História Shadow Preachers - Nighttime Creatures - Capítulo 2


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Categorias The Originals
Personagens Davina Claire, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Henrik Mikaelson, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Mikael Mikaelson, Rebekah Mikaelson
Tags Boonie, Caroline, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Finn Mikaelson, Jeremy, Joseph Morgan, Katherine Petrov, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Michael Mikaelson, Phoebe Tonkin, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Visualizações 52
Palavras 2.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Os Irmãos Salvatore


Fanfic / Fanfiction Shadow Preachers - Nighttime Creatures - Capítulo 2 - Os Irmãos Salvatore

Guardei o porta retrato em cima da mesinha e observei ao redor, havia poucas lembranças dos meus pais, eu praticamente fazia parte dessa floresta, ficava mais nela do que dentro de casa, quase nunca via meus pais, eram ocupados, mas eu os amava, ainda os amo.

Me aproximei das caixas as pegando e saindo do quarto, fui até o último e o abri, era o meu antigo quarto, era bege com símbolos claros, havia uma comoda marrom claro com um espelho, um banheiro e outra daquelas camas com cortinas, uma janela gigantesca de vidro, conseguia ver a floresta quase toda, um tapete vermelho sangue e um urso em cima da cama.

Coloquei as caixas no chão e abri as cortinas da janela, liguei a luz e observei todo o lugar, me aproximei da janela encarando a lua, estava tão linda, sempre foi, a noite estava mais escura, a floresta estava estranha, os corvos agitados, as árvores pareciam se mexer, ouvi um uivo e respirei fundo me virando de costas e tirando os panos da cama e os jogando no chão, troquei os velhos por panos brancos com cinza. 

Coloquei meus anéis, colares, perfumes etc na comoda, abri a porta do banheiro e o lavei colocando toalhas novas e brancas, quando terminei de arrumar todo o meu quarto, desci as escadas pegando minha mochila e minha mala de roupas, subi as escadas novamente e tranquei o quarto dessa vez, coloquei a mochila ao lado da cama e as malas em cima do tapete, me sentei e a abri, tirei um top cinza e um short da mesma cor.

Fui em direção do banheiro, entrando e fechando a porta, me despi assim entrando na banheira e tomando meu banho, fiquei alguns minutos amais, estava cansada de toda a viagem, sai da banheira me enrolando com a toalha branca, enrolei meus cabelos em outra e me encarei no espelho, estava um pouco acabada, ignorei isso e vesti minha roupa, sequei os cabelos os deixando soltos e sai do banheiro pegando um suéter cinza que ia até os meus joelhos, desci as escadas correndo de pé descalço e fui a cozinha.

Minha vó já não se encontrava lá, deveria estar arrumando o próprio quarto, peguei um prato e coloquei minha comida, me sentei em cima da bancada atacando logo o prato, quando acabei peguei uma das cadeiras da cozinha e levei para o meu quarto, a coloquei de frente para a janela, me aproximei da mochila pegando o meu iphone e um caderno grosso preto com um símbolo na capa de couro. Tirei a caneta preta da mala e me sentei cruzando as pernas, coloquei os fones que já viam enrolados no iphone e comecei a ouvir música, abri o caderno em uma página em branco e comecei o meu desenho daquela floresta. 

Quando terminei o desenho, o deixei em cima da cama e fechei as cortinas, coloquei os alarmes para acordar cedo e o deixei na mesinha ao lado da minha cama que havia um abajur, peguei as pantufas e o urso o encarando e sorrindo ao encontrar o mesmo colar que havia deixado ali fazia anos, o tirei e coloquei no meu pescoço, era uma lua e um sol, havia ganhado de um dos meus melhores amigos, nunca mais havia o visto desde a morte dos meus pais e a mudança de cidade. 

Me deitei me cobrindo e pegando o caderno para examinar o desenho, franzi a testa confusa quando percebi a sombra de algo em uma parte da floresta, parecia ser um homem, me levantei da cama as pressas derrubando o urso e o caderno, abri as cortinas e observei tudo, então vi a mesma parte da floresta se mexer.

Não sei o que havia dado em mim, mas corri abrindo a porta e desci as escadas, abri a porta e sai de dentro de casa, estava tudo escuro mas mesmo assim eu conseguia enxergar, algo começou a correr e eu corri atrás, eu era rápida desde pequena, então parei em um lago, já o conhecia, nadei uma vez com meu amigo de infância aqui, observei o lago e me assustei quando percebi a minha sombra na água, havia um lobo atrás de mim, ele me encarava nos olhos, me virei e o encarei séria e decepcionada.

