História ShE - Capítulo 65


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Camreng!p, Dinah Jane Hansen, Fifth Harmony, Filhos, Lauren Jauregui, Laureng!p, Normani Hamilton, Norminah, Rmm180, Romance, Vercy
Visualizações 548
Palavras 5.088
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 65 - 2x28


Fanfic / Fanfiction ShE - Capítulo 65 - 2x28

Pov - Camila

- Mama não precisa me levar...

- Precisa sim, você já faltou na aula pela manhã e eu quero ver onde vai ser às instalações que minha filha vai se instalar durante 4:00 de quinta a sábado. - Reviro os olhos e sinto um leve tapa em minha coxa. - E não revira os olhos...

Depois de um almoço bem divertido da parte de Enzo, Sam e Raven que passaram rindo de Megan por estar de detenção por resto do semestre e ainda levar uma puxada de orelha de Lauren, que estava muito irritada por saber sobre a conversa de Adam e "minha filha." Essas foram as palavras que ela usou quando se referia a Megan.

Eu não me intrometi na conversa delas apenas fiquei no sofá ouvindo a conversar e não dava para saber quem era a mais insistente, quem batia de frente e nenhuma dava o braço a torcer. Só que uma estáva certa e a outra não.

Uma que Lauren tinha razão de que Meg deveria ter chamado por ela ou avisado algum segurança. Para melhorar a situação, minha esposa não admitia, mas eu podia ver e ouvir o ciúmes que ela tinha em cada palavra que saia de sua boca quando Megan falou o nome de "Adam."

Meg não queria admitir que estava errada por não ter chamado ninguém. Ela queria cuidar da situação sozinha e não queria aborrecer ninguém, ela não queria confusão e resolver do seu jeito. O que fez Lauren ir a loucura e volta a dizendo que era perigoso e as duas voltar a bater boca.

Depois de alguns minutos dei fim ao papo que não levou a nada e Megan se desculpou e disse que Lauren era a única pessoa depois de mim que tinha o seu amor de filha e "Adam" nunca teria nem mesmo metade e de um por cento. Pronto foi a gota para duas mães chorar e uma adolescente consolar as duas.

- Boa Tarde. Srta. Cabello, o que faz aqui? Não fiquei sabendo que entraria para minha turma de detenção.

Um homem que jurei ser bem jovem na verdade para ser professor abriu a porta da sala para nós duas e minha filha sorriu amarelo. Ele sorriu educadamente para minha filha que tirou algo do bolso da calça e entrega para ele.

- Boa Tarde, Sr. Fitzgerald. Pois é. Eu estou aqui até o fim do semestre e... - Ela olhou para mim e depois para o homem. - Essa é minha mãe Camila Jauregui e Mama esse é o professor Ezra Fitzgerald de Literatura e outras matérias chatas.

- Megan...

Repreendo minha filha fazendo o homem sorri e estender a mão para me cumprimentar, mas assim que levo a mão para fazer o mesmo, Megan faz por mim.

- Pois bem já estão devidamente apresentados, pode ir Mamãe e diga para Mãe Lo que a Amo. Tchau, amo a senhora!

Ergo as sobrancelhas sem entender nada que se passou ali, mas pude notar que alguém estava sendo grosseira. Mas não tive chance de dizer nada por que a minha filha puxou o professor para dentro da aula e fechou a porta na minha cara.

Bufei e resolvi ir embora de uma vez antes que minha paciência fosse para Marte.

Quando cheguei em casa me deparo com Raven na porta de casa com a chave do carro em mãos e a mesma disse que estava esperando meus dois filhos para sair. Elas levariam Enzo ao cinema e depois caminhar no shopping apenas assenti com a cabeça e disse para cuidar dos meus bebês já que ela era a mais velha ali.

Ela sorriu lindamente e antes que podesse falar algo Enzo apareceu na porta de cara feia e olhar matado, outro que tem as feições faciais de Lauren Ciúmenta.

- Está pronto...

Ele apenas levanta a mão para a garota em sinal que se calasse e olhou pra mim com um grande sorriso. É impressão minha ou esse garoto está fazendo curso de como ser cínico.

- Mama, eu irei ao cinema. Não por minha vontade e sim por que tem uma Brooke... - Ele aponta para a garota ao seu lado. - Querendo ciscar em território Jauregui...

- Hey! Isso é uma calúnia!

