História Shades of Desire. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Eliane Giardini
Exibições 404
Palavras 10.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que vocês gostem 💚

Capítulo 4 - Castigo.


Fanfic / Fanfiction Shades of Desire. - Capítulo 4 - Castigo.

Narrado por Rodrigo Mestriner.
         
       Completamente sem roupa entrei no “boxe” do banheiro, em seguida liguei o chuveiro,  fiquei posicionado bem em baixo da ducha, permiti que a água fria percorresse todo o meu corpo, desde o cabelo até os meus pés. Peguei o shampoo coloquei um pouco do líquido na minha mão esquerda, logo após estava passando o mesmo no meu cabelo, realizando uma massagem, meus dedos “passavam” entre os fios fazendo com que o shampoo fosse até o couro cabeludo.
         Depois de alguns segundos enxaguei, retirando toda a espuma que se formou, fechei os olhos, continuei passando as mãos na cabeça para ajudar na limpeza. Assim que me certifiquei que o cabelo estava limpo, peguei o sabonete e passei por toda a extensão do meu corpo, sem me esquecer de nenhum lugar, sem demorar muito deixei que a água retirasse a espuma causada pelo sabonete, desliguei o chuveiro, sai do “boxe”, peguei a toalha branca em poucos instantes sequei-me, enrolei a mesma na minha cintura, me aproximei da pia, fiz minha higiene pessoal, quando terminei sai do banheiro e caminhei até o meu closet.
        Observei atentamente as peças de roupa, abri uma gaveta que só contém cuecas, escolhi uma box azul escura, retirei a toalha da cintura, a deixando no chão mesmo,  rapidamente vesti a cueca ajeitando confortavelmente o meu membro. Voltei meu olhar para as calças, optei por uma calça jeans escura, assim que vesti a mesma olhei para as camisas, fiquei alguns inconvenientes segundo as olhando, já impaciente com essa dúvida, peguei uma de coloração azul bem claro, após vesti-la peguei um blazer azul escuro, olhei-me no espelho por alguns segundos, está faltando um sapato, calcei um escuro que combina com a forma que estou arrumado.
       Passei perfume em “pontos” estratégicos, peguei a toalha do chão e a levei de volta para o banheiro, peguei uma toalha seca, com auxílio das mãos sequei mais o cabelo, para que não ficasse pingando água, em seguida  já penteei o mesmo. Sorri me observando no espelho do banheiro. Voltei para o quarto, procurei o celular através do olhar, encontrei o aparelho sobre o travesseiro, me aproximei da cama peguei o aparelho, olhei a tela que estava marcando vinte e duas horas e vinte e oito minutos, coloquei o celular no bolso, voltei para o closet peguei o vibrador que comprei ontem, coloquei no bolso do blazer, andei para  fora do quarto, quando cheguei na sala, peguei a minha carteira, a coloquei no bolso também, peguei a chave do carro e sai da residência.
       Destravei o veículo, sem demorar entrei no carro, me acomodei no banco do motorista, liguei o automóvel, em seguida já estava saindo do condomínio, liguei o som do carro, a música logo começou a tocar, aumentei o volume, enquanto dirigia aproveitei para cantarolar algumas partes da música que mais me agrada.
“you must be on to me”(você tem de estar em mim)
“My Wicked touge” (minha língua perversa)
“I’m on to you”(estou de olho em você)
“you want me?”( você me quer?)
           A língua inglesa realmente me fascina,  continuei ouvindo a música, as ruas do Rio de Janeiro ainda estão repletas de veículos, aumentei a potência do ar condicionado quando parei no semáforo. Esperei alguns segundos o sinal ficou verde, segui na direção do apartamento da Beatriz, acabei decorando seu endereço no Leblon. Após alguns minutos parei em frente ao edifício, estacionei o carro, peguei o celular olhei as horas, são exatamente vinte e duas horas e cinquenta e sete minutos. Sai do carro, deixei o som ligado, segui até o porteiro do prédio.
- Boa noite. – falei assim que me aproximei do porteiro.
-Boa noite senhor. – enquanto ele falava, li seu crachá.
-Matias? – ele assentiu afirmando que sim. – Pode informar a moradora Bittencourt que estou a espera dela?
-A dona Beatriz? – Matias perguntou.
-Sim. -respondi sério.
-Vou anunciá-lo, como é o nome do senhor? – ele pegou o telefone fixo e discou alguns números.
- Mestriner. – ele ficou em silêncio alguns instantes.
- Dona Beatriz? ... Estou interfonando  para informa-la que o senhor Mestriner está aqui a sua espera ... Sim senhora. – ele desligou o telefone. – Ela pediu para avisá-lo que ela já está descendo.
- Obrigado. -ele sorriu, voltei para perto do meu carro, encostei-me no Jaguar preto.
       Fiquei uns dez minutos esperando, isso realmente me deixou irritado, detesto atrasos. Entretanto fui surpreendido no instante que voltei meu olhar para a portaria do prédio, Beatriz vinha desfilando na minha direção. Ela está trajando um vestido preto, de comprimento até metade das suas coxas, que valoriza sua cintura, possuí um decote, que a cada passo que ela da encurtando nossa distância a visão fica mais deslumbrante.
        Ela está usando uma sandália de salto fino preto, seus cabelos estão apenas com algumas mechas presas, o restante dos fios estão todos soltos com cachos bem chamativos, seu rosto ainda mais belo, com uma maquiagem discreta, porém usando um batom marcante. Quando ela se aproximou de mim, pude sentir seu perfume, que por alguns segundos me deixou inebriado, porém logo recobrei a minha sanidade e a olhei sério.
-Está atrasada. – falei olhando em seus olhos. -Pensei que tivesse sido bem claro sobre o horário. – ela se aproximou mais de mim. – Que isso não se repita Beatriz. - afirmei sério, mas ela não se amedrontou com a minha voz séria, selou nossos lábios me surpreendendo.
-Não valeu apena esperar? – indagou se afastando de mim, instantaneamente a puxei pela cintura, fazendo nossos corpos se colidirem. – Hum. – gemeu fechando os olhos, sem pensar, a beijei aqui mesmo, sem me importar com nada, apenas me concentrei nela, e em como ela beijava gostosamente.
        Nossas línguas travavam uma batalha avassaladora, incrível como por um segundo de distração minha, essa mulher consegui exercer silenciosamente um poder descomunal sobre mim. Suas mãos acariciam neste momento minhas bochechas, enquanto as minhas a puxavam pela cintura, para que o seu corpo ficasse  ainda mais perto do meu. Sorri assim que finalizei o beijo, ela encostou nossas testas.
-Me desculpe pela demora. – sorri ainda mais, ela me deu um selinho demorado.
-Quanto a isso. – falei me afastando dela. –Você sofrerá um pequeno castigo. – ela mordeu o lábio inferior.
-Castigo? – questionou curiosa, me aproximei da porta do Jaguar. -Que espécie de castigo sofrerei? – a olhei dos pés à cabeça mais uma vez.
-No momento certo você saberá. -ela sorriu sem mostrar os dentes.
           Abri a porta do carro e fiz um pequeno gesto para que ela entrasse no automóvel, ela entrou no veículo, fechei a porta dei a volta e entrei também, a mesma já tinha arrumado o cinto de segurança. Fiz o mesmo em seguida liguei o carro.

Narrado por Beatriz Bittencourt.
     
            Seu carro realmente é maravilhoso, aqui dentro seu perfume é predominantemente, o ar condicionado ligado na potência máxima, fazendo a temperatura dentro do carro diminuir. O som transmitia a música “The last days”, proporcionando um momento misterioso, o observando dirigir, aparentemente concentrado notei que discretamente ele desviava seu olhar para as minhas coxas.
-Para qual lugar você está me levando? – assim que perguntei ele trocou a marcha do carro.
