História Sfagí - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 0
Palavras 569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite, seres noturnos (na verdade 'meio' pois ainda são 18h)
Como estão?
De repente me deu vontade de postar uma fic mesmo, com mais capítulos e sombria.

Espero que gostem, vou tentar betar em todos os capítulos.

Capítulo 1 - Início (?)


E então?

°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°

A volta pra casa era sempre muito silenciosa. Apesar de morar na parte urbana da cidade, era muito comum não se ouvir os carros passarem; ou pessoas correndo como deveriam quando estavam atrasadas para o trabalho; animais perdidos e famintos; 

Essas poderiam ser uma das personalidades de qualquer cidade, menos da minha.

Os passos calmos que eu trilhava dava a entender minha quase nula vontade de chegar em casa. Ao que remete isso, era muito mais aconchegante estar do lado de fora e avistar lojas fechadas e  — quase sempre vazias. O cheiro da poluição no ar de fato pairava. Um mistério? Talvez.

Avisto uma pequena praça e caminho até ela. O barulho dos meus sapatos ressoam no asfalto, e a solidão se torna arrebatadora, mas fica tudo ainda mais sombrio quando o vento se faz presente no momento em que meus dedos flutuam sobre a relva molhada.

— Chega a ser engraçado como os passaros não passam por aqui — não me preocupo em soltar as palavras em tom mais alto; não acho que incomodaria as folhas.

Olho em volta e nenhum ruído é ouvido. As cigarras, conhecidas pela tormenta e magnitude de seu som natural, não ousa exercer essa característica aqui.

No céu, o sol ainda desce lentamente. Nesse instante, com certeza amanhecendo em algum outro lugar. Algum lugar barulhento, algum lugar de verdade.

Mas existe algum lugar assim?

Sobre Sfagí, foi criada como forma de refúgio para os judeus no holocausto. De início, recebeu o nome de cor speculo, de lígua latina, que significa coração de vidro. Tal nome foi dado de início por pensarem que mesmo a cidade sendo frágil e pequena, carregava consigo um bem maior.

Em outras palavras, o frio da cidade era cortante. Uma simples brisa e seu rubro rosto e ganhava um corte... e mais um... e mais outro... Até que não ouvesse mais o que cortar.

Os judeus viveram — melhor, sobreviveram — apenas por alguns dias. Crianças congeladas e pés azulados; idosos com cortes por todo o pouco couro cabeludo; homens e mulheres mortos no meio do caminho. Provavelmente em busca de alimento. E assim era preferível morrer à ser torturado por ser quem eram.

Os ventos da cidade mudaram totalmente as rédeas. Foram para o sul, tornando-a mais habitável. Muitos costumavam passar as férias por aqui para esquecer o ensurdecedor urbano à fora. Durante a noite, costumavam sair para sentir o frescor das plantas.

No amanhecer, era costume ver restos de ossos jogados por todos os lados. Secos. Sem vida. Parecendo milimetricamente polídos. Nessa época, a cidade ganhou um novo nome: mane esurientem. Significa madrugada faminta, dado que, ao que parece, nas madrugadas silenciosas, a cidade se alimentava de seus visitantes.

Décadas mais tarde, foi descoberto na cidade uma usina nuclear desativada.  Por anos tornou-se turística, mas logo esquecida aos olhos de muitos. Viajantes de outros continentes, refugiados das guerras em seus paises e cidades natais, descobriram essa pacata e silenciosa casa de bonecas, como costumo chamar.

Soube que muitos países e pessoas se foram com a guerra. Ao que parece, os mares secaram a só há carne morta dos tubarões e polvos nos "mares".

Apenas quatrocentos e cinquenta e sete habitam esse lugar. Não há turistas. A escola é fazia. O posto de saúde não abre as portas e há apenas um mercado e padaria por aqui.

Já no portão de casa, volto meus olhos castanhos para a imensa névoa que se arremessa sobre a pequena praça.

Boa noite, solitudinem 


Notas Finais


Anyway, é isso. Voltarei ainda nessa semana (com um pouco mais de introdução) mas juro que a ação vai começar.

Vou pedir pra minha best (~Ale_sandr4) fazer uma capa bitiful pra vcs, ta bom?

Boa noite!!


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