História Shadow Preachers - Nighttime Creatures - Capítulo 3


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Categorias The Originals
Personagens Davina Claire, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Henrik Mikaelson, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Mikael Mikaelson, Rebekah Mikaelson
Tags Boonie, Caroline, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Finn Mikaelson, Jeremy, Joseph Morgan, Katherine Petrov, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Michael Mikaelson, Phoebe Tonkin, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Visualizações 73
Palavras 1.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Perseguição.


Fanfic / Fanfiction Shadow Preachers - Nighttime Creatures - Capítulo 3 - Perseguição.

Me levantei tirando a grama que havia ficado colada em mim, soltei meus cabelos e tirei o sobretudo me aproximando de uma lixeira e o joguei ali, guardei a caneta no bolso e segurei o caderno forte entre as mãos, olhei novamente para eles que desviaram o olhar.

Caterine- Veremos quem ganha. - Sussurrei e olhei na direção da floresta, comecei a correr, senti o carro se aproximar também, mas eu corria fazia anos, chegaria primeiro, eles também não são burros de dar na cara aumentando a velocidade, entrei na floresta correndo em direção do lago.

Escutei o carro parar e eles descer me procurando, estavam correndo, rápido, muito rápido. Cerrei os olhos e pulei me segurando na corda, me soltei dela e me segurei em um galho de uma árvore alta, assim fiquei sentada ali em cima, então abri o caderno pegando o lápis quando eles se aproximaram me procurando, o mesmo lobo apareceu ao lado da loura e do moreno de sobretudo. 

Franzi a testa mas continuei a desenhar eles silenciosamente, eu estava sendo perseguida, observada desde que cheguei aqui, mas algo me diz para não ter medo deles, eu sigo muito bem os meus instintos. Quando levantei os braços para amarrar os cabelos o meu caderno caiu do meu colo fazendo um pequeno barulho, todos eles olharam na direção do caderno e eu também, meu cabelo estava em um coque muito bagunçado, eles se aproximaram do caderno e meu coração acelerou, o lobo iria pega-lo quando eu me joguei em cima dele, a gente rolou no chão e eu parei por cima segurando o pescoço dele o olhando nos olhos. 

Alguns segundos depois eu me levantei e peguei o caderno dele com raiva, segurei o caderno com força e os encarei, o lobo já estava levantando e com raiva, todos me observavam como se eu não existisse, como se fosse inacreditável eu estar ali, meu celular vibrou no meu bolso e eu o peguei ignorando todos eles, atendi a ligação anonima.

- Caterine? Caterine Irving? - Perguntou uma voz familiar, franzi a testa.

Caterine- Quem deseja falar com ela? - Perguntei e rodei o meu olhar pela floresta.

- Acho melhor voltar para casa querida, se não sua vó irá morrer do mesmo jeito que seus pais, advinha? Por sua culpa. - Eu arregalei meus olhos e meu coração acelerou, o lobo me encarou preocupado e eu respirei fundo.

Caterine- Solte ela. - Falei calmamente e ouvi uma risada

- Não é assim que as coisas se resolvem querida, primeiro você se entrega, segundo eu solto a sua protetora. - Disse debochado e eu fechei os olhos. - Ou não se lembra o que aconteceu com seus pais? Você me ignorou,mas eu fiz o que eu prometi, vai pagar para ver novamente Irvy? - Perguntou e mordei o lábio. 

Caterine- Bom, se você acha que estou sozinha novamente, está enganado. - Respondi debochada e me ajoelhei no chão, tirei o cordão e coloquei o celular no viva voz, abri o caderno no começo e era o desenho dos meus pais de mãos dadas, me levantei fazendo um circulo ao meu redor, peguei o colar e cortei a minha mão com a parte da lua, o sangue escorreu pelo caderno e eu fechei os olhos me ajoelhando e sussurrando.

Então começou uma ventania pela floresta, comecei a falar mais alto e as árvore se mexeram com força, as pessoas ao meu redor se encararam confusos. Então ouvi o homem gritar no celular.

- CATERINE! O QUE ESTÁ FAZENDO?! - Gritou com medo.

Então eu ouvi estralos, passos, senti uma mão em meu ombro, era a da minha mãe, ela se ajoelhou ao meu lado e segurou a minha mão, eu gritei a última parte e ouvi o grito do homem morrendo. Abri meus olhos e observei minha mãe sumir sempre tão serena. Me levantei rapidamente pegando o caderno e quebrando o circulo, comecei a correr em direção de casa e senti ser perseguida, entrei em casa as pressas, ela estava do mesmo jeito, subi as escadas e vi as pessoas entrando na minha casa, abri todas as portas e nada, encarei o teto e vi sangue, desci as escadas correndo e empurrei o moreno saindo pra fora e indo ao porão, chutei a porta que se quebrou e pulei dentro.

Estava tudo escuro, ouvi correntes e corri até uma luz, o homem estava estraçalhado no chão aos pés de minha avó, ela estava totalmente machucada, estava morrendo, cai ajoelhada aos pés dela chorando, ela colocou a mão em meus ombros, eu tinha uma marca de nascença lá, coloquei a mão na marca dela e sussurrei a mesma coisa que ela.

Caterine-  Pela eternidade eu te protegerei. - Então ela morreu e eu a abracei, a peguei nos braços e subi saindo do porão. 

