História Shadows - Capítulo 2


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Eddie Thawne, Eobard Thawne / Flash Reverso, Felicity Smoak, Iris West, Laurel Lance, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Sara Lance, Thea Queen
Tags Arrow, Canário Branco, Canário Negro, Flash, Killerfrost, Olicity, Snowbarry, Tom Felton
Exibições 60
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu juro solenemente não fazer nada de bom!

Olá Bruxinhos e Bruxinhas <3
Venho com mais um capítulo da fic :)
Espero que vocês gostem, e deixem suas opiniões aí nos comentários!
Já estou começando a escrever o próximo capítulo, porém não sei quando irei postá-lo. Pretendo enviar os capítulos o mais rápido possível.
E a capa da fic ficou pronta <3 Não ficou linda, gente? Tô apaixonada por ela!
Créditos da capa à maravilhosa da Pervs <3
Já falei demais, não é mesmo?
Vejo vocês nas notas finais. Boa leitura!

Capítulo 2 - Who is she?


Fanfic / Fanfiction Shadows - Capítulo 2 - Who is she?

Alice fora acordada bem cedo. Nem mesmo o sol havia dado as caras ainda. Eles a deram uma moto, para que pudesse ir para o lugar que a partir de hoje chamaria de lar. Fez paradas para que pudesse fotografar lugares e coisas que encontrou pelo caminho, como montanhas, pássaros e até mesmo velhos restaurantes. A única paixão que a garota possuía: a fotografia. A única coisa que ela possuía: uma câmera. Estacionou sua moto ao parar em um mirante. Observou as altas montanhas, sentiu a brisa tocar seu rosto e os primeiros raios de sol acariciarem sua pele pálida. Arrumou a pequena câmera, ficando de costas para a mesma. Uma foto foi tirada. Uma pequena e incrível lembrança.

 

Após algumas horas, Alice se viu no mesmo cenário urbano de horas atrás. Porém, Central City parecia uma cidade calma. Ela se dirigiu até a casa onde moraria. Era pequena e rústica, mas serviria. A Mendez tomou um longo banho e colocou uma roupa simples, seus tênis e sua jaqueta de couro. Dirigiu – se para o trabalho.

A tão famosa CCPD. A garota adentrou o prédio e subiu as escadas. Entrou na sala sem dar importância e foi até algumas estantes do laboratório.

 

- Ei, ei, ei... O quê pensa que está fazendo? – Indagou.

- Quem é você? – Carregava um forte sotaque.

A Mendez se virou e observou ambos os rapazes. Um mais alto, de cabelos castanhos e o outro de cabelos loiríssimos, que parecia ser pouca coisa mais baixo. Eles se levantaram e lentamente andaram até ela.

 

- Vou trabalhar. – Deu de ombros.

- Trabalhar? Você? – Debochou. – Até parece.

- Vai com calma Julian. Como assim, trabalhar? – Perguntou calmamente.

- Trabalhando, idiotas. Sou a nova CSI. – Revirou os olhos.

- Ok... Sou Barry Allen, e esse é Julian Dorn.

- Ok. Agora, se me dão licença. – Deu de ombros novamente.

 

A Mendez virou-se novamente, e tentou pegar algumas coisas em uma prateleira mais alta, ficando na ponta dos pés. Os rapazes se entreolharam. A garota sentiu um olhar sobre seu corpo, e ela sabia de quem era.

 

- Se não se importa, Sr. Dorn, eu gosto do meu corpo. Então pare de comê-lo com os olhos. – Pausou. – A menos que queira virar um Wendigo, já que isso é quase canibalismo. 

 

Uma grunhido foi ouvido, na tentativa falha de segurar o riso do Sr. Allen. O mesmo recebeu um olhar mortal do parceiro. Voltou a se sentar e analisar uma das cascas encontradas.

Após pegar todas as coisas, a garota colocou-as numa caixa de papelão e pegou uma casca e alguns relatórios da mesa do Sr. Dorn. Tornou a andar até o andar inferior, porém foi impedida antes mesmo de chegar até as escadas.

 

- Hey, garota. Quem pensa que és para chegar assim? Você simplesmente pega meus relatórios e evidências e sai? – Perguntou irritado.

- Na verdade, sou Alice. E sim, eu simplesmente faço isso. – Respondeu indiferente.

 

O rapaz se aproximou e segurou um dos pulsos da garota.

 

- Você não pode fazer o que quiser, na hora que bem entender.

- Sim, eu posso.

 

Em um segundo, a garota deixou as coisas no chão e retirou a mão do rapaz de seu pulso, torcendo seu braço, e o colocando nas costas. Ouviu um pequeno grunhido de dor.

