História She knows monsters are real - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter, Monstros S.A.
Tags Boo, Harry Potter, Monstros Sa
Exibições 4
Palavras 699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Descobrindo meu passado



-Detetive Morron? Está em casa?
-Sim, entre.
- Olá, você deve se lembrar de mim. Sou a Boo...ops! Bruna Murtley.
- Vou procurar no meu fichário por seu nome. Depois te atendo. 
Eu resolvi fugir definitivamente da minha "casa". Na minha pequena mochila, guardei comida, água, muito dinheiro ( guardei desde pequena algumas moedas que se chamam galeões que meus pais verdadeiros deixaram para mim e mais algumas notas normais) e um bichinho de pelúcia com um olho e várias patinhas. Ele faz um barulho de chocalho quando o balanço. Tenho ele desde pequena....
-Voltei, Bruna, achei seu nome. O que precisa??
- Informações sobre meus pais.
- Não temos informações muito relativas, somente que eles pegavam um trem anualmente em King's Cross, Londres.
- Obrigada, senhor.
Com meu dinheiro, comprei uma passagem de avião para Londres. No avião, haviam algumas mulheres me oferecendo comida, dizendo que era jantar. Quando vi que era macarrão , fiquei tão feliz!! Não era alga ao molho pardo! Desembarcando, fui correndo para  King's Cross. Fui para a plataforma nove, não sei porque. Foi quando ia para a plataforma dez que um ruivinho me atropelou com seu carrinho ( tinha uma coruja nele!!!) e entrou comigo agarrada no carrinho na parede. "Que burro!"- pensei-"não pode ter nada aí...." tinha uma placa enorme escrita plataforma 9  3/4.  Uma senhora ruiva me olhou com cara de espanto e perguntou:
"Você está bem?"
Eu disse que sim. Ela perguntou:
"Você é uma bruxa? Somente uma bruxa consegue passar por aqui. De qualquer modo, prazer, sou Molly Weasley."
"Sou..."
Eu diria meu nome verdadeiro ou de meus pais adotivos?? Ah, vou falar meu verdadeiro mesmo.
"Sou Boo Volter."
"Volter?!"
"Sim. Algum problema com meu sobrenome?"
"Você estuda em Hogwarts?"
"Não. O que é isso?"
"Uma escola para bruxos. Seus pais estudaram lá e foram grandes bruxos. Muito poderosos e corajosos. Saíram do mundo bruxo para criar a filha no mundo trouxa. Mas eu não sei fe mais nada."
É isso que sou. Uma bruxa. Vou entrar nesse trem. Isso.
Um gabinete estava vazio. Animada, eu e minha mochila nos assentamos.
-Doce! Alguém quer doce?- dia de uma velhinha simpática. 
Eu quis um sapo de chocolate. Faz eras que eu não como chocolate. Entreguei-lhe algumas notas.
- Não aceito isso. Somente dinheiro bruxo. Você sabe, galeões. 
E entreguei galeões. Comprei meu primeiro artefato bruxo!!! O sapo saiu pulando, mas ainda havia uma coisa. Uma figurinha. Mika Volter. Minha mãe. Na descrição do bruxo, havia as mesmas coisas que a senhora Weasley me contou. Chegando na escola, todos colocaram as vestes e ficaram mostrando as varinhas uns aos outros. Eu não tinha varinha ou veste. Talvez eu conseguisse entrar clandestinamente, ou...
- Ei, você! Aqui são só os novatos!- disse um homem barbudo. Me virei rápido e ele ficou chocado.
- Mika? É você?
- Não, sou a filha dela. Provavelmente você sabe a minha história. Nunca soube que a escola existia ou como me matricular, mas quero entrar agora.
- Quantos anos você tem??
-16.
- Tem que se matricular com 11.
Olhei para ele com raiva e ele disse:
-Podemos ver com o Professor Dumbledore.
E eu fui com os novatos. No meio deles, tinha o ruivinho que me atropelou hoje. Duvido que ele se lembre de mim.
- Ei! Você é a garota que eu atropelei hoje!Oiiiiiiiiii!!!!!!!! Este é o Harry. Harry Potter. Você conhece ele, não é?
-Não... deveria?
O tal Harry sorriu discretamente para mim. Acho que o fato de existir alguém que não conhece sua fama o alivia de algum modo.
O ruivo continuou:
- Ele deteu Você Sabe Quem quando era pequeno e ganhou essa cicatriz. Maneiro, né?
Enquanto o ruivinho falava pelos cotovelos, resolvi reparar mas outras pessoas nos barcos. Vi uma garotinha sabichona, explicando tudo para os colegas e um loirinho com cara de fuinha encarando todos com desprezo. Chegando na escola, eu vi uma professora com um chapéu grande e com cara de inteligente falar para esperarmos ali, na porta de uma sala. Alguns minutos depois ela abre a porta e deixa- nos entrarmos em uma sala bonita e decorada. Mesmo tendo 16 anos, vou começar do primeiro ano escolar.
 



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