A garota chamou a tenção de meu filho que franziu os olhos castanhos e cruzou os braços. Mordo os lábios para não rir da cena, Enzo lembra muito Meg com seus 8 anos. Lembro como se fosse ontem quando ela jurou ficar de olho em Lauren depois de testemunhar um beijo nosso. Até hoje elas brincam com isso.

- Estou errado que você quer enfiar a língua na boca da minha irmã?

Raven abriu a boca levando a mão no peito com as palavras de meu filho que a encarava como um olhar matador. Eu por outro lado senti uma pitada de ciúmes por isso, mas não podia fazer nada, aliás, Sam estava andando na linha e nem parecia uma garota mimada, patricinha e que se importa só com ela como Lauren havia dito.

- Enzo não fala assim...

- O que? Vai defender a garota que quer roubar minha irmã, eu esperava mais da senhora Mama!

O que? Desde quando esse garoto é tão dramático? Sem saber o que falar apenas vejo o mesmo pegar a chave do carro de Raven que ergueu as sobrancelhas sem falar nada. Ele apertou um botão fazendo o carro soltar um curto som e logo abrir a porta traseira entrando lá e baixando o vidro negro.

- A gente já deveria ter ido e voltado... - Resmunga. - ANDA LOGO, ALEXANDRIA!

Ele grita enquanto olha para o andar de cima da casa. O repreendo fazendo o mesmo murchar no banco de trás e logo entro em casa passando pela sala e assim que coloco meus pés nos degraus da escada Sam passou por mim, beija minha bochecha, pude ver que usava um vestido que era meu e dessa vez eu senti na pele o que Lauren diz sobre as minhas roupas ficarem muito curtas nela. Ela disse que iria dar uma voltinha com "Rea" estranho esse apelido, mas tudo bem. Disse para cuidar do irmão e não fazer as manias dele, ela assentiu e saiu em passos rápidos fechando a porta com certa força.

Assim que entro em meu quarto vejo Lauren parada na janela de braço cruzados olhando algo muito interessante por que nem percebeu que não estava sozinha. Troco de roupas colocando um vestido soltinho e me jogo na cama estava cansada de fazer nada, ainda estava proibida de ao hospital.

- Karla Camila Cabello-Jauregui!

Levo um pequeno susto quando minha esposa aparece ao meu lado esquerdo da cama com os olhos um pouco enfurecidos e mantinha os olhos em mim e depois voltou a olhar para a janela e coçou o nariz em sinal de irritação, aquilo tinha nome e era uma suposta crise de ciúmes, agora sei por que Megan e Sam fazem esse gesto quando estão irritadas ou com "ciúmes."

- O que foi Michelle?

Lauren faz uma careta e solta o ar calmamente por que sabe que eu odeio ver ela fazendo tal ato. Ela senta ao meu lado e parecendo um filhote de cachorro abandonado deita a cabeça em meus seios.

- Você viu o comprimento daquele vestido? - Não disse nada apenas comecei a fazer carinho em seus cabelos. - Rea. - Disse imitando a voz de Sam. Mordo o lábio para não rir. - Eu ouvi todo o Papinho daquela garota galanteadora que quer chegar de mancinho e roubar minha filha.

Não aguento por muito tempo e solto uma gargalhada fazendo Lauren levantar a cabeça de meu peito e me olhar incrédula.

- Não tem graça... - Fez bico igual ao filho. Meu Deus, tenho um criança em vez de esposa. - Tô carente, com ciúmes e preciso de carinho... - Sorriu maliciosamente. - Com saudades de você...

Sua voz saiu rouca e não demorou muito até que Lauren atacasse meus lábios em um beijo faminto sem calma alguma. Levo minha a mão a sua nuca a puxando mais ainda para cima de mim e nossas bocas passaram a se mover em perfeita sincronia uma contra a outra, gentilmente ela pediu passagem com a sua língua e logo eu cedi. Desajeitadamente nossos corpos se colaram me fazendo abrir um pouco as pernas para que ela se acomodasse melhor e pressionar seu membro semi ereto em minha intimidade coberta pelo vestido e a calcinha, arfei contra o beijo e cravando minhas unhas no tecido de sua camiseta, mordo seu lábio inferior em seguida o puxando com delicadeza até meus dentes deslizarem por toda aquela extensão sensível antes de sorrir e voltar a me beijar loucamente.

- Amo quando me beija assim...

