História SHe - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooks, Camila Cabello, Camren, Camreng!p, Dinah Jane Hansen, Fifth Harmony, Filhos, Lauren Jauregui, Laureng!p, Normani Hamilton, Norminah, Romance, Vercy
Exibições 300
Palavras 2.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - SHe 03


Pov - Camila


- Mama a senhora disse que a tia Dinah, tia Maní e a prima Annie estão chegando de Londres hoje. Então por favor vamos no aeroporto buscar elas.

Essa era a quinta vez que Mag ligava no meu celular hoje.
Dinah e eu somos grandes amigas, mas quando ela se formou teve que mudar para Londres por que foi aceita em uma faculdade de moda que tanto ela amava. Depois disso só nos falamos por vídeo chama.

- Meg, eu não posso meu amor, você sabe que o trabalho da mamãe é bem difícil e não posso largar do nada.

Ouvi um suspiro e logo atrás um soluço. Okay la vamos nós de novo para chantagem emocional.

- Mamãe... Por favor... Eu... Mamá... Eu juro que... Eu nunca vi a Annie só por foto... Por favor mãezinha.

Suspirei algumas vez enquanto ouvia seu choro fingido, não sei com quem essa menina aprendeu isso.
Com certeza ela anda aprendendo coisa de mais na Internet, eu na idade dela brincava se boneca e celular nem sabia o que era.

- Megan Jasmine Cabello pare com esse choro agora!

Por mais que minha coisa fofa seja dramática, as vez eu não podia fazer todas as vontades dela. Meus pais a mimam de mais e eu tenho que mante la na linha. Tudo bem que eu não via Dinah desde o colegial e só conversávamos por vídeo chamada, mas hoje eu não podia, estava entrando em um plantão de 24 horas.

- Mas... mamá!

Ouvi mais uns soluços e ela fungar, me cortava o coração quando negavo algo pra ela, mas não quero que minha filha se torne uma adolescente mimada e faz birra quando não tem o que quer.

- A mamãe não pode filha. Hoje estou de plantão então não posso, mas quando acabar eu te levo até suas tias e prima Annie. Tudo bem meu anjo?

Estou tentando contornar a situação se não quando eu chegar em casa vamos acabar brigando e eu vou ter que coloca la de castigo. Pois é, isso aconteceu quando ela me desobedeceu e levou aquele troço de rodinhas amarelas para o colégio de novo e quando descobri a deixei de castigo. Fazia uma semana que a amiguinha dela tinha torcido o pé e hoje teria outra consulta com Sam e Lauren.

Falando em Lauren esse dias a gente só se esbarrou pelos corredores o hospital esta muito cheio nessa semana.

- Promete?

Ouvi a voz chorosa da minha coisa fofa do outro lado da linha.

- Promete, meu amor.


Estava na minha sala atendendo alguns pacientes até que uma Sam entrou na sala acompanhada por uma que não era estranha, parece que já tinha visto ela em algum lugar.

- Boa tarde, eu sou a mãe dessa pequena aventureira que machucou o tornozelo semana pasada.

Mãe?

Tudo bem elas devem ser casada ou algo do tipo, olhei para o dedo anelar da loira discretamente enquanto ela olhava para garotinha, más não tinha nenhum anel.

- Anh... Boa tarde. Sou a Dra. Camila Cabello e...

- Mãe, a Dra Camila é mãe da Meg.

A menina me interrompe chamando atenção de nós duas. Sorri para a pequena que tinha a mistura das duas mães, os olhos ficavam e uma confusão entre azul ou verde, os cabelos eram um castanho escuro e a pele chegava ser branquinha como papel e as bochechas rosadas, mistura perfeita. As duas mães são lindas.

- Ah. Então você é a mãe da Megan, Sam não para um segundo sem falar bem de sua filha e ainda pediu pra Laur adota la.

- Pois é, Dra Jauregui me disse que sua filha queria minha filha como irmã.

Rimos as duas e eu comecei a consulta, a garotinha estava muito bem e sempre que achava uma brecha na conversa perguntava se Megan podía ir na sua casa.

- Vamos ver com suas Mães anjo, elas têm que deixar também.

