História She Wolf - Capítulo 16


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Grandeeney, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jenny Realight, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais
Tags Gale, Gruvia, Hibridos, Jerza, Lobos, Nalu, Triste, Wolf
Visualizações 348
Palavras 2.082
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim.
O glorioso computador, foi finalmente concertado! OBRIGADA MEU DEUS!

Obrigada á Jujuba, por ter entendido, e não ter me abandonado nesse momento tão difícil, da minha vida - afinal meu computador tinha quebrado, né. -

Bom, esse final já estava pronto á muito, muito, muito tempo, sabe? Mas ai, meu bebê inventou de quebrar, e eu fiquei sem postar!

Sem mais delongas, muito obrigada, a todos vocês!

Capítulo 16 - Capítulo Dezesseis.


Fanfic / Fanfiction She Wolf - Capítulo 16 - Capítulo Dezesseis.

X – Capítulo Quinze. – X

X – Eu não gosto nunca de nada,

E gostei tanto de você. – X

 

 

Natsu estava triste.

Não, triste era pouco para o que o rosado sentia. Afinal, por mais quanto tempo, seria necessário para que Lucy acordasse com seu típico mau humor, reclamando de tudo e de todos?

Justo quando ele finalmente iria dizer o quanto amava a sua pequena híbrida, e que queria casar com ela, ter filhos, três filhos cinco com Mavis e Happy.

Estava louco para que a mesma abrisse seus olhos chocolates, para que ele pudesse lhe contar que os híbridos estavam finalmente livres, de toda aquela escravidão.

Queria abraça-la e poder lhe contar que seus pais, estavam ali; Que jamais tinha desistido de procura-la, nem mesmo por um segundo de suas vidas. Que foram eles, junto com sua mãe – Grandeeney – que haviam lutado tanto, e tinham conseguido a liberdade de híbridos como ela.

Mas jazia um mês que ela se encontrava daquele jeito;

Com o corpo coberto de feridas – que diariamente ainda sangravam – Com os longos cabelos loiros soltos, e sem nenhuma expressão no seu rosto. Apenas uma expressão cansada e triste.

Por que ela conseguia ouvir os chamados de Natsu, Mavis ou até mesmo os de Happy? Por que ela simplesmente não abria os olhos?

Por que Lucy era uma teimosa que apenas estava pensando em si mesma, dormindo. Por que afinal, ela havia se arriscado tanto, apenas para proteger o garoto de cabelos róseos?

Ele não tinha a mínima ideia.

Mavis não fazia ideia do por que, sua mãe não acordar com seus chamados, como sempre fazia.

Mavis não fazia ideia, do por que ter sido deixada na casa de Minerva e Sting – que agora eram seus tios – e também não fazia ideia do por que, sua mãe ter lhe dado uma lambia acompanhada de algumas lágrimas depois de sair correndo para dentro da cidade.

Mas...

Mavis fazia ideia sim! Ela sabia que sua mãe naquela noite – fatídica – noite, diga-se de passagem, que sua mãe de algum modo tinha se despedido de si. Uma despedida rápida e dolorosa, na opinião da pequena loira.

Porém sua mãe tinha chegado, dois dias depois, junto a seu pai, sua avó e com um casal de loiros, que diziam serem seus avós maternos. Porém sua mãe não abria os olhos.

Sua mãe, não respondia quando a pequena a chamava. Sua mãe não brincava consigo, sua mãe não estava lá para protegê-la, quando algum gato de rua – maior que si – corria atrás de si, querendo lhe morder ou lhe arranhar e na pior da hipótese querendo  lhe matar.

Sua mãe não estava lá, porém seu irmão – Happy – estava.

Mas...

Happy não podia ser sua mãe. Happy não podia alimenta-la, Happy apenas conseguia lhe proteger, mantê-la aquecida durante a noite e brincar consigo.

Por isso, toda noite...

A pequena Mavis pede as estrelas, para sua mãe acorde logo.

Porém parece que as estrelas ainda não a ouviram.

 

 

...

 

 

Era um lugar branco.

Apenas um lugar branco.

Eu apenas ficava deitada lá, olhando para o teto que também era branco. Eu apenas me lembro de algumas coisas, e não sei quanto tempo se passou.

Como será que o Natsu está? Meus filhotes... Meus pais...

Eu não podia me levantar, eu não tinha forças para me levantar. Eu não tinha forçar para abrir minha boca. Eu apenas conseguia piscar.

Respirar também era doloroso. E a fome era cruel, muito cruel.

Eu não queria ficar ali. Eu sabia e sentia que tinha que voltar para casa. Para Natsu, para meus filhos.

  – O que está fazendo aqui, mamãe?

Olhei para quem me fez aquela pergunta e encontrei apenas Zeira ali, sentada ao meu lado. Minhas pernas não se moviam, para e me levantar e abraça-la.

 – A senhora tem que voltar para casa. – Zeira falou passando a mão pelo meu cabelo. – Eu vou lhe ajudar.

 – Ela não pode voltar, Zeira. – Olhei dessa vez para cima, encarando a lua. – A missão dela já foi comprida lá em baixo.