-Você é sempre curiosa? -ele me olhou rapidamente. – Ansiosa?
-Não gosto muito de surpresas. -ele retirou sua mão direita do volante e repousou  a mesma sobre a minha coxa esquerda.
-Tem certeza, que não gosta de ser surpreendida? – sua voz soou provocante, fechei os olhos quando ele apertou minha coxa.  -Confia em mim? – por poucos segundos nos olhamos nos olhos, respirei buscando forças para responde-lo, em nenhum momento o Rodrigo parou de apertar minha coxa.
-Confio. – minha voz soou quase como um sussurro, ele parou de apertar a minha coxa, apenas acariciou a mesma.
-Estamos quase chegando. – ele falou voltando a segurar o volante com ambas as mãos. -Posso garantir que essa noite prazer não te faltará. -mordi meu lábio inferior, imaginando tudo que esse homem é capaz de fazer comigo hoje.
-Essa noite sua paciente pode lhe surpreender. - disse tocando em sua nuca o surpreendendo, notei que ele ficou rígido, acariciei  delicadamente com as unhas o local, Rodrigo inclinou sua cabeça para trás, me permitindo descobrir um dos seus pontos fracos.
        Sem parar de acariciar sua nuca, voltei minha atenção para a música que começou a tocar, com a mão direita retirei o cinto que me prende ao banco. Fechei os olhos por alguns segundos, ouvindo atentamente a música.
-I touch on you more and more every time. (Eu toco em você mais e mais cada vez) – falei em inglês a parte da música, ele suspirou.
-Beatriz.  -sussurrou. – Se continuar, terá que aguentar as consequências. – ele falou assim que aproximei meu rosto do seu ouvido.
-You drive me crazy with pleasure. (você me deixa louca de prazer) – sussurrei em seu ouvido, logo em seguida mordisquei sua orelha.
-Crazy? – perguntou gemendo, aproveitei da sua vulnerabilidade, beijei sua nunca, mordisquei a mesma e em seguida apertei  sua coxa logo após a alisei.
-Madly in love. – cheirei seu pescoço sensualmente, desviei meu olhar para sua calça, percebi que seu membro está dando um volume a mais entre suas pernas. –Não estou fazendo nada, por que está assim? – passei a mão sobre a calça, delicadamente apertei sentindo toda a rigidez do seu membro. -Me diz doutor. – ele freio o carro instantaneamente, me afastei dele, sentando corretamente no banco, rapidamente ele parou o carro no acostamento, sem desligar o veículo, apenas puxou o freio de mão, senti meu coração pulsar mais acelerado, ele soltou o seu cinto de segurança, em um rápido movimento ele abaixou o meu banco me fazendo ficar praticamente deitada.
-Está apreensiva. – ele falou acariciando delicadamente minha barriga, subindo até o meu decote. -Sua respiração te entrega. – fechei meus olhos respirando ofegante.
-Vai me castigar agora doutor? – questionei o olhando ingenuamente, ele apenas assentiu confirmando que sim, colocou a mão no bolso de dentro do blazer, em poucos instantes retirou um objeto de tamanho relativamente pequeno. – O que é isso? – perguntei visivelmente intrigada.
-O objeto que vai lhe proporcionar o seu castigo. – assim que terminou de falar, Rodrigo afastou minhas pernas, enquanto eu apenas o observava, sem me opor a absolutamente nada. Ele afastou um pouquinho meu vestido, senti sua mão tocar minha intimidade por cima da calcinha. -É renda. – mordi os lábios confirmando que sim, ele apalpou mais, sentindo o formato da lingerie, estava com uma calcinha estilo um short, mas bem pequeno e totalmente rendado, de coloração bordô. Quando menos esperei, ele afastou minha calcinha, sentiu a umidade do meu sexo, sorriu um pouco. -Relaxa. -sussurrou, logo em seguida introduziu na minha intimidade aquele objeto, porém o mesmo agora está vibrando, em uma velocidade muito fraca, ele fez a calcinha ficar certa no meu corpo novamente, o que impedirá do vibrador sair.
-Rodrigo. – o olhei com um misto de tesão e medo ao mesmo tempo, sinto minha intimidade se contrair, fiz menção de que iria tocar no meu sexo, porém ele foi mais rápido, segurou meu pulso, o olhei desesperada.
-Você só vai retirar o vibrador quando eu permitir. – assenti concordando. – Agora me mostra que és uma mulher com um autocontrole suficiente. – ele mordiscou meu lábio inferior.
-Hum. – murmurei em protesto, ele se afastou, fez o meu banco inclinar um pouco apenas para frente e voltou a dirigir em alta velocidade.
          Controlei o máximo possível o ritmo da minha respiração, fechei os olhos para não gemer, segurei no banco mantendo o meu autocontrole. Quando voltei minha atenção para o Rodrigo, observei que ele parou novamente o carro, olhei para a janela do meu lado e  um homem se aproximou.
-Chegamos querida. – assim que ele falou, o homem abriu a minha porta estendeu sua mão para mim, segurei a mesma e ele me ajudou a sair do veículo, o Rodrigo saiu no mesmo instante que eu. Em seguida entregou sua chave ao manobrista, deu a volta no carro, fui ao seu encontro.
-Essa é uma das  boates mais caras do Rio de Janeiro. – ele me olhou, segurei em seu braço e seguimos caminhando para a entrada.
- Você merece o melhor. – olhei  admirada com a beleza do local, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, nos aproximamos do recepcionista.
-Boa noite. – ele nos cumprimentou, sorri em resposta. – O nome do senhores? – questionou e voltou seu olhar para um tablet.
- Mestriner. –Rodrigo respondeu, o moço sorriu sem graça.
-Perdoem–me  a indelicadeza, podem entrar. – ele fez um gesto com o braço indicando a entrada. – Sejam muito bem-vindos. – passamos por ele, em poucos segundos adentramos o local.
          A boate está repleta de pessoas das mais diversas idades e estilos, o ambiente é escuro com inúmeras luzes coloridas, uma música eletrônica em um volume muito alto.  Confesso que não me passou pela cabeça que ele poderia me trazer a um lugar como esse, imaginei a tarde toda que ele iria me levar a um restaurante para jantarmos juntos, não comi absolutamente nada, apenas almocei.
         Rodrigo segurou minha mão e seguiu caminhando, apenas o segui, em poucos instantes nos aproximamos do bar, quanto mais eu caminhava, mais sentia o vibrador. Só havia um banco disponível, Rodrigo me fez sentar no mesmo e ficou em minha frente.
-Deseja beber algo? – ele perguntou com um tom de voz mais alto, logo após fez um sinal para o barman.
- Sim, pode ser uma cerveja. – ele me olhou sério.
-Cerveja é vulgar. – ele segurou em meu queixo e me fez olhar em seus olhos. – Não combina com você. – falou próximo ao meu rosto.
-Escolha a bebida que você acha que combina comigo. -pedi sedutoramente em seu ouvido, ele se afastou.
- Traga a dose do whisky  mais antigo que você tiver para mim e um absinto para esta dama. – ele falou com o barman que prontamente foi buscar o pedido. Absinto? O teor  alcoólico desta bebida é  altíssimo.
- Por que optou pelo absinto? – o questionei, ele se posicionou entre minhas pernas.
-Porque é uma das bebidas mais fortes, condiz com a sua personalidade. -sorri para ele, não demorou para o barman nos trazer as duas doses de bebidas. Rodrigo me entregou o absinto, ele ficou me observando, tomei o primeiro gole, o líquido desceu pela minha garganta ardendo, mas não esbocei nenhuma careta, ele ingeriu um pouco do seu whisky também. -Gostou da minha escolha? – sorri afirmando que sim, na realidade estou mentindo, apenas para agradá-lo. Em seguida tomei o restante da dose e desta vez foi impossível não esboçar uma careta, ele sorriu divertido. – Não está acostumada com esse tipo de bebida. – neguei deixando o copo sobre o balcão.
