História ShadowElements - Interativa - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 35
Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Super Power, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi! Faz um tempinho que eu não trago capítulos dessa história...
É eu sei disso. Estou entrando em época de prova e testes e não tenho encontrado tempo para escrever. Espero que entendam.
Espero que gostem do capítulo!
>.<

Capítulo 5 - Hiroshima Nagaki - part four


Fanfic / Fanfiction ShadowElements - Interativa - Capítulo 5 - Hiroshima Nagaki - part four

Ela acorda e abre os olhos lentamente sem saber o que está acontecendo. Abrindo os olhos vê que está deitada em uma cama, em um quarto que não a pertencia. Percebe que está em um hospital. Logo, uma enfermeira entra no quarto e grita:

- Ela acordou doutor!

Hiro começou a lembrar do que havia acontecido. A última coisa que se lembrava era de seus pais saindo para a viagem. Quando parou de vagar por sua mente, notou que o doutor estava no quarto. Ele se aproximou dela e começou a examiná-la.

- Você sabe onde está? Lembra do que aconteceu?

Ela negou com a cabeça. O médico continuou a fazer os exames. E começou a falar novamente.

- Você está no hospital. Os policiais que te trouxeram aqui chegarão daqui a pouco.

Ela achou estranho, pois não se lembrava de falar com nenhum policial. Mas, mesmo assim assentiu com a cabeça e não falou nada.

O médico saiu do quarto, antes de atravessar a porta, parou e disse:

- Você está bem, não tem nada de errado. Só passou por um momento de muito stress.

Falou isso e se retirou. Hiro viu dois homens de sobretudo preto no corredor. Reconheceu-os, não sabia de onde, mas lembrava daquela sensação. Sensação de que algo estava errado, e quando ela tinha essas sensações, NUNCA errava. Os dois homes de sobretudo foram entrando no quarto sem pedir licença. Hiro não gostava de pessoas que invadiam seu espaço pessoal, mas achava que aquilo era importante.  

- Hiroshima, é bom ver que você se recuperou.

- Me desculpem, mas eu não sei quem são vocês e nunca os vi na minha vida.

- Você não se lembra da nossa conversa? Na sua casa.

-Não.

- Bom, nós somos da polícia de Phoenix. Eu sou o oficial Patterson e ele é o oficial Allen.

- O que os senhores querem comigo? Alguma coisa aconteceu?

Os dois oficiais se olharam com um olhar de pena e compaixão pela menina. Teriam que contar que seus pais estavam mortos mais uma vez.

-Nós temos que lhe informar que houve um acidente. Envolvendo seus pais, que infelizmente não sobreviveram.

- O que? Como assim?

Ela não conseguia falar nada. Então as memórias de quando ela estava conversando com os policias voltaram. Ela começou a chorar. No meio do mar de lágrimas pensou nos sorrisos de seus pais. Chorou mais ainda. Lembrou- se que os policiais ainda estavam ali. Eles estavam com uma expressão muito séria e triste. Logo, o oficial Allen falou:

- Nós entendemos que está passando por um momento de stress, mas precisamos enviá-la para um orfanato.

Hiro não queria saber de orfanato nenhum. Não queria saber de ninguém. Só queria seus pais de volta. E de novo Ficou tonta e sua visão embaçou, ela caiu em sono pesado.

Três anos depois...

Hiro já tinha completado dez anos. Tinha superado a morte de seus pais, mas ainda sentia falta deles. Ela havia se tornado mais fria, mas continuava muito quieta, calma e inexpressiva.

Depois daquele dia no hospital, Hiro foi para o orfanato Moonlight. Esse lugar parecia mais uma prisão do que eu um lar, para Hiro.

 Ela não tinha muitos amigos, na verdade nenhum. Todas as crianças invadiam seu espaço pessoal e exigiam atenção. Por isso passava a maior parte de seu tempo sozinha. Lendo ou cantarolando pelo jardim.

Até que aquele homem veio. Ele estava sozinho.

Ela chegou mais perto da sala onde o homem estava conversando com a freira Irina. Eles haviam deixado uma fresta entre as portas do escritório. Hiro ficou observando pela fresta.

