História Shattered: Coração de Vidro. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Bad Boy, Colegial, Drama, Festa, Romance, Tumblr
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Palavras 1.002
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Colegial, Festa

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 8 - It hurts, not physically.


Fanfic / Fanfiction Shattered: Coração de Vidro. - Capítulo 8 - It hurts, not physically.

 

Dylan Narrando///

 

 Acordei com uma sensação de queimação na minha cabeça, tentei me levantar mas senti um beliscão em uma das minhas mãos. Uma seringa com uma agulha, vi o vermelho subindo até um pacote, outra seringa levando um soro no meu pulso. Assustado, tentei arrancar ambas seringas de mim. 

- Ei, ei! Garoto! - Um homem alto de farda veio até mim, me impedindo de arrancar as agulhas de mim mesmo. 
     Olhei para os lados: ambiente fechado, cheiro de álcool, e o ar condicionado estalando. Um hospital, porra, eu odeio hospitais. 
- Como eu vim parar aqui? - murmurei, com um certo estresse na voz. 
       O homem loiro de farda policial suspirou, parecia aliviado.
- Veio parar aqui por causa de uma bondade de uma garota, você tem sorte. 
      Uma garota? Sim, eu lembro de uma silhueta de uma garota, que chorava. Aos poucos fui me lembrando de algumas coisas, como sua voz trêmula, sua pele quente e seu toque leve. 

- Você a conhece? - encarei o enfardado, que olhava para seu celular, sério. 
     Ele me encarou de volta pelo canto do olho. 
- E se eu conhecer? - sugeriu. 
     Desviei o olhar.- Queria agradecê-la, sabe, por salvar minha vida. 

O loiro se levantou de onde estava sentado, pegou um casaco jogado em cima de uma poltrona. 
- Claro, eu chamo ela, mas saiba que se você tentar alguma coisa, eu te mando daqui direto pra UTI, ficou claro? - ele me encarou, quase pude ver fogo em seus olhos. 
     Ri sarcasticamente. - A propósito, seu nome é? 
 - Steve, mas pra você é Capitão Steve. - ele se virou, e saiu sem olhar pra trás. 

Capitão Steve? O chefe da polícia? Jura? Fodeu, meu pai vai me matar, eu devo ter feito uma merda muito insana, ou, a garota fez. Estou confuso. Uma enfermeira entrou no meu quarto, mostrou alguns exames, me deu uns remédios e trocou a bolsa do soro. Fiquei sozinho por uma hora, apenas mexendo no meu celular, ignorando as mensagens que chegavam. Se querem saber como estou, venham até mim, eu não vou dar informações assim. Imbecis, como se minha vida fosse algo público. 

Depois, adormeci por causa do efeito de um dos remédios que a enfermeira me deu. Então, escutei distantemente, uma porta se abrindo e uma diálogo baixo. Acordei aos poucos. 

- Se sente aliviada agora? - A voz do tal capitão ecoou. 
     Um segundo de silêncio reinou. 
- Sim, eu estou. - uma voz doce, falou baixo, timidamente. 
        Me levantei, grunindo de dor. Abri os olhos e vi, uma garota de cabelos castanhos e olhos negros. Wow... Onde ela estava se escondendo?
- Moleque, essa é a Lucy, a garota que te ajudou. - Capitão Steve disse, seriamente. 
      Lucy... Encarei a garota, que por algum motivo, me encarava sorrindo. A abracei com leveza, o que deixou Steve meio enciumado, ele era o que? Pai dela?. Deixando isso de lado, entrelacei meus dedos em seus cabelos, pude sentir seu perfume leve, estava enfeitiçado, um cheiro tão bom que funcionava como uma droga. 
- Obrigada, Lucy... - murmurei, ainda com o rosto colado em seu pescoço, para que sua fragrância não ousasse sair da minha cabeça. 
       Pude sentir um sorriso, já que estávamos tão perto. Ela retribuiu o abraço.
- Estou tão aliviada de você está bem, quase matou todo mundo de susto. - ela me apertou levemente. 
       Com uma certa dificuldade em me afastar de seu cheiro, desgrudei o rosto de seu pescoço e voltei meus olhos aos olhos de Lucy. 
- Graças a você, agradeço muito. - estávamos tão perto que pude sentir sua respiração acelerar. O que por algum motivo, me deixou encantado. 
     Uma tosse forçada atrapalhou o momento de agradecimento. C. Steve. 
- Então, é só isso que você queria falar com Lucy? - Steve falou, deveras irritado. 

Ignorei o loiro e passei meu polegar pela bochecha de Lucy, que corou rapidamente, me deixando com um sorriso no rosto. 
- Pode ser em particular? - sugeri. 
       C. Steve sorriu sarcasticamente, irritado, prestes a falar algo, então Lucy interrompeu. Sua voz, ah... ahh... sua voz. 
- Claro, pode sim. - Lucy encarou C. Steve, que saiu meio abalado do quarto, sem retrucar. 

        Assim que vi a porta se fechar, peguei as mãos de Lucy e dei vários beijos. 
- Muito obrigada, não sei como agradecer. - eu disse em meio a chuva de beijos que dava em suas mãos macias. 
        Lucy sorriu e disse-  Pode agradecer ficando melhor, Dylan. 
        Soltei um sorriso. Então ela sabe meu nome?
                      Nos encaramos por um momento. Lucy é definitivamente muito bonita, educada e simpática, tem algo que as outras garotas não tem... Ela é charmosa, charme do jeito certo, isso me deixa fitado, totalmente encantado. Deve ser efeito do remédio. O celular de Lucy começou a tocar, o que atrapalhou nossa troca de olhares. 

- Oi mãe, sim, ele está bem sim. - ela sorriu, me olhando. 
      Meu rosto queimou. Então Lucy sorriu algumas vezes enquanto falava no telefone, até o desligar. 
- Eu preciso ir. - ela disse, com um tom de dor na voz. 
        Suspirei. 
- Muito obrigada de qualquer forma, espero um dia poder retribuir o que você fez por mim. - eu disse mordendo o lábio. 
      Ela sorriu, se aproximou e deu um beijo na minha testa. 
- Apenas não morra, ok? - ela sorriu e saiu. 
 

  Meu Deus, que garota é essa? Que cheiro ela tem? Que sorriso é esse? Que olhar!. Peguei meu celular e liguei pra Louis. 
- Dylan!? Cara! Você tá bem!?  - Louis atendeu, desesperado.
         Bufei, não irritado, apenas apressado. 
- Não graças a você, infeliz, me atropelou. 
       Louis começou a tagarelar um monte de desculpas no telefone, o que me deixou um pouco impaciente. 
- Cala a boca, caralho. - bufei. - Tem uma coisa que você pode fazer que me faça desculpa-lo. 
- Qualquer coisa, cara! - Louis choramingou. 
                                                                     ...
- Me consiga o número da sereia dos olhos escuros, a Lucy. - Suspirei. 


Notas Finais


Depois de um tapa na cara com o Acidente,
vem ai,
o beijo com
It hurts, not physically!

O primeiro encontro oficial!
Dylan se apaixonou?! E Lucy?! O que será que ela sente em relação ao moreno?


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