-Não. Devo admitir que essa bebida está completamente fora do meu domínio, geralmente consumo bebida um tanto mais fracas. – ele me ouviu atenciosamente, na medida que o som do ambiente permitia que ele escutasse.
-Não quero que fique com má impressão desta noite, vou pedir algo mais fraco para que você possa relaxar. -O Rodrigo colocou uma mecha do meu cabelo para trás da orelha o mesmo ainda continuava entre as minhas pernas, depositou seu copo de whisky no balcão e chamou o barman novamente.
-Pois não, senhor! – o moço rapidamente falou.
-Gostaria de um absinto prime, para a senhorita por gentileza!
-Faço agora mesmo. – falou atencioso e se retirou.
- Absinto prime? -indaguei curiosa, nunca ouvi falar nessa bebida.
-Sim. Você vai gostar, eu garanto. - disse piscando, após alguns instantes a bebida estava pronta, o rapaz entregou para o Rodrigo, o mesmo pegou a taça e me entregou, tomei um pouco para experimentar ele continuava me observando, essa por sua vez era suave, entretanto ainda é muito forte. -Gostou?
-Sim, suave e ao mesmo tempo extraordinário, gostei! -ele sorriu lindamente.
- Que bom. É a mesma bebida, porém é uma mistura de absinto e champagne ao estilo de Martini. -ele explicou.
-Por isso a cereja? – perguntei analisando a taça.
- É sim. Quero pegar ela da sua boca. - sussurrou em meu ouvido, me causando um arrepio, ele mordiscou minha orelha. Suspirei ofegante, a bebida parecia já estar fazendo efeito, isso sem contar na agonia que estou com um vibrador em meu sexo, oh céus!
          Enquanto apreciava a bebida, Rodrigo tomava seu whisky, ficamos assim por alguns incontáveis segundos. Até que ele aproximou-se novamente e disse:
-Dança pra mim! – sua voz soou como uma ordem, fiquei completamente desesperada.
-Você está falando sério? – ele fez sinal que “sim” com a cabeça. - Eu não vou conseguir, não sei dançar assim. - apontei para as pessoas que dançam no momento na pista de dança
-Quero que dance. – ele se aproximou novamente do meu ouvido. – Sensualmente, até que me desperte o desejo de possui-la. – toquei em seu rosto que já está encostado ao meu, o fiz me olhar.
- Eu não sei. Não vou conseguir. – falei visivelmente desesperada. Ele mordiscou meu lábio inferior e o puxou um pouco para si, me enfraquecendo em seus braços. -Eu não sei como seduzir um homem, ainda mais na pista de dança. – ele voltou a encostar seus lábios no meu ouvido.
- Você vai descobrir o poder que possui através da dança. – falou e me fez ficar em pé. – Liberte toda a sua sensualidade, pense que só estamos nós dois aqui. – assenti concordando, ele pegou a taça da minha mão. –Me faça ensandecer de tesão pelo seu corpo. – disse e em seguida se afastou.
-E se eu não conseguir? Farei você ficar envergonhado. – ele sentou no banco onde eu estava sentada.
-Eu tenho a absoluta certeza que você sabe muito bem como me seduzir. – sorri para ele, ainda amedrontada segui para a pista de dança, meu coração bate em um ritmo aceleradíssimo, assim que parei de andar fiquei de costas para ele, buscando forças para começar a dançar, a música que está tocando não contêm letra apenas uma melodia extremamente sensual.
Narrado por Rodrigo Mestriner.
          Enquanto Beatriz caminhava para o centro da pista de dança, fiz um sinal para o barman e pedi uma nova dose de whisky, deixei a taça da Beatriz sobre o balcão, bebi o restante de whisky que ainda continha no copo. Voltei minha atenção para Beatriz, a mesma está de costas para mim, me proporcionando a visão das suas pernas, mordi o lábio inferior a admirando.
            Em seguida minha bebida chegou, peguei o copo e fiquei realizando um movimento circular, fazendo com que os cubos de gelo se chocassem, após alguns segundos finalmente a Beatriz começou a se movimentar. Me mantive com uma afeição séria, a observando fixamente, ela dança utilizando suas mãos, passando as mesmas por partes estratégicas do seu corpo, me olhando provocativa.
                Beatriz se mexia conforme a batida, a música tinha um ritmo bom, ela rebolava em sincronia com a musica, passava as mãos em seu corpo, a analisava como ela se balançava conforme o ritmo da música, mesmo estando sentado, lancei um olhar matador a ela  e passei a língua em meus lábios, mas nunca desviando o olhar do dela. Podia ver que me encarava com desejo, Beatriz ficou de  costas para mim, antes me deu uma piscada olhou por cima do ombro e me mandou um beijinho, em seguida desceu quase até o chão e rebolou  o máximo possível subindo bem devagar.
               Ela prosseguiu me provocando, mandando beijos, piscadelas ou simplesmente me encarando com olhar sexy. O desejo que em seus olhos era explícito. Mas só de ver ela me encarando, sentia uma vontade incrível de ir até ela no meio da pista de dança e ali mesmo a dominar por completo. Porém necessito combater esse desejo, me concentrar em meu objetivo, que é apenas vê-la dançar.
                Minha mente estava desligada de quais quer pensamentos coerentes. Beatriz apesar da vergonha inicial, agora aparentemente se sentia livre enquanto dançava. Olhei mais uma vez para ela e lancei um sorriso de canto de boca o qual ela retribuiu. A música estava acabando ela foi se movendo mais lentamente, o que não diminuiu em nada a belíssima dança que ela me apresentou, quando a música terminou ela voltou para perto de mim, dançar lhe fez muito bem, a deixou mais sorridente mais solta falando a grosso modo. Ela veio direto para o balcão, pegou sua taça e ingeriu uma boa parte do absinto de uma só vez, levantei da cadeira e a imprensei contra o balcão.
-Surpreendente. – apertei sua cintura, nos aproximei ainda mais e a fiz sentir a rigidez do meu membro. -Perceba como me deixou. – falei em seu ouvido, pude ouvir sua risada, ela inclinou sua cabeça para trás, aproveitei e beijei sua garganta a fazendo morder o lábio inferior, sua mão segurou minha nuca, ela voltou a me olhar.
-Gostou tanto assim? – olhei sua boca sentindo uma vontade avassaladora de beijá-la.
-Quero que dance novamente. – ela negou e tomou o restante da bebida.
- Nem pensar, uma vez já é o suficiente. – afirmou categórica e ingeriu a cereja, sem  perder nenhum segundo dominei seus lábios e acabei roubando a cereja da sua boca, sua mão que antes segurava minha nuca, agora puxa o meu cabelo, interrompi o beijo, ela passou o polegar em meus lábios retirando o batom, em seguida deixou a taça sobre o balcão. -Rodrigo? – me chamou suplicante. – Não aguento mais. – ela entrelaçou seus braços em volta do meu pescoço. – Vou enlouquecer com esse vibrador. – falou contra a minha boca, quase me beijando, puxei uma de suas pernas, a deixando um pouco elevada, fazendo Beatriz sentir ainda mais o vibrador, ela encostou sua cabeça em meu ombro e gemeu, sorri satisfeito.
-Isso é para você aprender a me obedecer. – falei em seu ouvido ela ainda está com a cabeça encostada no meu ombro. – Agora dança para mim. – mordisquei sua orelha, ergui um pouco mais sua perna e apertei sua coxa.
- Aah. – ela gemeu alto. – Rodrigo. – sussurrou contra os meus lábios, passei a língua contornando seus lábios.
- Dança? – beijei apenas seu lábio inferior, logo em seguida mordi seu queixo.
-Faço tudo o que você desejar. – respondeu gemendo, me afastei dela, concedendo passagem, Beatriz respirou profundamente e seguiu caminhando de volta para a pista.
