História Shadow of the Day - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha, Naruto
Personagens Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Suigetsu Hozuki, TenTen Mitsashi
Tags Sasusaku
Visualizações 303
Palavras 3.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi!!!

Estou de volta!

To be human: Ser humano.

Capítulo 3 - To Be Human


A troca de roupas foi rápida. Como de costume jogou tudo dentro da mochila que deixava no teto da lanchonete e desceu pela escada para o seu turno.

Estava exausta como sempre, ser uma justiceira noturna não era uma tarefa fácil.

Sakura trabalhava das sete á uma da tarde na Icha Icha. Era bem pesado para quem costumava passar a madrugada acordada lutando ou salvando o mundo.

Ela estava com uma dor no ombro direito devido o navio que  tinha levantado. Ela sabia que logo passaria, mas  incomodava um pouco.

Sakura entrou na lanchonete quase como um raio, disparada fazendo preces para não ser notada.  

– Ele vai te matar. – Tenten lhe recepcionou com um copo de café.

– Incêndio e essas são coisas são demoradas. – Sakura olhou o noticiário da manhã, a CNN dava destaque ao incêndio misterioso no porto de Gotham.

Só de ver a cena quando ela levantou o navio sentiu uma puxada em seu ombro. Passou a mão por cima como em uma massagem.

– Umas pegam halters e barras na academia, mas a minha amiga aqui, ela pega um navio. – ela deu um tapa no ombro da amiga, que fez uma cara de dor.

– Ai! Preciso de um anti-inflamatório.

– Trinta e oito minutos atrasada. – Jiraiya se aproximou delas. Ele segurava um novo livro, como ele adorava literatura erótica. – Quero uma boa desculpa.

Sakura estreitou os olhos e fez uma ligeira careta.

E como sempre, ela precisava de uma boa fábula para justificar suas faltas.  

– Desculpas. – ela passou a mão no cabelo e abriu um sorriso, que logo se desfez.

– Sakura passou a noite com um cara. – Tenten tomou a voz. – E você sabe...

Jiraya automaticamente olhou para a garçonete que olhava para a amiga desconcentrada.

Tenten era boa em inventar mentiras. Uma certa vez ela disse que não poderia vim, porque tinha pegado uma maldição Asteca. Jiraiya de primeira não quis acreditar, mas diante dos argumentos dela foi impossível não acreditar.

Até aquele ponto não era mentira, realmente tinha passado a noite com um cara.

– É... – ela entrou no embalo. – Sabe como é.

– Casual, namorado ou que? Eu nunca te vi com ninguém, quer dizer, tinha aquele cara do Karatê, ele era estranho.

Sakura teve que concordar que o Lee era estranho.

– Casual. – Sakura respondeu. Tenten foi para trás da amiga para dar um laço no avental amarelo dela.

– Se preveniu? – oh sim, Jiraiya era um eterno libertino e curioso e se fosse sobre a vida de suas garçonetes ele adorava saber. – Não é assedio. – logo se explicou, ele costumava a dizer que eram pesquisas de campo, já que pretendia escrever um livro no futuro.  

– Eu sei, pois eu mesma iria te processar. – a morena o respondeu.

 – Claro. – Sakura até sorriu. – Não foi como em seus livros eróticos.

– Não?! – questionou interessado.  – Me conte, eu quero ser um bom escritor.

– E agora você o deu espaço para a curiosidade dele, bom trabalho. – Tenten deu outra tapinha no ombro dela.

– Sua peste. – ela bateu em Tenten com uma toalha de prato.

– Deslocou? Foi pesado. – Sakura sorriu. Jiraiya era uma peça única.

– Foi intenso e muito selvagem sabe...  – ela pegou uma caderneta. – Agora tem cliente, vou trabalhar. – piscou o olho.

Seu chefe era uma comédia daquelas.

– Está perdoada.

– Você é um amor, seu velho pervertido. – ela apertou a bochecha dele. Mesmo com tanta libertinagem, ele as respeitava e algumas vezes era uma paizão para as meninas.

Não era para qualquer um aceitar as desculpas esfarrapadas de Sakura ou o tempo que Tenten ficava estudando na hora do expediente.