Falei me afastando um pouco para rodar minhas pernas em sua cintura colando ainda mais nossos corpos e sentir seu corpo que estava cada ver mais quente. Senti sua língua deslizar sobre meu pescoço e meu centro pulsou forte com isso em um movimento rápido Lauren girou nossos corpos me deixando confusa e sentada em seu quadril, mas foi só para tirar meu meu vestido e para sua surpresa eu estava só de calcinha. Ela voltou a atacar meus lábios assim que o vestido voou pelo quarto e seus braços me apertavam meu corpo, pudia sentir seu membro rígido em baixo de mim. De repente ela já estava em cima de mim beijando cada canto de meu corpo, já conhecido e amado por ela tantas e tantas vezes. Cada toque era um arrepio gostoso. Nosso gemidos eram entre sussuros e juras eternas, eu gostava de gemer em seu ouvido enquanto ela me tocava, massageava meu corpo com certa cede. Segurei sua nuca com as duas mãos e puxei para um beijo, um beijo calmo e lento que me deixou de pernas bambas da forma como nossas bocas se moviam nem completa sincronia. Eu deslizo minha língua para dentro de sua boca a fazendo gemer em meu domínio. Suas mãos passearam por seu corpo até parar em minha cintura onde a barra da calcinha estava, mas ela não a tirou, apenas torturou com um leve toque em cima do tecido vergonhosamente molhado.

- Você é tão linda, Amor... - Seus olhos se firmaram em meu rosto que estava corado, era sempre assim, Lauren sorriu e mordeu meu queixo levemente antes de deixar um beijo em seus lábios para em seguida ir a caminho do meu pescoço. - Eu vou te beijar em todos os lugares possíveis e te amar de um jeito tão gostoso que nunca vai se esquecer... - Meu corpo tremeu com o seu timbre rouco de puro desejo. Ela estava certa em estar com saudades de mim, já passou duas semanas desde a última vez que nos amamos assim sem ninguém em casa, sozinha, sem ninguém para incomodar.

Sua boca desceu toda a extensão de meu pescoço antes de deixar um chupão de leve para não me deixar marcada, Lauren sendo delicada na cama era o uma tortura, que eu amava. Meu gemido saiu baixo e senti seu sorriso em minha pele. Quando Lauren chegou até o vale dos meus seios e com a ponta da língua e deslizo a mesma no bico do meu seio esquerdo meu gemido foi manhoso, mas quando ela o chupou com vontade enquanto a outra mão brincava com meu seio livre cravei meus dedos entre meus fios de cabelo empurrando sua cabeça mais ainda contra minha carne sensível. 

- Porra, isso é tão bom... - meu gemido foi baixinho. - Amo quando me chupa assim, amo a sua boca em mim...

Estava tão excitada que poderia gozar só de estar sendo estimulada nos seios e roçar de seu membro coberto por aquela calça insignificante. Lauren começou a descer seus beijos por minha barriga que já tinha um certo volume, ela estava cada vez mais perto de minha intimidade. Eu estava anseiosa para ser chupada logo. Lauren tirou minha calcinha com minha ajuda e tirou sua camiseta e calça ficando de top e cueca preto. Quando pensei que ela iria me chupar ela beijou minha coxa voltei a beijar minha coxa esquerda, foi impossível não gemer assim que mordeu de leve o lugar e deixar uma leve chupada.

- Lern...

Chamei por ela que decidiu parar de tortura e trilhar com beijos molhados até minha intimidade, levantei um pouco a minha cabeça e encontrei os olhos verdes me olhando com desejo e luxúria, com muita expectativa do que iria acontecer. Meu gemido foi longo assim que Lauren capitulou meu clitóris o chupando com vontade me fazendo abrir mais as pernas e sentir uma leve mordida.

Lauren meu chupava com vontade, tanto que podia ouvir o barulho da sucção de cada chupada, meus dedos se enfiam em seus cabelos negros e sedosos empurrando-a contra minha intimidade quente e molhada. Comecei a rebolar em seu rosto enquanto meus gemidos saiam sem nem perceber e meu ventre se contraiu quando a língua de minha esposa brinca em minha entrada ela percebeu que eu estava chegando no ápice e começo a estimular meu clitóris e não demorou muito e o orgasmo chegou me fazendo chamar por seu nome. Meu peito subia e descia de com rápidez enquanto sentia Lauren lambendo meu gozo, tentei levantar a cabeça para ver mas estava recuperando minhas forças, meu corpo tinha uma camada fina se suor.