Me abaixei ficando de joelhos o encarando.

Caterine- Não acredito que corri tudo isso por causa de um animal. - Aproximei minha mão de sua pelagem devagar, ele mostrou as presas grunhindo - Nem pense em me morder, você que me assustou. - Respondi o repreendendo e ele se aquietou. - Você é muito bonito. - Sorri para ele e o mesmo se deitou no meu colo.

Então, assim que observei atrás do lobo havia um homem, bonito, de sobretudo escuro, ele tinha presas, o lobo se levantou o encarando e virando um homem, eu estava de boca aberta, mas já estava de pé, fui me desaproximando e cai dentro do lago, estúpida. 

Os dois homens me encararam quando emergi, eles tinham sorrisos debochados e mesmo surpresa e com medo, não dei o braço a torcer, nadei até o lado contrário, e me segurei em uma corda que havia lá fazia anos, me pendurei e pulei caindo em terra firme, não sentia frio apesar que ventava muito forte, eu deveria estar louca, os remédios deveriam ter perdido o efeito, aquilo era ilusão, andei em direção de casa e encontrei minha vó no sofá séria.

Vó- Onde estava? Eu falei a você para não sair de noite nessa floresta? Porque você está molhada Caterine? O que aconteceu? Você está bem? - Assim ela começou a me encher de perguntas.

Caterine- Esqueci de tomar os remédios que a psicologa havia descrito, então pensei ter visto algo na floresta, corri atrás e era um lobo, mas então vi um homem com presas e o lobo era um homem de olhos amarelados, acabei caindo no lago, mas voltei para casa, me desculpe vovó, irei tomar os remédios, não se preocupe. - Falei a ela que ficou de boca aberta. 

Já deveria estar acostumada, vejo essas loucuras desde que nasci, nunca tive para onde correr mesmo, a abracei dando um beijo em sua bochecha e a desejei "Boa Noite", subi as escadas fechando as janelas irritada, tranquei a porta novamente, me aproximei da mala pegando uma bolsinha com vários remédios, me aproximei da comoda e os coloquei alinhados, peguei uma caixinha e o tomei com água que havia trago da cozinha, me aproximei da cama recolhendo o urso e me deitei, fechei o caderno o observando por alguns minutos e o coloquei ao lado do meu iphone, apaguei a luz do abajur e finalmente pude fechar os olhos.

Não, eu não dormi molhada, já estava totalmente seca quando subi as escadas. Cai no sono rapidamente logo começando minha seção de pesadelos com a morte dos meus pais. 

No outro dia...

O despertador tocou já cedo, era umas 6:00 AM, me levantei com muita relutância, praticamente rastejei até o banheiro aonde fiz minha necessidades e minhas higienes matinais, amarrei os cabelos e me aproximei da caixa de remédios tomando outro comprimido, me aproximei da mala tirando uma calça jeans preta um pouco rasgada nos joelhos, peguei uma regata cinza e um sobretudo preto, fui em direção do banheiro tomando outro banho, só que esse mais rápido pois minha vó já estava a batucar na minha porta.

Vesti as roupas e me aproximei da outra parte da minha mala pegando um par de coturnos pretos, soltei os meus cabelos longos e fui em direção da comoda, passei um batom vinho, coloquei todos os meus anéis pratas e escondi o meu colar dentro do meu sobretudo que estava fechado, peguei meus fones junto com meu iphone, meu caderno e meu lápis, destranquei a porta e desci as escadas rapidamente.

Peguei uma torrada que estava em cima da bancada da cozinha e corri pra fora entrando na van preta, fiquei nos bancos de trás deitada com o caderno já aberto, por algum motivo eu estava desenhando os dois homens que havia visto, eu lembrava de todos os detalhes mesmo no escuro, o lobo era meio louro, tinha olhos amarelados, um colar, usava jaqueta de couro, calça escura e blusa preta, o outro homem tinha cabelos negros, usava um sobretudo escuro e tinha os olhos claros. 

Os dois tinham olhares de curiosidade para cima de mim, respirei fundo fechando o caderno assim que minha vó parou em frente a uma escola, vários alunos já encaravam a van e cochichavam, desci da van colocando os fones de ouvido e acenei para minha avó, ela estava séria, o que já era muito de costume, aumentei os fones de ouvido e coloquei a minha melhor cara de irritada, entrei na escola sem prestar atenção em ninguém, me aproximei da diretoria passando por um grupo de pessoas, havia uns quatro garotos e umas quatro ou cinco garotas, todos eles me encaravam, lancei um olhar ameaçador e eles cerraram os olhos, principalmente o moreno de olhos claros.

