História Shadow Preachers - Capítulo 3


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Exibições 61
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores,
Eu não sou daquelas autoras que escrevem notas iniciais, mas.... Acho que nessa fics eu vou precisar.
Shadow Preachers é uma fics MALEC e sim Jace é apaixonado pelo Alec e Clary vai comer um dobrado com ele.
A questão é... Jalec existe nessa fics, não um namoro, não vai haver relacionamento, já adianto, porque primeiro eu não consigo escrever algo que eu não consigo imaginar, segundo porque esse nunca foi o meu foco de interesse, o meu foco de interesse é conflitos de personagens e o que mais vai ter é conflito entre Alec e Jace por causa disso.
Malec vai ser construido aos poucos, então, preparem-se!
Acho que é só... Qualquer duvida, perguntem nos comentários, ok?

Beijos e tenham uma maravilhosa leitura.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Shadow Preachers - Capítulo 3 - Capítulo 3

 

Capítulo 3

Quem é você?

 

Clary via o banheiro todo girando, enquanto Simon molhava o seu rosto, numa tentativa de trazê-la a si.

-Clary, eu preciso mesmo que você se foque. –Avisa, nervoso.

-Hei! Ninguém lhe avisou que esse é o banheiro feminino? –Pergunta uma voz feminina, Clary observou que Simon ficou envergonhado, ela deveria ser muito atraente, porém Clary não estava com condições nenhuma de distinguir qualquer coisa.

-Ela precisa de ajuda. –Revela, apontando em direção a ruiva, que ri.

-Sua namorada, está muito chapada. –Brinca, rindo.

-Nós não somos namorados. –Garante Clary, emboladamente, arrancando uma risada da moça.

-Boa sorte. –Deseja a moça, batendo no ombro de Simon e seguindo em direção a uma das cabines.

-Você precisa de sorte, Simon? –Pergunta Clary, rindo.

-Preciso. –Responde, alisando o seu rosto. –Por que está fazendo isso comigo? Você prometeu que não iria fazer merda. –Garante, apontando em direção a Clary, que retira um cantil da sua jaqueta, tomando um bom gole de bebida.

-Eu tinha que parecer um pouco do Sebastian, não é? –Pergunta, tendendo a cabeça para o lado.

-Clary, você não é o seu irmão. –Avisa, apontando em direção a ruiva. –Nunca foi e não vai ser agora que vai começar a ser, vai? –Pergunta, nervoso.

-Talvez sim, talvez assim as coisas mudem de figura. –Responde, murmurando, no segundo que ela ouve uma pia se abrindo.

-Colega, você está muito lascado. –Garante uma voz feminina, que deixou Simon branco.

 

***

 

Magnus Bane, esse era o nome dele.

Alec o observava fascinado, ele era lindo, brilhante e contagiante. Parecia estar sempre satisfeito e acostumado em sempre ser o centro das atenções e tudo o que Alec queria era que ele o percebesse, mas ao mesmo tempo não se sentia bonito, ou até mesmo adequado o suficiente para que isso ocorresse.

-Chega no cara. Ficar babando por ele não é nada interessante. –Comenta Jace, pedindo uma cerveja.

-Não. –Afirma, desviando o olhar.

-Magnus. –Cumprimenta Jace, chamando a atenção de Alec, que se encolhe.

-O que está aprontando, criatura infernal? –Pergunta, deixando Alec extasiado pelo seu cheiro.

Magnus cheirava a sândalo, ele podia sentir, já que Magnus estava ao seu lado. Alec engole em seco, quando sente que está sendo observado.

-Nada demais só curtindo. –Responde Jace, despreocupado.

-Quem é você? –Pergunta, interessado, analisado Alec, que o encara, observa-o suspirar. –Sou Magnus Bane, acho que nós não fomos formalmente apresentados. –Revela, analisando-o.

-Alec, Alexander Lightwood. –Apresenta-se, gaguejando, envergonhado.

