História Shadow - Supernatural Fanfic - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 3.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Hunters.
Primeiramente quero pedir desculpa pelo atraso, mas tive um problema com a internet.
Não tive muito tempo de revisar esse capítulo, qualquer erro é só me avisar.
Muito obrigada pelo carinho, estou recebendo comentários super legais que isso só me faz ter mais vontade de escrever. Vocês são incríveis <3
Boa leitura!

Capítulo 7 - Fique bem. Fique viva.


Clarion, Iowa

Dean estacionou em frente a porteira da grande fazenda. As plantas mortas na beira da estrada e os dois casarões abandonados ao longe estavam muito diferentes do que ele se lembrava.

_ Bonitinho esse lugar. - ironizou.

_ Ninguém vem aqui desde a morte de meu avô. - Danielle tratou de explicar.

_ E sua mãe? - Sam perguntou.

_ Ela não vivi aqui desde a morte do meu pai. Dedicou-se a matar os vampiros que fizeram isso com ele. Agora vive caçando. - contou. - Não nos falamos muito quando sai da fazenda e me mudei para Sioux Falls, poucas vezes ao ano, por telefone. Mas depois da morte do meu avô Anthony, ela simplesmente sumiu.

_ Acha que pode ter acontecido algo com ela?

_ Não. Fui até a casa de um amigo, Billy, ele me assegurou que ela estava bem. - Dani falava com desânimo na voz. - Ela só escolheu sumir de vez no pior momento da minha vida.

_ Sinto muito. - Sammy foi o único a falar.

_ Eu também. - ela suspirou. - E então... O que vamos fazer? 

Todos ficaram em silêncio por um minuto, parecendo estudar o local.

_ Cass? - Dean chamou.

_ Não vejo sinal de ninguém.

_ Sabe onde podemos encontrar alguma coisa? - Sam perguntou a garota.

Danielle pensou um pouco antes de responder.

_ Na casa de Anthony. Ele era o mais reservado, sempre achei que escondia algo.

_ Era lá que você vivia?

_ Não, ficamos com a casa de Sebastian quando ele faleceu.

Os irmãos se entreolharam.

_ Vamos nos dividir. - Dean falou. - Nós ficaríamos com você, mas é melhor ficar com o Castiel para caso da coisa apertar.

_ Nós ficamos com a casa do Anthony. Vocês com a de Sebastian.

Tanto ela quanto Cass concordaram.

Os quatro desceram do carro em sincronia, fazendo as portas do Impala quase formarem uma música ao serem batidas.

Danielle se sentiu estranha por estar naquele lugar novamente. De alguma forma, era como estar exposta.

Por mais que tivesse vivido momentos felizes ali, odiava aquele lugar. Era como se lá fosse o olho do furacão.

Os irmãos abriram o compartimento de armas, se equipando.

_ Aqui. - entregou uma arma a Danielle. - Você sabe como usar, não é?

_ É claro que ela sabe. - Dean respondeu pela garota. - É como aprender a andar de bicicleta, ninguém esquece.

_ Eu não sei andar de bicicleta. - a garota respondeu, fazendo os irmãos olharem para ela com certo espanto, mas também com dúvida por sua confissão. - Não vem ao caso, não é?

_ É. - Dean respondeu.

_ Tem balas de prata ai. - Sam instruiu, enquanto ela abria a arma e verificava. - Guarde na sua cintura e fique com isso.

Ele lhe entregou uma faca, com símbolos gravados.

_ O que é isso?

_ Uma faca que mata demônios.

_ Isso é possível? - ela estranhou.

_ Conhece algum outro método de detê-los? - Dean entregava uma arma à Castiel.

_ Bom... - ela deu de ombros. - Pentagrama gravado na bala pode ser muito útil.

_ Como essas? - Sam sorriu, mostrando a reserva de suas armas.

_ Vocês são bons mesmo.

_ Os melhores! - Dean piscou, fechando o porta-malas e seguindo a frente de todos.

