História Shadow - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin
Exibições 31
Palavras 1.041
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem se tiver erros xx

Capítulo 10 - Cinza


  Mais uma segunda feira cinzenta. De algum modo, algo me dizia que não era suposto ter saído da cama. Tinha passado o fim de semana todo dentro do quarto e, por relatos do meu pai, Jin tinha feito o mesmo, faltando ao trabalho. Não liguei o telemóvel para ver as chamadas e mensagens perdidas, nem sequer me conectei à internet pelo computador. Precisava de silêncio e espaço para poder pôr a cabeça no lugar. Por isso, obviamente que não tinha tido o tal encontro com o Jimin. Eu estava um pouco irritada com o que o gangue fizera, mas não ia guardar remorsos e, se não fosse muito inconveniente, gostava de marcar outra vez o encontro com o Jimin. Não ia ficar chateada para sempre com eles. Afinal, eu também fazia parte do Gangue dos Esquilos.
   Andei a passos pequenos até à escola. A força imaginária estava a puxar-me de volta a casa com mais força que nunca. Tentei distrair-me com os fones e os All Time Low acalmaram-me um pouco, como sempre fazem. Pelo menos, a minha banda preferida ainda me ajudava. Ainda.
   Assim que pus os pés na escola, senti alguém a abraçar-me. Reconheci logo quem era pelo perfume característico. Todos os seis cheiravam bem, mas o perfume de Hoseok era o mais intenso.
— Desculpa Brook, a sério! Os outros ajudaram, mas a ideia foi totalmente minha, não os culpes. Eu não queria que acabasse daquela forma…
   O Homem-Esquilo calou-se assim que eu retribui o abraço.
— Está tudo bem Hope — forcei um pequeno sorriso.
   Realmente, aquele não era um dos meus melhores dias. Mas claro que ele não reparou. Eu era profissional em fingir que estava tudo bem. Fazia isso todos os dias.
   Andamos até ao interior da escola, enquanto eu ouvia Hoseok a tagarelar sobre qualquer coisa. Frustrava-me que ele não entendesse a indireta que eu estava a mandar de não ter interesse algum em conversar com ele, ou com qualquer outra pessoa. Dizer isso diretamente era demasiado rude, até para mim, mas a indireta era passada despercebida. Os meus olhos vaguearam pelos corredores repletos de gente, e encontraram os olhos escuros do maior inimigo do Gangue. Baekhyun ergueu uma sobrancelha como fazia sempre cada vez que me via, contudo, a sua expressão não era, de todo, fria e superior. Eu costumava assustar-me com a mudança de personalidade de Baekhyun, mas já me habituara. Eu sabia que, no fundo, ele não era má pessoa. Só fingia ser para toda a gente. Desviei os meus olhos dos dele. Era muito incómodo quando ele parecia ler a minha mente só com um olhar. Eu não gostava disso, apesar de desejar que Hoseok pudesse fazer isso naquele momento.
   Os olhares por parte dele continuaram até à hora de almoço. Estávamos os seis sentados à mesa no refeitório. Sim, os seis. Só faltava Jimin. Durante todos os intervalos, ele esteve ausente, por isso, não pude desculpar-me por não ter comparecido ao encontro. Amaldiçoei-me por querer que Jimin aparecesse assim que ele se sentou a meio de uma conversa com a JinHee, uma rapariga da minha turma que eu detestava por causa do quase incidente em educação física. Senti uma pontada no coração. Eu faltava ao nosso encontro marcado em cima da hora por razões totalmente válidas, e ele ia logo ter com uma qualquer? Evitei (com muito custo) revirar os olhos e concentrei-me na minha conversa sobre a nova temporada de Nanatsu No Taizai com Taehyung.
  Sentia-me frustrada, e frustrada por estar frustrada. Era assim tão fácil substituir-me? E porque é que eu me importava? Haviam tantos rapazes no mundo para além do Jimin. Por exemplo, o Chanyeol. Ele sim era um amigo cinco estrelas e eu tinha a certeza de que ele nunca me faria algo assim. Eu poderia trocar o estupidamente fofo do Jimin por ele. Mas porque é que essa ideia parecia-me tão repulsiva, ainda que as circunstâncias dissessem o contrário?
   Tirei o telemóvel do bolso ao ouvir A Love Like War a tocar por causa da chamada. Ignorei a vontade de atirar com o aparelho à cara de JinHee pela expressão de nojo que ela fez por causa da música e olhei para o visor. Appa. Franzi a testa. O meu pai nunca me ligava. Levantei-me da mesa e saí pelas portas do refeitório, atendendo a chamada.
— Pai? Passa-se alguma coisa?
   Ouvi soluços do outro lado, o que me alarmou um pouco.
— Pai? O que se passa? Está tudo bem?
   O desespero já era visível na minha voz. E ficou ainda pior ao perceber que aquela não era a voz do meu pai.
— Brooklyn — Jin chamou, tentando, sem sucesso, respirar como deve ser. — Vem ter ao hospital. O pai… o pai foi baleado em serviço. Vem depressa.
   A parede feita pelo choque foi destruída assim que desliguei a chamada. Involuntariamente, caiu-me uma lágrima. Depois outra. E outra. Fechei os olhos, esperando acordar de um pesadelo. Dei um tapa na minha própria cara, mas não resultou. Não era um sonho. Era a triste realidade. O meu pai estava hospitalizado como eu sempre lhe adverti que iria estar se não tivesse cuidado. Sempre me imaginara a dizer, nesta situação, algo como eu avisei. Porém, naquele momento, a única coisa que eu queria era não ter razão. O meu pai era tudo para mim; era a minha força para me levantar da cama todos os dias. Eu não o podia perder. Dois braços envolveram os meus ombros de forma cuidadosa, mas firme. Eu devia estar impressionada por ser quem era, mas já não estava. Era sempre ele. Já não era a primeira, nem a segunda, nem mesmo a terceira vez que ele me ajudava. Ele estava sempre lá quando mais ninguém estava, e conseguia decifrar a minha alma quando mais ninguém o fazia. Ainda que demonstrasse o foda-se para tudo, as atitudes que ele tinha comigo em alturas como aquela, quando mais ninguém estava presente, faziam-me perceber que ele não era tão indiferente assim. Com esse pensamento, agarrei na sua camisola preta dos All Time Low com força.
— Vai ficar tudo bem — Baekhyun disse, acariciando-me os cabelos. — Vai ficar tudo bem.
   E, apesar de tudo, por breves momentos, eu acreditei naquelas palavras.


Notas Finais


Peço desculpa pelo cap pequeno, prometo que ponho outro ainda hoje !

O Baek badboy não é tão badboy assim ?
O Jimin trocou a Brooklyn ?
O senhor Kim hospitalizado ?



Ah, eu não podia deixar de comentar isso

QUE PORRA DE COMEBACK LACRADOR FOI ESSE EIN BANGTAN ?!?

Gente eu morri com o MV e com o álbum, está tão perfeito.
A minha música preferida foi 21st Century Girls, e a vossa ?




Comentem o que acharam xx

~Katsuki


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