História Shadow Preachers - Nighttime Creatures - Capítulo 4


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Categorias The Originals
Personagens Davina Claire, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Henrik Mikaelson, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Mikael Mikaelson, Rebekah Mikaelson
Tags Boonie, Caroline, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Finn Mikaelson, Jeremy, Joseph Morgan, Katherine Petrov, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Michael Mikaelson, Phoebe Tonkin, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Visualizações 66
Palavras 1.515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou muito feliz que estejam gostando <3

Capítulo 4 - Renegação.


Fanfic / Fanfiction Shadow Preachers - Nighttime Creatures - Capítulo 4 - Renegação.

Todos estavam na sala da casa dos Mikaelson, Marcell, Davina, Damon, Stefan, Elena, Katherine, literalmente, todo mundo, as janelas estavam trancadas, tudo estava no escuro, eles estavam sentados se encarando em silêncio a espera da Caterine acordar.

Quando Kol se levantou impaciente pela espera ouviram a porta ser destrancada, ouviram passos de salto e franziram a testa assim todos se viraram para encarar as escadas, encararam uma sombra escorada na parede, não dava para ver ela, apenas os saltos pretos altíssimos.

Davina- Irvy? - Perguntou e Damon e Stefan calaram a boca dela quando a garota grunhiu reclamando. 

Ela se desencostou da parede e começou a descer as escadas, calça de couro que delineava todas as suas curvas, jaqueta de couro fechada e saltos pretos, os cabelos castanhos estavam lisos e soltos, ela estava de olhos fechados, respirou fundo, estava procurando alguma coisa, mordeu o lábio e sorriu com as presas saindo, todos ficaram em alerta, então ela abriu os olhos, estavam divididos entre amarelo e vermelho, ela virou os tornozelos e pulou parando do outro lado das escadas, todos franziram as testas. 

O que diabos ela estava fazendo?!

Ela estava escorada nas escadas, encostou a cabeça nos ferros e grunhiu novamente.

Katherine- Essa garota só sabe grunhir? Que tipo de cachorra ela é? - Perguntou e todos encararam ela, Katherine virou a cabeça devagar quando sentiu uma respiração na nuca. 

Irvy colocou as mãos no pescoço de Katherine que gritou quando sentiu as presas, Klaus e Elijah puxaram ela com força a separando da morena antes de a morder, tinha um pouco de sangue na boca de Irvy, os olhos dela brilharam quando o lambeu, estava com fome. Elijah e Klaus a seguraram mais forte para ela os encarar. 

Rebekah se pós na frente dela, jogou a cabeça pro lado e afastou o cabelo louro, Caterine empurrou os dois que foram parar nas paredes, ela atacou o pescoço de Rebekah em segundos, mas assim que o sangue entrou em contato com ela, foi o bastante para a morena acordar do transe e se afastar cuspindo.

Caterine- Cachorra é a sua mãe. - Respondeu seca limpando a boca. 

Davina- Ela é perfeita. - Disse admirada e a Katherine levantou uma sobrancelha. 

Katherine- Perfeita? Essa criatura? - Perguntou e a Caterine cerrou os olhos. - Só pode estar de brincadeira. - Revirou os olhos debochada e a Caterine estalou os dedos, Katherine caiu no chão desacordada.

Stefan- O que fez com ela? - Perguntou preocupado e a morena jogou a cabeça devagar pro lado. 

Caterine- Ela vai acordar daqui a pouco, não se preocupe, não sou assassina. - Disse andando em direção da porta, quando pegou na maçaneta a mão de Klaus estava em seu ombro, a morena o encarou e levantou uma sobrancelha. - Já mandei não encostar em mim. - Disse em sussurro com ódio. 

Klaus- Não sou conhecido por obedecer as pessoas. - Respondeu debochado e sério ao mesmo tempo.

Caterine- Eu sei muito bem o seu tipo, mas advinha, eu não sou uma pessoa. - Respondeu e se virou o jogando nas escadas com força. - Fiquem longe de mim. - Ordenou correndo em direção da floresta. 

P.O.V Caterine Irving

Comecei a correr e as lágrimas começaram a descer, novamente sendo chamada de criatura, monstro, demônio... passei a minha infância sendo protegida, recebendo ordens, dizendo o que eu poderia ou não fazer, o que eu devia ou não pensar, será que eu não poderia ser diferente? Eu me sinto diferente, não me identifico com nenhuma das histórias de Renegados no qual meus pais e minha avó contavam, eu não pensava como eles, não tinha aquela sede por sangue, eu não sentia toda aquela necessidade de vingança, eu era... eu sou diferente de todos eles.

Não preciso de mais protetores me dizendo ou me observando, não preciso mais de ninguém perto de mim no qual eu tenha que ver morrer todos os dias, eu não sou uma assassina, eu não sou!

Cai de joelhos em frente ao lago, a maquiagem borrada, meus olhos ficaram vermelhos e amarelados, minhas presas saíram e eu gritei de ódio, os corvos se agitaram e voaram, a floresta começou a sussurrar, os lobos uivaram, as folhas caídas flutuaram junto com meus cabelos, observei a água flutuar.