Batuquei na porta e entrei fazendo a matricula, começaria a estudar já amanhã, sai minutos depois da sala da diretoria e eles continuavam ali, agora falavam, nenhum me encarou, senão uma loura séria e o mesmo moreno, sai da escola assim que bateu o sinal para eles entrarem, me aproximei de uma mesa no jardim, coloquei meu caderno ali e tirei o sobretudo, estava fazendo calor, amarrei os cabelos em um coque bagunçado e algumas pessoas encararam algumas tatuagens minhas.

Eu tinha uma no ombro esquerdo e uma na nuca, dobrei o sobretudo o colocando no meu braço e peguei o meu caderno saindo da escola, esbarrei uma pessoa mas não prestei muita atenção, eu queria mesmo ir ao cemitério. 

Me sentia seguida, mas isso já era tanto de costume que não me dei a importância, entrei no cemitério e fui para perto da floresta, meus pais estavam enterrados lá, me sentei de frente para o tumulo deles os observando, e abri o caderno em uma página limpa, desenhei o casal que ficou me observando e fechei o caderno encarando eles. 

Respirei fundo.

Caterine- Porque ainda me atormentam? Eu já pedi perdão milhões de vezes! Não aguento mais sofrer. - Lágrimas começaram a cair dos meus olhos e me levantei pegando as coisas - Não sei o que querem que eu faça, apenas me digam para eu acabar com esse fardo. - Suspirei e coloquei os fones.

Fiquei andando pela rua observando os lugares e as pessoas me encaravam, quando bateu o sinal para o final da escola me aproximei do restaurante e observei um homem se levantar de perto da minha vó, ela estava séria e ele sumiu nos corredores, me sentei em sua frente guardando o sobretudo nas costas da cadeira, coloquei o caderno em cima da mesa e a encarei confusa, ela sorria acolhedora.

Caterine- Quem era o homem que estava sentado aqui? - Perguntei pegando o cardápio, a olhei por cima dele e ela ainda encarava a porta. - Vovó?! - Perguntei acenando e ela me observou por fim.

Vó- O que foi querida? - Perguntou confusa pegando o cardápio, revirei os olhos.

Caterine- Perguntei como foi a consulta com o doutor Diego. - Fingi dando de ombros e chamando o garçom.

Vó- Foi normal querida, ele pediu alguns exames e quer que eu faça mais consultas, para aprofundar o seu conhecimento na minha doença, mas então, como foi na escola? Conseguiu uma vaga? - Perguntou dizendo o que queria ao garçom.

Caterine- Consegui, as pessoas me encaram como antes, não importa aonde eu vá. - Revirei os olhos com raiva - Fui ao cemitério ver os meus pais. - Dei de ombros novamente e encarei as pessoas que passavam, aquele mesmo grupo se sentou a frente do restaurante, conversavam animadamente, me escorei na cadeira e o olhar do moreno se encontrou com o meu, desviei observando minha vó que estava séria. - O que foi? - Perguntei confusa.

Vó- Nada querida, vamos almoçar para voltar logo para casa, preciso descansar. - Respondeu e eu comecei a mexer no meu colar.

Caterine- Eu estava pensando em ficar na cidade, queria visitar, voltar a relembrar dos lugares, algum problema se eu ir mais tarde? - Perguntei calmamente e ela franziu a testa.

Vó- Voltara para casa como? - Perguntou séria.

Caterine- Irei aproveitar a oportunidade e irei correndo. - Sorri de lado e ela assentiu ainda séria, o almoço então chegou e começamos a comer.

Vó- Não volte muito tarde e muito menos converse com estranhos. - Avisou minutos depois, assenti com a cabeça e me levantei vestindo o sobretudo e o deixando aberto, peguei o caderno e sai do restaurante, observei o lugar calmamente e parei o olhar na mesa daquelas pessoas, o moreno não me encarava mais, agora era um outro garoto com cabelos meio mel, andei na direção deles e desviei da mesa dele começando a correr observando os lugares, enfim chegando a praça.

Me deitei no gramado e fechei os olhos segurando o caderno contra o meu peito, uma hora depois me senti observada e ouvi um barulho de carro, abri os olhos e encarei aqueles dois garotos que disfarçavam, isso já estava a me tirar do sério.

 

 



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