A construção da nova sede da empresa Uchiha trouxe muito movimento ao bairro, outrora estagnado no tempo. O movimento de pedreiros, engenheiros e operadores de máquinas  não era só na obra, o Icha Icha estava bombando.

Praticamente tinha uma fila para tomar o café da manhã por ali. Deidara era o cozinheiro e já estava quase sem respirar. Passou o turno todo reclamando com o Jiraiya que queria um outro cozinheiro por ali, mesmo que fosse provisório.

Seu auxiliar Konohamaru e neto de Jiraiya concordou.

As meninas não paravam quieta e estavam sempre se locomovendo para todos os lados da lanchonete, mal tinham tempo de tomar um copo de água.

– Eu já recebi três cantadas. – Tenten falou no momento em que enfim parou.

– Os pedreiros são bem animados e engraçados. Eu sorri de algumas.

– Por favor. – ela espreguiçou-se. – Mal vejo a hora de me formar e ir trabalhar em alguma esfinge lá no Egito. A grande arqueóloga Tenten Mitsashi encontrou uma Múmia do período do Tutancânamon. – essa costumava a sonhar bastante com o seu futuro no ramo da arqueologia. Sakura já sabia dos devaneios da amiga e sempre a apoiava.

Tenten era louquinha.

– Estou morrendo de fome. – comentou Sakura de olho em um grande pedaço de torta.

– Ele disse que vai fazer seleção para um novo cozinheiro. – Tenten comentou, Sakura ergueu as mãos para o céu.

– Já era hora. Tudo que eu queria agora era dormir um pouco. – Sakura encostou-se no balcão. – Uma cama, minha cama.

– Olha, mesmo sendo a mulher mais poderosa que eu conheço, você precisa descansar.

– Eu sei. Quando eu comer passará.

Embaixatriz, pode me ouvir?

Saturniano. – ela respondeu na mente, ele podia ler mentes de qualquer e isso facilitava a comunicação. – O que aconteceu?

 Um incêndio, grandes proporções. O Guardião laranja está indo lá e precisará de ajuda.

Sakura olhou para o chefe que estava lendo um livro e alheio ao movimento, ele estava distraído e conseguiria sair sem ele notar.

Eu irei. Onde é mesmo?

Tenten olhava a amiga, sabia que quando o semblante da amiga parecia um pouco confuso, ela estava falando com o cara de azul estranho. Era tudo tão estranho para ela.

Um dos lugares favoritos do Saturniano era o Himalaia e precisamente o topo da montanha. Ali ele achava que era o único lugar silencioso de toda a Terra.

 Portugal. – ele a respondeu.

Sakura arregalou os olhos e ergueu a sobrancelha. Atravessar o Atlântico não parecia ser boa ideia e aliás, ela tinha acabado de passar a madrugada apagando um outro incêndio.

Estarei lá.                       

– Tenten, pode segurar para mim?

– Eu não sei se ele cai na do banheiro novamente.

– Por favor. Eu logo estarei de volta.

Sakura saiu de fininho e foi pela escada de saída até o telhado. Em questões de segundos trocou sua roupa pelo o uniforme vermelho que usava. Seu uniforme foi uma invenção de Tenten que disse que ela iria precisar proteger sua identidade. Se Kim Kardashian era famosa por um vídeo tape sexual vazado, imagina uma mulher com super poderes.

Ela pegou um certo impulso correndo pelo o telhado e logo seus pés saíram do chão, estava voando.

Era de costume os cidadãos de Nova Iorque olharem para o céu e avistarem, em poucos anos a Embaixatriz tornou-se um símbolo da cidade. Tinha quem gostasse e quem odiasse a super-heroina de cabelos rosados. Sakura avançou rumo ao oceano. Para o seu azar, as nuvens estavam carregadas então em algum local do Atlântico estaria chovendo.

Ela demorou alguns meses para descobrir que tinha super poderes, tudo culpa da sua falta de memória. Ela lembrava como se fosse ontem o dia que chegou de uma festa e estava com um porre daqueles e quase ia caindo da escada, surpreendentemente ela flutuou sobre o terceiro degrau, deixando Tenten perplexa.

