História Shaped by You (Paulícia) - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Carmiel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Lufer, Marilina, Paulicia
Exibições 214
Palavras 2.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooolha, a vagabunda voltou 👧😂

Voltei, mas vooltei triste, meu povo, Fernandinha e Barone estavam no mesmo local, isso já é crime

Capítulo 44 - (3° Temp.) Promessas


Pov Alícia

Estava surpresa com aquela pergunta, nem mesmo eu sabia a resposta dela. Então fiquei em silêncio por alguns segundos, pensando em algo que eu pudesse dizer. Mas antes mesmo que eu conseguisse pensar em algo, os pais dele apareceram na sala. 

Lilian: Nós vamos pra casa. Quer ir, filho?

Paulo: Eu vou mais tarde, mãe. - Sorriu. - Tenho que pegar as minhas malas na casa da Alícia. 

Roberto: Ok, vá pra casa depois, se quiser. 

Paulo: Pai... Você sabe que um dia eu vou sair de lá, e não tá longe de acontecer, né? 

Roberto: Claro, filho. - Forçou um sorriso. - Preciso aceitar que você já cresceu a muito tempo. - Soltou uma risada e se retirou com sua mulher. 

Paulo: É... - Riu, respirando fundo. - Parece que cresci. 

Eu: É a vida. - Rimos. - Vamos pegar sua mala? - Ele assentiu, se levantando. Fiz o mesmo e ajeitei um pouco meus cabelos. - Esfriou, né? - Comentei, saindo da casa e adentrando meu carro. Paulo fez o mesmo, concordando comigo. 

Paulo: Verdade... - Dei partida no carro e segui em direção ao meu apartamento. - Você comentou com o porteiro que iria fazer uma consulta com o bebê, né? - Assenti, invertendo meu olhar entre ele e a pista. - Você vai fazer ultrassom?

Eu: Uhum. Daqui a 2 dias eu completo três meses de gravidez. Acho que já dá pra ver o sexo. 

Paulo: É o dia que tá escrito na sua tatuagem, né? Dia 27

Alícia: Engravidei dia 27 de quase 3 meses atrás. - Sorri. - Então sim. 

Paulo: Você vai sozinha? 

Eu: Isso é um interrogatório? - Ele riu.

Paulo: Não. Ou sim. Interprete como quiser. 

Eu: Ok. - Ri pelo nariz. - Eu vou sozinha, a menos que queira ir comigo. 

Paulo: Sério? - Sorriu largamente. Assenti, meio surpresa. - Claro... claro que eu quero! 

Estacionei meu carro em frente á minha casa, e sai do mesmo, assim como Paulo, que não tirava o sorriso do rosto. Eu ri, meio confusa e adentrei o prédio. 

Eu: Boa noite, Marcos!

Marcos: Boa noite! - Entramos no elevador e subimos ate o meu andar. Adentramos meu apartamento e eu me joguei no sofá, cansada.

Paulo: Alícia, não se joga assim! Cuidado com o bebê. - Me repreendeu, se sentando ao meu lado.

Eu: Ele tá bem, Paulo. - Eu ri de sua preocupação.

Paulo: Tá rindo do que?

Eu: Você aí, todo preocupado.

Paulo: Tô mesmo! Tadinho. Ou tadinha. Não sei. - Rimos. - Você quer menino, né? - Assenti. 

Eu: Acho que vou por Pietro. Eu gostei desse nome. - Ele sorriu. 

Paulo: Obrigado. Posso sentir? - Assenti, levantando minha blusa. Ele pôs a mão na minha barriga, fazendo um pequeno carinho. - Oi, bebê. Sou eu de novo. O cara que só sabe dizer "oi bebê." - Ri. - Mas eu não sei mais o que dizer. Eu nunca tive um filho. - Riu. Ele parou por alí, agora apenas acariciando minha barriga, enquanto sorria. Até que senti uma pontada na minha barriga. 

Eu: Você sentiu isso? Ele chutou! - Eu ri e Paulo sorriu bobo. - Ele gostou de você, Paulo. Ele nunca tinha chutado antes. 

Paulo: Gostou do que eu falei, bebê? - Sorriu. - Sua mãe tá se referindo a você como um menino. Será que você tem um pintinho? 

Eu: Paulo! Não fala isso pro bebê! Ele vai nascer pervertido, igual a você!

Paulo: Que bom! Vai pegar as novinha tudo. - Tentei parecer brava, mas acabei rindo junto com ele. 

Eu: Você pegava as "novinha tudo"? 

Paulo: Costumava pegar você. - Lhe dei um tapa no braço. - Tô mentindo?

Eu: Não... 

Paulo: Bons tempos. - Revirei os olhos, com um sorriso no rosto. - O João Paulo bem que podia ter ficado lá. A gente estaria junto ainda se não fosse por ele ter te tirado de mim. E esse filho podia ser meu. - Pude ver tristeza em seus olhos. 

Eu: Esse filho também não é dele. Quer dizer... Ele pôs ele aqui, mas eu quem vou criar, não ele. Ele não é pai. Pai é quem cria e dá amor. 