 

Entrei em casa e a coloquei no chão da sala em cima do tapete, as pessoas estavam ao redor observando surpresos. Meu celular começou a tocar novamente, eu já sabia o que era, haviam sentido que ela morreu. 

Me ajoelhei e estendi a mão pegando o celular e atendendo a ligação.

Caterine- O que você quer? - Perguntei forçando a voz.

- Aonde está a vovó? O que você fez com ela seu monstro? - Perguntou uma voz masculina e eu revirei os olhos me levantando. 

Caterine- Está morta e eu não fiz exatamente nada Will. - Cruzei os braços. 

- Eu sabia que vocês voltando para Mistic Falls iria acabar em uma das duas morrendo, a traga de volta, você não sairá daqui nunca mais. - Disse sério e eu grunhi.

Caterine- Você não me dá mais ordens Will. Adeus. - Desliguei o celular e virei o quebrando na parede. - Quem são vocês? - Perguntei secamente me virando para eles. 

Passei meu olhar por todos e quando vi que não falariam estiquei as mãos, tudo ao meu redor se fechou com força, eles se ajeitaram. 

Me aproximei do sofá pegando meu caderno e o colar o colocando de volta, me sentei de pernas cruzadas abrindo o caderno, fechei os olhos e comecei a desenhar o jeito que havia encontrado a minha vó. Comecei a sentir dor de cabeça e ficar com a visão turva, me levantei deixando o caderno ali e subi as escadas me segurando nas coisas, fui ao meu quarto e peguei os remédios os tomando. 

Tirei os coturnos e desci as escadas, o moreno de sobretudo ia tocar na minha avó quando eu já estava o segurando na parde com força.

Caterine- Quem são vocês? - Perguntei novamente e o lobo segurou a minha mão, ele estava sério, apertei o pescoço do moreno que pareceu sentir dor e o soltei e soquei a cara do lobo. - Não encoste em mim, híbrido. - Falei séria e vi ele querer partir para cima de mim. - Qual de vocês tem um porão com correntes fortes? - Perguntei quando senti a minha marca queimar. 

A loura levantou a mão e eu me aproximei dela colocando as mãos na cabeça dela para saber o lugar, em minutos eu desaparecei e reapareci no lugar junto com eles, me ajoelhei e estendi as mãos, queimava demais, eles me encararam surpresos e eu estendi as mãos. O outro moreno colocou as correntes. 

Senti uma dor nas minhas costelas e no coração, gritei para eles saírem, mas não saíram, minhas presas pularam e meus olhos ficaram vermelhos da cor de fogo com amarelo, veias pularam negras da minha pele, garras saíram e eles correram para fora quando eu comecei a querer me soltar, eles trancaram a porta e se encararam, eu urrei de dor. 

Puxei as correntes e a parede tremeu, grunhi e comecei a aranhar o chão e a parede, seria a noite toda assim. 

P.O.V Family Mikaelson

Quando descobriram que a filha única da última geração dos Renegados do Sol e da Lua estaria de volta a Mistic Falls depois de tudo que aconteceu, ficaram totalmente surpresos.

Rebekah- Caterine Irving está de volta? Aqui?! - Perguntou preocupada se levantando do sofá.

Damon- Chegou hoje com a vó, estão morando na floresta como antes, ela está bem bonita. - Disse debochado.

Elijah- Ela sempre foi bonita. O que faz aqui? - Perguntou sério e frio.

Stefan- Talvez estejam se escondendo. - Deu de ombros e Klaus riu debochado descendo as escadas.

Klaus- Renegados não se escondem. - Disse seco e Stefan revirou os olhos. 

Freya- Não irá atrás dela novamente, não é Niklaus? - Perguntou séria, sabia que ele iria, mas não custava nada tentar. 

Klaus andou em direção da cozinha silenciosamente não respondendo a pergunta da irmã, Elijah respirou fundo. 

Elijah- A Morgan não vai deixar nenhum de nós nos aproximarmos dela, ela está designada a proteger a Irvy, qualquer um de nós, principalmente você irmão, não deve nem encostar nela, Morgan está velha mas ainda é poderosa. - Disse e o Klaus deu de ombros o encarando sem interesse.

Damon- Não interessa isso, se os Renegados estão aqui é porque tem alguma coisa ai, não voltariam para Mistic Falls por nada, eles odeiam esse lugar.

Klaus- Talvez Morgan esteja aqui porque sabe que todos protegem a Irvy, ninguém dessa cidade ou de Nova Orleans deixariam algo machucar ela. - Disse e Rebekah cerrou os olhos.

Rebekah- Até porque você decretou isso. - Disse séria e Klaus subiu as escadas novamente.

Stefan- Se Renegados não se escondem, porque precisam de guardiões? - Perguntou e Finn apareceu.

Finn- Um Renegado tem alto descontrole, além de ter todos os poderes existentes nesse mundo e fora dele, eles não são do bem, precisam de observadores para leva-los ao caminho certo, todos odeiam Renegados, mas alguns nasceram para ama-los e protege-los fora a família de sangue. - Disse e o Damon franziu a testa.

Damon- E o Klaus é esse guardião. - Disse e todos encararam o Kol no sofá deitado/esparramado. 

Kol- Não somente ele, a família Mikaelson e os Renegados tem uma certa ligação. - Disse debochado. 

Stefan- Todos vocês são os protetores da Caterine? - Perguntou e eles assentiram. 

 

 

 

 

 

 



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