História Shattered - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Barbara Palvin, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Barbara Anshied, Colegial, Járbara, Justin Bieber, Romance
Exibições 206
Palavras 2.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAAAAAAAAAAAAA LEITOMORES
ai está meio que a metade do capitulo que voces estavam esperando e me pedindo TANTO
E TEM BABI E JUSTIN CRIANÇASSSSSSSSS!! <3
beijos e aproveitem

Capítulo 17 - Christian


Fanfic / Fanfiction Shattered - Capítulo 17 - Christian

Capitulo 16 - Christian

Dez anos atrás.

Vi um senhor adulto subindo as escadas espaçosas do colégio e puxando um garoto enfezado que resistia muito pra não entrar na recepção, ao lado do pátio do colégio, observei aquilo atentamente. Quando finalmente o senhor consegue puxar o garoto para entrar na recepção, o que deduzi ser seu filho, ele fala com a nossa supervisora: 

— Me desculpe pelo meu filho. Ele só está receoso por ser novato por aqui, mas logo se acostumará – dá um sorriso sem graça enquanto segurava forte o braço do garoto, para a mulher, que os olhava com uma expressão de compreensão. 

— Está tudo bem, a maioria das crianças reagem assim quando se separam de seus pais, principalmente em um colégio novo e interno. Agora preciso que me diga o nome do danadinho. – a supervisora respondeu com um sorriso brincando nos lábios, olhando para o garoto carrancudo. 

Quando consigo ver claramente o garoto de mal humor, meu rosto esquenta e eu sinto meu coração dar um salto. Ele era bonitinho. Seus cálidos olhos castanhos me davam frio na barriga. Aí meu Deus, será que estou gostando dele? 

— Seu nome é Justin Bieber. Só tome um pouco de cuidado pois ele pode ser muito perverso quando quer. Mas caso aconteça algo, podem me informar que eu o darei o castigo que merecer quando ele voltar pra casa no final de semana. 

O menino, tal do Justin Bieber, olhou para o pai e a supervisora com desdém. E então revirou os olhos. 

— Claro, caso aconteça, nós o informaremos. – a supervisora diz gentilmente. 

O senhor logo se despede dela e do filho, para então ir embora. Justin ignora a supervisora que se agachou pra falar algo com ele, então o menino se aproxima mais do pátio com um suco de caixinha que estava em suas mãos. Depois de um tempão observando o lugar e as outras crianças brincando ali com uma expressão imparcial e séria, ele se senta ao meu lado no banco do pátio. 

Sinto minhas bochechas esquentarem mais ainda. Depois de um tempo, decido olhar para ele, que olhava para as crianças brincando em sua frente. 

O garoto era ainda mais bonito de perto. Contenho um suspiro. 

Quando falaria um "oi" ou algo do tipo, ele é mais rápido: 

— O que está olhando? Tem alguma sujeira no meu dente, por acaso? – ele pergunta, meio rude?

Engulo o seco e desvio o olhar pra baixo. Como ele sabia que eu estava o olhando? 

— Voc...Quer dizer, nada. 

Ele arqueia uma sobrancelha, mas não diz mais nada. Depois de um tempo em silêncio, pergunto: 

— Você tem quantos anos? 

— Nove. 

— Eu tenho oito. Você está em que série? 

— Primeira. 

— Eu também! Mas, espera aí, você perdeu uma série? 

Ele nega. 

— Entrei no colégio muito tarde. 

Eu assinto com a cabeça. Mas não consigo ficar muito tempo calada. 

— Você não quer conhecer o pessoal da nossa sala, ou então seu dormitório? Eu posso levar você. – pergunto com um sorriso, entusiasmada. 

Mas Justin Bieber apenas nega. Ele era muito sério! Tento conter um suspiro de frustração. 

— Por que estava resistindo tanto pra entrar no colégio? – pergunto. 

— Não gosto de colégio interno. 

— Aqui não é tão ruim assim, você vai ver. Não precisa ter medo. 

— Não tenho medo. Tenho angústia dessas pessoas. 

