História Shameless - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namjoon, Treta, Vhope, Yoomin, Yoongi
Exibições 22
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!

~Boa leitura! ~

Capítulo 4 - Garoto Doce


Fanfic / Fanfiction Shameless - Capítulo 4 - Garoto Doce


*4 Anos Antes.* 

 


-Você fede a sexo- Eu disse a ele, enquanto me aproximava do banco em que estava sentado relaxadamente. 


Não entendia porque ele estava ficando assim. Tão sujo. Tão pervertido. Tão malicioso. Tão parecido comigo...


Tudo bem. Eu poderia sim, saber os seus motivos, mas nunca iria aceita-los. Depois de tudo que passamos juntos, entende-lo era o mínimo que eu podia fazer. Cada canto da minha alma, cada pedacinho do meu corpo, cada pensamento meu, ele já conhecia todos. E sua situação em relação a mim não era tão diferente. O que existia entre nós era forte. E eu sabia disso. Ele sabia. Mas o Destino sempre foi um filho da puta conosco. 


O Park. Meu Park. O garoto que eu deveria amar e proteger, como um bom hyung protege seu irmão e dongsaeng. Mas o Destino não quis assim. Ele estava se tornando um espelho meu recentemente, e se meus instintos não me enganam, ele seria bem pior que eu. 


-Que bom. É meu cheiro favorito. Acredito que seja o seu também, irmãozinho. - Respondeu-me  com um sorriso ladino no rosto, demonstrando todo o seu sarcasmo recém adiquirido. Ele não era assim antes. Ele era meu doce dongsaeng. Como eu fui tão burro a ponto de transforma-lo nisso?     Provavelmente essa seria a culpa que me atormentaria pelo resto da minha vida. 


-Achei que você condenasse esse jeito de ser- falei, enquanto ocupava o banco em que ele estava sentado, obrigando-o a corrigir sua postura. 


-Foda-se. - Olhou-me -     Quem é você pra falar de mim?- Disse sério. 


Ah...Eu lembro... Lembro quando ele chorou pedindo pra que eu parasse com isso de me entregar a todos. Lembro quando ele disse que me amava e quando nos amamos pela primeira e última vez. 


Ele era meu garoto doce. Nunca vou cansar de repetir isso. E o quanto sinto falta de seus carinhos inocentes e de suas falas embaraçadas por vergonha. 


-Você volta pra casa hoje? - Eu o perguntei com uma pequena chama de esperança queimando em mim. Implorando para que sua resposta fosse positiva. 

 


*1 Anos Antes..* (Antes dos 4 anos meu povo. ao todo dá 5 anos)

 


-Você volta pra casa hoje? - Ele me perguntou. Sua voz transbordava esperança. No fim eu queria voltar. Queria ter aquela coisinha fofa e doce em meus braços enquanto dormia. Mas eu não poderia. Meus sentimentos por ele estavam cada vez mais me confundindo e , consequentemente passei a procurar em outras camas a ausencia que eu tinha na minha quando eu sofria por não poder tê-lo. 


Eu era um perdido no mundo. Era essa vida que eu conhecia. Desde os quatorze, quando fui tirado da minha "inocência" por um qualquer em um quarto qualquer de uma festa qualquer que me esqueci do resto do mundo e foquei em viver pra mim e pro meu prazer. 


Mas tinha ele. Meu garoto doce. 


Sempre fui bobo por meu Park. Desde aquele maldito casamento. Quando aquelas bochechas gordas moldaram-se ao meu nome, pensei seriamente na possibilidade de nunca mais deixa-lo sair do meu lado. Mas é aquele ditado: O Destino não faz amor, ele fode com força. 


-Desculpe, pequeno...Mas não. - Eu o olhei já prevendo sua face. E como imaginei, era uma expressão de dor e decepção que eu imaginei nunca compreender, porque veja bem, eu nunca achei que em algum momento todo aquele bolo de sentimentos e possibilidades que se passavam por minha cabeça pudessem ser correspondidos ou sequer compreeendidos. Quanto mais em relação ao meu pequeno Park. 


