História Shadows - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs
Tags Ação, Drama, Luta
Visualizações 16
Palavras 976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Shadows - Capítulo 1 - Epílogo

Faz umas meia hora que eu tô procurando a Roberta, ela disse que ia tá me esperando perto da farmácia, e quando eu cheguei lá, ela não estava, não posso demorar muito aqui fora, meu pai vai sentir minha falta se eu demorar, ele e a Roberta não se dão muito bem, eles tiveram uma, como eu posso dizer?, discussão mortal, assim, eu vou explicar, Roberta minha melhor amiga desde que essa merda aconteceu, discordou do jeito que meu pai faz as coisas também, quem não discorda? aí meu pai começou a falar da família dela, sobre ela não ter protegido eles direito, aí, Roberta pegou a arma dela, e mirou na Lucille o taco de beisebol dele, e acerou, meu pai ficou puto da vida, ele trata a Lucille como uma mulher de verdade, Lucille era o nome da minha mãe, aí ela morreu e ele ficou assim, foi aí que eu ouvi tiros e vi minha melhor amiga com o braço sangrando, eu tirei ela dali o mais rápido possível, fiquei com ela até seu braço ficar bom, depois voltei para o santuário, dei uma descupa pro meu pai falando que ela fugiu de mim

Quando já estava desistindo de procurar por ela, vi ela encurralada em um beco com dois homens, fui correndo até ela, peguei minha faca e enfiei na perna de um dois homens que estava passando as mãos pelo corpo dela, o outro homem pegou sua arma e atirou em mim, pegou de raspão no meu ombro, fui até ele e enfie a faca na barriga dele, a arma caiu no chão e a Roberta pegou e atirou na cabeça do homem que eu enfiei a faca depois atirou no outro homem

-Porque você não estava na farmácia sua vaca?- perguntei abraçando ela

-Desculpa, é bem difícil quando dois homens carregam você pra um beco- ela disse retribuindo o abraço- aliás, eu poderia ter dado conta deles- ela disse se desfazendo do abraço

-Cadê sua arma?- eu sei que ela poderia ter dado conta dos homens, eu posso ser uma psicopata, mais ela é bem pior

-Aqui, mais sem munição- ela disse se abaixando e pegando a arma do homem- agora eu tenho munição- ela disse e piscou pra mim

-Tá, vamos no mercado, ei tô com fome- falei fazendo biquinho fazendo e rir

-Tá, e então, como vai seu pai, já morreu? Por favor, diga que sim!- ela disse enquanto nós caminhamos

-Infelizmente, não, ele arranjou mais um grupo pra ser dele, se chama- fiz uma pausa tentando me recorda do nome

-Alexandria?

-É, como você sabe?

-Eu, comecei a morar lá- ela disse e eu parei na mesma hora, como ela não me contou? Somos melhores amigas!

-E, porque você não me contou?- perguntei voltando a andar

-Porque eu comecei a morar lá ontem- ela disse como se fosse obvio eu só revirei os olhos- eu pulei o muro pra te ver, eles não deixam crianças sair- ela revirou os olhos e eu ri fraco

-Talvez, quando meu pai ir lá, eu vá junto e agente possa conversar

-É, talvez, mais, eu não sabia que seu pai ia nas casas dele, sempre quem vai é os capangas dele

-Ele tá indo porque tem um cara que é o líder, e ele quer saber mais sobre ele e o filho dele, como eles se chamam?

-O líder se chama Carl, e o filho é se chama Rick- ela fez uma pequena pausa- não pera, o líder se chama Rick, e o filho dele se chama Carl- ela falou batendo na testa como se fosse obvio

-Eita, esquecida

-Ei, eu só to lá a um dia, foi um milagre eu me lembrar dos nomes- ela disse rindo e eu também

-Eita, já tá tarde, é melhor eu voltar- disse olhando pro céu que já estava escuro- tchau, até amanhã

-tchau- ela disse e nós beijamos as bochechas um das outra, eu ri e sai correndo em direção a floresta, depois de um tempo correndo, eu finalmente avistei o santuário, parei de correr e acalmei minha respiração, fui até fundo de lá e pulei o muro que tem, entrei pelas portas dos fundos da cozinha, tirei minha mochila e quardei minha mochila no fundo falso da gaveta de facas, arrumei meu cabelo e tirei algumas folhas secas dele, arrumei minha roupa e subi as escadas em direção ao quarto, quando abri a porta, dei de cara com meu pai e um garoto, eu reconheci o garoto na hora, era ele, o meu namorado de infância, ele ainda estava vivo, ele está usando um chapéu de xerife e um tapa olho, eu parei na hora, meu coração acelerou como se estivesse voltando a vida, e o dele também pois estava com o olho arregalado

-Ei, terra chamando Sofia- disse meu pai estalando os dedos na minha cara pra mim acordar do transe, na hora eu acordei e olhei pro meu pai- você vai arrumar suas coisas, e vai se mudar- ele disse e eu olhei desentendida 

-Pra onde e porque?- falei o olhando de cima abaixo- e cadê o seu bastão de beisebol

-Meu bastão de beisebol- ele disse fazendo aspas com os dedos- se chama Lucille, e você vai se mudar pra Alexandria- meu coração desparou de novo- e porque ele- meu pai disse apontando pro Carl- ele mora lá - e mais uma vez meu coração desparou- então, arrume suas coisas, estamos te esperando lá em baixo, vamos garoto- ele chamou o Carl e ele foi, mais antes ele lançou um olhar pra mim, não sei qual era seu olhar, confuso talvez, arrumei minhas coisas em uma mochila e desci, eles estavam me esperando dentro do caminhão, eu entrei no banco de trás e Carl começou a dirigir, pera, Carl? Dirigindo? Desde quando? Esse garoto tem coisas pra me explicar



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