Enquanto caminhavam, Danielle se surpreendeu com a decadência do lugar. Já era de se esperar que as coisas fossem se deteriorando quando Anthony ficou sozinho, principalmente depois que abriu as portas para os caçadores que passavam pela cidade, mas não esperava que tudo mudasse tanto.

Os campos não tinham mais cor, deixaram de refletir o brilho do cair da tarde. As árvores pareciam se fundir em galhos que necessitavam ser podados. A pintura das casas estava desgastada, trazendo a impressão de que há tempos aquele lugar não recebia cuidado.

E aquela era uma verdade.

_ Tudo bem? - Sam caminhou até ela, vendo o quanto estava abalada com tudo a sua volta.

_ Tudo. - ela se encolheu. - Só é estranho estar aqui novamente.

Ele ficou em silêncio, dando a ela o espaço para se encontrar.

Quando olhou para frente novamente, viu que Dean os encarava de um jeito curioso, quase penetrante.

Chegaram a frente da casa de Sebastian.

_ Cuide dela. - Dean falou para Castiel. - Tire-a daqui se algo acontecer.

_ Conte comigo. - ele assentiu, como um soldado.

Danielle lançou um sorriso forçado na direção dos irmãos, subindo as escadas ao lado de Castiel.

A varanda ainda era a mesma, com os móveis cheios de poeira. Sua cadeira de balanço estava tombada no chão, presa no teto por apenas uma corda.

Dani abriu a porta e o cheio de mofo lhe recebeu. Castiel, por sua vez, não se incomodava com nada.

_ Acha melhor nos separarmos? - perguntou ao anjo.

_ Melhor não. - respondeu. - Prometi ao Dean que ficaria do seu lado.

Ela franziu a testa, olhando ao redor.

_ A casa tem um porão? - ele perguntou.

_ Sim. Seria uma boa começarmos por lá. - falou, fazendo Castiel assentir.

Os dois caminharam até a cozinha, mas Danielle perdeu a atenção em uma das janelas quebradas. Não pareceu nada muito absurdo a julgar que havia uma pedra sobre o chão de madeira.

Desceram as escadas, sendo tomados pelo escuro. Castiel ligou uma lanterna, auxiliando a garota.

_ Você não é muito de falar, né? - ela puxou assunto.

_ Gosto de dizer o necessário.

Ela assentiu, vasculhando uma prateleira.

Castiel caminhou pelo lugar, seguindo para uma mesa cheia de ferramentas. Na parede perto da mesa, havia uma foto de Danielle junto ao avô. Ela parecia feliz.

_ Me desculpe dizer que você está tomada pelas sombras. - ele disse.

_ Você só falou o necessário, não foi? - ela sorriu, sabendo que estava chateada.

_ Não devia ter falado daquela maneira. - ele caminhou até ela, mostrando estar arrependido. - Fiz mal juízo por estar em nessas condições, mas você não tem culpa.

Ela olhou para ele, sorrindo.

_ Não precisa se desculpar. Só de estar me ajudando já significa muito.

Castiel também sorriu.

_ Amigos? - ele estendeu a mão para ela.

_ Amigos! - ela apertou, se sentindo satisfeita ao encerrar mais uma dúvida em sua mente.

Castiel era estranho, mas de confiança.

Virou-se para continuar seu trabalho, caminhando pelo local.

Deu a volta pelo porão, deixando Castiel um pouco para trás.

Uma lona encardida cobria um grande móvel que, a julgar pelos pés de madeira comidos por cupim, Danielle sabia exatamente do que se tratava.

Puxou o pano pesado revelando o velho piano de calda que ela tanto gostava.

Correu a mão pelas teclas, pressionando aquela que ela sabia ser a única que ainda esbanjava melodia. Mas nenhum som foi ouvido.

Ela repetiu o ato, sentindo que havia algo em baixo daquele objeto.

Prendeu a faca na cintura, abrindo o piano e pegando o que havia em baixo daquela letra.