Eu já tinha 18 anos e ele ainda faria 16 dentro de dois meses. Eu sabia que um adolescente de 15 anos já deveria saber muito sobre o mundo, mas me entenda em nome do Destino :::: ERA MEU PEQUENO PARK! Eu me sentia sujo só por ter pensamentos e sonhos inapropriados para com aquela criança! Tinha medo de tirar sua inocencia como a minha foi tirada. Eu queria zelar por ele e preservar aquele esquilo fofinho pra sempre dentro de um pote no alto do meu cofre, pra não ter risco de ninguém machuca-lo. Doce? Doce. Foda-se e me deixe contar a história. 


-Mas Hyung eu queria contar uma coisa pra você!- Ele me segurou pelo braço quando eu já me virava para sair de meu quarto. Iria encontrar com algumas pessoas em uma boate qualquer no centro da cidade e já estava quase passando da hora. Vamos, eu sou um filho da puta? sou, mas é claro. No entanto pra alguma coisa tinham que servir as aulas de etiqueta. Enfim, eu sou pontual. 


-Desculpe Dongsaeng- Baguncei levemente seus cabelos. Nota mental: Ele tem cabelos macios. - Preciso ir, você sabe que seu Hyung odeia atrazos- Sorri enquanto falava. Ah! Como eu amava aquele rosto que a cada dia parecia mais bonito pra mim. 


-Mas Hyung....É importante...- Ele baixou o rosto. Ele tinha corado? Estranhei. Ele ainda segurava fracamente meu braço, me impedindo de sair. Na verdade eu não queria. Mas sabia que precisava. Desde algum tempo que ficar tempo demais perto do meu garoto doce me causavam sensações conhecidas de ouvir falar, mas desconhecidas no sentido empírico das palavras, me fazendo vivencia-las na prática. 


Um segredo: Existem realmente borboletas no estômago. E as filha da puta batiam as asas como se não houvessem amanhã quando o meu pequeno garoto doce se aproximava. 


-Não dá pra esperar, meu doce?- ele fez que não com a cabeça. ainda mantendo-a baixa - Então eu voltarei pra casa hoje pra que me conte. - Ele sobresaltou e me olhou com evidente surpresa e satisfação.


-Sério, Hyung?- Acenei que sim com a cabeça e seu sorriso surgiu. Ah! Eu poderia me perder naquele sorriso profundo...- Promete?...

 


*1 ano antes* ( 6 anos meu povo)

 


-Promete?. - Ele acenou positivamente com a cabeça enquanto sorria, escandalosamente fofo. 


Assim como eu, ele odiava promessas. Apenas fazíamos entre nós porque nós confiávamos totalmente no profundo amor de irmãos que sentíamos um pelo outro. Bom, costumava ser amor de irmãos... Destino filho de uma dama da noite que faz favores sexuais em troca de uma quantidade moderada de capital...


-Promessa de irmão? Sabe que promesa de irmão não pode quebrar né?- perguntei-o sorridente. 


Eu nunca fui de exibir meu sorriso aos quatro ventos. Mas era meu Park na minha frente, caramba! Naquela época eu não sabia o mal que essa dependencia me causaria posteriormente. 


-Prometo Hyung!- Ele disse gargalhando enquanto subia as escada em direção ao seu quarto. 


A casa em que morávamos era enorme. Não era nem a minha antiga, nem a do meu garoto Doce. Nossos progenitores optaram por mudar pra uma casa maior. Mesmo que as duas anteriores já fossem desnecessariamente grandes até pra abrigar um time de futebol inteiro. Não vou sair descrevendo a casa. Mas o que importa é que nossos quartos ficavam de frente um pro outro em um corredor repleto de quartos. Enquanto o dos coroas ficava no outro corredor de quartos. corredores estes, separados por uma escada escandalosamente grande que ocupava o meio da sala que também era grande pra caralho. 


