História She Wolf - Capítulo 27


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Bruxas, Lobisomens, Lobos, Luta, Magia, Originais, Romance, Selvagens, Sobrenatural, Transmorphos, Vampiros, Violencia
Exibições 187
Palavras 1.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Não disse que não abandonaria vocês? Então, primeiramente quero agradecer vocês por todo o apoio que recebi e recebo de vocês... eu já disse que amo vocês e que vocês são foda? Não? Então, agora vocês sabem o que acho de vocês kkkkk Segundo, o tempo que permaneço fora, eu escrevo num caderno mesmo, os capítulos, só para não deixar as ideias acumularem na cabeça, e não perder as que já tenho u.u. Terceiro, eu posso usar o computador só nos fins de semana a noite (esqueçam esse detalhe que hoje é quarta e é de tarde kkkkk). Quarto, como devem imaginar, eu sou de fazer pirraça, entãoooo... não usei o meu not por umas três semanas (nos dias que estou liberada), e com isso... uso pouco. Quinto, acho que vou postar um capítulo a cada duas semanas, vou ainda ver isso e achar um cronograma novo e que fique melhor para mim ♥
Como voltamos com os jornais, nas notas finais, trouxe o jornal do Tom & Sally Wolv, os tios de Vini.

BEIJOOOOOOS!

Capítulo 27 - Capítulo XXVII


Fanfic / Fanfiction She Wolf - Capítulo 27 - Capítulo XXVII

E novamente, eu perdi uma pessoa importante para mim, Mike se fora, morto com uma bala de prata, num tiro único e certeiro bem no meio de seu peito. Assim como meu amigo Noah se fora. Sei que não passei muito tempo com Mike como passei com o resto da alcateia, mas Mike, me incentivou a praticar esportes, e me lembro como se fosse ontem, eu fugindo das aulas de educação física e outras matérias chatas do colégio para ir treinar com Mike. Assim como aprendi a me defender – mesmo não precisando, pois tenho uma força descomunal que ganhei com minha transformação – e amar o Muay Thai, e recordo-me até hoje, das madrugadas que passávamos acordados juntos na sala, assistindo UFC e deixando Noah e Vinicius morrendo de ciúmes. Ninguém resistiu à sombra fúnebre, e todos saíram do túmulo de Mike – que a pedido meu, estava ao lado do de Noah – e apenas deixaram Tristan e Nathaniel, eles eram amigos inseparáveis.

-Vem aqui, você precisa descansar. – Vinicius me puxou em um abraço de urso, apertado e confortante.

Eu deitei minha cabeça em seus ombros, suspirando para conter as lágrimas que corriam sem parar. De olhos fechados e escutando todos os mínimos sons do ambiente, escutei passos pequenos, leves e apressados se aproximarem junto de mais passos pesados.

-Angel, vai ficar bem, eu prometo. – Mellanie, a sobrinha de Vinicius, estava abraçada em uma perna minha, e Debby, a irmã de Kyle, estava abraçada na minha outra perna.

Eu abri os olhos, e encontrei aqueles pares de olhos verdes esmeralda, iguais aos de Vini, sorri com sua maturidade mesmo que com dois anos de idade.

-Viu? Ela prometeu, e vai ficar bem. – Debby dizia firmemente sorrindo.

Não resisti a fofura daquelas menininhas, que mesmo tão pequeninas, já conheciam as maldades do mundo, e que mesmo expostas a uma situação dessas, elas ficavam sérias compreendendo o momento, mas não perdiam a pose de garotinhas delicadas e brincalhonas como eram. Me soltei de Vini e sentei no chão, abraçando as pequeninas.

-Olha, se Debby não fosse minha irmã, diria que ela é filha sua Angel. – Kyle comentou brincando e levou uma cotovelada de Becca, que segurava o riso.

-AHAHAH! – rebati irônica.

 

Já era noite, e o ar de tristeza ainda pairava o ar, ninguém tocou na comida, exceto Sally, que comia feito uma porca desesperada, diferente de todos, ela era a única que não disse uma palavra de conforto para nós. Todos que estavam presentes, conheciam Mike, e ficaram tristes, menos ela...

“Ainda não acredito nisso Angel. Como já sabemos que Niles quer você a qualquer custo, ele poderia ser quem está matando todos?” – a loba dizia melancólica.

Não sei loba, mas acho que não, pois nós teríamos sentido o seu cheiro, ele deve ter contratado alguém. –  Respondi triste e pensativa.

Mais nada, Jelly estava tão atônita ainda, que não dizia nada. Eu sai de meu quarto e fui para a cozinha, as vezes, preparar algo doce me acalmava, e certamente, eu tinha dons culinários para preparar receitas doces.

-Desse jeito você quer me tirar do posto de cozinheiro! – Nath entrou na cozinha, me cutucando pela cintura para me assustar.

-Não quero isso! Você sabe fazer tudo, e eu, só doces. – dei de ombros e enfiei a colher com a massa do bolo a boca, enquanto colocava a forma no forno.

-Mas são OS doces que você prepara.

-Aprendi com o mestre. – eu tirei a colher da boca para responder e toquei ela na ponta do nariz do ruivo.