Senti uma movimentação e logo senti sua pele, corpo em cima do meu e seu rosto na curva de meu pescoço depositando beijos delicados. Amava isso, sentir sua delicadeza era o que me deixava mais apaixonada por ela a cada dia. Abracei seu corpo e logo seus lábios tomarem minha boca em um beijo cheio de luxúria, meu dedos deslizaram para seu top que ela ainda usava e o puxei fazendo nós parar o beijo para tirá-lo e quando fui tentar tirar sua cueca fui barrada por suas mãos. Tentei reclamar mas Lauren voltou a me beijar e sorriu quando reclamei em seu lábios. Mas foi por pouco tempo assim que senti seu movimento ela puxou a peça para baixo deixando abaixo dos joelhos e nosso gemidos se misturaram quando nossas intimidades entram em contato.

- Eu te amo, Camila Cabello-Jauregui!

Falou contra meus lábios antes de me penetrar lentamente, senti meu corpo sendo invadido por seu membro grande e gostoso, acertando pontos e arrancando gemido altos.

- Meu Deus... - Disse gemeu baixo. Quando ela começou a se movimentar de dentro para fora sem pressa, minhas unhas cravaram em suas costa arranhando a sem pudor algum. - Mais forte! - Peço entre os gemidos agoniados pela lentidão de seus movimentos e parece que ela entendeu por que ela sorriu e seguiu com aquela tortura.

De repente ela parou de se movimentar e a fitei com certa fúria a fazendo sorrir e me estocar com um pouco de força. Soltei uma gemido manhoso e mordi seu lábio inferior, que Lauren entendeu e me beijou com vontade. Lauren começou a me estocar ora de forma lenta, ora rapidamente me torturando deliciosamente. Minhas mãos foram para sua bunda onde apertei a carne com força e abrindo mais as pernas para Lauren se acomodar e ir mais fundo que já estava indo e mandar a calma para sei lá onde e me estocando com força.

Perdidas em nosso mundo de prazer, eu dei um tapa e sua nádega esquerda e arranhalei a direita a fazendo perder mais a cabeça e me foder com força.

- Isso, amor...

Mais um tapa no lado direito da sua bunda quando ela estocou com uma força bruta, um gemido saiu da minha garganta. A gente não estava mais fazendo amor e sim fodendo. Lauren se movimentava duro e em um movimento procurou minhas mãos que estavam grudadas em suas costas e entrelaçando nossos dedos colocando no alto de minha cabeça e colou nossas testas. Suas estocadas eram rápidas e o barulho de nossos sexos molhados se batendo um contra o outro deixava tudo mais excitante. Meu corpo começou a tremer, meu ventre se contraiu e duas estocadas rápidas e minha intimidade se contraiu em volta de membro e nos duas grozamos juntas chamando uma pela outra. Lauren tinha sua testa grudada na minha e seus olhos fitavam meu rosto quando meus olhos se abriram, ela se manteu dentro de mim enquanto nossos lábios se uniram em uma beijo calmo. 

- Eu também te amo, Lauren Cabello-Jauregui!

Lauren sorriu soltando minhas mãos e enfiando o rosto em meus pescoço sua respiração quente me deixava arrepiada.

- Daqui pra frente vamos ficar sem sexo por algumas semanas, por que... Nossa!

Ela disse enquanto deixava beijos em meus pescoço até chegar em minha boca.

- Sinto desapontar, mas daqui pra frente chega de sexo bruto.

Ela franziu a testa mas depois logo entendeu o que eu queria dizer e beijou meu rosto e saiu de dentro de mim.

...

- Camz, que horas tenho que ir buscar Meg?

Lauren gritou da cozinha onde estava fazendo pipoca para mim, havíamos passado mentade da tarde no quarto e quando percebemos a tarde já estava acabando. Tomamos banho e descemos para sala assistir algo e esperar Sam e Enzo que não deram as caras. Diminui o volume da televisão quando ouvi a voz de minha esposa. Procuro pelo relógio no canto da tela da televisão e vejo que já estava quase na hora.

- As 19:00 ou seja, daqui a pouco!

Disse sem tirar os olhos da TV, estava passando uma série de médicos que fazia anos que não assistia por que não tinha tempo e mal percebi quando Lauren sentou do meu lado com e colocou meu pote de pipoca no meu colo enquanto fazia careta.

- Aqui está, pipoca de queijo com cobertura de chocolate.

