. — Mas de certo modo, ali, naquele dia, eu já sentia algo por você…

— Não quero que se afaste de mim. :Olhava para Sarada que concordava, ao chegar no parque me sentava em um banco enquanto ainda com o cigarro sobre a boca observava-a brincar, ela viraria uma linda mulher, por um instante meu pau pulsava, mas logo afastava meus pensamentos sobre a garota, ela era minha sobrinha, e era uma criança, a puta mais nova que eu transei teria dezessete, eu nunca encostaria em minha sobrinha sendo tão nova, e ainda sim me questionava porque ainda colocava a possibilidade de encostar nela no futuro.

— Sua filha? :Um ''anjo'', me acordara de meus devaneios pervertidos, agradecia por aquilo, conversar seria um modo de eu me distrair.

— Não, minha sobrinha. :Dizia enquanto ela me olhava de volta, conhecia um olhar malicioso de longe, e aquela mulher teria esse olhar.

— Ela é linda, aquele é meu filho. :A morena dizia apontando para uma criança que aparentava a idade de Sarada, o menino de olhos azuis e cabelos loiros não me interessava nem um pouco, e sim sua mãe.

— Ele não parece nada com você. :Brincava, a mulher dava um sorriso, percebia que ela estava flertando comigo, e com isso ia conseguir uma foda fácil.

— Ele é a cara do pai. :Por um segundo orava para os dois não estarem juntos, para constatar minha hipótese meus olhos iam ao encontro do seu dedo.

— Sim, eu sou casada. :Ela dava uma risada e eu a acompanhava, ela não parecia ser uma mulher difícil, eu conhecia mulheres daquele tipo, sempre precisando de carinho, mas com maridos que não fazem o seu trabalho direito. — Meu marido é presidente de uma industria, ele fica a semana toda fora, então é apenas eu e meus filhos. :A morena se mostrava carente.

— Bem, eu estou a procura de um emprego, então se houver qualquer coisa que eu possa fazer por você quando seu marido estiver fora é só me chamar. :Dava um sorriso malicioso e entregava meu cartão. — A proposito, meu nome é Itachi.

— Prazer, Hinata. :A mulher com o nome Hinata aparentava seus trinta anos, bem mais velha que eu, mas eu não me importava, já teria deitado com mulheres muito mais velhas. — Agora eu tenho que ir, foi um prazer lhe conhecer Itachi. :Hinata apertava minha mão e saia, eu dava uma risada de canto, mal havia chegado e iria conseguir sexo casual.

— Eu vi você olhando para a mãe do Boruto. :Uma voz irritante me tirava dos meus pensamentos pervertidos. — Você não pode namorar ela, ela é casada. :Sarada estaria com os braços cruzados me encarando, eu soltava um ''tsc'' aquela pirralha não iria atrapalhar minhas fodas.

— Porque você não volta a brincar? :Tentava a distrair enquanto apagava o cigarro no chão. — Eu não te devo explicações e muito menos satisfações. :Antes mesmo de acabar meu pequeno sermão observava os olhos da menina encharcados de lagrimas. — Não me diga que você vai começar a chorar por causa disso. :Eu não sabia lidar com crianças, não entenderia porquê havia causado aquela reação na criança.

— O Boruto, é filho dela e ele é mal comigo, ele vive me importunando, puxando meus cabelos e me batendo. :Eu por um instante a achava fofa.

— E porque você não bate nele, ou ameaça? :Perguntava e me encostava no banco cruzando as pernas. Mesmo que arrumasse uma foda casual ainda teria a obrigação de ajudar minha sobrinha com esse empecilho.

— Minha mãe diz que eu devo conversar civilizadamente com ele. :Ela sentava ao meu lado, Sarada era uma menina muito esperta para sua idade. — E se caso não der certo é porque ele gosta de mim. :Eu soltava uma risada um tanto quanto alta.

— De onde eu venho nós torturamos e matamos as pessoas que nos enchem. :Ela me olhava de um modo peculiar. — Como você não pode mata-lo, e isso estragaria minha noite com a mãe dele, você pode tortura-lo.

— E como eu faço isso? :Ela me perguntava, eu olhava diretamente para o menino loiro que estava indo embora com a mãe e dizia…

— Eu não acredito que você mandou eu fazer aquilo. :Sarada dava uma alta risada ao lembrar da cena. — E eu não acredito mais ainda que eu fiz. :Ela escondia o rosto avermelhado em meus ombros.

— Mas deu certo não é? :Perguntava apalpando seu corpo macio até chegar em suas nádegas, as segurava firme enquanto a posicionava em cima de mim. — Ao menos deu certo.