             Beatriz chegou ao centro da pista de dança, a música era menos sensual que a anterior, entretanto ela se responsabilizou por deixar a mesma com um tom mais quente, as luzes davam contraste em seu corpo proporcionando uma visão excepcional. Ela então colocou a mão em suas coxas e massageou-as delicadamente, levantando um pouco seu vestido, onde pude ter mais uma vez a visão privilegiada de suas coxas, assim transformando a dança em algo mais sensual.
               Logo a dança foi ficando mais quente, em um dado momento ela colocou o dedo na boca e me olhava provocativa, eu que estava sentado em minha cadeira apenas a observava  tentando controlar a vontade de transar com ela aqui mesmo nesta pista de dança, só de imaginar o vibrador em meio a sua intimidade, fico completamente alucinado. Beatriz estava ficando no ponto exato, em um minuto de minha distração percebi um homem se aproximar dela, dançando perto e em um tom malicioso, ela não tinha percebido as intenções do mesmo, pois continuava a dançar normalmente se exibindo.
                    Toda essa situação estranhamente está me deixando incomodado, porém nada me irritou mais do que o instante que o homem falou algo em seu ouvido, Beatriz aparentou ter gostado, pois surgiu um sorriso no canto da boca. Por um instante que não agi pela razão e sim pela emoção, ela dançando acabou ficando de costas para mim, caminhei a passos largos até ela no meio da pista de dança, assim que me aproximei dela a abracei por trás usando apenas um braço e beijei seu pescoço, em seguida voltei meu olhar pra o homem que nos observava.
-Percebeu que a dama está acompanhada? -indaguei visivelmente irritado, em nenhum momento soltei Beatriz, o homem não falou nada. – Acho que não. – falei pensativo, ela tentou tocar no meu rosto, a virei fazendo ficar de frente para mim, sem deixar ela falar algo, a beijei arrancando todo o seu fôlego, meus braços a prendiam a mim, o beijo é completamente arrebatador. Só parei o beijo quando precisei de ar, só então notei que o homem não está mais aqui. – Vamos embora agora. – falei olhando nos olhos dela, a mesma me olhava tentando compreender a minha atitude, porém neste momento nem eu consigo entender.
-Mas Rodri. – a interrompi segurando seu rosto com uma mão apenas, aproximei seu rosto do meu.
- Agora Beatriz. - ordenei bravo. – Não conteste minhas ordens. – soltei seu rosto, um sorriso cínico e irritante surgiu em sua face, a segurei pelo braço e comecei a caminhar com ela para fora da boate.
- Não sabia que era ciumento. – falou divertida enquanto caminhávamos. -  Eu só estava obedecendo  suas ordens doutor. – revirei os olhos irritado, do que ela está achando tanta graça? Saímos da boate, ainda a segurando passamos pelo manobrista que me entregou a chave do carro. – O senhor não vai pagar o que usufruímos? – ela indagou assim que nos afastamos do manobrista, parei e a olhei irritado.
-Sou cliente de luxo dessa boate, nunca pago nada. – respondi grosseiramente e voltamos a andar até o carro.

Narrado por Beatriz Bittencourt.

            O olhei surpresa, não esperava essa reação do Rodrigo, mas confesso que adorei saber que ele por alguns instantes sentiu ciúmes de mim, isso quer dizer que um sentimento está surgindo nele também. Algo em nós está mudando, hoje finalmente senti que ele está me tratando diferente, penso que nosso acordo já não possui  mais validade, afinal até flores recebi.
            Após a grosseria do Rodrigo, que não me deixou magoada, entramos no Jaguar, o silêncio se instalou entre nós. Ele nem ligou o som, apenas ligou o carro e começou a dirigir, sua afeição se mantinha seria, nem o cinto de segurança não “colocamos”, segurei firme o banco, fechei  os olhos, não aguento mais esse vibrador, Rodrigo aumentou a velocidade do carro, seguindo em uma direção completamente desconhecida por mim.
-Está mais calmo? – indaguei passando a mão em seu ombro.
-O que aquele homem falou para você? – me respondeu realizando outra pergunta, acariciei sua bochecha, ele evitava me olhar.
-Para ser sincera, eu não escutei praticamente nada. -ele suspirou e soltou uma risada sarcástica.
-E esboçou um sorriso porquê? – então é isso que está o incomodando, sorri me aproximando mais dele. 
-Sorri por estar confusa, quando ia dizer algo a ele você apareceu. – beijei seu pescoço.
-Hurum. – resmungou ainda indignado. – E você iria dizer o que? Eu posso saber? – sorri e mordisquei sua orelha.
- Que estava muito bem acompanhada. – ele deitou sua cabeça para o meu lado. – Que sou comprometida. – beijei sua bochecha.
-Sei. – falou pensativo.
-Rodrigo. – minha voz soou dengosa, ele me olhou rapidamente, logo voltou sua atenção para o volante. – Eu. – comecei a falar e me contorci, a sensação é que vou explodir a qualquer momento. – Não aguento mais. – toquei em meu cabelo os arrumando, mesmo com o ar condicionado do carro ligado eu estou transpirando. – Acaba com esse castigo, por favor. – implorei apertando seu braço, ele sorriu malicioso.
-Não. -o olhei irritada. - Você foi muito desobediente está noite. – suspirei, realmente cheguei ao meu limite, não  dá mais para aguentar.
-Aaah. – gemi inclinando a cabeça para trás, o banco está na mesma posição que o Rodrigo havia deixado, abri um pouco minhas pernas, estou saturada de tanto tesão. -Hum. – murmurei quando toquei em minha intimidade, a mesma está encharcada.
- Beatriz. – ele segurou meu braço me repreendendo, gemi baixinho sem forças.
-Por favor. – implorei pela última vez, me contorcendo, se o objetivo era me ensandecer ele conseguiu com muito êxito.
-Não ouse. – ele ainda segurava meu braço, com a outra mão, puxei meu vestido deixando minha calcinha a mostra, notei que ele olhou e em seguida voltou sua atenção para o trânsito. – Beatriz, se ousar continuar, prepare- se para aguentar as consequências. – ele me soltou, estou completamente alucinada, última coisa que vou pensar agora é nas consequências dos meus atos, passei a mão em meu sexo por cima da calcinha a mesma está totalmente úmida, afastei um pouquinho o tecido, fiquei segurando enquanto a outra mão retirou lentamente o vibrador, me deixando aliviada instantaneamente.
-AHH. -gritei de prazer, inclinando novamente minha cabeça para trás, passei o vibrador por toda extensão da minha intimidade, deixando alguns segundos sobre o meu clitóris, em seguida introduzi e retirei novamente o objeto, fazendo com que meu corpo correspondesse a cada toque meu. – Rodrigo. – chamei por ele, deixei o vibrador na lateral, mais precisamente na porta e comecei a me tocar. – Hum. – mordia meus lábios, iniciei um movimento circular. – Isso é a realização do meu sonho. – notei que ele sorriu, sinal que está mais calmo e que o que esta vendo está o agradando. -Oooh . – gemi mais intensamente quando acelerei o ritmo do movimento, as vezes me penetrava com dois dedos, mas sem deixar de dar uma atenção especial para o meu clitóris, sinto que estou prestes a me libertar, entretanto não consigo sozinha. – Amor. – supliquei a ajuda do Rodrigo, que sorriu se divertindo da situação, parei com os movimentos e voltei minha atenção para os meus seios, apertei um de cada vez, em seguida abaixei um pouco o vestido, deixando a mostra um parte do sutiã tomara que caia rendado. Passei a mão pela minha barriga por cima do vestido, até chegar na coxa, acariciei a mesma. – Me ajuda. – assim que falei ele freio o carro por conta do semáforo.