Os dois se encaravam, mais do que isso, eles se analisavam. Alex sentia as suas bochechas, mas ele não conseguia desvia, ele estava encantado pelos olhos puxados cor de âmbar de Magnus, da sua pele marrom, dos seus cabelos espetados, do seu sorriso divertido.

O homem era mais alto do que ele, geralmente, ninguém é mais alto do que Alec.

-É um prazer lhe conhecer, Alexander. –Revela, encostando-se ao balcão, analisando Alec de perto. –Não me parece muito confortável. –Comenta, fazendo Alec, engolir em seco.

-Eu não gosto muito de festas. –Confessa, envergonhado.

-Então, é por isso... Por quê? –Pergunta, analisando-o com atenção.

Parecia que o mundo tinha parado, até que um loiro de olhos verdes passa o braço em volta da cintura de Magnus, encostando o seu queixo no ombro do asiático, que continuava a encarar Alec.

-Demorei? –Pergunta o loiro, no ouvido de Magnus.

-Você não vinha. –Responde, levando a bebida a boca.

-Não vou deixar o meu namorado sozinho numa boate, Magnus. –Revela, fazendo Alec se afastar dos dois e encostar-se a um canto do bar, sendo seguido por Jace.

-Bom... Estava rolando um climão. –Comenta, assobiando, desviando o olhar.

-Não estava nada. –Resmunga, irritado.

A verdade era que Alec não acreditava que Magnus pudesse se interessar por ele, ele deveria estar abismado ou até mesmo enojado ao encarar Alec, era isso. Ele deveria estar com vergonha de estar falando com o rapaz.

-Estava sim. –Afirma, tomando um gole da sua cerveja. –Vocês praticamente se comiam com os olhos. –Revela, sentando-se ao lado de Alec, que suspira. –O negócio é o seguinte... Você está começando essa coisa, não está? –Pergunta, deixando Alec irritado.

-Por que o chamou? Você queria que ele soubesse? –Pergunta, irritado.

-Alec, não... Por favor, pare com isso. –Pede, enquanto Alec desvia o olhar.

Alec sente o seu coração apertar, ele muito nervoso, segundo a psicóloga dele, ele deveria começar a relaxar e a curtir cada segundo da sua nova fase, que ele deveria se amar, mas como ele faria isso?

Alec não conseguia se amar, ele não conseguia se sentir ele mesmo.

-Só sai daqui, Jace. –Manda, nervoso.

 

***

 

Izzy saiu do banheiro e encontrou Meliorn a sua espera, com duas taças de Martini em suas mãos e um sorriso malicioso nos seus lábios. Ela se aproxima dele e roça os seus narizes.

Ela sabia, no entanto, que Meliorn não era exclusivo de ninguém, que eles nunca seriam namorados, que eles nunca teriam um relacionamento sério, que nada daquilo iria para frente, mas ela continuava insistindo em ficar com o homem.

-Nós deveríamos ir a um lugar mais reservado, não? –Pergunta, malicioso.

-Claro que eu quero. –Responde, passando o braço em volta do pescoço do homem.

A morena quase esqueceu o porquê dela estar tão radiante por ir a boate, quase esqueceu que hoje era um marco no dia do seu irmão mais velho, quase... Porque não havia nada que a morena presasse mais do que a felicidade do irmão.

Izzy se afasta um pouco dele, observando as pessoas em volta, tentando encontrar o seu irmão mais velho e só encontrando Jace, que estava com os braços cruzados e uma expressão fechada, encarando Magnus, que discutia com Woolsey.

A morena estranhou e lhe lançou um olhar interrogativo, fazendo com que o loiro apontasse para a ponta do bar, para um Alec encolhido em baixo do seu capuz. Ela sabia dos medos de Alec, mas ao mesmo tempo ela não o deixaria ser infeliz.

Nem que ela precisasse estrangula-lo.

-Um segundo. –Pede, seguindo em direção ao irmão e alisando as suas costas. –Você quer Magnus? –Pergunta, chamando a atenção de Alec, que vira a cabeça, fugindo de sua pergunta. –Prepare-se, pois você vai tê-lo. –Avisa, beijando a bochecha do irmão.

 

 



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