Um de seus super poderes era a super velocidade durante o voo, ela conseguia facilmente atravessar o atlântico em menos de dez minutos. Foi ali que ela percebeu que ela não era uma simples humana e começou sua busca pelo o seu passado, sem resultados. Isso a frustrava, ela parecia não existir.

A Embaixatriz seguiu em caminho reto pela superfície do oceano, pelo caminho avistou alguns cargueiros repletos de containers enfrentando as ondas do Atlântico. Alguns minutos depois abaixo de um forte temporal ela avistou uma grande fumaça, estava perto.

Por lá, o Guardião estava combatendo bravamente e com esforço as chamas, sua missão principal era salvar as pessoas que estavam cercados pelo o fogo. Uma por uma ele resgatava do incêndio florestal. Era verão na Europa e incêndios eram comuns pela parte mediterrânea.  Naruto avistou várias pessoas presas em carros e cercados,  não hesitou em enfrentar todo o fogaréu.

A Embaixatriz o avistou e voou até lá. Precisava o ajuda-lo a retirar as pessoas dali. Estava parecendo um inferno. Devido á alta temperatura ela não conseguiu ir ao centro, visualizou o Guardião e como de comum acordo, ele retirava as vítimas de lá e a entregava, para levar para longe. Podiam salvar mais vidas assim e em menos tempo. De todos os me membros da Akatsuki, o Guardião era um dos que a  Embaixatriz se identificava. Ele era diferente e não parecia tão esnobe e fechado, claramente ele via o mundo de uma outra forma e salvar pessoas era seu destino.

– Embaixatriz! Vá a floresta, tem pessoas perdidas vagando por lá. 

Sakura assentiu e caminhou rumo a floresta. 

Havia muita fumaça dificultando a sua visão, ela era guiada pelos gritos desesperados vindo de lá. Caminhou pelas árvores e seguiu até próximo de uma gruta onde havia um menino com sua mãe por lá.

– Venham. – ela se aproximou, mas eles não entendiam o que ela falava. – Não tenham medo. – ela estendeu a mão e assim as vitimas encurralaram decidiram ir com ela.

                                                                                           ***

Após algumas horas, os dois tinham conseguido salvar um grande número. Infelizmente houveram vítimas que não salvaram. Alguns casos chegaram tarde.

A polícia local e bombeiros se aproximavam, a mídia chegou e a atenção foram os dois. Algumas pessoas por perto aplaudiam o serviço dos dois.

Os dois não entendiam o que eles falavam, era um idioma confuso e no máximo o Guardião agradecia. 

– Temos que ir. – disse o homem.

Algumas pessoas pegavam no braço da Embaixatriz achavam que ela fosse uma espécie de ser divino. A olhavam diferente.

O Guardião levantou voo e a mulher fez o mesmo.

Em uma parte do caminho o Guardião desacelerou a velocidade e a Sakura fez o mesmo.

– Quando eu vim estava chovendo no Atlântico. – ele comentou e como sempre bem-humorado.

Sakura quando se transformava na Embaixatriz assumia uma outra personalidade, deixava de lado a Sakura extrovertida e desmemoriada, assumia uma postura séria.

Ela não queria que sua identidade fosse descoberta, tinha até medo sobre isso.

– Quando eu vim enfrentei a chuva.

Naruto parou no ar e por um instante passou a contemplar a paisagem azul.

Sakura olhou todos os lugares, não costumava a prestar atenção ao ambiente ao seu redor.

– Já se perguntou por que somos diferentes deles?  – ela o questionou,  tirando Naruto de sua admiração pela a vista.

Ele sabia que tinha vindo de um outro planeta ainda pequeno, mas antes de falar, ele lembrou do que o Corvo disse sobre falar o seu passado pessoas não entenderiam.  Naruto sabia que os humanos eram sem caráter e ainda não sabia nada da Embaixatriz, preferiu omitir.

– Eu não sei. Tem muito mistério, é além de nossa filosofia de ver a vida. 

– Somos deuses, anjos? – ela questionou. Lembrou de uma viagem de ajuda que fez a Moçambique e uma mulher disse que ela era um anjo enviado para salvar o mundo.