- Você me desobedece. – ele voltou sua atenção somente para mim. – E agora quer a minha ajuda? – falou totalmente irônico, inclinando seu rosto na minha direção.
-Não seja cruel comigo. – nossos lábios ficaram bem próximos. – Me faz gozar amor. – pedi quase o beijando, sentia sua respiração em minha face, ele simplesmente negou e em seguida selou nossos lábios.
-Quero vê-la gemendo e chegar ao ápice sozinha. – me movi descompassada. – Você consegui meu bem. – sussurrou contra a minha boca, meu corpo parece pegar fogo, Rodrigo voltou sua atenção ao trânsito, o sinal liberou sua passagem, ele seguiu dirigindo e eu voltei a dedilhar meus dedos em minha intimidade.
          Não consigo controlar a respiração, iniciei uma leve “massagem” em meu sexo, conforme o tesão ia me dominando.  Gemendo palavras aleatórias e desconexas,  me penetrei com as alguns dedos, porém não estava sendo o suficiente, olhei pra o vibrador o peguei novamente, o mesmo ainda estava vibrando.
           Voltei a colocar o objeto “dentro” do meu sexo, então finalmente senti meu corpo estremecer, coloquei e retirei inúmeras vezes o vibrador em minha intimidade, sorri em meio aos gemidos. Rodrigo parecia se deleitar com a cena que estava presenciando, soltei um gemido alto quando finalmente me libertei, meu corpo ficou mole, pareci que perdi todas as forças mais os segundos que senti o gozo foram libertadores. Mesmo após sentir todo o prazer, fechei os olhos e acariciei lentamente minha intimidade, meus dedos estão completamente molhados, Rodrigo respirava profundamente tentando se conter.
-Está satisfeita agora? – indagou dirigindo, me sentia fraca ainda, mas muito aliviada.
- Aliviada sim. – sentei corretamente. – Satisfeita mesmo, só ficarei quando você me fizer sua. – uma ideia insana me passou pela cabeça, sem contesta ou ponderar, passei meus dedos que estão umedecidos com o meu líquido em seus lábios. – Quero sentir você me devastar. – coloquei dois dedos em sua boca, Rodrigo os sugou com maestria. – Quero gemer de prazer em seus braços. -ele tentou pronunciar um “hum” enquanto sugava meus dedos sentindo meu gosto. – Até eu perder todos os sentimentos. – disse retirando os dedos da sua boca. Ele me olhou e passou a língua nos lábios e apertou minha cocha esquerda.
-Quero você gemendo meu nome, hoje não terei piedade e acima de tudo quero que continue o restante da noite assim, bem safada.
- Safada? - questionei passando a mão pelo seu abdômen por cima da camisa.
-Me surpreendeu, adorei conhecer esse seu lado ousado. – ele me olhou. -Mas essa noite vou te possuir de uma maneira que nunca mais você vai esquecer.
-Vou ser sua como você quiser, porém vou te mostrar o meu poder. Não serei castigada a toa, gosto de revidar. Hoje o senhor Mestriner, conhecerá meu poder na cama, te farei conhecer melhor quem é  Beatriz Bitencourt. – passei a mão sobre seu membro, por cima da calça mesmo, acariciei por alguns segundos o fazendo me olhar rapidamente.
- Quero que me mostre o seu poder. – ele soltou uma mão do volante, segurou a minha mão que esta sobre o seu membro e me fez aperta-lo o massageando.
            Soltei vários suspiros, então voltei minha atenção para o local que  estávamos o Rodrigo entrou em um lugar que parecia um motel, parou o carro e abaixou o vidro, apertou um botão em um interfone sofisticado.
- Boa noite. – falou uma mulher que nós não conseguíamos ver.
-Fiz uma reserva hoje mais cedo. – Rodrigo falou sério enquanto eu me recompunha e voltei o banco para a posição normal. – Espero que  esteja  tudo conforme o meu pedido.
- Senhor Mestriner. – ela falou maliciosa, revirei os olhos. –Suíte de luxo. – olhei para ele, esse homem realmente é surpreendente. - Quarto número 350, tenha uma excelente noite de prazer. – ela falou em seguida o portão abriu e o Rodrigo seguiu dirigindo ate o quarto.
              Não falei absolutamente nada, apenas fiquei observando o local, não demorou ele encontrou o quarto. Apesar de ser um motel, aqui dentro não aparentava ser um motel qualquer na realidade parece um hotel enorme e muito bonito, Rodrigo estacionou o carro na vaga reservada, em seguida ele saiu do Jaguar, deu a volta e parou em frente à minha porta, abrindo a mesma no mesmo instante. Segurei em sua mão, que ele me ofertou e rapidamente sai do carro, ele fechou a porta, travou o veículo e seguimos para dentro do quarto.
              Entramos no quarto e logo fui surpreendida, nunca vim a um lugar como esse é realmente deslumbrante. As cores, cama, bebida, tudo chama atenção inclusive o tamanho do ambiente que é gigantesco, Rodrigo deixou a chave do carro sobre uma pequena estante, logo após foi até  a mesa que está repleta de bebidas distintas, começou a preparar um whisky, me aproximei dele, o mesmo está de costas para mim, acariciei sua costas, em seguida retirei seu blazer, o joguei no chão mesmo.
- Motel? Doutor. – minha voz soou maliciosa, ele virou ficando de frente para mim.
- O mais luxuoso do Rio de Janeiro. – sorri para ele e comecei a desabotoar sua camisa. –Te agradou? -questionou e em seguida ingeriu um pouco do whisky.
-Muito. – terminei de desabotoar sua camisa e a retirei com sua ajuda, fiquei por alguns segundos analisando seu abdômen, deixei a camisa cair no chão. – Planejou tudo isso pensando em mim? – ele assentiu concordando e bebeu um pouco mais. Acariciei seu abdômen, me aproximei mais do seu corpo, deixei nossos rostos praticamente colados.
- O seu poder, sempre pende para o romantismo? – seu tom sarcástico me irritou, o olhei séria.
- Rodrigo. – falei visivelmente indignada ele sorriu divertido, peguei o copo da sua mão e ingeri todo o líquido de uma vez só, o líquido parecia queimar todo o meu corpo, o que me impulsionou a ficar com os sentidos a flor da pele.
-Calma querida. – disse pegando o copo de volta e o deixando sobre a mesa, revirei os olhos, por impulso o puxei em seguida o empurrei até ele cair sobre a  cama. – Ooh. – murmurou surpreso, subi na cama, ficando exatamente em cima dele.
-Agora quem da às ordens  sou eu. -pisei com o pé direito em seu abdômen. – E para começar doutor. – falei irônica. – Pode tirar a minha sandália. – ele me olhou e não retrucou, apenas me obedeceu.
            Senti seus dedos tocarem o meu pé, delicadamente ele abriu o fecho da sandália, assim que ele retirou a sandália, voltei a pisar no colchão, coloquei o pé esquerdo em seu abdômen e ele fez a mesma coisa, aproveitei e retirei o meu vestido o jogando longe. A sensação de estar no comando é sem sombra de dúvidas sensacional, quando ele retirou a sandália jogou as duas para longe de nós, não voltei a colocar meu pé esquerdo no colchão. O Rodrigo se aproveitou e começou a passar ambas as suas mãos em minha panturrilha, sem parar de olhar os meus olhos.
- Doutor. – falei completamente maliciosa, abaixei lentamente e sentei em seu abdômen, rapidamente ele tocou em minha cintura, seus olhos estavam inebriados olhando atenciosamente a minha lingerie, suas mãos acariciaram minhas coxas.
- Essa cor em contraste com a sua pele, valoriza sua beleza. – mordi os lábios, ele começou a acariciar minha barriga, em poucos instantes de distração minha ele rasgou a calcinha, logo retirou o pedaço de pano e o deixou de lado, apertei suas bochechas com apenas uma mão igual ele gosta de fazer comigo.
