História Shades Of Blue. - Capítulo 1


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Categorias House, Hugh Laurie, Originais
Personagens Gregory House, Hugh Laurie, Personagens Originais
Tags 50tonsdecinza, Drhouse, Estocolmo, House, Hughlaurie, Psicopatas, Psicopatia, Sociopatas, Sociopatia
Visualizações 2
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Hentai, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Como o amor se tornou tão violento?
Você era meu ursinho de pelúcia,
Tudo era tão doce, até você tentar me matar."

Capítulo 1 - Momento Errado.


Fanfic / Fanfiction Shades Of Blue. - Capítulo 1 - Momento Errado.

-É apenas uma aula extra - meu pai diz colocando café na xícara de cada um de nós

-Quando ele ligou ? - minha mãe pergunta tomando um gole do café

-Ontem a noite,mas acho que não é nada sério,apenas uma reposição.Nós sabemos que Lola é esperta -meu pai passa por mim bagunçando meu cabelos se senta.

Apenas ouço tudo comendo.Tenho essa mania de apenas ouvir.Na verdade eu estou ansiosa para esta aula extra.Nao sei bem o por que de meu professor ter me chamado para isso.Faz três meses que comecei o curso de administração e estou me dando muito bem.Boas notas,nenhuma falta,boa amizade com o professor...

Ah o professor.House,ele gosta de ser chamado assim,Professor House.Ele não parece ligar muito para os alunos,mas ele é legal.Nunca desgruda daquela bengala.Acho bem difícil já que ele realmente tem um problema na perna direita.Mas além de tudo isso,ele é um homem mais velho bem atraente,por assim dizer.Sabe aquele calor que dizem ser amor?Então.Mas não.Nao é amor.Odeio essa palavra.

Vamos lá.Escola de manhã,trabalho a tarde e as 20:00 a tal aula extra.Pelo lado bom vou poder sair mais cedo da lanchonete e ver House.Pelo lado ruim não vou simplesmente poder chegar​ em casa,tomar banho e dormir​.

**********

-Pensei que você fosse a nerd da turma - me patrão diz enquanto tiro os copos sujos de uma mesa 

-Meu também - digo indo até a cozinha com ele atrás de mim 

-Voce fará falta hoje a noite - olho no relógio quase revirando os olhos por estar ouvindo a voz dele 

-Falta menos de uma hora para eu ir,e sim,o senhor sabera se virar sem mim - digo dando um sorriso irônico - tem vários outros empregados por aí - pego o bloquinho e volto para a frente para ver o que um homem qualquer que entrar quer,penso que acabou de entrar por que está lendo um jornal e ele não estava ali no intervalo​ de limpar a outra mesa.

Me aproximo do homem,pelas mãos e a roupa sinto uma energia incomum imaginando quem poderia ser.

-Boa noite - digo - o que deseja? 

-Uma xícara de chá forte e um misto quente. - ele abaixa o jornal, é ele 

Sorrio anotando seu peso e comento:

-Boa pedida professor.

Ele dá um sorriso leve e volta para seu jornal e eu vou grudar o papel no vidro.Depois de um tempo o pedido está pronto e eu vou até a mesa com a bandeja.

-Ansiosa para a aula?Falta 20 minutos. - ele diz me vendo colocar a xícara e o sanduíche na mesa 

-Sim,por sorte moro perto de tudo,o endereço é aquele que o senhor passou para meu pai 

-Sim é o mesmo. - ele dá uma mordida no pão - isso tá muito bom - ele diz de boca cheia,eu sorrio e volto para a cozinha.

**********

-Boa sorte e me ligue qualquer coisa - minha mãe suspira na minha frente enquanto fecho minha mochila e levanto do sofá - ainda não sei se é uma boa ideia você ir 

-Calma mãe - me aproximo e sorrio - as 22:00 estou de volta - ela sorri ainda desconfiada e eu saio 

Meu pai me dá uma carona até a casa do professor.Tambem acho isso estranho,mas isso é comum.Talvez.

Chegamos e meu pai buzinha uma vez,nada.

-Deve estar ocupado - ele comenta.

Me despeço e confirmo a hora,22:00.Saio do carro e ando pela calçada até a porta.Toco a campainha,tudo que ouço é algo pesado caindo,olho para trás e aceno para meu pai,volto para frente e abro a porta.

-Professor? - não há ninguém na sala nem na cozinha.Ouço uma porta fechar no andar de cima.Ele tá bem?

Deixo minha mochila no pé da escada e as subo,presto atenção em altas manchas de sangue no chão.

Assim que alcanço o último degrau e olho para o corredor.Sua bengala está encostada na pare ao lado de uma porta fechada.Vou até ela.

Assim que eu ia girar a maçaneta alguém abre a porta e eu levo um susto ao dar de cara com House.

Ele me olha também assustado e pergunta:

-O que foi?

-Meu apertei a Camila e ouvi um barulho estranho.Entrei e vi o sangue do chão e mais barulhos.Fiquei preocupada...-olho para a perna e reparo o sangue em suas mãos,olho para dentro do quarto aonde ele está na porta a minha frente e vejo o corpo de uma mulher com um uniforme branco,tipo empregada toda ensaguentada na cama.Ele percebe o que vejo e em que situação se encontra e antes que eu fale algo ele me empurra contra a parede batendo em um canto certo da minha cabeça com força me fazendo apagar.


POV HOUSE ON.


Ótimo.Agora estou com um cadáver na minha cama,uma garota desacordada e uma puta dor na perna.

Maldita empregada ladra,contrato uma pessoa para me ajudar e além do salário do mês ela se acha no direito  de roubar minhas coisas,maldita hora que fui flagrar.Nao era ela a vítima de hoje e sim a Dolores,que agora está aqui na minha frente desmaiada.Pelo menos são dois coelhos com uma cajadada só.

*********

Roupa de cama limpa.Cadaver enterrado.Depois de duas horas e meia tudo certo.Ah sim,Dolores no porão.Tipoco filme americano de psicopata,ou psicopata americano.

*********

Tomo meu café da manhã e troco de roupa e desço até o porão.

Entro e Dolores está acordada.E apenas me olha.Me aproximo devagar e com dificuldade me sento a sua frente e deixo a faca ao meu lado.

Tiro a feira de sua boca em um só movimento.Ela continua em silêncio,apenas parece ter um encomodo nos lábios.

-Olha quem não gritou - comento 

-Hora errado,momento errado? - ela pergunta.

-Hora certa,momento certo - respondo e tudo o que ainda recebo e seu olhar calmo 






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