Paulo: E o que eu estou fazendo? - Deitou a cabeça no meu ombro. 

Eu: Você é uma figura... - Sorri, acariciando seus cabelos. - Você aceitaria essa criança mesmo não sendo sua?

Paulo: Sem pensar duas vezes. 


(...)


Pov Paulo


Ligação on 

Pai: Oi, filho!

Eu: Oi, pai! Você precisa de mim aí em casa?

Pai: Não... Por que?

Eu:  Acho que vou passar a noite aqui de novo... Vocês se importam?

Pai: Claro que não, pode ficar aí! Você está bem, filho?

Eu: Sim, por que?

Pai: Estou preocupado. Você tem agido estranho. - Arqueei as sobrancelhas.

Eu: Estranho? Impressão sua. - Rimos. - Amanhã eu prometo que passo o dia inteiro com vocês, tá? 

Pai: Tudo bem, filho, boa noite. E cuida dela. - Estranhei, mas concordei.

Eu: Boa noite, pai, manda um beijo pra Dona Lilian. - Brinquei. Ele riu, encerrando a ligação logo em seguida.

Ligação off


Alícia me fitava com um sorriso no rosto, saindo do banheiro. Ela usava um pijama normal: um short xadrez com uma blusinha branca. Ela acabava de sair do banho, e sim, eu havia deixado ela terminar. (N/A: Amém) Eu já tinha tomado banho, por isso aproveitei para ligar para o meu pai. Alícia insistiu que eu ficasse mais essa noite, e eu não pude dizer 'não' a aquela carinha fofa. 

Alícia: O que ele disse? - Veio em minha direção, se sentando na cama.

Eu: Perguntou se estava tudo bem. Disse que eu estava agindo estranho.

Alícia: É, eu preciso concordar... 

Eu: Que? - Eu ri.

Alícia: Você tá feliz, daí do nada você fica triste... 

Eu: Ah, sei lá, eu não controlo. - Dei de ombros, soltando uma risada. - Mas agora eu tô feliz. 

Alícia: Que bom... eu também. - Se aproximou de mim, com segundas intenções. 

Eu: O que tu tá querendo, hein? - Me deu um selinho, sorrindo maliciosamente. Tirou o short lentamente em seguida a sua blusa, ficando apenas com sua langerrie preta. Veio pra cima de mim e se sentou no meu colo, com uma perna para cada lado. Puxou minha blusa para cima, na intenção de tirá-la. Eu ajudei, tirando a blusa e a jogando no chão. Ela segurou meu rosto com as mãos e me beijou lentamente. Ela sabe que beijos lentos me excitam mais... Ela parou o beijo e desceu para o meu pescoço, distribuindo mordidas e chupões, seguidos por beijinhos. 

Comecei a sentir um desconforto do nada. Minha respiração ficou ofegante, meu coração acelerado, e vários pensamentos passam pela minha cabeça o mesmo tempo, me impedindo de me concentrar no que estava fazendo. Preocupações e frustrações no geral me atormentavam naquele momento, eu só conseguia pensar em como eu estava mal sem ela, e olha agora... Mas mesmo assim, não é oficial, eu não tenho certeza do que ela sente por mim. Isso está me matando.

Eu: Alícia, para... 

Alícia: Está divertido, por que parar...? - Disse, ainda beijando meu pescoço, enquanto rebolava. 

Eu: Para! Alícia. - Ela se separou de mim e saiu do meu colo, se cobrindo. Me olhou confusa, seu olhar misturava medo com um pouco de tristeza. 

Alícia: O que foi? - Deu uma pausa. - Você não me acha atraente?

Eu: Não, eu acho, claro que acho! Você é maravilhosa, Alícia! - Ela corou de leve, sorrindo de canto. - É que... sei lá. - Bufei, passando as mãos pelo meu rosto. - Desculpa. Se você quiser, podemos tentar de novo. - Ela ainda me encarava com aquele mesmo olhar de medo. - Eu fiz algo?

Alícia: N-não... - Gaguejou. - Se você não quer, tudo bem. - Forçou um sorriso. 

Eu: Alícia, me desculpa... Eu não sei o que aconteceu. 

Alícia: Você está bravo comigo. - Se encolheu. 

Eu: Eu... Não! Por que eu estaria? Eu não entendo... - Tentei me aproximar, mas ela se distanciou com rapidez, se levantando da cama.

Alícia: N-não... Por favor. 

Eu: Alícia, tá tudo bem... Ok? Fica calma. -  Me levantei, indo até ela. - O que houve? 

Alícia: Eu achei que... Você fosse me bater. - Cochichou. Quase não pude ouvir sua voz. 

Eu: Te bater? Claro que não, óbvio que não! Eu nunca faria isso na minha vida! 

Alícia: Promete?

Eu: Prometo, fica calma... - Me sentei e a coloquei no meu colo. - Ele fazia isso com você? - Assentiu.