Não o entendo, faço careta então. 

— Mas você não as conhece. 

— Nem preciso, pessoas me dão nojo. 

Meus olhos se arregalam levemente. 

— Então...você não gosta de ninguém? – pergunto, interessada. 

— Eu gosto da minha mãe. – ele responde e dá de ombros, ainda sério.  

Queria tirar um sorriso dele, mas não sabia como. 

— E do seu pai? 

Ele não me responde. Respiro fundo, querendo saber mais sobre ele. Então decido mudar de assunto. 

 — Não se preocupe, eu vou te ajudar no que eu puder aqui. E a propósito, meu nome é Barbara. O seu é Justin, né? 

Então, ele finalmente olha pra mim, e me estuda com os olhos. 

— É.  

Seus olhos pareciam surpresos quando me olharam, por isso, sorri um pouco pra ele. 

— Você também tem angústia de mim? Eu te dou nojo? 

Eu realmente queria saber a resposta, apesar de estar com um leve medo pois eu havia gostado dele. Vejo um fantasma de sorriso querer nascer no canto dos seus lábios, mas ele não deixa.  

Caramba! Quase. 

Ele desvia o olhar de mim para frente, mais uma vez, voltando a sua usual expressão imparcial.

— Não, eu não tenho angústia de você. — ele falou em tom divertido. — Apesar de você ser bem irritante, seus olhos são bonitos, garota. Eles me transmitem sinceridade e inocência, eu gosto disso. 

Fico surpresa com a sua resposta, ele parecia bem maduro pra um garoto de apenas nove anos. Gostei ainda mais dele. Quando eu estava preparada pra fazer mais uma pergunta ao garoto mal humorado, Christian, Caitlin, Alexia e Kristof aparecem. Meus amigos. 

— Babi, vem brincar com a gente. Estou cansada de ficar com esses garotos piolhentos. – Alexia diz, me fazendo desviar a atenção de Justin para ela. 

— Sim! Vamos pular corda, ou então jogar amarelinha. – Caitlin sugere. 

— Ei! Eu não sou piolhento. – Kristof fala e bufa. 

— Quem é o birrento aí? – Christian pergunta, olhando para Justin, em tom de escárnio. Cerro os olhos pra ele. 

— "Birrento" não. Eu tenho nome. –  Justin diz, carrancudo como sempre. 

— Cala a boca, Christian. Ele é novo aqui. Seja gentil. – digo. 

Christian ri. 

— Já está apaixonadinha pelo novato, Barbie? Não me surpreende, do jeito que você é idiota. – Christian me responde. 

— Namoradinho? Mas eu pensei que eu e Barbie ainda íamos... – Kristof fala, parecendo magoado. Mas é interrompido. 

— Você vai ver quem é o idiota aqui. 

Justin responde, antes de pegar o suquinho de caixa que estava bebendo, puxar uma boa quantidade de suco no canudo com a boca e cuspir tudo na cara de Christian. Seguro minha risada. 

— GAROTO, VOCÊ ME PAGA! 

— Foi mal, não foi de propósito. Juro. – Justin diz. Então ele dá um pequeno sorriso de canto, e era a primeira vez que eu finalmente o via sorrir. 

Sorri amplamente por ele ter dado um sorriso. Ele era tão malvado. Eu mal o conhecia, mas já tinha a impressão de que ele ainda entraria e muito mais na minha vida. 

No final de semana, quando nossos pais vieram nos buscar, eles se conheceram e eu e mamãe acabamos jantando na casa de Justin e seu pai. Depois dai, descobri várias coisas sobre Justin, e por consequência, minha vida mudou completamente. Como eu previa. 

Acho que mamãe gostou do pai de Justin tanto quanto eu gostei de Justin. 

 

Flash Back OFF. 

 

Justin Bieber P.O.V. 

