História Shadow Preachers - Capítulo 5


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Exibições 53
Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Shadow Preachers - Capítulo 5 - Capítulo 5

 

Capítulo 5

Stalker

 

Havia um motivo para Alec sair sempre no mesmo horário para almoçar.

Aquele era o horário da chegada de Magnus e Alec gostava de vê-lo passar, gostava da sensação de observá-lo, com exceção de quando ele estivesse acompanhado, a sensação de excitação era substituída por algo diferente, algo que Alec nunca sentirá na vida, era amargo e ruim, muito ruim.

Ele esta sentado em baixo de uma árvore, num lugar estratégico, que dava para observar Magnus por vários minutos e não ser notado. Às vezes, Alec se sentia um stalker, ele vasculhava as redes sociais de Magnus, ele gostava de ver as fotos dele, até tinha algumas salvas no seu notebook, numa pasta com senha, pois tinha medo que os seus irmãos a abrisse.

Por estar economizando, Alec não comprava o seu almoço, ele levava um lanche e o deixava na cantina.

Ele estava no primeiro pedaço do seu sanduiche, quando Magnus apareceu, lindo como sempre, mas usando óculos escuros, o que significa que ele havia virado a noite numa balada, ou seja, possivelmente ele saiu com Isabelle.

Isabelle que estava mais próxima do que nunca de Magnus, o que deixava Alec, incrivelmente, confuso, pois ele não entendia o que estava acontecendo.

Uma hora Isabelle dizia que Magnus seria dele, na outra ela o estava incentivando a ir a festas. Não que a ideia de Magnus estar solteiro  fosse fazer alguma diferença, já que Alec não se via dando em cima de Magnus, ou Magnus dando em cima dele e caso esse milagre acontecesse, Alec não se sentia bom o suficiente para ninguém.

As frases do seu pai sempre ecoavam em sua mente, fazendo-o se encolher, não se aceitar.

Assim que terminou o almoço, Alec voltou para livraria, encontrando Jace na porta, com os braços cruzados.

-O que faz aqui? –Pergunta, confuso.

-Vim te ver. –Responde, simplesmente. –Fui à cantina, mas você não estava. –Revela e ele concorda com a cabeça.

-Eu trago meu almoço. –Revela, simplesmente.

-Ok, então. –Comenta, coçando a sua nunca, para logo em seguida virar a cabeça e pressionar os lábios com força. –Quer fazer alguma coisa mais tarde? Tipo, sair para algum lugar. Nós nunca mais saímos, ou fizemos alguma coisa juntos. –Lembra, mordendo o lábio.

Jace era um cara lindo, lindo de morrer e Alec poderia se apaixonar por ele, mas ele nunca se sentiu atraído pelo brilho dourado dos seus olhos, ou pelo seu físico perfeito, ele sabia que existia, mas aos olhos de Alec, Jace era apenas um irmão, alguém que ele poderia contar em qualquer momento, para qualquer tipo de coisa, ou pelo menos era isso que ele pensava, já que não tinha tanta certeza desde o que ele havia feito na boate.

A verdade era que Alec estava começando a questionar a amizade e o amor de Jace por ele.

-Claro. –Sussurra, em concordância, no segundo que sente os braços de Isabelle em volta da sua cintura, forçando-o a se virar e se deparar com a sua irmã e Magnus, que encara, diretamente, os olhos de Alec.

 

***

 

Izzy conhecia Magnus Bane bem o suficiente para saber que ele precisava ver por si mesmo o quão vazio é a vida de badalação e quão bom era ter alguém para si. No fundo, ela e Magnus eram pessoas muito parecidas, só que diferentemente de Isabelle, Magnus tinha se decepcionado e muito no amor, coisa que não aconteceria caso ele desse uma chance ao Alec e o seu irmão colaborasse.

Por isso Izzy tinha um plano, era um plano brilhante.

Enquanto Magnus pegava geral e Izzy afastava qualquer pessoa que pudesse fazer frente a Alec, Alec via o quão ruim seria não se permitir a ficar com Magnus, mas até agora nada disso tinha dado certo, então, ela teve que armar um encontro.

-Oie, preciso da sua ajuda. –Revela, sorrindo.

-O que precisa, Izzy? –Pergunta, virando-se por completo e Izzy revira os olhos.

-Pare de se esconder, até parece que você é o Frankenstein. –Acusa, retirando o capuz de Alec e por um segundo Izzy viu Magnus parar de respirar.

Alec era mesmo lindo, ele tinha herdado os melhores atributos dos pais, Izzy tinha tanta inveja daqueles olhos azuis.

Não que ela fosse admitir isso em voz alta algum dia na sua vida.

O importante era mostrar ao Magnus o quão lindo era Alec, o quão interessante ele era, deixa-lo intrigado.

-É criatura do doutor Frankenstein. –Corrige, fazendo-a revirar os olhos. –E o que você precisa de mim? –Pergunta, recolocando o capuz.

-Não é bem por mim... É por Magnus. –Revela, apontando em direção a Magnus. –Ele precisa de um livro. –Comenta, passando um papel para Alec, que concorda com a cabeça.

-Tenho que ver no estoque. –Revela, virando-se e seguindo em direção ao balcão, falar com o amigo esquisito de Clary.

-Sabia que o seu irmão era lindo, mas agora... Acho-o um pedaço de mau caminho. –Afirma Magnus, mordendo o lábio.

Izzy observou o desconforto de Jace, mas lidaria com ele depois, assim como lidou com Clary.

-É, mas ele não é para apenas uma noite, meu amigo. Alec é o tipo do cara para namorar. –Afirma, passando o indicador pelo peito de Magnus.

 

***

 

Chegar em casa depois de uma balada, nunca foi tão difícil para Clary. Ela se arrastou pelas ruas de Nova York, para encontrar a sua prima Lydia, com um bolo de convites de casamento nas mãos.

-Oi. –Diz, sorridente.

-Oi. –Cumprimenta, mal-humorada.

Lydia Branwell, filha mais nova de Charlotte, prima de Jocelyn, casada com Henri e mãe de Charles, Matthew e Lydia.

-Oi, Ly. –Cumprimenta Jonathan, beijando a bochecha da prima. –Podia ter mandado pelo correio. –Revela, amável.

-O quê? –Pergunta Clary, ajeitando os seus óculos.

-Eu vou me casar com John Monteverde. –Revela, animada.

-Ah! –Sussurra, revirando os olhos.

-Você vai, não vai? –Pergunta, encarando Jonathan.

Antigamente os dois eram tão grudados que Clary poderia jurar que eles iria acabar namorando, o que não aconteceu, pois Lydia se apaixonou pelo tal do John e Jonathan não era o tipo do rapaz que atrapalhava relacionamentos alheios, diferentemente, de Sebastian.

Além das diferenças óbvias de comportamente, Sebastian e Jonathan tinham uma única diferença física, enquanto Sebastian tinha olhos negros, Jonathan tinha olhos verdes assim como os de Clary.

-Oie, gostosa. –Cumprimenta Sebastian, saindo do quarto só de cueca, com os seus cabelos platinados bagunçados e analisando Lydia com malicia.

 

 

 



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