História Sexology - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Scarlett Leithold
Exibições 639
Palavras 2.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi amoresssss
Devo começar pedindo perdão por ter sumido esse tempão, não é?
Então, tive um puta bloqueio de criatividade misturado com problemas pessoais e política ( Sim, política). Por isso fiquei sem postar, mas juro de dedinho que nunca mais vou abandonar Sexology por tanto tempo szsz
Esse capítulo foi feito com algumas idéias da Bruna, vou deixar o link da fanfic dela nas notas finais!
Capítulo sem revisão, irei revisá-lo no fim de semana junto a todos os outros capítulos que já postei. Se houver qualquer mudança irei avisá-los no próximo capítulo.

Boa leitura procês sz

Capítulo 6 - Chapter Six


Fanfic / Fanfiction Sexology - Capítulo 6 - Chapter Six

Lílian Morgan

As palavras saíam dos lábios rosados de Justin quase que como xingamentos, cada vírgula me atingia em peso e não posso negar que tudo que ele disse é verdade. Venho alimentando uma paixão platônica sem noção e por isso não consigo sequer pensarem outro homem, mas também não consigo me entregar por completo para Justin por simplesmente ter medo de acabar com o coração partido.

Certo. Sempre sonhei em ter um momento com Justin, e agora tenho a oportunidade de tê-lo - mesmo que por poucos minutos - entre meus dedos, não deixarei que tudo que sonhei nos últimos anos vá embora sem que eu ao menos tente fazê-lo ficar.

   — Vamos, Lily. Sei que você quer isso, quer mais que tudo. — Sua aproximação repentina me tirou o fôlego, logo suas mãos voltaram para minhas coxas em busca de apoio. - Você só precisa fechar os olhos.

  — Não quero fazer isso, Justin. Respeite minha decisão.

  — Eu poderia respeitá-la, se pelo menos estivesse acreditando. — Aos poucos sua língua percorreu pela fina pele de meu pescoço, e com isso seu corpo tampava o meu por cima do banco do carro, que aquele ponto já estava totalmente reclinado. — Feche os olhos, meu bem.

Apenas assenti, deixando de lado toda e qualquer decisão que havia tomado até aquele segundo. Poderia estar ficando louca por causa do cheiro do homem que estava por cima de mim, aquilo era uma droga e eu sou sua dependente.

Fechei meus olhos, dando-lhe livre acesso a qualquer parte de meu corpo. Me entregando e corpo e alma, como sempre.

   — Boa garota. — Sua voz saiu abafada por meu cabelo, mas mesmo assim pude entender perfeitamente o que ele quis dizer. Ele gosta de garotas obedientes, irei anotar isso para sempre servi-lo.

Justin puxou os fios loiros de meu cabelo o lado esquerdo, fazendo com que minha cabeça também tombasse para o mesmo lado. Com isso, ele deslizou seus lábios por toda a extensão de meu pescoço, vez ou outra deixando uma mordida fraca.

  — Sem marcas, querido. — Implorei em um sussurro quase inaudível.

Passou a mão pela lateral de meu corpo o juntando ao dele, em seguida, penetrou sua mão pelo interior de minha blusa abrindo meu sutiã sem dificuldades. Talvez tivesse feito aquilo um milhão de vezes em sua vida, nem eu sabia como abrir um sutiã com tanta facilidade. Eu o odiava por ser assim, mas o amava pelo mesmo motivo. Junto ao sutiã, minha blusa saiu de meu corpo sem demoras, e meu rosto se ruborizou em questão de segundos por estar semi-nua pela primeira vez na frente de um homem; na frente de Justin Bieber, para ser mais precisa.

Uma de suas mãos se posicionou em minha nuca me puxando com um pouco de força e eu abri os olhos rapidamente encarando os seus que estavam bem à frente dos meus

  — Feche os olhos Lílian — A suavidade misturada com a autoridade em sua voz me fizeram obedecê-lo, era isso que me deixava louca.