– Eu sou  agraciado por um poder. – Naruto percebeu que ela tinha dúvidas, ele sabia como era isso até descobrir sua origem. – Um humano agraciado pelo poder.

– Somos humanos? – ela o olhou e perguntou. As vezes ela duvidava disso. Ser humana.

– Você ama? – o Gardião se aproximou. – Olhe ao redor, você ama o que vê? 

– Amar... – ela repetiu e até mentalmente.  Ela desconhecia esse sentimento.

– Não sei lhe responder.  Por que me pergunta sobre o amor? O que tem a ver o amor e ser humano?

– Ser humano é ter a capacidade de amar. – ele a respondeu gentilmente.

Sakura fez de tudo para não transparecer sua confusão, sua mente maquinava aquela resposta.

– Melhor irmos, essa nuvem parece estar carregada de raios. – Sakura olhou o nimbo e assentiu. 

– Ah, obrigada. – ela sorriu e tomou velocidade.

 

****

Os jornais de Gotham relatavam exaustivamente sobre a série de misteriosos roubos pela cidade.

Uma das notícias foi o assalto a joalheria famosa da cidade em plena manhã mas o que novamente chamou a atenção era que os bandidos sumiram do nada. A jornalista local debatia exaustivamente sobre o intrigante assalto.

Sasuke estava na arquibancada do principal jornal da MSBC, o bilionário estava dando uma entrevista sobre um novo investimento que faria na cidade. Após diversas perguntas sobre o consórcio, a apresentadora matinal perguntou sobre a vida pessoal dele, era o solteiro mais cobiçado de Gotham e porque não dizer de todo os Estados Unidos. 

– Solteiro. – ele sorriu, ele sabia Como manipular a mídia passando a imagem do homem playboy e bilionário.

Quem desconfiaria que ele seria um justiceiro noturno?

– Muitas telespectadoras estão perguntando quais características você procura em uma mulher? A sua uma mulher ideal?  – Perguntou a jornalista com um basto interesse..

Afinal, quem não queria Uchiha Sasuke? Chegava a ser clichê.

Sasuke tentou desconversar,  mas foi em vão.

– Deixamos Uchiha Sasuke constrangido. – ela gargalhou.

Sasuke coçou a bochecha de uma forma descontraída e respondeu: – Que seja tão louca quanto eu.

– Olha ai garotas. Mas louca no bom sentido?

– Que me façam sorrir e dar prazer. – ele respondeu de forma libertina.  Isso sou aumentava a sua fama de mulherengo, era parte do disfarce.

Logo ao receber uma bronca do diretor do jornal pedindo para não fazer esse tipo de pergunta, já que se tratava de um jornal matinal, a âncora mudou rapidamente de pergunta.

– Gotham tem um dos níveis de criminalidade mais alto de todo o país, mesmo a polícia combatendo severamente o crime, hoje é impossível. Você é ciente,  certo?

– Claro. Moro aqui.

Ela riu sem graça.

– O que acha do Corvo, a ação desse justiceiro?

– Creio que ele tem que deixar para a polícia. Esse cara deve ser maluco, sair por ai de madrugada perseguindo bandidos, quem o deu esse direito? – ele jogou essa. – Sou contra.

– Entendo sua posição. E o que acha da Akatsuki? Deveriam ter suas identidades reveladas?

– Óbvio. São seres poderosos e me pergunto a saber se são humanos. O governo deveria saber de suas identidades e se eles se voltam contra nós?  - ele falou com seriedade.

– Adorei a entrevista Uchiha Sasuke. Volte sempre.

– É um prazer. – ele a respondeu com um sorriso cínico.

**

Sasuke saiu às pressas da emissora e entrou no seu Rolls Royce blindado. Seu motorista Jugo já sabia para onde ele iria e nem o questionava.

Passando por uma das principais avenidas, ele avistou a joalheria roubada e tirou algumas fotos com o celular.

Aliás,  dele saiu uma mensagem.

 Embaixatriz está de volta ao Icha Icha.

Ele olhou de relance e logo fechou a aba do celular

Era o segundo crime em menos de dois dias e novamente eles sumiam, um truque de mágica.