Quando a loira foi falar algo ouvimos uma batida na porta e logo se abriu mostrando uma morena dos olhos verdes mais lindo do mundo passou por ela.

- Oi, fiquei sabendo que uma linda princesa estava fazendo uma consulta.

Ouvi uma risada da garota que ficou toda corada quando Lauren a pegou no colo e encheu de beijos.

- Preciso respeitar mamãe.

A garotinha disse toda risonha e Lauren a colocou no chão que correu para o colo da loira que abraçou o corpinho da menor. Lauren foi até a loira e beijou o rosto dela e as duas não parecia um casal de namoradas ou algo do tipo, sentei em minha cadeira e só observei a cena.

- Está tudo bem com nossa princesa?

Perguntou para loira que disse que sim e que estava tudo bem.

- Mamãe, eu posso ir pra casa hoje? Estou com saudades da Mah.

A garotinha tinha saiu do colo da loira que sorriu com ação da menina pulando na morena que estava de pé do lado da poltrona que a loira sentava.

- Tudo bem pra você Ahs?

Elas não moram juntas?  E por que parece que conheço essa loira de algum lugar? Olhei a ficha da minha pequena paciente e li seu nome novamente Sam Alexandria Benson Jauregui... Perai ela é a Hanna daquela série que minha filha quer tanto assistir?

- Ashley Benson? Você é a atriz que faz aquela série das meninas que recebem mensagens de um tal de -A?

Atenção das três voltou se para mim e a loira sorriu largo e balançou a cabeça.

- É sou eu!

A moça sorriu sem jeito enquanto sua filha sorria para a mãe, a garotinha parecía orgulhosa e Lauren também tinha um sorriso orgulhoso.

- Meg quer muito assistir a série e eu arrependo por que ela muito nova, ela ficou bem louca quando eu recebi uma mensagem de texto sem nenhuma identificação.

A loira sorriu simpática e sentou mais confortável no banco.

- Você faz bem de não deixar ela assistir, eu também não deixo Sam assistir.

Conversamos mais um pouco, tudo envolvendo nossas pequenas e tudo era motivo de sorrisos.

- Mamãe eu posso ganhar um skate de natal?

A garotinha interrompeu nossa conversa me fazendo arregalar os olhos, Megan estava influenciando a menina. Lauren olhou para sua 'que eu nem sei o que são por que elas não agem como uma casal'. Ashley ficou um pouco inquérita na poltrona e Lauren ficou esperando uma resposta.
Nessa hora eu queria desaparecer minha filha está influenciando a menina, meu rosto ficou um vermelho de tanta vergonha.

- Eu queria pedir minhas desculpas se minha filha está influenciando a filha de vocês, eu vou conversar com Meg...

- Não, esta tudo bem nossa filha está em fase de querer fazer tudo que quer, quer aprender e fazer coisas e nós deixamos, mas com muita atenção nas escolhas.

Lauren se pronunciou e seus olhos pareciam que iriam roubar minha alma,  acho que eu fiquei com um certo calor, que me fez coçar a nuca sem jeito e desviar meu olhar para a garotinha.
Ouvi uma batida na porta e agradeci a Deus por Ally aparecer.

- Dra. Cabello estamos precisando de sua ajuda na emergência pediátrica.

Agradeci a minha pequena Ally que se retirou e logo depois o casal que não parece casal também.

Quando estava pegando meu estetoscópio senti alguém puxar a manga do meu jaleco olhei para baixo e vi uma linda princesa de olhos azuis me encarando.

- Oi pequena, o que foi?

- Deixa a Meg ir na minha casa a mamãe não vai se importar e eu só tenho a Mah pra brincar comigo.

A garotinha fez uma carinha tão fofa que foi quase impossível não dizer 'sim' ela sorriu largo e saiu da sala  correndo acompanhei seu corpinho até a sida da porta e meus olhos pararam em Lauren que estava fazendo aquele lance de secar com os olhos.

Levantei as sobrancelhas esperando ela falar alguma coisa, mas a mesma piscou algumas vezes até notar o que estava fazendo e saiu da minha sala fechando a porta, segundos depois ela voltou abrí la e murmurar um 'Desculpe'.

