História She Wolf - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Bruxas, Lobisomens, Lobos, Luta, Magia, Originais, Romance, Selvagens, Sobrenatural, Transmorphos, Vampiros, Violencia
Exibições 140
Palavras 1.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OLÁ SEUS JOVENS QUE CHORAM PARA OS PAIS DAREM PRESENTE DE DIA DAS CRIANÇAAAAAAAS!
Tudo bem? Ganharam alguma coisa? Eu não :p
Bem, mas eu vou dar um presentinho para vocês...MAIS UM CAP DE SHE WOLF! Espero que gostem, já que é somente aos sábados que posto essa fic! kkkkk
Sem mimimi e vamos lá!

Capítulo 17 - Capítulo XVII


Fanfic / Fanfiction She Wolf - Capítulo 17 - Capítulo XVII

Nunca achei que ganharia mais um amigo em minha vida. Nas aulas, ficamos eu, Noah, Becca e Kyle juntos, os professores começaram a pirar com nós quatro e até tentaram falhamente nos separar. Jack e os outros jogadores, nos encaravam, mas eu lançava um olhar de aviso a Jack, brincando, mas ele logo tratava de mudar de foco. Assim que as aulas acabaram, ambos os quatro estavam sem carro ou moto, andamos até o inicio da floresta e nos transformamos para seguir trajeto em nossa forma animal.Foi divertido, dois lobos, um urso e uma onça corriam lado a lado, fazendo volte e meia brincadeirinhas.

O que demoraríamos cerca de 10 minutos com automóveis, demoramos apenas 5 minutos. Logo na entrada de casa, nós ‘gritávamos’ em nossa forma animal, avisando sobre nossa chegada.

O que acabou com meu dia, foi ver Juliano sentado nas escadarias da porta, tomando um sol. Já com nossa forma humana, aconselhei entrar pelos fundos, evitando estrategicamente Juliano. Ele me lançou um olhar de perdão, mas apenas o ignorei virando a cara e voltando a rir com meus amigos.

-Olá crianças! – Sra. Steam nos cumprimentou sorrindo feliz.

-Oi mãe. – Kyle beijou seu rosto e logo pegou sua mochila em um canto da cozinha.

-Ola Sra. Steam. – eu e Becca falamos juntas. Noah estava do lado de fora.

Eu subi para meu quarto sem cerimônia, para tomar um banho e me trocar. Assim que terminei meu banho rápido, só para retirar o suor, peguei o primeiro shorts e regata que vi e os vesti, descalça mesmo, desci as escadas rapidamente para saber o que o idiota do Juliano fazia fora da jaula de prata.

-Alpha Tristan? – eu o cutuquei no ombro.

-Angel?

-O que aconteceu aqui pela manhã? Juliano está fora da jaula.

Ele gesticulou para que o seguisse, andamos até entrar no escritório do Alpha e sentarmos.

-Bem, eu tomei a liberdade de um Alpha e conversei com ele. Juliano me disse que pediu a autorização do seu Alpha local para sair temporariamente da alcateia e ir para outra, com assuntos pessoais. O problema foi ele não avisar O Alpha e nem e mim.

-Mas...isso não explica nada Alpha! – eu gritei com raiva.

-Angel, contenha-se por favor. Continuando, ele queria conversar com você, explicar que estava certa, mas que não devia ir embora sem explicações. Apenas isso, ele veio atrás de você para se redimir.

-Mas fez merda o suficiente para que eu não olhe mais na cara dele. – falei com sarcasmo, encostando na poltrona e cruzando os braços.

-Angel, apenas converse com ele enquanto pode, ele vai voltar logo após o almoço. Ordenei isso para não ter mais problemas.

-E Vinicius? O que ele fez nessa história toda? O que ele contribuiu com sua parte?

-Ele pediu para conversar à sós com Juliano. E fique entre nós, pelos os gritos que escutei do Wolv...olha, a conversa passou longe de ser amigável. Escutei até uma parte em que Vini disse que o lobo intruso não era para nunca mais aproximar de você, que pelo o que ele fez no passado já te deixou chateada e com isso agora! Ele te deixou ao extremo de raiva.