 

- Você é que não pode, Julian. – Disse confiante. – E não faça isso novamente, ou quebrarei seu braço.

- Sua... – Calou-se.

A garota tornou a caminhar calmamente até seu laboratório, que ficava no porão do prédio. Ela limpou cada canto do lugar, arrumou sua mesa e tudo o que ia precisar. Depois, analisou algumas amostras de evidências coletadas em cenas de crimes que envolviam meta-humanos.

 

19:00

 

O turno da garota havia acabado. Ela caminhou para fora de sua sala, e a trancou. Pegou o elevador e subiu até o 1° andar. E lá estavam. Barry Allen e Julian Dorn estavam saindo também, e acabaram entrando no mesmo elevador que a garota. O Sr. Allen apertou o  botão para o térreo, e eles foram calados até seu “destino”. O Sr. Dorn encarava a garota de cima à baixo, enquanto ela estava escorada no espelho que havia dentro do elevador.

 

- Já disse pra parar de me comer com os olhos. – Comentou indiferente.

- Eu não estou te “comendo com os olhos”. – Revidou.

- Na verdade Julian, está. -  O Allen comentou e depois soltou uma gargalhada – E até eu estou com medo de ver você comê-la e virar um wendigo.

 

A Mendez soltou uma gargalhada. Era uma daquelas risadas gostosas de se ouvir. O Sr. Dorn apenas revirou ambos os olhos e bufou. O elevador chegou ao térreo, e Julian saiu apressado. O Sr. Allen acabou por descobrir que a Mendez era vizinha de seu amigo, Cisco Ramon, com quem dividia a casa.

 

- Bem, já que é minha vizinha, posso te acompanhar até sua casa. -  Sugeriu.

- Não precisa Barry, eu... – Engoliu em seco. -  Tenho que ir até Star City. E eu vim de moto.

- Star City? O quê vai fazer em Star City às... – Ele observou seu relógio de pulso. – 20:15 da noite? Algum namorado?

- Não, credo. – Gargalhou.

- Ah meu Deus, não me diga que você... – Encarou a garota boquiaberto.

- Não Allen, eu não sou lésbica. – Gargalhou novamente. – Mas, e você? Alguma namorada?

- Hm... Não... – Sorriu de canto. – Minha vida consiste em assistir Netflix e co... – Parou.

- E?

- Nada, esquece.

- Ok... – A garota o observou desconfiada. – Preciso ir, até amanhã, Allen.

- Até, Alice...

 

O garoto observou a Mendez subir na moto, colocar seu capacete, dar partida e sair rumo à cidade de seu amigo, Oliver Queen. E depois correu. Correu o mais rápido que pôde, o que significava muito mesmo. E em um piscar de olhos, chegou em casa.

 

A garota sentiu a brisa gelada da noite tocar seu rosto, enquanto dirigia até Star City. Ela teria de invadir a SCPD. Ela já havia invadido outros departamentos de polícia, mas não significava que era fácil. Nunca era. Ela estacionou sua moto na parte de trás do prédio e abriu o duto de ventilação. Era o único jeito. A garota rastejou-se dentro do enorme duto, até chegar na sala em que queria. Abriu o duto e saltou para fora. Ela se levantou e observou tudo à sua volta.

 

Tudo escuro.

 

Então, acendeu uma pequena lanterna e vasculhou mesa por mesa.

 

Nada.

 

A garota bufou. Virou-se na direção das grandes janelas do prédio. Em meio às sombras, viu alguém.

 

Ele.

 

- Parada. – A voz grave soou na sala escura.

 

A garota observou o rapaz de capuz, que agora apontava uma flecha para seu rosto. Olhou para cima, notando a ventilação aberta. Em um ato rápido, atacou o homem de capuz. Foi imobilizada e prensada contra a parede. Sentiu seus corpos colados, e a respiração do vigilante em seu pescoço.

 

- Não devia ter feito isso.

- Nunca me diga o que fazer.

 

A garota se livrou quase que instantaneamente, empurrando o vigilante contra uma das mesas e lhe socando. Pendurou-se na ventilação, porém sentiu seu pé ser segurado e seu corpo foi puxado. A Mendez empurrou o mascarado, e ambos foram ao chão. Seus corpos foram novamente colados, e seus batimentos estavam em um ritmo perfeito. Num ato rápido, ela o beijou, enquanto pegava uma de suas flechas. Ao separar seus lábios, o rapaz sentiu uma flecha ser cravada em sua perna, fazendo com que soltasse um grunhido de dor. E então, a garota desapareceu em meio às sombras. 

E a única pergunta do encapuzado era: 

Quem é ela? 


Notas Finais


Olá novamente!
Espero que tenham gostado desse capítulo <3
Vejo vocês no próximo!
Malfeito, feito.


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