História Shawn Mendes, apenas um ídolo? - Capítulo 21


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Shawn Mendes
Tags Adolescência, Drama, Romance
Exibições 65
Palavras 846
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Prometo estar mais ativa!
este episódio vai mudar a história completa.

Capítulo 21 - I can't lift the weight


Fanfic / Fanfiction Shawn Mendes, apenas um ídolo? - Capítulo 21 - I can't lift the weight

Chegamos a L.A e eu estava de rastos, pelo que fui dormir… sem dizer nada a ninguém.

No dia a seguir acordei como se tivesse caído da cama, mas para não dramatizar levantei-me, e fui apanhar ar… a final, não era todos os dias que eu conhecia a minha cidade de sonho. O sonho de qualquer artista, ou aspirante a artista -que acho que é o que eu era- era passear pelas ruas de Hollywood, que ficava muito perto da cidade.

O Shawn  devia estar no ginánio ou a ensaiar, pelo que eu fui sozinha sem me preocupar com mais nada.

Queria estar só, espairecer e acreditar que no fim ia dar tudo certo. Afinal, eu com 15 anos estava a realizar todos os meus sonhos, e talvez, sem merecer nada.

Eu estava a viver um sonho, e isso tinha o seu lado assustador...porque era tudo bom demais para ser verdade. Pode parecer extremamente estúpido e negativo da minha parte pensar dessa maneira tão pessimista, mas eu era assim mesmo...ansiosa demais. Há quem dissesse que fosse injusta até, e hoje, também acho que o tenha sido às vezes.

Mas na realidade todos temos os dias em que nos achamos inferiores, acordamos sem saber o que queremos ao certo, e por vezes chegamos a odiar-nos. E aquele era um dia desses...Eu esperava que me passasse rápido porque na verdade não tinha necessidade de estar assim. Só queria estar sozinha, mas por outro lado queria um abraço bem apertado que me garantisse que eu estava a fazer tudo bem.

Comecei a andar sem saber para onde estava a ir, a cada passo que eu dava sentia um nó no estômago, eu estava tão confusa…

É como se eu sentisse a obrigação de estar bem, porque  ter vontade de chorar quando se está a ter “a vida de sonho” que sempre desejamos é algo que  nos faz sentir egoístas, e eu sentia-me assim.

Comecei à andar, cada vez mais perdida nos meus pensamentos. Ao contrário do que eu queria e era suposto, não me consegui distrair por um segundo. dentro de mim estava a ser bombardeada por perguntas e incertezas.

No meio dessa confusão toda dentro de mim eu não estava a aproveitar de todo o passeio, mal sabia onde é que eu estava.

Para piorar a situação senti o meu telemóvel vibrar, e com ele vibrou o meu corpo todo, não sabia bem porquê.

-Estou, Emma, estás ai? – eu fiquei sem falar uns 5 segundos, era a minha mãe.

-Mãe… sim, estou, desculpa. passa-se alguma coisa?

-Passa-se meu amor, preciso urgentemente de falar contigo, quando é que podes?

-Agora não me dá muito jeito porque estou na rua mas assim que chegar ao hotel eu ligo-te.

Desliguei o telemóvel e tentei perceber como voltar para trás, porque já me tinha perdido. 

A  minha mãe estava com uma voz pior que a minha, super preocupada…eu estava assustada, o que será  que ela tinha de tão importante para me dizer?

Eu estava mesmo perdida. Abri a minha mala e vi quanto dinheiro tinha na carteira, uns  20 dólares. Devia chegar para apanhar um táxi de volta para o hotel.

Assim o fiz, chamei um táxi e demorou meia hora a chegar que me pareceu uma eternidade.

Quando cheguei estava uma fila gigante de miúdas à porta do hotel e o Shawn estava a tirar fotografias com elas.

Acenei ao Shawn , e  fui para o quarto. Peguei no meu telemóvel e automaticamente liguei à minha mãe.

Ela atendeu ao primeiro toque, como se estivesse sentada à espera que eu lhe ligasse.

-Mãe o que é que se passa?

Do outro lado ouvi um suspiro de preocupação e a minha mãe falou com voz de quem segura as lágrimas, como se depois da chamada se fosse desmanchar a chorar.

- O teu pai está com cancro, muito grave no hospital. Preciso do teu apoio…e que,  nos piores casos te possas despedir dele.

Assim que ouvi a minha mãe a dizer aquilo as palavras começaram a fazer eco na minha cabeça. Não consegui responder. Do outro lado da chamada a minha mãe chamava-me desesperadamente, e eu não respondia.

Queria não estar a ouvir aquilo, queria, que se me beliscasse acordasse e percebesse que era tudo um pesadelo. Não podia estar a acontecer. Eu tinha passado um ano de depressão sem falar bem com os meus pais, e esta última metade do ano, longe deles… as boas recordações que tinha do meu pai tinham sido há muito tempo…

As lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto gelado, e eu  não conseguia mexer-me.

Parecia que tinha ouvido um CLACK no meu coração, como se de repente toda a vossa vida desabasse, e nem do chão eu me consegui levantar.

Alguém abre a porta, era o Shawn. Veio a correr a abraçar-me, e então eu comecei a soluçar. A chorar quase aos gritos.

Não falei, apenas me agarrei a ele como se lhe fosse partir todos e cada um dos seus ossos… Mas não chegava…o meu coração queria abraçar o dele, e os corpos impediam-no. 



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