Do que adianta tentar ser boa se ninguém acredita que eu sou? Eu sou uma mutiladora, sou um monstro, eu nasci assim, eu sou assim, não importa nada no qual me digam. 

Abri os punhos no qual estavam fechados e a água e tudo caiu, me levantei devagar observando o lugar, coloquei as mãos na jaqueta e andei devagar até a minha casa, estava tudo como sempre esteve, mas havia algo de diferente, abri a porta e encarei aqueles três seres ao redor da minha avó que estava no chão, eles me encararam furiosos, com pena e carinho.

Entrei fechando a porta e me escorei na mesma os observando. Will estava em minha frente com os olhos fervendo, ele me odiava, não era por menos, fiquei com a mesma expressão de sempre, indiferente para tudo. 

Will- Você nunca se importou com ela! Por isso a deixou morrer nas mãos daquele caçador! VOCÊ É UMA IMPRESTÁVEL! NUNCA MERECEU TODA AQUELA PROTEÇÃO! - Gritou me dando um tapa, meu rosto virou com a força e voltei o encarando sem falar nada. 

Katleya- Irmão, deixe ela, você não é o único que sofre com isso.  - Se aproximou puxando o moreno de perto de mim.

Ashley- Poderia mostrar que se importava com ela um pouco, ou é tão fria ao ponto de não sentir mais nada Irvy? - Perguntou baixo  a ruiva. 

Andei em direção das escadas silenciosamente.

Caterine- O meu nome é Caterine, não Irvy. - Disse secamente e fria, ouvi Will grunhir de ódio e Katleya o segurar com força para ele não vir em minha direção. - Ah! Eu quero vocês longe da minha casa antes do crepúsculo. - Encarei eles sem interesse, observei Ashley confusa e Katleya decepcionada, até mesmo Will franziu a testa, me virei terminando de subir as escadas e entrei no meu quarto me jogando na cama. 

P.O.V Family Oswald

Will- O que diabos houve com essa garota? Ela nunca foi tão fria assim! - Perguntou em sussurro enquanto levava a avó deles para o cemitério de Mistic Falls. 

Ashley- O que você queria?! Você sempre viveu a chamando de monstro, demônio, sempre no pé dela, a culpando de tudo que acontece na nossa família, ela iria cansar um dia  Willsson! - Revirou os olhos enquanto cavava o túmulo ao lado dos pais de Caterine.

Will- Porque todos vocês sempre defendem ela! Ela nunca foi inocente! Ela precisava crescer por si mesma. - Respondeu colocando a avó no caixão e o fechando. 

Katleya- Ninguém cresce assim irmão. Crescemos com carinho e amor, cuidados, vamos relembrar que Cael e Belinda morreram quando Caterine ainda tinha 7 anos, ela se culpa por isso desde pequena, nunca conseguiu ter amigos com medo de os perder, viveu tomando remédios para apagar as lembranças ou tentar parar os pesadelos, você sempre ajudou ela a se tornar o que todos nós temíamos. - Disse o ajudando a colocar o caixão no buraco.

Will a encarou silenciosamente, todos sabiam que ele se preocupava com Caterine mesmo sem querer demonstrar.

Ashley- Ela se tornou uma Renegada de sangue e alma com sua ajuda, ela agora irá vagar pelas ruas atrás de presas, irá destruir tudo isso ou todo esse planeta se os protetores dela não reverterem o estrago que fizemos, iremos perder a nossa prima Will. - Eles saíram do cemitério.

Will- Nós já perdemos. - Sussurrou enquanto voltavam para Arkansas. 

P.O.V Caterine Irving

A morena tirou a jaqueta e a calça de couro ficando apenas de roupas intimas e a blusa de regata branca, jogou os saltos longe e amarrou o cabelo em um coque bagunçado, pegou o caderno que estava em cima da cama junto com o urso, se sentou na cadeira observando a floresta totalmente escura, lágrimas caíam enquanto o lápis deslisava sobre o papel, a dor da perda sempre foi insuportável.

Ela adormeceu ali, como sempre, sozinha com sua dor. Pelo menos era o que achava.

O lobo estava ali embaixo, no mesmo canto da floresta, sempre a observando, seu coração apertava toda vez que via lágrimas caírem da antiga amiga de infância, nunca quis a abandonar, nunca quis a deixar assim, agora teria que aguentar as consequências do esquecimento e da dor. 

Ele a amava, nunca iria dizer isso a ela ou iria confessar a alguém ou a si mesmo, pois o mesmo é Niklaus Mikaelson, o híbrido original que alguns ou todos costumam dizer que não tem coração.

Mas a pequena Caterine sabia e sempre soube que o garoto louro no qual brincava desde pequena tinha um grande coração, o mesmo no qual havia lhe dado o colar, o mesmo que nunca tinha a abandonado, bom, isso foi antigamente, antes dele descobrir que ela era um monstro e sumir entre a floresta. 

Antes dele a renegar e o amor dela.

 



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