- Por que fez isso? – indaguei brava.
- Comigo você não vai precisar de roupa nenhuma. – apertei suas bochechas ainda mais, fazendo sua boca formar um pequeno bico.
- Sofrerá as consequência por causa dessa sua atitude. – disse logo depois me movi o provocando.
- Me castiga. – falou provocante apertando firmemente as minhas coxas, o olhei analisando, então criei coragem e fiquei de joelhos na cama.
- Quero que me chupe. – passei o dedo indicador em seus lábios. – Até que eu enlouqueça.  -afirmei seria e sentei em seu rosto o surpreendendo, minha intimidade ficou exatamente sobre a sua boca.
            Nunca fui tão ousada no decorrer da minha vida como estou sendo agora, os lábios quente do Rodrigo em contato com o meu sexo é extremamente excitante. Sua língua contornando toda minha extensão, logo em seguida me penetrando não tem como não ser enlouquecedor fechei os olhos me deleitando, enquanto apreciava sua carícia em minha intimidade instantaneamente iniciei uma massagem em ambos os meus seios.
         As minhas mãos dominam os meus mamilos, os apertando e as vezes realizando movimentos circulares, inclinei um pouco a cabeça para trás, não consigo parar de morder o lábio inferior. As mãos do Rodrigo acariciaram minhas coxas e foram subindo até encontrarem o meu bumbum, quando menos esperei ele deferiu um tapa no local sem agressividade, murmurei um “Hum” bem malicioso, ele apertou com vontade as minhas nádegas, esbocei um sorriso safado, ele segurou em minha cintura e me ergueu um pouquinho.
-Rebola na minha boca, safada. – falou me olhando nos olhos.
          Voltei a sentar em seu rosto, sem  permitir que ele sentisse todo o meu peso. Respirei profundamente e rebolei lentamente, sua língua me explorava avassaladoramente ele continuou a apertar o meu bumbum me permitindo sentir uma sensação de prazer gostosa. Segurei em seu cabelo, o puxando sem machuca-lo.
- Assim doutor?- perguntei fazendo minha voz soar  mais sexy possível. Suas mãos me apertaram mais forte, levantei um pouquinho só o espaço necessário para ele conseguir falar.
- Gostosa. – ouvir isso dele soou para mim, como uma vitória, voltei a rebolar a cada instante que se passa sinto mais prazer. Passei a rebolar em um ritmo diferente, ele pareceu se agradar, deferiu mais um tapa em meu bumbum, quando percebi que ele estava sem fôlego me afastei. – Aah. – gemeu respirando ofegante. Sem falar nada fiquei em pé e me virei de costas para ele, ainda ficando em cima do seu corpo, sentei em seu abdômen, abri sua calça jeans a afastei um pouco quando vi seu membro avantajado por baixo da sua calça me arrepiei por inteira, me lembrei até dar dores que seu mastro me proporcionou. Fechei os olhos apertando delicadamente seu membro por cima da box. – Hum. – ele pronunciou baixinho, afastei sua cueca box e seu membro ficou ereto, sorri com o tamanho, que também me deixa assustada. Me ajeitei em seu abdômen sentando em seu peitoral, perto do seu rosto passei a mão direita em seu membro o acariciando, senti a boca do Rodrigo mordiscar a minha nádega em seguida a beijou. – Vem safada. – falou puxando minha cintura até minha intimidade ficar perto do seus lábios novamente, ele passou a língua em toda a extensão novamente, eu não consigo me concentrar em seu membro. – Se você não me chupar agora, eu vou parar de te dar prazer. – ele me ameaçou, instantaneamente coloquei seu membro em minha boca, enquanto a boca do Rodrigo me sugava desesperada me causando uma sensação maravilhosa.
           Estávamos realizando a posição conhecida popularmente como “69”. O braços do Rodrigo envolveram minha cintura me “abraçando” da maneira que a posição permitia, sua língua a cada investida parece atingir uma “profundidade” diferente, enquanto eu fazia um “ boquete”  acariciando seu membro com a mão direita para auxiliar no movimento que estou realizando.
-Fica parada. – pediu parando de me chupar, não retirei seu membro da minha boca. – Não fecha a boca. – mantive a boca aberta em formato da letra “o” Rodrigo apertou minha cintura como se fosse um abraço apertado e começou a mover seu quadril para baixo e para cima, no início o movimento era lento mais logo ele intensificou, voltou a me chupar fazendo os dois movimentos ao mesmo tempo.
-Ain. -murmurei indicando que não aguentava mais manter minha boca aberta, ele intensificou ainda mais as estocadas
-Aaah. – gemeu alto quando inclinei minha cabeça para trás acabando com o contato do seu membro e minha boca,  era notório  a satisfação que ele tem de foder a minha boca.
               Continuamos assim nos deliciando, mesmo que minha atenção estivesse voltada para meu membro, era inegável que eu estava quase atingido o ponto exato de prazer novamente nesta noite.  Rodrigo mais uma vez se ajeitou embaixo de mim, desta vez ele flexionou os joelhos e me puxou, trazendo meu corpo para cima dele e deixando meu sexo mais próximo possível da sua boca, em nenhum momento ele deixou de me tocar.
                Enquanto se arrumava seus dedos massageavam minha intimidade eu por sua vez continuava a insistir em seu membro, porém a minha devoção agora é na cabeça. Voltamos a ficar confortável, aprofundei as chupada e minha mão acariciava seus testículos. Rodrigo fazia os movimentos de vai e vem, fodendo com a minha boca lentamente, resolvi relaxar ainda mais, empinei minha bunda e comecei a rebolar.
                  Sentia sua mãos percorrer meu bumbum dando pequenos apertões, estava determinada a fazer ele gozar em minha boca, intensifiquei as chupadas, parando apenas para beijar seu membro ou para lamber provocativamente, mas nada foi mais intenso do que tocar meu mamilo com ele.
-Beatriz. -ele gemeu meu nome. -Penso que encontrei outro ponto fraco dele. - Eu vou gozar. – sorri passando a língua lentamente por todo seu mastro.
- Goza meu doutor. -chupei apenas a cabecinha. - Goza na minha boca. -voltei aí chupar agora com mais intensidade. Abocanhei sei meu membro e tentei colocar o máximo em minha boca.
-Oohh. -ele gemia ainda mais.
- Meu gostoso, goza. -  enquanto gemia ele me fodia com o dedo, eu queria seu mel a todo custo.
- Então beba tudo. - ele finalmente gozou, deixei que as primeiras gotas escorressem pelo seu membro, logo em seguida eu o  lambi até chegar em sua cabeça a envolvi na minha boca e deixei que ele terminasse o recado, suguei todo seu mel que escorreu pelo canto de meus lábios virei a cabeça e seus olhos claros estavam cinzas de desejo, sua respiração estava ofegante, passei a língua no líquido que tinha escorrido de modo provocativo, ia me levantando de cima dele quando fui detida.
-Onde pensa que vai? Ainda vou te fazer gozar, quero você se contorcendo em cima de mim, ele puxou e iniciou as carícias. Me sugava com vontade, eu estava chegando ao pico do prazer, sentia minha pernas tremerem.
-Doutor, eu não estou sentindo minhas pernas, ahhh... – pude ouvi sua risada.
- Eu vou fazer você perder os sentidos. – não sei o que era mais excitante sua língua ou sua voz rouca.
- Ah me chupa. -eu gemia sem controle e rebolava em sua boca, que por sinal não apenas me sugava, mas também mordiscava e chupava levemente meu clitóris aumentando minha vontade.
            Suas mãos percorriam meu corpo e alcançou o  meu seio, com movimentos circulares ele os massageava por cima do sutiã mesmo, meu corpo tremia, queria ainda mais, porém minha intimidade dava sinais de que não estava aguentando mais, sentia ela se comprimido a cada ação do Rodrigo, ele por fim deferiu um tapa em minha nádega.