Eu tinha comentado sobre um pequeno desejo e minha esposa foi correndo fazer. Era um pouco cedo pra isso de desejos mas quando me deu aquela vontade, eu tenho que comer.

- Quer?

- Não, obrigada... - Lauren disse fazendo uma careta enquanto eu comia. - Amor, isso vai te fazer mal!

- Não vai...

Pov - Megan

Assim que fecho a porta da sala na cara de minha Mama sem querer acabei sendo grosseira, mas tinha o abutre do professor Ezra Fitzgerald, conhecido como o "Tigrão." Isso por que tem um vídeo dele circulando pelo colégio, dele e uma suposta mulher vestida de Tigresa chamando ele de Tigrão em uma festa a fantasia que rolou ano passado. Até arrisco dizer que ele é bonito, mas não o suficiente para mudar de time.

- Gata, sua mãe!

Ouvi ele dizer assim que virei para encara-lo e semicerrando os olhos e fecho a mão em punhos para o homem que sorriu mostrando sua boca cheia de dentes brancos e um queixo lindo para ser socado por minhas mãos. Ficamos nós encarando por alguns segundos até que ele cansou e deu espaço para que eu pudesse passar. Mas como não gosto de deixar passar em branco.

- É. Gata, sim! Mas muito bem casada e com uma filha faxa preta em dar muro na cara de idiotas.

Ele levou a mão no peito fazendo cara de ofendido e bateu palma depois deixa uma sonora gargalhada junto de um grupo de alunos que estavam nas primeiras carteira.

- Bem vinda a sala 303, Cabello! - ele bateu levemente em meu ombro. - Vai sentar!

A sala de aula tinha espaço para umas trinta pessoas ou mais, tinha umas garota que estavam me olhando da cabeça aos pés, um grupinho de garotos e uma garota sentada no fundão, ela tinha os cabelos em um corte Chanel cor preta, fones no último volume, lendo um livro e parecía ignorar o que tinha a sua volta. Fui em sua direção e puxo a cadeira para sentar e acabo esbarrando na carteira dela, o que fez ela tirar os olhos do livro e olhar pra mim.

- Desculpa... - Sussurro.

Ela não disse nada apenas colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha voltando ao seu livro. Sento em meu lugar e assim fico ouvindo o grupo de alunos conversando, alguns fazendo suas lições e eu nada, não havia pego minha mochila, nunca tinha frequentado uma detenção na vida. Depois de vinte minutos quase dormindo não sabia mais dominar minha cabeça em cima dos ombros de tanto sono. Sr Fitzgerald só sabia falar de sua vida com alguns alunos interessados nela, e as únicas que estavam no fundo da sala era a garota que ouvia Rock, Pop e algumas que não pude identificar por que não conhecia. Poderia apostar que ela deveria estar surda com aqueles fones.

- Senhoritas Sawers e Cabello, vocês estão interagindo bastante nesse fundão. Então vocês podem buscar duas caixas que deixei na biblioteca no segundo andar.

Saltei da cadeira não aguentava mais aquele lugar e também aquele papinho de anos atrás não me interessava nem um pouco. Olhei para trás e a garota estava bem concentrada na leitura, ela não se moveu do lugar então deixo pra lá e vou em direção a porta onde o Sr. Fitzgerald está.

- Acho que ela não está interessada em sair da sala...

Aponto para a garota fazendo o mesmo suspirar pesadamente e negar com a cabeça.

- Como sabe, você a perguntou?

Credo! Por que ser tão rude, homem!?

- Não.

- Então vai chama-la para te ajudar.

- Sério?

Ele assentiu com a cabeça e apontou para a garota, fui até a mesma que e fiquei parada em sua frente com as mãos no bolo das calças. Ela pareceu notar minha presença e ergueu as sobrancelhas.

- Perdeu algo?

Abro a boca para falar algo que não estava saindo estava pensando em uma resposta para ela que me encanta com aquela olhos castanhos escuros.

- O tigrão, ali. - Aponto para o homem que conversavam como os alunos. - Pediu para nós duas irmos buscar duas caixas na biblioteca.

- Ah, claro.

Ela aguarda seu celular no bolso da jaqueta de couro que estava usando e enrola os fones enfiando o mesmo na mochila que ela atravessou no ombro e assim que levantou passou por mim e não deixei de dar aquela olhada discreta para seu corpo. Segundo minha mãe Lauren, você da aquela olhada discreta e grava a melhor parte da pessoa para depois ficar pensando no que gostou e no caso da garota que eu olhando era as pernas que estavam em uma mini saia.