-Blé! – ele protestou. – Isso ta babado! – Eu soltei uma risadinha. – Parece criança. E aquelas bem babonas.

Eu lhe mostrei a língua e fui lavar a sujeira que fiz – que não foi pouca, e Nath me ajudava, foi legal ver o ruivo sorrindo, dormir e descansar fez um bem a todos. Distraídos, conversávamos sobre possibilidades de receitas, e eu, propunha a todo momento, doces e mais doces entupidos de chocolate, Nath ria de minha loucura por chocolate, volte e meia, brincava comigo. Assim que o cheiro de bolo começou a invadir a casa, o Ductor foi na cozinha, e de longe, escutei sei estômago roncar.

-Conseguiu descansar bem Ductor? – perguntei enquanto descia da bancada do balcão e ia me sentar ao seu lado na mesa da ilha de centro da cozinha.

-Sim, obrigado por perguntar. E você, o que apronta?

-Bem, eu costumo ter muita insônia apesar de dormir muito, então, quando isso acontece, vou fazer algumas coisas que me distraiam.

-Boa jogada.

-Desculpe a pergunta, mas, como sabe que eu...apronto muito? – eu perguntei tombando a cabeça de lado, curiosa.

-Vinicius me conta tudo sobre você, e se eu te contar um segredo, não diga a ninguém ok? – eu concordei e fiz um sinal de juramento no coração. – Meu neto diz tanto sobre você que as vezes me pergunto se ele só sabe falar sobre isso!

Eu não segurei e comecei a rir muito. Nunca imaginei eu conversando com o Ductor assim, casualmente e fazendo piadas. Vini estava certo, quem ele tem proximidade, ele demonstra um lado parceiro e gentil, e nem parece que é O líder.

-Sabe de mais uma coisa garota? – ele sorriu calorosamente e seus olhos brilharam. – Nunca vi meu neto assim, tão feliz como está ultimamente, mesmo com esses momentos, ele sempre tem você em mente e fica feliz, é como se...

-Eu fosse o porto seguro dele. Alguém que ele confia muito. – eu completei, sorridente e abobalhada.

-Bem, o bolo vai demorar? – Nath quebrou o momento rindo de minha cara de boba alegre.

Eu dei um gritinho e corri para o forno, tinha me esquecido completamente do bolo que estava assando. Assim que tirei, suspirei aliviada ao ver que não queimou e preparei rapidamente sua cobertura e decoração, Ductor...ou Robbert...comeu tudo o que ficou de recheio na panela, volte e meia, murmurava coisas sem sentido e me parabenizava sem parar. Assim que olhei no relógio, o mesmo marcava 04:10, e resolvi voltar a dormir assim que guardei o bolo na geladeira para o café da manhã do ‘dia seguinte’.

Caminhei nas pontas dos pés até meu quarto, entrei e fechei a porta sem Vinicius acordar, mas antes de me deitar, fiquei admirando seu rosto suave enquanto dormia, e nem preciso dizer que sorri ao ver ele assim.

Ahh ninja fodona!” – Jelly me zoava por eu fazer tudo no mínimo silêncio possível.

Vai à merda Jelly.

 

Não preciso nem dizer que a minha manhã foi uma merda, a tia de Vini insistia a todo custo me infernizar, e eu estava perdendo a cabeça. Não é só por que ela é a Sally, a 2ª fêmea mais dominante do continente que ela vai me mandar, e muito pelo contrário, ela é acasalada com o 2º lobo mais dominante do continente, o que faz dela, ter o mesmo posto, mas a desgraçada é submissa, então, não vou deixar barato uma SUBMISSA me atormentar.

Ela não perde por esperar. Sally vai ver quem é a dominante aqui!

Eu sai de meus devaneios com ela tirando uma onda de mim – o que não é novidade – e só ela ria.

-Meu sobrinho, sei que você tem gostos incríveis, mas caiu e muito assim que você veio para esse fim de mundo! Olha, as lobas que você pegava em Texas são inúmeras vezes superior que essa falsa dominante, sem contar que elas são lobas de nascença, e não transformadas por pena. Oh, e elas são lindas, se eu tivesse um filho, eu o empurraria ele para as garotas de Texas.

Todos a olhavam incrédulos, a desgraçada tinha sorte de Ductor, Josh – pai de Vinicius – , Tom – tio de Vinicius – e meu pai terem saído para caçar e achar pistas de quem matou Mike, senão, essa loba já tinha ido para a cova, e eu adoraria enterrá-la VIVA. Vinicius segurava a minha mão, tentando me acalmar, mas ele estava como eu, a um palmo de explodir. Nathaniel era o único homem da casa fora Vini, mas era submisso, então, ele nunca ergueria um dedo para alguém.

-Olha! – Sally exclamou chamando atenção. – Não disse que essazinha era uma submissa?

“Sua mãe não está em casa Angel, taca o foda-se e acaba com essa mulher de merda logo!” – Jelly dizia animada.

-Concordo meu amor, eu vou é fingir que não vi nada. – Vini disse pela telepatia rindo.

-Seu pedido é uma ordem. – eu me levantei e deixei meus olhos azuis tornarem-se amarelos ouro. – Seu pedido é uma ordem. Meu amor.


Notas Finais




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