Seus lábios encontraram os meus de maneira rápida pedindo passagem para um beijo, e eu cedi logo de primeira. Era como se meu corpo não me obedecesse mais, não sabia como resistir à aquele encontro de desejos.

Deixo que o calor do momento me guie para onde for, logo estava com uma das mãos posicionadas em seu ombro e a outra em sua nuca, aprofundando o beijo com pouco mais de intensidade. Suas mãos passeavam por meu corpo enquanto sua língua dançava junto a minha, e seu corpo por cima do meu me permitiu sentir a rigidez que se formava por de baixo de sua calça em encontro a minha vagina, que mesmo coberta por um jeans, não deixava de pulsar implorando por atenção.

Ele deixa meus lábios depositando leves mordidas e então volta sua atenção para meu pescoço, onde deixou um chupão ignorando totalmente meu pedido de não deixar marcas. Usar maquiagem não era meu forte, tampar aquela marca será uma tortura para alguém como eu.

Seus lábios traçaram uma trilha até meu seio esquerdo e sua língua rodeou meu mamilo, forçando-me a gemer de tamanha altura. Tudo era novo para mim, estava deslumbrada com tal sensação. Logo mordeu meu mamilo e o soltou após puxá-lo ao máximo, deixando os pelos de meu corpo extremamente ouriçados. Sua mão fazia o trabalha de entreter o outro seio, deslizando o polegar por cima de meu mamilo com precisão. Vez ou outra eu tentava remexer meu quadril contra o seu, mas era em vão. Justin era extremamente controlador, ao ponto de impedir-me de tentar entrar em seu jogo.

Empurro levemente seu corpo para longe do meu, enquanto me contorcia em busca de sanidade mental naquele instante. Mordi meu lábio inferior para abafar um gemido que logo escaparia de minha boca, aquilo tinha gosto de pecado e confesso que eu estava amando ser uma pecadora.

Sua mão desceu pela lateral de meu corpo até alcançar minha cintura, local onde ele apertou e puxou ainda mais meu corpo contra o seu, agora se encaixando perfeitamente entre minhas pernas, seu membro estava duro como pedra e eu gemi baixinho no pé de seu ouvido por causa da sensação causada por contato tão íntimo, em resposta, recebi uma arfada.

  — Você só virgem, não é? — Ele sussurrou contra a pele de meu pescoço enquanto beijava devagar aquela área.

   — S-sim, meu bem. — Não era minha intenção chamá-lo de forma carinhosa, mas eu simplesmente não tinha controle de meu corpo naquele momento.

   — Você só precisa relaxar e curtir o momento... — Sorriu.

   O sorriso dele era uma das coisas mais lindas que eu já vi, sem dúvidas já pode entrar para o livro das coisas mais lindas do mundo. Justin é uma da pessoas mais especiais do mundo para mim mesmo sem fazer muito coisa, seu jeito de ser me conquistou logo no primeiro momento e ele sabe muito bem que tem tudo o que quiser de mim só com um estalar de dedos.

  Assenti a suas palavras e respirei fundo antes de deixá-lo puxar minha calça para baixo, quando feito isso, ele a jogou no banco de trás. Sua mão desceu por minha coxa em leves carícias e logo a ponta de seus dedos tocaram minha intimidade por cima do fino tecido da renda de minha calcinha. A sensação de culpa tomou conta de meu corpo. Eu não deveria fazer isso, ele era quase quinze anos mais velho que eu, é amigo de longa data de meu pai, me carregou no colo quando pequena e agora eu estou aqui na porta de minha casa entregando meu corpo para ele. É errado, muito errado.

   — Justin, melhor não fazermos isso...

  — Disse baixo em meio a um gemido, um de seus dedos havia encontrado meu clitóris. — Estou falando sério, por favor.

  Ele parecia não me ouvir, apenas continuava com aquele movimentos torturantes. Respirei fundo diversas vezes, impedindo que um gemido escapasse de meus lábios devido ao seu membro que não parava de tocar em minha perna. Abri os olhos, passando a empurrar sua mão para mais longe.