— Não, eu fiquei de castigo por semanas por sua causa. :Ela me dava uma leve batida no peito. — E aquilo foi para o meu boletim…

*Sarada

— Alô? O que? Obrigada vou falar com ela. OK comparecerei. :Ouvia a voz da minha mãe ao telefone, engolia seco, já sabia o que viria a seguir.

— Sarada, sua diretora estava ao telefone comigo, ela me disse que você chutou um dos coleguinhas no meio das pernas. :Ela cruzava os braços, parecia irritada.

— Vamos conversar quando seu pai chegar. :Minha mãe estava realmente ríspida, eu me sentia culpada pelo que havia acontecido, ficava no sofá pensando em uma boa desculpa até meu pai chegar. Ao ouvir o barulho da porta abaixava a cabeça, ele entrava e passava as mãos em meus cabelos negros. — Sasuke precisamos conversar. :Ouvia a voz de minha mãe que me encarava, meu pai por um momento estranhava, mas a seguia, ao passar de alguns minutos meu tio Itachi entrava pela porta.

— Foi tudo culpa do tio Itachi. :Dizia ao ver meus pais vindo até mim, Itachi me encarava como se não soubesse do que eu estava falando, meu pai pedia para minha mãe sair e mandava eu e Itachi ir para cozinha, e assim fizemos, ambos na cozinha eu sentada sobre a cadeira e meu tio encostado na parede, meu pai começava o sermão.

— Sakura, sua mãe já conversou com você, violência não resolve nada, se eu souber que você anda batendo nos seus colegas novamente eu tirarei suas idas ao parque, a televisão, seu celular e outras coisas. :Eu ficava inconformada, não era minha culpa, Boruto havia me provocado e eu apenas revidara. — E você. :Ele se direcionava ao meu tio. -Penso que sei muito bem como criar minha filha, você não precisa opinar sobre o que ela deve ou não fazer. :Meu tio não demonstrava reação, mas cheque-mate, ele derrubou meu pai com uma frase.

— Se soubesse cuidar tão bem da sua filha saberia que ela anda apanhando de um garoto e faria algo. :Eu abria a boca em formato de ó, podia se ver uma veia brotar da testa de meu pai, ele estava zangado, por um momento pensei que haveria uma briga, mas eles estavam se controlando ao extremo.

— Ela é uma criança Itachi, você não pode ensinar as coisas que você fazia para uma criança. :Meu pai ainda calmo tentava conversar, Sasuke ao menos era mais paciente que minha mãe, sabia que se ela estivesse ali o tio Itachi estaria morto.
— Eu ensinei você a brigar quando era criança, e olha, você não virou um fracassado, eu apenas estou ajudando ela a se defender…

— Meu pai ficou muito irritado aquele dia. :Dizia lembrando a personalidade forte que meu pai tinha. — Mas ele sabia controlar sua raiva. :Sentava sobre o colo do tio Itachi.

— Eu sabia lidar com seu pai, independente da hierarquia dele na casa eu ainda era o irmão mais velho, mesmo nossa diferença de idade ser apenas de um ano. :Itachi posicionava uma das mãos em meus seios acariciando a aureola rosada deles. — E aquela manhã tinha sido boa de mais para me irritar.

— O que porquê? :Perguntava curiosa, me admirava por ser tão inocente ainda. Itachi não me respondera, ele ficava em um tortuoso silêncio, por um momento tentei lembrar de tudo que havia acontecido aquela tarde…

Após meu pai me deixar de castigo em casa ele e minha mãe haviam saído para minha escola, eu mesmo sendo apenas uma pré-adolescente achava engraçado o modo que eles brigavam com Itachi o repreendendo por ter me levado para o mal caminho, mas da mesma forma me deixavam sobre os cuidados dele, talvez eles ainda tinham esperanças no homem.

— Você está com um cheiro estranho. :Dizia ao entrar no quarto de Itachi e o ver escrevendo algo, por um momento ele me olhava e voltava a dar atenção ao papel e sua caneta. — Você deveria tomar um banho, parece que correu uma maratona. :Ele ainda não dava importância, eu o intervia colocando minhas mãos sobre o papel o encarando em silêncio como uma criança emburrada ansiando por atenção.

— Acenda o cigarro do tio. :Ele dizia tirando seu maço do bolso o colocando na boca, como da outra vez ele me entregava o isqueiro, eu repetia o mesmo processo anterior, colocava os dedos sobre a ponta e o acendia para meu tio que dava uma tragada funda. — Boa menina. :Ele fechava os olhos colocando a cabeça para trás.

— Por que você fuma tanto? Para quem você esta escrevendo essa carta? Por que você mandou eu fazer aquilo com Boruto?.:Eu fazia diversas perguntas, tio Itachi parecia emburrecido com algo.