Não parecia tão impossível, afinal ele conhecia pessoas que voavam e que podiam segurar facilmente um navio. Magica não era algo fantasioso.

 Ele começou a arquitetar mentalmente a lista de crimes, primeiro ao porto e agora joalheria, claro, a uma grande loja de departamentos da cidade.

Não tinha conexão entre os três, chegava a ser curioso.

Após um breve raciocínio, ele voltou sua mente para a Embaixatriz. Sem sombra de dúvidas ela era uma das funcionárias daquela velha lanchonete. Sasuke detinha de uma memória fotográfica, ele logo lembrou da empregada de cabelos rosados em um modelo de rabo de cavalo.

Só poderia ser ela.

Ao chegar em casa ele percebeu que a sua mãe não estava por ali. E foi assim até a noite, ele não a viu.  Deduziu rapidamente que sua mãe estava trancada no quarto, ela ficava incomunicável quando sua crise de depressão voltava. Mikoto sofria com essa doença. Desde o bruto assassinato de seu pai, ela nunca mais foi a mesma.

Ele como sempre preferia não incomoda-la.

**

O colocar de sua armadura parecia quase um ritual. Peça por peça colocada com cuidado. Sua armadura era praticamente uma arma, forjada no laboratório de alta tecnologia de sua empresa. Ela era construída de kevlar e fibras de aramida, um traje que pode facilmente resistir as mais altas temperaturas, poderia facilmente aguentar todo tipo de descarga elétrica.

Ele ajeitou o seu bracelete, em breve precisaria de um novo. Estava bastante arranhado.

Ele se olhou em frente ao espelho.

Aquele era o verdadeiro Sasuke, sombrio e obsessivo. Sem sentimentos.  Apenas um justiceiro implacável pelas ruas decaídas de Gotham.

Escutar mensagem do Uzumaki?

Apareceu em seu telefone.

– Sim.

 Não acho que ela seja uma ameaça.

Hm, só era isso mesmo. A proposito, tudo bem? Sei lá. 

 

Responder a mensagem?

– Não.

Ele por fim colocou a sua máscara negra.

E montou em sua moto saindo disparado da mansão. Seria mais uma noite pela cidade.

Alguém tinha que demostrar justiça por ali.

                      **

Mais de noventa por cento da cidade dormia durante a madrugada. Poucas pessoas eram vistas na rua. As pessoas encarregadas  da limpeza trabalhava para manter a cidade limpa para o outro dia. A madrugada era um horário misteriosos, era o horário que as mentes perversas saiam e colocavam seus planos em táticas.

Era o horário dos gênios do crime e do justiceiro da velha e perturbada Gotham agirem.

Era o horário do justiceiro da cidade patrulhar a cidade e escutar as ondas de rádio da polícia. 

Também não era diferente em Nova Iorque.

Era o horário da Embaixatriz lutar contra aqueles que faziam questão de tirar a ordem.  No topo do Empire State ela observava a cidade em mais uma madrugada fria com um ar tão espesso e opaco.

Quem estaria abaixo de sua justiça hoje?

– Ser humana, ser humana é amar. – ela repetiu essa frase ao vento. Ainda não fazia sentindo para ela.

 Do outro lado de Nova Iorque na sede do NY Post. Uma jornalista trabalhava em sua mais nova missão jornalística. A matéria de sua vida.

Mei olhava para o Word em branco em seu notebook. Era uma e onze da manhã e ela não estava com sono.

A cafeína ajudava a ficar acordada.

- Vamos lá.

Digitou na folha eletrônica em branco: Quem é ela?  

Disse para si mesma que seria um título provisório.

Seus dedos tamborilando sobre o teclado e a mente a mil, sabia que aquela reportagem seria memorável, o alavanco que a sua vida profissional precisava.

Virou-se de frente para a janela como se fosse por intuição e logo levantou-se em um salto quando avistou ao longe ela.

A Embaixatriz voava bem em frente sua janela.

Mei sorriu.

- Seja quem você for, eu irei descobrir.

 


Notas Finais


As tretas vão se organizando e logo elas aparecerão.
Creio que no próximo cap, um certo playboy visitará novamente o icha icha.


Beijos e ate´o próximo.


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