Era um papel muito novo, mostrando que fora colocado ali a pouco tempo.

Dani o desdobrou, revelando a letra tão conhecida.

Minha filha, espero que seja você a encontrar essa carta e que esteja sobre a proteção de alguém. Em primeiro lugar, não me procure. É muito arriscado vir até mim com todos eles atrás de você. Se sumi, foi para a sua proteção. Me desculpe por falhar. Desde o seu nascimento buscamos uma resposta para isso, mas não chegamos nem perto. Não faço idéia de como lhe ajudar, mas darei minha vida para conseguir. A melhor saída é se esconder, não deixe para descobrir quando eles te pegarem. Eu nunca te disse, mas tenho orgulho pela sua iniciativa. Se livrar dessa vida foi a coisa mais brilhante que você já fez. Sei que não somos próximas, mas ainda te carrego como filha.

Fique bem. Fique viva.

Com amor, Claire.

_ O que é isso? - Castiel perguntou, fazendo-a tomar um susto.

_ Uma carta da minha mãe. - respondeu, olhando o papel com delicadeza.

_ Não. - ele olhava para cima, segurando a arma com força. - Esse barulho.

Danielle sentiu seu coração se desesperar, guardando a carta em seu bolso e pegando a faca. Caminhou para perto de Castiel.

_ Quem está aqui? - ela sussurrou.

_ Não é quem, é o que.

Os Winchester caminhavam pela casa de Anthony separadamente, se pondo a estudar cada detalhe.

Dean estava no andar de baixo, apreciando a decoração que, vista de fora, nunca seria julgada ser de um caçador. Havia fotos de Danielle por todo o lado, mostrando o carinho que o avô tinha por ela.

As armas penduradas eram tão raras  e de boa qualidade, que Dean já as colocará na bolsa que carregava.

Sam, que já havia estudado quase todos os quartos, abriu passagem para o último que lhe restará, o de Anthony.

Era um ambiente regularmente pequeno, mas era óbvio que ele dava mais importância para a biblioteca do cômodo ao lado. Sammy ficou maravilhado com todas as peças que encontrou. Livros de instrução para caçadores com variados tipos de mitologia. Exemplares tão raros que nem no bunker eram capazes de serem encontrados.

Lembrou-se que Dani havia comentado o quanto o avô era cuidadoso com o quarto, não deixando ninguém entrar. Talvez aquela tão maravilhosa biblioteca fosse à resposta para isso.

_ Nada lá em baixo. - Dean entrou no quarto.

_ Procure aqui. - Sam falou ao irmão. - Vou procurar algo entre os livros.

_ Ele tinha uma biblioteca no próprio quarto? - Dean fez pouco caso, pegando a porta retrato de Anthony ao lado de um javali recém abatido. - Eu odiava esse cara.

Sam não deu muita bola para os comentários de seu parceiro, vasculhando algumas prateleiras.

_ Temos que levar algumas coisas daqui. - falou. - Com certeza tem algum livro que ajude Danielle.

Dean olhou para a bolsa no canto do quarto, não querendo se desfazer das armas.

Sam percebeu a apreensão do irmão.

_ O que você pegou?

_ Algumas coisas que podem ajudar Danielle.

O mais novo caminhou até a bolsa, se deparando com o arsenal que seu irmão havia roubado.

_ Pegou as armas do velho?

_ É um desperdício deixá-las aqui!

Sam pegou a bolsa, colocando as armas sobre a cama e indo pegar os livros que achava importante.

_ Precisamos levar os livros, Dean.

_ "Precisamos levar os livros, Dean." - o mais velho infantilizou a voz do irmão. - É por isso que você demorou em perder a virgindade!

_ Eu não demorei a perder a virgindade!

Dean revirou os olhos, vasculhando o quarto e deixando o irmão ter seu orgasmo por livros sozinho.