...

- Então, Cabello. Por que estava aqui?

Estava tão desligada que quando notei que já estávamos subindo os últimos degraus para o segundo andar. Quando penso em responder sua pergunta percebo que ela sabe meu nome.

- Você sabe meu nome?

- Você tem um canal no YouTube com mais de meio milhão de inscritos, Instagram com mais de 200 mil seguidores e fora os fake e socou a cara do McCall ontem. Então, sim eu sei seu nome.

Paro de andar para encarar a garota que parecia ter pesquisado minha vida muito mal pelo jeito, a internet é uma inimiga das pessoas famosas, eu não sou, mas tem cada coisa que você pode encontrar falando coisas ruins de você, caso for bem conhecido. Já no meu caso era por ter fama de Youtuber carinhosa com os meus fãs e falsa pelos haters. Olho de relance para a garota que poderia ser uma fã louca que poderia me sequestrar. Okay! Agora, eu estou com medo dos meus pensamentos, e quando isso acontece fico nervosa e palavras sem da minha boca sem sentidos.

- Você é uma fã que não dei bola e vai me sequestrar, me acorrentar em seu porão até que eu comece a conversar com você que vai tentar ser boazinha comigo caso me comporte bem, se comunicar e me tratar bem enquanto isso, eu vou começar a sentir algo por você até estar sofrendo de síndrome do estocolmo...

- Credo. - Ela sorriu e segui andando. - Você é paranóica, Cabello!

Comecei a seguir a mesma aquela usava mini saia, blusa cinza e jaqueta de corou, gata de mais, ela era bonita e cheirosa. Apresso meus passos para ficar ao seu lado.

- Eu nunca tinha visto você antes.

- Claro. - Sorriu sem vontade. - Você sempre anda com suas amigas ou fugindo das líderes de torcida. Somos colegas desde o início do ano passado.

- Sério?

- Sim e nós fazemos quase todas aulas juntas menos Matemática e Física.

- Desculpas por isso. - Pego em seu braço para que ela parasse de anda e estendo a mão. - Vamos começar de novo então. Prazer, me chamo Megan Cabello e você?

Ela revira os olhos e fazer uma careta que achei engraçada na expressão "sério que está fazendo isso!?" Mas logo ela bate em minha mão com se eu fosse um desse pivetes.

- Kimberly Sawers Danvers, mas pode me chamar de Kim.

Depois disso fomos para a biblioteca pegar as caixas que estavam cheias de jornais velhos. Antes de sairmos da biblioteca Kimberly teve a idéia de procurar um livro que não fiz questão de saber apenas fiquei sentada em cima de uma mesa enquanto a observava de longe. Só tinha nós duas e a sr. Salenaves que era muito gente boa.

- É verdade que você arrancou um dente do Caio?

Procuro por ela que estava a algumas estantes de distância, ela parecia batente interessada no que procurava naquela estante ela pegava alguns abria-os lia algo e colocava de volta. Ela era bem curiosa em saber de mim, mas não tirava atenção do que fazia apenas lançava um pequeno olhar para mim e depois voltava para os livros.

- Ahn... Sim.

- Só isso um "sim?" - Ela me encarou de onde estava e ajeitou o cabelo que caia em seu rosto. - Você tem o costume de sair batendo em garotos que te beijam?

- Sim e sim! - Respondi a fazendo bufar com minha resposta.

Ela sacudiu a cabeça enquanto tentava entender minha resposta que nem eu sabia por que? E eu também queria saber por que ela estava na detenção, ela parece ser quieta de mais, na verdade a pegunta que se passou na minha cabeça foi. O por que dela estar naquela sala? Ela parece ser tão na dela e viver no mundo que é proibida a entrada de outro humano a não ser ela.

- E você?

Seu olhos voltaram a me encarou por alguns segundo, mas os livros estavam mais interessante.

- Eu, o que?

Ela pareceu ficar nervosa. Por que?

- Por que está na detenção?

Ela parou o que fazia e olhou para mim novamente por alguns segundo pensando no que iria dizer e por alguns segundos percebo que a deixei desconfortável. Kimberly pigarreiou e puxou o ar como se tomasse um dose de coragem.

- Eu briguei com uma garota e acabei jogando um livro na mesma por chamar minhas mães de lésbicas nojentas.