 

Parecia mais um dia normal, voltava para o dormitório masculino com a moto em extrema velocidade. Chegando no quarto que dividia com Christian, o silêncio predominava no local, o que era estranho. Muito estranho. Entrei cauteloso, indo até o quarto de Christian, o procurando. Quando o encontrei, me assustei pelo estado do local, arregalando os olhos instantaneamente. 

Christian estava sentado na cama, ele cobria o rosto com as mãos e apoiava o cotovelo nas pernas. O quarto se encontrava uma zona: coisas quebradas, fotos e almofadas pelo chão, cama desarrumada como se um furacão houvesse passado pelo quarto. O que era uma coisa que nunca foi da natureza do Christian, que sempre foi organizado com suas coisas. Mas além de tudo isso, outra coisa me chamou ainda mais atenção: o quadro de sua foto com Lexi estilhaçado no chão, o quadro que era completamente intocável para todos, pois ele não deixava nem chegarem perto. Ele amava aquele porta-retratos. 

— Christian? Que porra aconteceu aqui? – o chamei, entrando no quarto hesitante. 

Ele ergueu a cabeça para mim. Ódio brilhava em seus olhos verdes, que estavam marejados e avermelhados. Franzi as sobrancelhas, completamente alheio aquela situação. 

— A culpa é sua. Toda sua. – ele sussurrou, travando a mandíbula. 

— O que você quer dizer com iss... – um soco forte e de punhos bem cerrados, me interrompeu, acertando bem o canto do meu queixo. Caio para trás. – Você está louco?! 

— SE EU ESTOU LOUCO? VOCÊ QUE DEVIA ESTAR AO CONTAR TODA A VERDADE PRA ALEXIA, JUSTIN BIEBER! AGORA TODA A VERDADE TAMBÉM IRÁ APARECER PARA SUA BARBIEZINHA! – ele gritou e riu no final, neurótico. 

— Eu não contei nada para a Alexia, Christian! – gritei, sincero, com um tom preocupado. 

— NÃO ERA PRA ISSO ACONTECER! VOCÊS VÃO ARRUINAR MINHA REPUTAÇÃO! ESTAVA TUDO SOB CONTROLE, MAS VOCÊ ESTRAGOU TUDO! – ele gritou e saiu andando para sala. 

Respirei fundo, tentando controlar minha raiva. O sigo para falar umas boas verdades para esse cara que um dia já foi um dos meus melhores amigos e se tornou isso: um homem que apesar de morar comigo, era irreconhecível pra mim. 

— Primeiro: eu não contei porra nenhuma pra ninguém. Segundo: ninguém te arruinou, Christian. Você se arruinou! 

— E sabe quem vai te arruinar, amigo do peito? EU! – ele sorriu antes de sair do apartamento e bater a porta com total força. 

Puxei meus cabelos em um gesto de preocupação, sentando no sofá da sala. 

Puta que pariu. Eu não posso perder ela, eu não suportaria. Ela é e traz o melhor de mim. Ela é o que há de bom dentro de mim, que me motiva a ser alguém melhor. Afinal, o que é Justin Bieber sem Barbara Anshied? Um moleque arrogante que não acredita no amor? Um amigo invejoso? Um filho péssimo? Eu sabia que não estava preparado para deixá-la ir, mas as vezes é o melhor que temos a se fazer. Eu sabia que um dia essa hora chegaria, e ela nunca mais quereria me ver de novo. Eu sempre soube, eu não sou bom pra ela. E eu só posso fazer uma coisa nesse momento: deixar ela ir e vê-la partir. 

 

Barbara Anshied P.O.V. 

 

Alexia havia acabado de chegar em meu dormitório chorando e me contando o que aconteceu, o que eu já sabia: Christian a traia com um homem quando namoravam. 

— Quando eu abri o meu armário no colégio, Barb. – ela soluçou, em meus braços. – Caíram um monte de fotos de Christian beijando e tocando em um homem que sempre saia com a cara embaçada nas fotos. Como ele pôde fazer isso? Por que ele não me contou a porra da verdade ao invés de me enganar esse tempo todo?! Eu entenderia, merda, se ele me contasse. Porque, o que mais me magoa é saber que eu me apaixonei por alguém que não existe. 