Olhou para a parede atrás da cama e viu que havia algo de estranho nela. Levantou o tapete, vendo que havia marcas no chão de madeira, como se uma porta passasse por ali.

Puxou a cama, chamando a atenção do irmão que correu para ajudá-lo.

Pôs-se de frente a parede, procurando por uma abertura. Empurrou a estante de madeira escura para o lado e uma pequena fresta foi revelada. Lançou um olhar na direção do parceiro, se sentindo orgulhoso.

Dean puxou a porta, revelando uma pequena salinha. Nela, havia uma espécie de altar com diversos feitiços, saquinhos de bruxa e ingredientes.

_ Eca! - Dean soltou. - Bruxaria? Tem como esse velho ficar mais detestável?

Sam prendeu seu olhar no que acabaram de descobrir, focando nas fotos daqueles que restaram de sua família: Anthony, a filha e a neta, Danielle. Ambas com o símbolo enoquiano de ocultação pintados com sangue.

_ Ele as escondia! - Sam concluiu feliz por ter descoberto algo.

_ O que?

_ Danielle começou a ter as visões depois da morte do avô porque ele a escondeu a vida toda! - explicou ao irmão.

_ Está me dizendo que ele sabia que isso ia acontecer?

_ Sabia, e é o responsável por ela estar a salvo até hoje!

_ Mas a... - Dean tentou falar, mas um barulho no andar de baixo o interrompeu.

Os irmãos se entreolharam, ocultando a sala novamente, pegando suas coisas e sacando as armas.

Desceram a escada com cautela, não encontrando nada de início, mas, como já estavam acostumados, Castiel apareceu do nada, com Dani ao seu lado.

_ O que aconteceu? - Sam foi o primeiro a perguntar.

_ Tem alguém aqui. - o anjo informou.

_ O combinado era você levá-la para outro lugar, não trazê-la para nós! - Dean tentou repreender o amigo, mas Castiel pouco se importou, pegou a faca da mão de Danielle e sumiu novamente.

Os irmãos buscavam um modo de agir, caminhando de um lado para o outro. A garota já começava a se desesperar.

_ Você viu alguma coisa? - Sam perguntou.

_ Não. - ela respondeu. - Nós só escutamos um barulho e ele me trouxe para cá.

_ Precisamos te tirar daqui.

_ Tudo bem, o que vamos fazer? - Dani perguntou.

_ Tentar ficar vivos. - Dean ironizou, se virando para o irmão. - Acha que temos chance de chegar até o carro?

_ Não é melhor esperarmos o Castiel voltar? - no momento em que Danielle falou, o som de uma janela se quebrando foi ouvido.

_ Quer esperar depois dessa? - Dean segurou em seu braço, a puxando para fora. - Corre, corre!

Os três saíram da casa correndo, indo em direção a porteira onde estava o Impala.

Danielle pode escutar o som de latidos quando entraram no matagal para encurtar o caminho, mas, a medida que corria, os sons diminuíam.

Dean, que estava a sua frente, deu uma breve olhada para trás, se assustando com alguma coisa.

_ Vira e atira para baixo, na altura dos joelhos. - ordenou. - Seja rápida!

Danielle, ao invés de obedecer, continuou correndo, tomando coragem para fazer o que ele havia mandado.

Parou bruscamente, se virando para trás e atirando no cachorro que já avançava em seu corpo.

Continuou parada, tomando fôlego e assimilando o que acabará de fazer.

O animal deu lugar à forma de um homem nu, que ainda agonizava. Danielle atirou novamente, dessa vez, na cabeça.

_ Skinwalker. - Dean parou ao seu lado, analisando o trabalho.

Danielle olhou ao redor, procurando pelo terceiro.

_ Cadê o Sam?

_ Droga! - ele percebeu a falta do irmão.

_ Eu ouvi mais de um latido, será que os pegaram?