-Bem, ele acertou isso ao menos.

Eu me levantei e saía de sua sala, mas ao ouvir meu nome, parei na porta, encarando Tristan.

-Pense ao menos o que te disse.

-Não Tristan, me desculpe, mas não, o que ele tinha de falar, ele já falou quando fui no prédio. E tudo não passou de meras desculpas melosas e sem coerência.

Ele assentiu e começou a olhar as papeladas sobre a mesa. Eu caminhei até a cozinha e encontrei três mamães concentradas nas panelas e fazendo coisas distintas. Fui até Kat e a abracei por trás, me esticando para alcançar sua bochecha e depositar um beijo.

-Olá minha querida. – ela e sua voz suave e doce, me fizeram entrar em trance, despertando apenas com  o magnífico cheiro da comida. – Vá lá com seus amigos, vai.

Eu concordei e fui direto na mesa do lado de fora, ao lado da piscina. Enquanto caminhava e olhava para eles, senti algo muito pequeno me morder na perna. Olhei para baixo e vi a ursinha de Debby brincar com minha canela. Eu me baixei e a peguei no colo, a mesma se debatia e chiava em protesto, com carinhos, a fiz parar de se mexer.

-Kyle, você precisa adestrar sua ursinha, por favor, suas presinhas são afiadas ao ponto de que chegou a me furar!

-Não tenho culpa – Kyle ergueu as mãos em rendimento rindo.

-Gente, quem diria que o famosinho do Kyle escolheria ser nosso amigo hem! – Becca falava com um tom de voz estranho que nunca escutei.

-E quem diria que a famosinha da Becca largaria as putas para ser minha amiga hem! – ironizei.

-Idiota. – ela me mostrou a língua.

-Como anda Debby com sua transformação? – Noah puxou assunto novo.

-Bem, ela começou a se transformar depois de espirrar, e desde então, ela força um espirro para mudar de forma. Volte e meia ela consegue sozinha.

-E como ela se dá com sua irmã ursa? – eu sentei em cima da mesa com os pés apoiados no banco enquanto falava.

-Por incrível que pareça, ela se dá bem. – ele ria com os pensamentos distantes, como se lembrasse de algo.

-Não parece estranho se ela fosse humana e não Selvagem?

-É possível. Mas ela conseguiu. O que me assusta é se ela não conseguisse essa proeza antes de ser atacada. Sim, de certa forma, ela conseguiria se transformar, mas em um lobo, e não algo que sua natureza lhe proporcionaria. Seria estranho eu fazer parte de uma família de Selvagens  e ter uma irmã Lobisomem.

-Eu sei que sou a estrela do momento, mas, podem mudar de assunto um pouco? – Debby apareceu com sua forma humana da pequena floresta ao nosso redor.

Como não rir de uma garota de 7 anos esperta? Assim como disse, ninguém se segurou, rimos um monte. O que nos tirou de nosso momento de alegria, foi gritarem da cozinha:

-A comida está pronta crianças!

-Quem chegar por último vai lavar a louça! – eu gritei e sai correndo o mais rápido que pude.

Como de se esperar, Noah me alcançou rápido, mas me segurou nos braços e acelerou a corrida, deixando Becca e Kyle para trás. O resto do horário de almoço seguiu feliz, como o nosso dia começou. Quando estávamos almoçando, sempre tinha alguém fazendo piadas tão ruins a ponto de nos fazer rir, ou tinha contando fatos engraçados da vida, em um momento, Noah comentou um segredo constrangedor de Jack e Becca cuspiu todo o suco que tomava.

 

 

Assim que tivemos nosso almoço feliz, eu subi para meu quarto e vesti minha calça jeans e um moletom, sem esquecer de meus All Stars de sempre, e ao fundo do meu armário, peguei o avental da Book & Coffee. Iria trabalhar. Hoje estava com um tempo meio doido, calor, frio, calor, frio...

Eu desci sem emoção as escadas com meus fones de ouvido escutando músicas, gritei da sala mesmo um ‘tchau’ para minha família. Na garagem, entrei em meu Audi R8, inalei o cheiro viciante de carro novo, sorri triste.