Eu e Jimin (Jimin sim, porque? (Chamo até de Montesquieu se pah) ) decidimos ir a uma sorveteria juntos depois que ele tomasse banho, ele estava suado do treino de futebol que ele tanto adorava, que, segundo ele prometeu, não demoraria mais que dez minutos. 


Voltaríamos antes das sete para que Jimin jantasse com os donos da casa. Eram um bando de filhos da puta? eram, of course! Mas jantavam juntos, por mais entediante que fosse. Digo isso na posição de pessoa que não participa dessa merda à uns bons pares de anos. Não é como se eu me importasse, tinha planos pra essa noite, eu estava bem sozinho fora. Contanto que quando voltasse, ele sempre estivesse me esperando. 


Subi aquela escada desnecessária e fui em direção ao quarto do meu pequeno, atualmente nem tão pequeno. Era incrível como aquela criança crescia rápido. 


Apesar de sermos extremamente próximos, desde que comecei com minha rotina de viver pra mim e o mundo que se foda, deixamos de fazer as coisas juntos. Normalmente nós só dormíamos juntos (quado eu dormia em casa). Mas era o sulficiente para eu dar carinho ao meu dongsaeng e protegelo, além de ser a hora perfeita para compartilharmos nossas coisas um com o outro. Como bons irmãos. 


Entrei abruptamente no quarto de meu garoto doce, sem sequer bater. 


Foi quando comecei a vê-lo com outros olhos. Veja bem. Eu nunca fui de reparar em qualquer parte do corpo do meu Jimin. Mas pela Santa Dama da Noite... QUANDO MEU DONGSAENG FICOU TÃO LINDO? 


Ele estava apenas de toalha em seu quarto, virado para o roupeiro. Foi surpreendente, um garoto de 15 anos ter aquele corpo tão perfeito. Eu sinceramnete não sei o que meu deu. Éramos irmãos. Não de sangue. Mas aquele laço forte que tinhamos era sulficiente para eu oferecer-lhe minha vida de presente. 


Ele virou pra ver o que houve com a porta e corou , tipo.....MUITO. E foi estranho pra caralho porque eu também estava corado, e foi estranho, estranho, estranho e estranho pra caralho. 


Aquilo foi minha Maldição.  


Maldita hora. Maldito banho. Maldita toalha. Maldito corpo. Maldito cabelo molhado. 


-Maldito Park...- praguejei baixinho enquanto virava para sair pela mesma porta que entrei.


-O que você disse? - Ele me parguntou antes que eu saisse.

 


*6 anos depois* (Atualmente negada)

 


-O que você disse?- perguntei-lhe baixo. Como sempre faláva-mos um com o outro. Quase como susurros. 


-Disse que você fede a sexo- Ele disse se aproximando e sentando-se no banco, obrigando-me a corrigir a postura relaxada em que eu me encontrava. 


-Ah....- Encarei-o. Ele me encarava, doce. -  Que bom. É meu cheiro favorito. 
 


Notas Finais


Minhas crianças, um milhão de desculpas por demorar tres eternidades, mas a facul não perdoa ninguém, podem perguntar ao YoonGi :(

Enfim, quero saber de vocês :

QUE PARTE DA HISTÓRIAS VOCÊS QUEREM QUE EU ESCREVA PRIMEIRO?

Temos a que eles se apaixonam, a que se confessam, a do conflito e claro, a atual.
Não é Spoiler, não se preocupem, é só o obvio. e quero muito interagir com vocês.

SABER QUAL PARTE DESSA ENORME TRETA EU DESENROLO PRIMEIRO.

Porque tem muito o que dar ainda nessa historinha :3

ENFIIIIIM, ME DEEEM AMOR E ME PERDOEM DE NOVO!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...