Franzi o cenho por isso e  a mulher fechou a porta novamente.

Meu dia foi bem puxado tive algunas mãe que estavam bem preocupada com seus pequenos e ainda tive que deixar alguns bebês passarem a noite no hospital.

- Ainda esta aqui?

Ouvi aquela voz rouca perto de mim e foi impossível na me arrepiar. Estava no cantina do Hospital, estava tomando um café extra forte para poder ficar acordada.

- Sim. Estou aqui desde ontem.

Ela apontou para cadeira pedindo permissão para sentar eu deixei.

- Não tirou nenhum cochilo?

Tomei um gole do meu café enquanto seus olhos me fitavam intensamente. Isso é muito excitante. Não, não é, tire isso de sua cabeça Camila.

Balancei a cabeça afastando os meus pensamentos impuros, por mais que eu tente isso era impossível.

- Você está bem? Parece estar suando frío, vem.

Sua voz fez eu despertar dos meus pensamentos levei a mão no rosto e estava suando, mas não sentia nada a única coisa que senti foi um arrepio que se espalhou pelo meus corpo todo quando senti suas mão segurando minha cintura me segurando.

- Eu estou bem, só preciso dormir um pouco.

Ela nem mesmo me ouviu só me puxou para sua sala me fazendo deitar em um grande sofá que tinha na sua sala.

- Você comeu algo de ontem pra hoje? Além de café?

- Não estamos em uma consulta Dra.Jauregui, e meu plantão já acabou a duas horas.

Lauren fez uma careta e saiu da sala, olhei em volta e pude ver que a sala dela era igual a minha mesa com alguns papéis, um sofá, uma maca era bem.

Fechei meus olhos por um tem sinceramente eu estava muito cansada segundo plantão nessa semana e nem me alimentei direito nem parece que sou médica.


Pov - Lauren

Sabe aquele momento que você fica encarando a pessoas por tempo de mais e ela acaba percebendo e você não sabe o que fazer? Então foi o que eu fiz quando minha filha saiu da sala de consulta de Camila. É impossível não olhar pra ela sem não ficar hipnotizada.

A deixei na minha sala fui atrás de algo pra ela comer, não é possível que uma médica não se cuide ainda mais ela que tem aquele monumento de bunda.

Que Deus me perdoe, mas eu já estou sonhando com ela todas as noites e na manhã seguinte só um banho gelado de uma hora e pensamentos broxantes para meu parceiro baixar. Eu não sou tarada ou algo do tipo mas é que eu sinto uma atração por aquela mulher e isso que faz uma semana que nos conhecemos, ela não me vê muito mas eu a vejo sempre por que por onde ela passa parece que deixa seu cheiro no ar.

Preciso tirar esses pensamentos da minha cabeça ela é filha da segunda dona desse hospital e eu preciso baixar minha bola e outras coisa.

Peguei um sanduíche e um suco de uva, quando cheguei na minha sala Camila estava deitada no sofá com os olhos fechados e os braços cruzados e o rosto sereno.

Até dormindo é linda.

Fechei a porta sem fazer barulho mas só que a mesma rangeu e a mulher levantou rápidamente e sentou no mesmo, olhou a hora no relógio de pulso e negou com a cabeça.

- Meu plantão acabou a 2h:30min. Tenho que ir para casa... Droga estou sem carro...

Ela parecia bem perdida no que dizia fui até ela sentando ao seu lado.

- Come isso!

Ela nem negou simplesmente pegou o sanduíche e o suco e começou a comer.
Enquanto ela comia eu fui até minha mesa e peguei algumas coisas e coloquei em minha bolsa, meu segundo plantão nessa semana, que bom que amanhã é minha folga vou poder dormir e curtir minha pequena.

Meu celular marcava 02:20 da madruga e isso que meu horário de trabalho acabou as 01:30 da manhã.

- Que carona pra casa? Não vai ser incomodo nenhum, antes que pergunte.

Fitei seus olhos e a mesma ficou em encarnado por um tempo até que ela desvio o olhar.

Eu queria muito ser aquela caixinha de suco que estava na mão dela, aquela boca era muito bonita e sem dizer do olhos.