Kim sorriu por um tempo sem vontade desviando de meu olhar, eu a entedia por isso. Eu mesma quando entrei no quinto anos do fundamental ouvia algumas piadinhas sobre isso, e quando falava para Mama, ela dizia que faria algo junto de minha outra a mãe e bom acabou que trocaram me de escola por que até os professores eram preconceituosos. E quando cheguei aqui em "East High" que aceita os alunos, pais e a comunidade sendo que metade dos alunos vem de famílias pobres, classes altas, médias. E aceitam os alunos como são, o que gostam de ser e a diretora é casada com uma mulher. A diretora Miley Cyrus é bem doida quando quer e brava e enérgica quando é preciso, ela não deixou McCall de detenção por que nós iríamos nos esbarrar sempre, então ele vai cumprir detenção até o final do ano todos sábados, domingos, segundas e terças. Uma coisa que ela não tolera é preconceito, desrespeito e Bulliyng na escola.

Levanto de onde estava e vou até a garota te segurava alguns livros em um braço enquanto procurava por outros, Kimberly fitou meus movimentos enquanto me aproximava.

- Eu também tenho duas mães... - Ela parou de olhar para estante. - E sei como é sofrer preconceito por ser filha de um casal de lésbicas. - Pego os livros que estavam em sua mão.

- Obrigada. Eu não sabia que tinha duas mães!

- E como ficou sabendo sobre meu Instagram e canal no YouTube?

- Eu ouvi uma líder de torcida falando que você tinha parado de fazer vídeos no YouTube e agora estava só fazendo pequenas Live.

- Ah...

Ficamos nos encarando por alguns minutos o que foi estranho por um lado ouvimos barulho de livros caindo e olhamos para o lado da balcão da Sra. Salenaves que tinha derrubando uma pilha deles. Chegamos na sala e o professor estava no mesmo lugar parecia impaciente e queria saber o por que demoramos e foi suficiente para alguns cochichos das desocupadas que olhavam para Kimberly e para mim.

A hora passou rápida depois daquilo e tivemos que fazer trabalho com assuntos e reportagens sobre educação e os jornais serviam para isso, acabei fazendo o trabalho com Kimberly por ela ter caderno e canetas.

...

- Filha... - Ouvi a voz de Mãe Lo me chamar assim que chegou no estacionamento da escola, eu estava sentada em um banco e para sua sorte estava de mal humor, ela estava atrasada vinte minutos. Sua Land Rover preta parou ao meu lado e eu entrei na porta traseira. - Desculpas pelo atraso, sua Mama inventou de comer pipoca com queijo e chocolate e acabou vomitando no tapete da sala.

Fiz uma careta e a mulher de olhos verdes sorriu dizendo que Mama havia ficado tomando banho enquanto ela vinha me buscar. Quando saímos do estacionamento e passamos por uma ponto de ônibus pude ver Kimberly sentada com os fones e mãos nos bolsos.

- Mãe de meia volta...

- Por que? Esqueceu algo?

- Não, uma amiga está no ponto de ônibus sozinha.

É assim foi feito Mãe Lo parou em frente ao ponto de ônibus e Kimberly se encolheu toda, mas assim que baixei o vidro ela pareceu aliviada.

- Quer carona?

- Não, mas muito obrigada.

Ela disse enquanto se encolhia na brisa do vento, olhei para minha mãe que ergueu as e sorriu estranhamente. Por que ela está rindo?

- Então eu vou esperar o busão com você!

A garota levantou as sobrancelhas e sorriu divertida negando com a cabeça comecei a fazer que irá sair do carro.

- Não precisa, daqui a pouco ele passa...

- Sabe, se eu fosse você é traria no carro, Jasmine é igual a mãe. Chata, irritante e insistente.

Abro a boca em total descrença ao ouvir a mulher me chamar de Jasmine e ainda fazer sérias acusações ao meu respeito, levei a mão no peito em total dramatização fazendo a as duas rirem da minha cara de incrédula.

- Tudo bem, eu vou aceitar a carona senhora! - Kimberly senta ao meu lado rindo ainda. - Então seu segundo nome é Jasmine?

Faço careta assim que ela me chama pelo segundo nome e Mãe Lo começou a contar umas histórias vergonhosas ao meu respeito por que viu com estava ficando vermelha de vergonha.


Notas Finais


Oieeeeee... Próxima atualização é BiTe 💜 bjs


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