- Aqui estão as fotos das crianças que estão conosco.

Disse a freira, estendendo um bolo de fotos. O homem começou a passar as fotos. Parou. Hiro reconheceu a criança na foto. Era ela.

- Eu gostaria de conversar com a senhorita...

- Senhorita Hiroshima Nagaki.

Quando o homem disse isso, Hiro se escondeu atrás da porta do escritório. Encostou as costas na parede, mas sabia que a freira havia visto ela. Ela gostava de Irina. A freira era a única que entendia um pouco sobre Hiro. Era meiga e amável. Então sentiu uma presença se aproximar a porta.

- E eu acho que a senhorita Hiro estava a sua espera.

Ela fala isso abrindo a porta com um sorriso amigável, ao mesmo tempo maldoso, na cara. Estava olhando para Hiro com uma cara de “achou que eu não tinha te visto?”.

- Vamos, entre, Hiro.

Entrou na sala e viu o homem sentado em uma cadeira, que estava posicionada em frente a mesa onde a freira estava sentada. Hiro sentou-se ao lado do homem.

- Com todo o respeito, irmã, eu gostaria de conversar com Hiro, em particular.

- Com licença, então.

Falou saindo e fechando a porta.

- Vou começar me apresentando. Meu nome é Arthur Macwritter. Gostaria de oferecer uma chance de uma nova vida para você.

- O que o senhor quer dizer com isso?

- Eu sei de tudo o que aconteceu com você. Quero te contar a verdade. A morte de seus pais não foi um acidente.

Ela estava intrigada com o que ele tinha acabado de falar. Não acreditava no que ouviu. Ficou curiosa com o que Arthur tinha a oferecer.

- Eles morreram em “acidente” de carro, foi isso que a mídia disse para o mundo. Porem, aquilo não foi um acidente, sinto muito em lhe informar.

Aquilo não fazia sentido. Tinham mentido pra ela? Por quê? Se não foi um acidente o que aconteceu naquela noite?

- Se não foi um acidente, então o que foi?

- Eles foram mortos.

- Como assim? O que aconteceu naquela noite?

- Eu posso te contar, mas você tem que dizer se vai aceitar a minha proposta ou não.

- Eu vou poder vingar-los se eu aceitar?

- Teoricamente, sim.

- Então, sim eu aceito.

Arthur não falou mais nenhuma palavra. Chamou a freira e disse que estaria levando a criança consigo. Assinou os documentos e deixaram o orfanato.

Sete anos depois...

Hiro acabou de completar dezessete anos. Já era adulta. Já tinha esquecido seus problemas familiares. E tinha entrando para uma equipe, que supostamente, salvaria o mundo. A empresa que bancava a pesquisa era a SLAV.

E salvar o mundo, por quê? Porque cientistas estavam fazendo experiências e acabaram, de algum jeito, abrir uma brecha dimensional. Isso significa que eles estavam lidando com alguma coisa que nunca tinham visto antes.

Portanto, reuniram um grupo de pessoas que aceitariam lutar contra essas “coisas”. Hiro era uma delas. Afinal não tinha nada a perder.

Foi ai, que depois de anos de pesquisa os cientistas fizeram um soro e aplicaram nesse grupo de pessoas, que eles chamam de Subjects. Todos ganham super força e velocidade, mas tirando isso, cada um tem poderes diferentes dos outros Subjects.  

Três meses depois...

Dia 4 de dezembro

 Antes de todo o caos começar, Hiro estava em sua rotina normal. Treinar, ler, ouvir música, fazer alguns testes pra ver se estava tudo bem. Desde que tinha acordado ela estava tendo um mau pressentimento sobre aquele dia. Mas não disse isso a ninguém. Foi então que...

 Os alarmes soavam. Cientistas gritavam, davam ordens, corriam. Até que tudo isso foi silenciado por uma grande explosão. A partir daí Hiro não se lembrava de mais nada.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Desculpe a sumida! O próximo personagem é...
Beijo da Fox >.<


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