Alícia: Todo dia. Uma vez, os vizinhos escutaram e chamaram a polícia, mas não resolveu. - Disse lentamente, com voz chorosa.

Eu: E por que ele fazia isso? - Perguntei, horrorizado. Isso nem passava pela minha cabeça. Era por isso que ela ficava cada dia mais triste... e eu não percebia. 

Alícia: As vezes ele chegava do trabalho cansado e ficava bravo pelo jantar não estar pronto. Outras vezes, ele apenas surtava do nada e descontava em mim... Ele tentou me bater quando descobriu da minha gravidez, mas a Marcelina não deixou. Ela estava comigo. - Disse, com as mãos tremendo. 

Eu: Meu Deus... - A abracei com força. - Que ser humano em seu estado normal faria algo assim?

Alícia: Ele nunca estava no seu estado normal. Ele é louco. Ele me batia e me deixava largada no chão... No outro dia, me acordava com beijinhos e abraços, me chamando de apelidos carinhosos. Isso acabava me deixando louca também.

Eu: Me desculpa... por nunca ter percebido isso. Eu teria impedido. 

Alícia: Por isso eu não queira que você fosse... Eu me sentia segura com você. Por mais que não estivesse. - Fungou, me olhando nos olhos. 

Eu: Eu nunca teria ido se soubesse. Por que nunca me contou? 

Alícia: Não é óbvio? - Suspirei.

Eu: Por quanto tempo ele fez isso?

Alícia: Não sei... Lembra aquele dia, quando você ainda namorava a Mabel? Aquele dia em que ele tentou me bater, mas você chegou lá com ela e impediu. Lembra? - Assenti. - Foi só o começo. 

Eu: Eu não sei o que dizer... Eu me sinto culpado. 

Alícia: Você não tem culpa... - Suspirou. - Só promete que nunca mais vai sair de perto de mim? 

Eu: Prometo, meu amor. - A olhei nos olhos, acariciando sua bochecha. Ela corou de leve devido ao apelido, e sorriu de canto, me dando um selinho, que logo se transformou em um beijo. Afastei seus cabelos do seu rosto, acariciando sua bochecha, na área próxima a sua orelha. Senti ela se arrepiar, o que me fez sorrir. O beijo ia aumentando gradativamente a velocidade, o que imediatamente​ me forçou a ter pensamentos obscenos. Desci uma das minhas mãos até sua coxa e acariciei, a apertando de leve em seguida. Ela foi me deitando devagar, ficando por cima de mim. Suas pernas, que antes estavam apenas para o lado direito do meu corpo, ficaram uma para cada lado. Subi minhas mãos pela lateral do seu corpo, sentindo minhas mãos contornando a perfeição de suas curvas. Parei quando encostei no fecho do seu sutiã, e abri o mesmo. Soltei as alças de seus braços e removi a peça, jogando em qualquer canto. 

Eu: Tudo bem? - Ela assentiu, respirando pesado. Enquanto voltava a me beijar, colocou uma das minhas mãos sobre seu seio e apertou, soltando um gemido abafado contra meus lábios. 

Alícia: Você está vestido demais. Isso não é justo. - Soltei uma risadinha, removendo minha calça e minha cueca. - Agora sim. - Voltou a me beijar.

Eu: Gosta do que vê? 

Alícia: Talvez... - Mordeu o lábio inferior. A puxei com brutalidade, sentindo seus seios colados em meu peitoral. Puxei sua calcinha pra baixo e removi a mesma com a ajuda dela depois de um pouco de esforço. 

Eu: Tô sem paciência pra preliminares.- Soltou uma risada. Ela esticou o braço até uma gaveta, tirando de lá uma camisinha. - O que isso está fazendo na sua gaveta? 

Alícia: Eu tenho vida sexual, tá? - Me entregou o preservativo, me dando um longo selinho sem seguida. 

Eu: Eu não gostei de saber disso. - Cruzei meus braços. 

Alícia: Põe logo essa merda, não aguento mais esperar... - Se jogou ao meu lado, passando as mãos pelo seu corpo. Visão do paraíso. Então, sem demora eu coloquei a camisinha e fui pra cima dela. Abri suas pernas, me posicionei e a penetrei, sentido suas pernas rodearem meu corpo, me precionando pra si.

Alícia: Isso... - Gemeu. E depois desse foram vários outros, enquanto trocávamos beijos e carícias gostosas, até chegarmos ao orgasmo. Me joguei ao seu lado ofegante. Mas meu corpo ainda pedia por mais, assim como o dela, que se contorcia deliciosamente, pedindo alguma ação minha. Voltei para cima dela, desfrutando longas horas daquele nosso amor que durou a noite toda. 


Notas Finais


Essw hot foi propositalmente curto, mas eu gostei 🌚

Já consegui me organizar direitin, talvez eu poste mais um capítulo amanhã a noite, sei lan...😐 To meio desanimada pra postar, eu meio que enjoei dessa fic. Mas já tá acabando, então vamo acabar, nen? Kskfkfkskska até o próximo genti.


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