   — E-eu não quero fazer isso.

  — Porque, princesa? Não gostou de meus toques?

   — Justin, isso é errado. Eu preciso ir embora. — Disse atropelando as palavras, meus seios estavam a mostra e minha intimidade tampando apenas pela renda branca de minha calcinha. — Me desculpe, mas...

   — Vai embora, Lílian.

   — Eu não deveria ter...

   — Não lhe disse para ir embora, caralho? — Esbravejou.

   Meus olhos encheram-se de lágrimas, confesso, mas é tudo culpa minha. Devo apenas aceitar a vida como ela é e seguir em frente. 

    Assenti a suas palavras e peguei minha blusa junto a meu sutiã que estavam no banco ao lado, ao fazer isso, Justin foi para o seu banco e prendeu um cigarro em meio a seus lábios e o acendeu, tragando e soltando a fumaça para fora do carro através da janela que ele havia acabado de abrir.

    O clima estava tenso e eu podia sentir o poder do silêncio sobre mim. Depois de vestir minha roupa, peguei minha bolsa e a posicionei em meu ombro. Direcionei o olhar para Justin pela primeira vez desde sua última fala.

   — Obrigada pela carona. Boa noite, Justin.

   — Tanto faz. — Foram suas últimas palavras antes de eu sair do carro.

   Usei passos largos para chegar logo em casa. Só queria tomar um banho quente e dormir, amanhã terei apenas os três primeiros tempos e então poderei seguir meu fim de semana como se nada tivesse acontecido entre nós.

   Fui para meu quarto e logo ao entrar me despi de toda a roupa que estava usando, segui até meu banheiro e entrei no box girando o registro permitindo que a água quente caísse sobre meu corpo. Me ensaboei e não fiz questão de lavar o cabelo, estava ótimo daquele jeito. Após cerca de quinze minutos debaixo da água quente, fechei o registro e me enrolei em minha toalha que há segundos atrás estava em um gancho na parede. Segui para meu quarto, e quando já estava seca vesti um pijama que pudesse me deixar devidamente aquecida.

  Já estava tarde para alguém que deve acordar no mínimo as seis e meia da manhã, o sono estava tomando conta de meu corpo que, apesar de toda adrenalina, permanecia extremamente cansado depois do ocorrido no colégio. Caralho! Eu não liguei para Kelsey para avisar que já estou em casa, a uma hora dessas ela está surtando!

   Peguei meu celular na ponta de minha cama e me deitei, tampando até a altura de minha cintura com o cobertor. Selecionei o contato de Kelsey e entrei no chat.

   "Já está em casa? Cheguei há algum tempo e acabei esquecendo de ligar para você."

   Ela ficou online quase que no mesmo instante em que a mensagem caiu em seu celular. 

   "Hum... Cheguei há um bom tempo. Obrigada por perguntar, boa noite."

   Certo, ela estava com raiva e não havia nada que eu pudesse fazer para mudar sua idéia através do celular, terei que conversar com Kelsey pessoalmente para implorar seu perdão.

    Meus olhos estavam pesados, deixei meu celular no criado mudo ao lado de minha cama e em questão de minutos, caí no sono.

× × ×

Acordei com os raios de sol em meu rosto, pisquei diversas vezes até me acostumar com a claridade em que meu quarto se encontrava. Levantei devagar e segui até o banheiro para fazer minha higiene matinal, em seguida, fui até meu armário, optando por vestir apenas uma blusa justa de cor branca e uma calça jeans preta, calcei sapatilhas de cor nude e arrumei meu cabelo em um rabo de cavalo. Peguei meus livros e os coloquei em minha mochila.

   Desci as escadas sem muita pressa, focando minha mente na escola e não na noite passada. Como vou prestar atenção no teste rápido de sexologia sabendo que Justin está na mesma sala que eu? Ainda mais depois de um encontro como aquele.