Afaguei seus cabelos. 

— Talvez ele tivesse medo. 

— Por que você não parece surpresa com toda essa história? – seus olhos verdes marejados me encaram, curiosos. 

— Eu…meio que…Eu já sabia, Lexi. – falei hesitando, e assim que ela escutou as palavras, levantou a cabeça bruscamente do meu colo. 

— O quê? – ela pareceu decepcionada. Doeu ver ela assim, por minha causa. –Como? Até você? 

— Alexia – 

Sabe qual a pior parte disso? Eu esperar isso de todos, Barbara, todos. –Sua voz falhou e ela parecia segurar o choro. – Menos de você. 

— Lexi, eu… – 

— Não precisa falar mais nada, Barbara. – ela levantou da cama limpando o rosto. – Pensava que éramos uma pela outra. 

Ela falou, e saiu rapidamente do dormitório. 

— Lexi, espera! Lexi! – corri até a porta, mas ela já havia ido. 

Não adiantava mais, Alexia não mudava de ideia facilmente. Eu teria que esperar ela esfriar sua cabeça para conversar com ela de novo. 

Entrei no quarto, fechando a porta com cuidado e encostando a parte de trás da minha cabeça nela. Respirei fundo e pensei em como eu sou uma merda de uma idiota. Quando fiz que ia me sentar na cama novamente, alguém bate na porta e eu me levanto de novo para abri-la na esperança de ser minha melhor amiga. 

— Ei, Barbara. 

— Jackson? – o olhei confusa e em seguida para quem estava ao seu lado. – Cody? 

Eles sorriram, eu me mantive séria e olhei com desprezo para Cody. 

— Queremos conversar sobre uma coisa delicada com você. Podemos entrar, querida? – Cody perguntou e eu neguei. 

— Não. Não tenho nada para falar com você. – falei, seca. 

— É uma pena. Mas eu tenho. – Cody falou, me empurrando levemente. 

Os dois entraram em meu dormitório sem a minha permissão. Respiro fundo. De Cody, com certeza, não vinha coisa boa. 

— Por quê estão aqui? E Jackson, por que está com ele?! – perguntei com repúdio, assim que entraram. 

Assim que ia sair alguma coisa de suas bocas, alguém bate na porta novamente e eu vou atender. Era Justin com uma expressão nada boa. 

— Justin? Você está pálido. Aconteceu alguma coisa? – pergunto meio preocupada enquanto ele entrava no quarto comigo, ele estava ofegante. 

Alguma coisa estava acontecendo. 

Quando Justin viu Cody e Jackson ali, travou o maxilar com um olhar de raiva. Eu não estava entendendo absolutamente nada. 

— Aí está a resposta para sua pergunta, Barbie. – Cody falou olhando Justin, com um sorrisinho brotando em sua boca. 

— Me expliquem que merda está havendo aqui. 

O silêncio reinou no local por alongados minutos, com aquele clima pesado, muito pesado. Cody e Justin se encaravam como se fossem a presa e o predador. Justin era a presa. Isso me preocupava. Cody logo alargou o sorriso, desviando seu olhar de Justin para me encarar e assim falar: 

— Parabéns, Justin! Realmente, eu estava enganado. Você se saiu muito bem na aposta, o meu carro já está na sua garagem à sua espera. – Cody falou com ar de orgulho. Franzi as sobrancelhas olhando para Justin que tinha uma expressão vazia. 

Aposta? 

— Do que está falando? – murmurei com uma sensaçãozinha de medo crescendo dentro de mim. 

— Oh. Justin ainda não te contou? Não se preocupe que eu vou te explicar tudinho, querida. E é melhor se sentar. – Cody disse.

 


Notas Finais


então, eu não queria parar ai né me desculpem não quis causar nenhum dano ou curiosidade nem nada kkkkkk
mentira queria sim
então fiquem ligados no próximo capitulo p não perderem o esperado grito da pantera de raiva da barbara pelo justin
beijo amo vocês


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