-Doutor... Ahhh... Não aguento mais.
-Então  goza  gostosa, goza na minha boca. -sorri e gemi alto. -Vai goza para o teu homem. – suas palavras me enlouqueceram por completo era o que faltava para mim extrapolar  o um limite. Não aguentei e gozei em sua boca, meu líquido escorreu ligeiramente e minha pernas eu não consigo parar de tremer.

Narrado por Rodrigo Mestriner.
      
             Ingeri todo seu líquido, inclusive a parte que escorreu pela sua perna. Após terminar o meu serviço ela rolou para o lado ficando deitada por alguns segundos, assim como eu não me movi ficamos os dois contemplando o prazer que acabamos de sentir. Alguns segundos se passaram ela se sentou ficamos nos olhando até que ela esboçou um sorriso maravilhoso.
-Eu vou pegar uma bebida para nós. – disse sentando ficando bem perto dela. Beatriz olhou para mesa repleta de bebidas.
-São morangos? – assenti confirmando.
-Você gosta? – questionei acariciando seu rosto.
- É minha fruta preferida. – sorri, em seguida segurei sua nuca,  puxei seu rosto e selei nossos lábios. 
- Eu vou pegar para você. – ela assentiu.
                 Levantei da cama vesti a box e retirei a calça e caminhei até a mesa, peguei a garrafa de champagne que estava dentro de um balde abri a garrafa quando a rolha saiu soou um barulho alto e logo a espuma começou a sair, servi as duas taças. Deixei a garrafa novamente no balde, peguei uma taça e refratário repleto de morango, levei para Beatriz, entreguei a taça para ela e deixei o refratário com morangos perto dela, voltei e peguei a  minha taça, quando voltei para cama ela já estava comendo um morango.
-Está gostoso? – indaguei sentando atrás dela.
- Sim. – disse praticamente com a boca fechada. – Prova. – ela pegou um morango e trouxe até a minha boca, mordi um pedaço da fruta e ela comeu a outra parte que restou.
- Hum. – balbuciei, em seguida  ingeri um pouco do champagne. – Você está certa. – falei em seu ouvido, a fazendo se arrepiar.
- Estou? – perguntou dengosa e toda sorridente.
- Está gostoso. – mordi seu lóbulo, ela sorriu mais e bebeu um gole da bebida. – Não mais que você.  -mordisquei seu pescoço, ela sorriu e me deu um selinho demorado, logo depois ela voltou a comer o morango e eu bebi o restante do champagne. – Você realmente gosta muito de morango.  -afirmei divertido, pois ela comia compulsivamente, ela ficou sem graça e me olhou timidamente.
- Desculpa. – sorri me divertindo da maneira como ela falou. – É que eu não jantei. – a olhei surpreso. – E acabei bebendo bebidas fortes. – acabei me comovendo com a situação dela, alisei sua bochecha.
- Vamos pedir algo para você, tem um cardápio na mesa, vou buscá-lo para você escolher. – ela -segurou meu braço.
-Não precisa. – ela ficou de joelhos na cama. – Temos algo melhor para fazermos agora. – ela sentou em meu colo com as pernas entre o meu corpo.
- Tem certeza que não quer. – ela me interrompeu com um selinho.
- Quero ser sua. – afirmou e logo em seguida bebeu todo o líquido da sua taça. Joguei a minha taça longe e a mesma acabou quebrando, ela me olhou e sorrindo jogou a sua também, minhas mãos a envolveram, encontrei o fecho do seu sutiã, o abri e joguei a peça longe. Sem demorar abocanhei seu seio e massageei o outro com a mão. – Deliciosa você em. – sorri e a suguei mais forte.
- Você não viu nada. – a puxei para um beijo sexy, estávamos ambos entregue totalmente a luxúria, se deliciando com o gosto um do outro, parei de beijá-la e iniciei uma série de beijos pelo seu pescoço e mordi o mesmo.
-Me fode Rodrigo. – ela pediu em meu ouvido com uma voz extremamente sensual. – Quero sentir seu membro me devastando.
- Repeti.  -ordenei a provocando. Beatriz está completamente entregue a mim.
- Me faça sua mulher. – sorri e passei a língua no bico rígido do seu seio. Ela pegou mais um morango e inclinou um pouco sua cabeça para trás enquanto eu me delicio com ambos os seus seios fartos. Os mordiscava, lambia e sugava não necessariamente nesta ordem, Beatriz sorria e algo dentro de mim está se agradando muito deste momento.
- Rodrigo. – ela me chamou segurando meu rosto, em poucos instantes surgiu um lindo e arrebatador sorriso em seu rosto, ela pegou o último morango e aproximou dos meus lábios, mordi e saboreei o sabor da fruta ela comeu o último pedaço. -Hum. -ela gemeu assim que ingeriu a fruta, beijei sua garganta, ela segurou meus ombros.
             Voltei a sugar seu seio desesperadamente enquanto ela apertava meus ombros, depois ela começou a puxar os fios do meu cabelo. Beatriz murmura palavras sem sentido, isso aos poucos está me envolvendo, fechei os olhos com força na tentativa desse sentimento que está me cercando se findar. Apertei suas coxas com força ela soltou um grito quando deferi um tapa em seu bumbum.
-Você gosta de uma relação mais agressiva. – falou mordendo os lábios, ela segurou meu rosto me fazendo a olhá-la.
- Eu sei que você gosta quando te possuo assim. -ela concordou  e me beijou ardentemente, rebolou lentamente em meu colo e meu membro começou da dar sinal de vida. Assim que parou o beijo ela observou uma estante que ficava relativamente perto da cama, com inúmeros preservativos.
-Vamos nos prevenir antes que o fogo nos consuma novamente. – sorri a olhando, ela saiu do meu colo e caminhou para perto da estante.
- Para quem bebeu “bebidas fortes” como você diz, está muito lúcida. – falei a imitando.
- A sua intenção era ver embriagada doutor? – ela me olhou de lado, eu apenas observa seu corpo nu.
- Confesso que era meu plano inicial. – respondi e em seguida sorri da afeição dela. 
- Não sou mulher de perder os sentidos por conta de bebidas doutor. – ela me olhou dos pés à cabeça.
- Está falando isso para mim? Justo para o especialista em te fazer perder os sentidos. – ela gargalhou gostosamente.
- Convencido. – ela revirou os olhos. – Mas sexo realmente é a única forma que me faz perder os sentidos e me faz ficar inconsistente de prazer.- mordi os lábios me excitando com sua fala e ela voltou sua atenção para os preservativos em sua frente. – Qual o seu tamanho? – perguntou sem me olhar.
- Você é professora de geometria, deve saber o meu tamanho. – falei  completamente malicioso, ela pensou um pouco e pegou um preservativo, voltou para perto da cama. – Por que, quer usar preservativo? - -questionei sério. – Já transamos uma vez sem e você permitiu. – enquanto falava ela abriu o pacotinho, em seguida pegou o preservativo.
- Eu não tomo anticoncepcional. –compreendi o recado e não questionei mais nada, ela se aproximou de mim e pegou meu membro, fez uma leve acaricia e rapidamente meu membro já pulsava em sua mão ela colocou o preservativo no mesmo. Seu olhar se voltou para os meus olhos e sorriu maliciosamente.
            A puxei fazendo ela deitar na cama de lado de costas para mim, beijei sua nuca e dedilhei meus dedos em seu sexo que por incrível que pareça estava umedecido novamente. Acariciei o local enquanto apreciava sua reação de satisfação.
- Você está muito safada hoje. -falei a penetrando com dois dedos, mas meu membro roçava em seu bumbum.