— Você faz muitas perguntas, primeiro, você não deveria me entregar aos seus pais, se você fizesse isso aonde eu morava já teria perdido um dedo e segundo, eu fumo para poder relaxar, a carta é para os meus amigos que você não vai querer conhecer e eu não mandei, eu sugeri. :Ele voltava os olhos a mim, seus olhos ônix estavam cansados e relaxados.

— Por que você é tão sincero comigo? :Ele bufava, sabia que ele odiava minhas perguntas, mas era minha fase de crescimento, precisava saber mais do mundo. — Minha mãe diz que é bom eu fazer perguntas, e você realmente precisa de um banho tio Itachi…

— Sexo… Você estava cheirando a sexo. :Finalmente percebia enquanto Itachi continuava a esfregar os dedos em meus seios. — Seu canalha, então era isso! :Minha ficha havia caído. — Aquele dia você transou com a mãe do Boruto, a escola ligou para ela ir busca-lo e você estava irritado por ter que voltar para casa cedo, por isso você chegou aquele horário. :Meus dentes rangiam, não saberia a sensação que estava sentindo, meu peito queimava, minha garganta secava, sentia ódio do homem que estava por baixo de mim, me negava a pensar que seria ciumes, mas ele não parecia intensado no assunto, em um momento de raiva desferia-lhe um tapa forte em seu rosto que mal se movia, Itachi aparentava igualmente zangado, em um impulso ele segurava em meu pescoço com força, em uma agilidade sem igual, sentava-se sobre a cama enquanto meu pescoço permanecia pressionado, mas não ao ponto de me causar asfixia.

— Preste atenção vadia, agora eu estou com você, aquilo faz cinco anos e foi só uma vez. :Com uma destreza admirável ele me virava na cama fazendo com que eu ficasse de bruços, meu tio subia em minhas costas como um leão avançando em sua fêmea, ainda segurando em meu pescoço ele se inclinava até o lóbulo de minha orelha e sussurrava. — Antes de pensar em me bater novamente reveja seus conceitos, porque eu não sou de perdoar, e você sabe disso. :Eu permanecia em silêncio, sabia e já havia sentido a força bruta de Itachi e não estava a fim de sentir novamente, Itachi então me soltava e dava beijos doces sobre minhas costas, ele mudara seu comportamento drasticamente, mas eu entendia, ele não gostava de ser machucado por mais que meu tapa não houvesse feito nenhum arranhão. Pela excitação de seus beijos eu levemente erguia meu traseiro em sua direção, apreciava seu membro endurecendo em minha bunda, ele repousava a cabeça sobre meu ombro. — Você é uma boa puta, me diga o que você quer.

— Você me criou assim tio. :Sorria levemente para ele. — Me foda. :Pedia manhosamente, o moreno virava-me para frente e me erguia com seus braços fortes, ele me posicionava na altura de seu membro, seu pau já duro procurava a entrada da minha vagina persistentemente, em apenas uma estocada ele me invadia por completo, murmurava algo que nem mesmo eu poderia entender, Itachi parava por um momento esperando minha intimidade se acostumar ao seu membro e voltava a me penetrar fazendo movimento frenéticos, ele me guiava a sala enquanto seus braços faziam o serviço de erguer e descer meu corpo franzino, em algumas estocadas já estávamos na cozinha onde Itachi me depositava sobre a mesa de bruços.

— Você é tão deliciosa. :Ele se deleitava com cada centímetro da minha boceta carnuda, seu toque era quente seu cheiro masculino me fazia lembrar a época que eu adorava ficar ao seu lado para sentir aquele odor natural de um homem viril, como uma fêmea me entregava completamente a ele, meu tio era experiente, na maioria das vezes ele quem conduzia as nossas fodas incessantes. — Vadia, dê toda essa boceta para seu tio. :Ele adora me xingar, e eu adorava ser xingada, amava o modo brutal que ele me tratava, mas depois sabia que ele cuidaria de todos os ferimentos, como ele sempre fazia, suas mãos grandes seguravam em minha cintura de modo que ele conseguiria melhor equilíbrio do meu corpo, meus pés mal tocavam o chão, minha barriga estava compressada sobre a mesa de vidro e seu pênis era empurrado para frente e para trás, estava em êxtase, eu não conseguia mais controlar meus gemidos, minha preocupação sobre os vizinhos estarem ouvindo o que estava acontecendo havia desaparecido, Itachi agora espalmava minha bunda, o silêncio era quebrado por gemidos, gritos, estalos e murmúrios, toda aquela transa estava me fazendo recordar de quando peguei meus pais transando…


Continua…
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado xD
Obs:Tera muita safadeza nessa fic, então se você não gosta aguentar o coração xD

Até a proxima guys!


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