Se me perguntarem o motivo de repentinamente eu estar triste, bipolaridade e depressão é a resposta. Sim, eu tenho isso desde meus 9 anos, mas somente nestes últimos anos esse problema meu vem piorando.

“Angel, percebeu que a mãe do Kyle é idêntica a mulher que encontramos na floresta algum tempo atrás?”

-Meu Deus! É ela! Eu queria matar a mãe Do Kyle!

Eu joguei minha cabeça para frente, triste, me julgando ser um monstro.

-Eu sou um monstro Jelly!

“Não, você não é um monstro Angel, você apenas tem depressão, e é comum você se julgar de maneira ruim.”

-Você sempre me consolando Jelly, e eu sempre te dando trabalho.

“Bléee! Que nada, eu gosto de te ajudar, lembra? Somos irmãs. É isso o que fazemos.”

-Obrigada por tudo loba.

Eu dei partida em meu carro, e ‘voando’, alcancei a entrada da cidade em pouco tempo. Mas ao passar pela floresta, vi o lobo de Juliano correr ao lado de meu carro. Uma nova onda de um turbilhão de emoção me invadiu, e momentaneamente, perdi a direção do carro, e por muito pouco, não capotei com o carro.

Ainda chorando muito por conta das lembranças boas, cheguei na Book & Coffee. Estacionei na garagem exclusiva para funcionários, e no fundo, vi Niles encostado em seu carro, me olhando com um sorriso triste.

-Niles. – pronunciei seu nome como se fosse ‘oi’.

-Tudo bem? – ele começou a exalar preocupação.

-Acho que sim Niles. Acho.

-Vem, vamos em uma cafeteria que não seja aqui para você esfriar a sua cabeça. Não é bom você trabalhar com seus problemas te rodeando.

Eu tentei protestar, mas Niles já me segurava pelas mãos e caminhava lentamente ao meu lado. Sem perceber, eu encostei em Niles, caminhávamos abraçados. Somente agora percebi o quão mal eu estava. Nunca em minha vida, me imaginei saindo com meu chefe, por duas razões, a primeira é que ele sempre fica dando em cima de mim e a segunda é que ele sabe que sempre vai receber um não mas insiste.

“Taca o foda-se Angel, ele que vai pagar mesmo a nossa comida!” – a loba falava empolgada e lambia a baba que escorria de fome.

Eu rosnei para ela.

Nós entramos em uma padaria simples, que tinha um cheiro de pães e doces frescos. Mesmo tendo almoçado a pouco tempo, esse cheiro me deu fome. Nos sentamos em uma mesa para dois aos fundos, uma senhora simpática nos atendeu e eu apenas pedi uma torta de maracujá como sobremesa e Niles um café.

-O que aconteceu para retirar o seu sorriso do rosto Angel?

Nunca havia reparado em Niles, e agora, seus olhos escuros, ganharam uma chama de possibilidade não somente nele, mas em mim também. Niles era como Noah, sempre preocupado comigo, zelando por meu bem...mas ele era galinha....ERA.

Ele mudou por mim.

Por mim.

Eu resolvi contar a ele a verdade...modificando um pouco a história para não assustá-lo com a parte dos lobos. Atentamente, ele me escutava, e acariciava minhas mãos, sempre que uma onda de choro ameaçava vir, eu comia um pedaço da minha torta para acalmar. Assim que terminamos, ele pagou a conta. Saímos do estabelecimento, eu olhei para o outro lado da rua e encontrei Juliano novamente, me olhando, queria chorar de novo, mas Niles me abraçou forte, jurando tudo estar bem.

Voltamos para a Book & Coffee, ele me promoveu do nada, e me deu o cargo de assistente pessoal, para eu passar mais tempo ao seu lado.

Como eu não posso ficar com Noah que é um irmão que amo e nem Vini que é meu Alpha, vou tentar dar uma chance a Niles então...


Notas Finais


E aí, o que estão achando dessa aproximação de Angel com o Niles? Acham que vai rolar treta ainda? E Juliano, o que acham dele em relação à Angel?
Link jornal Niles Clark:
https://spiritfanfics.com/perfil/kellyspronk/jornal/she-wolf--niles-clark-6712232


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