_ Espero que não. - ele olhou a sua volta, se remoendo por não poder voltar para buscar o irmão. Segurou no braço de Danielle novamente, dando as chaves do Impala para ela. - Vou te levar até o carro e você vai dar o fora daqui. Preciso voltar para encontrar o Sam.

Ela assentiu, voltando a correr junto com Dean.

Mas um impacto forte em sua barriga a jogou para trás, fazendo com que seu corpo caísse sobre a areia.

Alguém puxou seu cabelo, a desarmando e a prendendo de forma que qualquer movimento busco resultasse em um pescoço quebrado.

Quando sua visão restaurou o foco, viu Dean a sua frente no mesmo estado, sendo segurado por um homem com dentes a mostra.

_ Vampiros... - resmungou, sentindo seu corpo doer pela queda.

_ Isso mesmo, querida. - o homem que a segurava falou. - Ela tem um cheio tão bom.

_ Olhe só para mim. - o outro riu. - Quando eu poderia imaginar pegar um Winchester?!

_ Olha, não me leve a mal, mas não sou muito chegado na sua fruta não. - Dean brincou, sendo jogado no chão com voracidade, enquanto o vampiro o espacava.

Continuou caído, enquanto seu agressor se agachava e segurava sua cabeça.

_ Você se acha o melhor, não é mesmo, Winchester?

Danielle sentia a respiração daquele que a segurava em seu pescoço, e nem sabia porque ainda não havia vomitado.

_ Se vai matar, mate logo. - disse.

_ Você subestima muito a sua importância. - o vampiro falou, olhando para o outro. - Mas talvez seja divertido fazer você assistir a morte de Dean Winchester.

_ Vamos nos certificar que dessa vez você morra de vez. - o vampiro ajeitou o corpo de Dean para que Danielle pudesse observar enquanto seu sangue era todo sugado.

Antes de ele cravar os dentes em seu pescoço, Dean lançou um sorriso a Danielle, que estava prestes a gritar para que eles parassem.

A garota o encarou com dúvida, vendo seu corpo enrrigecer, deixando de lado aquela aparência de dolorido demais para reagir a alguma ameaça. Tirou o facão preso de sua cintura e virou-se imediatamente para a criatura, cortando seu pescoço.

_ Desgraçado! - o vampiro que segurava Danielle gritou, segurando-a com mais força que quase a tirava do chão.

Dean se levantou, se pondo a frente dos dois pronto para atacar quando fosse preciso.

_ Mais um passo e eu quebro o pescoço dela.

_ Você a quer viva. - a voz de Sam foi ouvida, fazendo a criatura se virar para ele. Estava com uma arma. - Já teria se livrado dela, caso contrário.

_ Acha que essa arma vai me matar? - o vampiro perguntou, desdenhando das investidas dos Winchester.

_ Não, mas ele vai.

O vampiro olhou na direção que Sam indicou, vendo as coisas acontecerem rápido demais.

Castiel apareceu, cravando a faca na cabeça da criatura, fazendo-a soltar Danielle.

Ela correu para os braços de Sam, aliviada por ele estar bem e ela também.

Dean ergueu o facão, arrancando a cabeça do corpo e fazendo-a rolar até os pés de Castiel, que esbanjava o cansaço no olhar.

Os quatro ficaram em silêncio durante muito tempo, recuperando a força e o fôlego para poder falar.

Nunca haviam visto nada parecido antes.

_ Me digam que um de vocês obteve alguma resposta. - Dean foi o primeiro a falar, olhando para o rosto de cada um e percebendo que suas esperanças estavam esgotadas.

_ Dois Skinwalker vieram para cima de mim, eles não estavam muito interessados em conversar. - Sam respondeu.

Danielle olhou para Castiel, vendo que ele encarava os pés para não ter que dizer nada.

_ E você, Cass?

Ele respirou fundo antes de responder.

_ De uma coisa eu sei, não há nada de normal ou coerente nessa história.

_ Por quê? O que você matou?

_ Dois demônios.

 


Notas Finais


E ai, o que acharam?
Até o próximo <3


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