    Entrei na cozinha onde minha mãe já estava sentada à mesa junto a meu pai. Caminhei em passos largos até uma cadeira vazia de frente para meus pais.

   — Bom dia, meus amores. — Sorri enquanto pegava uma torrada e espalhava geléia de morando por sua superfície. — Dormiram bem?

   — Vejo que dormiu bem, Lílian. — Minha mãe sorriu. — Me diz, sonhou com um daqueles garotos que você vê na televisão? Aquele lobo ou o amigo dele?

   — Na verdade, não, mas não seria um problema sonhar com eles, não é mesmo? — Minha mãe, como eu, era apaixonada por Teen Wolf. Apesar de todas as brigas, ainda continuávamos amigas.

   Ela riu e meu pai fez um sinal com a mão como se quisesse ser notado.

  — Eu ainda estou aqui. Vocês podem me ver, loucas por lobos?

   — Isso é ciúme, senhor Morgan? — O assunto estava tão agradável que já estava em minha quarta torrada.

   — Você vai se atrasar, Lily. Deixe seu pai e o ciúme dele. — Minha mãe disse ao se levantar da mesa para retirar o café. — Tenha uma boa aula.

   Me levantei e peguei minha mochila no chão, a posicionei em meu ombro. 

  — Obrigada, até mais tarde. Bom trabalho para vocês. — Disse em tom mais alto enquanto seguia na direção da porta.
  
   O tempo estava um pouco fechado, as nuvens escuras cobriam o azul do céu. Eu sinceramente odiava aquilo, uma tempestade cairia e eu odiava trovões e relâmpagos mais que tudo nesse mundo.

    Caminhei em passos largos para chegar ao colégio antes da chuva fina começar a cair, a garoa me pegou no portão de entrada. Segui até o fundo do colégio onde o campo de futebol de encontrava, mas ao certo faríamos educação física na quadra de basquete devido ao tempo fechado.

   Ao fazer a curva que dava acesso ao campo, eu não poderia ter melhor visão: Uma menina no primeiro ano entre as pernas de Justin, esfregando o pênis do mesmo entre seus seios.

    Ele pareceu ter me visto, mas apenas ignorou minha presença. Minhas pernas estavam travadas, eu não sabia para onde ir, e sem responder por mim, eu já estava ao lado de Justin acertando-lhe um tapa na face direita.

  — Você não tem vergonha, seu filho da puta! — Disse em um tom mediano para que apenas ele e a garota ouvissem. 

  — Quem você pensa que é pra me bater? — Ele segurou meu pulso quando iria o acertar com outro tapa. — Ficou maluca, Lílian?!

  — Sai daqui agora! — Esbravejeo para a garota que me olhava sem entender nada, em segundos ela vestiu sua blusa e saiu do meu campo de visão.

    Respirei fundo diversas vezes de olhos fechados. Mas que porra eu estava fazendo?!

   — Nós não temos nada, Lílian. Você não tem o direito de encostar a mão em mim, e caso isso  aconteça novamente, não responderei por meus atos! Está ficando louca, por algum acaso? Eu não tenho culpa se você mantém uma ilusão em sua cabeça, viva essa sua merda de vida, estou pouco me fodendo desde que você não atrapalhe de viver a minha vida. — Levantou, enquanto mantinha um dedo em meu rosto. Seu rosto estava vermelho e ele gritava. — Você só provou que não serve e nunca servirá para me satisfazer. Nunca! Agora, peço licença, tenho outras garotas melhores que você para foder.
 


Notas Finais


Gostaram? Comentem o que gostaram e o que estão achando do desenvolvimento da história. Até o próximo capítulo, meus amores.

Twitter: https://mobile.twitter.com/shedrewbad
Instagram: lorh._
Snapchat: Lorhmelo

Link da fanfic da Bruna mozão: The perfect imperfection
https://spiritfanfics.com/historia/the-perfect-imperfection-6675359


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