- Eu vou aceitar sim.

Isso, comemorei internamente. Ela levantou e disse que irá pegar sua bolsa na sala dela, me pediu para esperar no estacionamento não quis questionar, tirei meu jaleco e deixei na gruda da cadeira e fui para o estacionamento.

Vinte minutos depois, vinte minutos precisa tudo isso pra ir pegar uma bolsa, ela apareceu no estacionamento. Aquelas calças jeans que ela usava era um pecado para quem olhasse a traseira dela.

Oh mulher gostosa do...

- Vamos?

Meus pensamentos foram cortados quando ela chegou perto de mim.

É impressão minha ou estou ficando tarada?

- Vamos.

Abrí a porta do carro pra ela que sorriu simpática e murmurou um 'obrigado'. Entrei no carro e dei partida, ela digitou o endereço no GPS e eu só segui.
Um silêncio do caramba se estabeleceu no carro e às vezes eu fitava ela discretamente pelo canto dos olhos.

Se silêncio matasse estaríamos mortar e enterradas.

- Você e sua esposa tiveram a Sam com quantos anos?

Allyluia o silêncio foi quebrado e ninguém mais vai morrer. Espera ela acha que a Ash é minha esposa?

Do nada eu comecei a rir, sério nem eu sabia o por que eu estava rindo, Camila olhou pra mim com os olhos arregalados.
Reduzi a velocidade indo para um acostamento.

- Ahs... Ahs não... Não ser minha... Esposa.

- Namorada?

Puxei o ar com mais calma e pensei em falar logo de uma vez e seja o que Deus quiser.

- Ashley e eu não somos nada mais e nada a menos que amigas, a gente se conheceu em uma festa do colégio e acabamos trasando e eu a engravidei.

Camila semi serou os olhos levantou as sobrancelhas olhou para frente e deu ombros. Ela não falou nada? Como assim, nada?

- Não vai falar nada?

A questionei por que quando eu falava que tinha uma filha e era Interssexual nem sempre todos reagiam assim alguns faziam cara de espanto, outros ficavam me perguntando se funcionava normal ou até me xingavam. Uma vez até me perguntaram se minha filha era normal.

- Pra mim você é só uma pessoa normal que tem uma filha muito linda e fofa, não me importa se você seja Interssexual ou qualquer quer coisa o que importa é  seu caráter e tenha um bom coração e as pessoas que falam mal de você, elas não sabem de nada.

O que dizer depois disso? Me beija e vamos ter lindos filhos Latinos Cubanos americanos. Ok deu né?

Seguimos nossa rota até a sua casa mas os assuntos foi só de trabalho, eu queria muito perguntar se ela era casada mas ela não usava aliança.

- Posso te fazer duas perguntas? Por que uma eu já fiz.

Ela riu da minha idiotice e concordou com a cabeça.

- Você é casada? Namora? Tem algum relacionamento?

Camila me olhou surpresa e com as sobrancelhas erguidas fazendo uma careta. Olhei para o GPS que apontou para um condomínio que tinha assim que parei o carro, ela falou com um guarda e o portão foi aberto, ela me mostrou a segunda casa e logo parei.

- Bom. Sobre a sua pergunta, eu não namoro ninguém desde o colégio e tenho, vamos dizer um trauma de relacionamento, o pai da minha filha foi um cretino, escroto e muito filho da puta, me abandonou assim que disse estava grávida e ainda teve a cara de pau de dizer que a filha não era dele, só que o babaca não estava nem aí quando a ingênua aqui disse que era sua primeira vez. Isso responde sua pergunta?

Camila parecia transtornada por lembrar do escroto que eu já odeio, ela mudou completamente da pessoa sorridente que estava a cinco segundo atrás, ela limpou uma lágrima que caiu e abriu a porta do carro.

- Boa noite, obrigado pela carona.

Eu não sabia o que dizer queria abraçar ela, cuidar, mimar, agarrar no colo colocar pra dormir e ficar fazendo carinho.

Me partiu por dentro ver ela assim, me senti culpada por ter perguntado isso pra ela.


Notas Finais


Besos!


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