Eu ouvia perfeitamente a lua, falando.

 – Mas papai e Mavis, estão lá! – Zeira tentava convence-la. – Mamãe é imortal, Deusa Lua! Não pode ficar aqui!

 – Sei disso, pequena. – A lua falou. – Mas eu já estou velha demais, e Lucy irá poder me substituir perfeitamente. Já está na minha hora de virar uma estrela.

 – Zeira tem razão, Deusa. – Agora Zeref aparecerá á minha frente. – Lucy não pode ficar aqui, ela tem voltar!

 – Eu sinto muito. Realmente sinto muito, mesmo. – A deusa, começou a falar. – Mas Lucy utilizou todas as suas energias naquela luta, meus queridos. Mesmo eu querendo cura-la, eu não consigo mais. 

 – Então minha mãe, não era imortal, afinal? – Perguntou Zeira.

 – Não. Eu não disse isso. – Respondeu. – Lucy apenas não vai conseguir acordar mais. Nem comigo tentando ajuda-la, ela está conseguindo recobrar consciência. – Suspirou. – Lucy é uma das minhas filhas preferidas, por isso, eu irei transforma-la na mais nova deusa.

 – Então ela será a nova lua? – Zeref sorriu.

 – Oh não. – A lua respondeu. – Eu apenas falei aquilo para vocês me deixarem em paz. Eu nunca poderei ser substituída.

 – Mas de que a mamãe será deusa? – Perguntou Zeira.

 – Lucy será a deusa das estrelas, e protetora dos humanos. – Respondeu. – Porém diferente das outras deusas, Lucy poderá ficar com os humanos que ela tanto gosta, duas vezes na semana.

Eu quero ficar na terra para sempre!

 – Sinto muito, querida. – A lua falou. – Isso não será mais possível. Seu corpo está completamente desgastado, e ferido. Mas será melhor assim, de qualquer jeito você poderá se despedir de seus amigos e de seu parceiro. – A lua brilhou forte em meu rosto. – Agora levante-se!

Assim que ela falou, senti minha força voltando.

Rapidamente me coloquei de pé.

 – Por favor, Deusa, me deixe ficar com eles! – Eu pedi, já sentindo as lágrimas descendo. – Eu os amo!

 – Eu sei, filha. – Ela me respondeu. – Mas eu não posso, eu não consigo deixar seu corpo em melhores condições, lá em baixo. Tudo que eu posso fazer por você, é transforma-la em uma deusa, querida. Você ainda poderá visita-los, não todos os dias, claro. Apenas duas vezes por semana, até você se acostumar com seus poderes de deusa.

 – Eu... – Me desculpem. – Aceito!

 

 

...

 

 

Lucy abriu seus olhos devagar.

Conseguiu mexer seu corpo com muito esforço, afinal, o mesmo estava completamente quebrado, ainda.

Sentia as ataduras, que envolviam boa parte de seu corpo, repuxarem. Piscou os olhos, e em seguida, um líquido carmesim saiu deles.

 – Sangue... – Ela sussurrou. – Tenho que ser rápida.

Forçou seu corpo a se levantar da cama, e quando conseguiu se levantar, seus ossos estralaram. Õ, como doeu, doeu mais que... Bom, nunca tinha sentindo uma dor tão forte.

Passou os olhos pelo quarto, encontrando o mesmo vazio.

Forçou seus pés á andaram, pelo quarto até a porta. Escorou-se na parede assim que tinha saído do quarto de Natsu.

Começou então a luta interna para ver quem ganhava: A dor, ou a saudade que sentiria.

Finalmente, tinha chegado as escadas, e as vozes vinham diretamente da cozinha. Assim que pisou na escada, seu corpo cedeu mais uma vez, ao cansaço.

Seu corpo, rolou escada abaixo;

Fechou os olhos, e por alguns minutos, não conseguia abri-los, porém as vozes que escutava faziam seu coração bater acelerado.

 – Luce! – Ouviu a voz de Natsu, junto com outras vozes. – Abre os olhos, Luce!

 – Mamãe! – Ouviu a fina voz de Mavis. – Se a senhora conseguiu sair de lá do quarto, pode abrir os olhos, para me ver, mamãe!

 – Lucy... – Aquela, era aquela belíssima voz, que tinha escutado segundos depois do seu nascimento. – Filha...

 

 

“ – Abra os olhos, Lucy! – A voz doce e delicada da lua, falou presente em sua mente. – Tem que despedir deles! Depois de hoje, irá vê-los, apenas daqui á uma semana!

 

 

Forçando os olhos a se abrirem, sentiu mais do líquido carmesim, descer de seus olhos.

Olhou para aqueles rostos:

Natsu estava com algumas olheiras. Mavis estava chorando. Grandeeney estava com um pequeno sorriso de alegria. E sua...

 – Mãe...? – Sua voz saiu fraca.

 – Estou aqui, querida. – A voz de Layla, saiu embargada pelo choro. – Seu pai, está no trabalho, mas mamãe está aqui, e nunca mais irá deixa-la ir!