-O doutor quem pediu. – sorri e ela virou seu rosto e me beijou, era um beijo mais ousado nossas línguas mais se chocavam do que nos beijamos decentemente. Aproveitei esse momento para penetrar sua intimidade com meu membro. – Coloca tudo. – pediu contra os meus lábios sem parar de me beijar. Fiz o que ela suplicou, Beatriz fechou os olhos e deitou sua cabeça na cama aproveitando o momento. – Você é enorme. – tomei isso como um elogio e a apertei contra mim, logo iniciei o movimento, conforme ela ia se acostumando com o tamanho eu ia intensificando a velocidade do movimento.
              Minha respiração estava ficando ofegante, estou admirado como sua intimidade é apertada, isso realmente me fascina, massageei seu seio e mordisquei seu ombro enquanto me movia contra ela, porém como estamos deitado e de lado meu membro não conseguia penetrá-la totalmente. Ela pronunciava gemidos abafados eu preciso de mais contado, toda essa delicadeza não faz o meu estilo na cama.
- Rodrigo, não faz isso. – protestou me olhando quando sai de dentro dela. A ignorei por completo e a fiz deitar corretamente, juntei suas pernas e as ergui apoiando as mesmas em meus ombros.
_Gostosa. - afirmei apertando suas coxas, ela me olhou nos olhos os seus brilhavam de luxúria, e de uma vez a penetrei, finalmente senti meu membro completamente dentro da sua intimidade, que estava totalmente encharcada, as “paredes” do seu sexo se contraiam apertando o meu membro me proporcionando um prazer imensurável.
-Ain. – gemeu fazendo um careta, no momento que acelerei o ritmo das estocadas.
_Diz que é  só minha. - ordenei  me movendo contra ela abaixei meu corpo até minhas mãos conseguirem apertar seus seios, os deixando com os bicos ainda mais rígidos.
- Sou..- ela gemeu baixinho, voltei a ficar ereto e ela  com suas pernas esticadas seu corpo está em uma posição quase de um ângulo de 90 graus.
- Não escutei Beatriz. – diminui a intensidade do movimento.
- Sou só sua Rodrigo. – ela gritou apertando seus seios e inclinado seu colo par acima. – Ooh. – gemeu alto quando a penetrei profundamente. – Nunca pensei que “Sétimo céu” fosse tão maravilhoso. – sorri quando ouvi ela falar o nome da posição que estamos realizando, acelerei o máximo que consegui mantive esse ritmo por alguns demorados segundos, a dominar realmente é excitante, porém preciso de mais.
–Vou te foder de uma maneira diferente, mais excitante. - antes que ela pudesse protestar sai de dentro dela, fiquei em pé fora da cama e a auxiliei a se posicionar na cama. – Você fica sexy nessa posição. – falei ajeitando seu corpo a deixando de quatro na cama, afastei suas pernas a deixando literalmente arreganhada para o meu prazer. Beatriz segurou com firmeza no lençol da cama pronta pra ser dilacerada. Meus dedos passearam por sua costas a deixando completamente arrepia. – ela virou o rosto tentando ver o que eu estava fazendo, com uma das mãos eu segurava meu membro ereto com a outra empinava seu bumbum, ela arfou quando sentiu o meu membro roçar a cabeça na sua intimidade freneticamente.
–Hum Rodrigo. –gritou manhosa.
- Isso grita mais. – disse e continuei a provocá-la.  -Geme pra mim. -um tapa inesperado por ela foi dado na sua nádega.
–Me come logo Rodrigo! –ordenou, empinando seu quadril na procura por mais contato, apenas tirei e coloquei a ponta inúmeras vezes tentando provocá-la ainda mais.
–Você quer que eu te foda? – ela resmungou um "uhum" já impossibilitada de raciocinar. -Então peça pra eu foder essa sua bunda gostosa.
–Por favor.  - me retirei de dentro dela. -Ah. –gemeu protestando.
–Por favor, o que? – ela sentiu quando meu membro se encaixou em seu sexo.
–Por favor, Rodrigo me fode toda, acaba com esse tesão meu gostoso. - disse derrotada.
–Assim? – perguntei a penetrando a rasgando  por dentro a preenchendo por inteiro.
–Humm, assim. -gritou alto. Meus movimentos começaram lentos, queria mostrar tudo que ela havia perdido durante a semana.
- Par..ra de me torturar e aaa..arrh mete com força.
–Com você quiser. – mordi os lábios  e então coloquei as mãos uma de cada lado do seu quadril e enfim tomei um ritmo, nossas intimidades se chocavam, a cama tremia e o seu corpo acompanhava meu ritmo avassalador. Meus dedos escorregaram para o seu ponto inchado e o acariciava a deixando ainda mais louca, se é que isso era possível. Para a sua decepção me retirei de dentro de dela inesperadamente.
–Aahh Beatriz, como teu corpo é maravilhoso. – a elogiei, buscando agrada-la sei que essa posição não é muito confortável para as mulheres.
            Segurei seus cabelos impaciente a penetrei com brutalidade, ela gemeu alto  de mais, acelerei o ritmo. Mesmo desconfortável ela empinou ainda mais seu corpo, ficando apenas com a parte traseira levantada, parei para admira-la ainda com o membro dentro dela, sentia os lábios se contraindo em meu membro, para minha surpresa ela começou a rebolar vagarosamente de um jeito encantador.
-Isso minha delícia, mostra para seu homem que você sabe ser safada, rebola mais. - eu soltava tapas em sua bunda que ficava a marca vermelha.
-Assim....ahhh? - ela rebolava com dificuldade, mas de uma maneira deliciosa enquanto eu a segura com uma mão em seu cabelo e a outra acariciava seu bumbum.
- Ooh assim que eu gosto.
-Então termina de acabar comigo meu gostoso. - essas palavras intensificou meu desejo e eu a puxei pelo cabelo fazendo ela se empinar, voltei as estocadas ainda mais forte que antes.
          Eu colei praticamente todo o meu corpo ao dela , mordendo com força seus ombros, a estocando cada vez mais fundo. Eu sentia seu suor escorrendo pelo corpo e respingando no meu, o som do seu corpo se chocando contra o meu, eu estou ficando completamente alucinado. Minhas estocadas  iam mais fundo nesse ponto de prazer.
-Amor.. Eu vou gozar.. Aah.
- Goza! -a joguei na cama para que ficasse de frente para mim, ela se contorcia, tentando se controlar, seu quadril se contorcendo de forma descontrolada. Retirei a camisinha segurei meu membro e provoquei sua entrada seu jato quente atingiu a cabeça do meu membro proporcionando uma nova onda de prazer
- Tão deliciosa. -ela gemeu quando mordi sua orelha.
               Ela sorriu maliciosamente para mim. Beatriz estava deitada na minha frente com as pernas abertas, peguei meu membro e comecei a passar sobre sua intimidade totalmente inchada, mais precisamente em seu líquido, eu estava chegando ao meu ápice Beatriz estava com os olhos fechados e segurava o lençol com força.
—Você é uma mulher maravilhosa, Beatriz. – ela sorriu, já a conheço bem para saber que está sentindo um misto de prazer e dor em seu sexo.
- Goza para mim doutor. – incrível como ela faz tudo para me agradar. Ela inclinou seu corpo para frente ficando sentada na cama.
-Abre a boca. – ordenei  e ela prontamente abriu e me olhou maliciosamente. Meu jato começou a ser liberado e ela sugou meu líquido.
     Fiquei completamente satisfeito, ela passou a língua contornando seus lábios, controlei a minha respiração. A fiz deitar novamente na cama desta vez delicadamente, fiquei sobre seu corpo sem permitir que ela sentisse o meu peso.
-As vezes me sinto como sua escrava sexual. – ela me olhou nos olhos, acariciei sua bochecha. – Estou ultrapassando meus  limites por você. – ela segurou meu rosto. – Tenho medo de você me achar uma vadia ou uma mulher desesperada por homem.
- Você é minha mulher, só minha.


Notas Finais


Obrigada por ler💚


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