Pôde dar um curto sorriso. Ela era tudo que sempre sonhou, para ser sua mãe. Era igualzinha á si, também; Os olhos chocolates, os cabelos loiros...

 – Luce! – Sentiu Natsu lhe apertar mais, contra seu corpo, lhe causando uma pequena dor. – Não me deixa, por favor, Luce!

 – Me desculpe, Natsu. – Sua voz saiu abafada pelo choro contido. – Eu não posso mais ficar aqui, meu amor.

 – Claro que pode! – Natsu tentou corrigi-la. – Você vai ficar aqui, com a gente!

 – Eu já não posso mais ficar aqui, Natsu. – Lucy falou. – Meu corpo está fraco de mais, para se curar.  Eu vivi os melhores momentos de minha vida com você, Natsu. – Tossiu – E eu prometo para você, que nunca vou esquecer desses momentos.

 – Mamãe, não me abandone! – A voz de Mavis chegou aos ouvidos de Lucy.

 – Eu nunca vou lhe abandonar, minha pequena. – Lucy falou e colocou um pequeno sorriso no rosto. – Mesmo que eu não esteja aqui, fisicamente, eu irei estar aqui no seu coração, meu amor.

 – Você vai estar junto de Zeira? – Ela perguntou.

 – Sim, minha pequena. – Suspirou. – Ela mandou beijos para você, e disse para você ser muito feliz, certo?

 – Luce... – Natsu agarrou-se mais em si. – Vamos nos ver logo...?

Mesmo que o coração de Natsu estivesse em  pequenos cacos de vidro, por ver a mulher de sua vida, praticamente agonizando no seu colo, com sangue saindo das feridas assim como saía nos olhos, da mesma, ele sabia que o melhor era deixa-la ir.

 – Claro que sim. – Lucy, forçou seu corpo a se afastar de Natsu, para logo em seguida dar uma beijo nele, e quando se afastaram, era hora de ir. – Eu te amo, Natsu.

 – Eu te amo, Luce!

E na frente de seus olhos, Natsu viu Lucy se desfazer fazendo um pequeno brilho da cor dourada ficar no lugar onde o corpo de Lucy estava. Esse pequeno brilho, voou diretamente para a janela da casa, sendo levado pelo vento.

 

 

 

...

 

 

Já fazia um mês, desde que Lucy tinha “morrida”.

Claro, todos tiveram que seguir em frente.

E nesse momento Natsu estava sentado no quintal de casa, depois de um dia de trabalho exaustivo. Sua rotina tinha mudado completamente:

Agora, que sua mãe havia se mudado de casa – o deixando com a casa da família para somente ele, Mavis e Happy –  ele agora tinha que acordar mais cedo, arrumar Mavis e Happy – que tinha descoberto que podia se transformar em humano. – Alimenta-los, e leva-los para creche. Depois tinha que ir para sua empresa.

Na volta, ele tinha que pega-los na creche, dar banho neles, arrumar a casa, fazer o jantar, ajuda-los com o dever de casa, e por fim, coloca-los para dormir.

Não sabia de fato, que horas eram. Porém sabia que já era bem tarde.

Porém as estrelas estavam tão bonitas, e brilhavam tão fortemente, que o hipnotizavam de um jeito extraordinário e incrível.

A falta que Lucy fazia, era muito grande.

Porém tinha que agradecê-la, por tê-lo feito chegar onde estava: Afinal, na sua adolescência, ele era apenas um excluído que sofria Bullying. Porém quando ela chegou, mudou tudo!

Agora ele era Natsu Dragneel, dono de uma empresa famosíssima, e grande. Tinha dois filhos lindos e uma casa extraordinária.

Deu um curto sorriso e virou-se para entrar em casa.

 – Não vai falar comigo, Dragneel? – Aquela voz o fez congelar e virou-se novamente encontrando Lucy ali. – Não sou um fantasma.

Não importava  o que ela era! Mas ela estava ali, em sua frente!

 

Lucy usava um quimono vermelho com várias flores com detalhe em azul, com seu belíssimo cabelo preso em duas Marias-Chiquinhas, presas com duas xuxas com detalhes em flores. Porém seu visual rapidamente mudou, quando colocou os pés – descalços – no chão, já que a mesma estava flutuando.

Sua roupa mudou para uma saia vermelha, e uma blusa na cor rosa, simples com os cabelos loiros.

Natsu se aproximou da mesma, e a agarrou com força, abraçando-a.

Palavras não eram necessárias, para descrever o sentimento que ambos estavam sentindo.

 – Estou de volta, Natsu! – Ela falou, em meio ao choro.

 – Estarei sempre te esperando, Luce!

Então um beijo.

Um beijo repleto de amor, carinho e simplicidade, ao olhar atento das estrelas e da Lua.

 

 

O fim...

O fim é apenas o começo de uma nova história.

Nunca podemos dar uma história por ‘acabada’

Já que ela nunca terá um final, definitivo.

 

Por:

Nine Stark and Jujuba.  

 

 

 

    

 

 

  

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Eu gostei muito, dessa história!
Obrigada por terem nós darem atenção, aqui!
~Kiss


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