História She's a Ice Storm - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Original, Romance
Exibições 29
Palavras 3.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Heeeeey! Tudo bem com vcs?? Saudades!
Quero agradecer pelos comentários e favoritos, obrigada! Estou AMANDO!
Quero pedir desculpas por postar só hoje, estava pronto tem 2 dias, mas tive que ir pro hosp. e não deu para postar ontem, mas tive tempo de melhorar o que estava escrito, achei legal esse cap, aparecem mais dois personagens, espero que gostem.
A musica é Smile, para variar Ed Sheeran, eu vivo esse homem.
Vai ter um cachorro também, dá ideia de nome, vou usar um deles.
Enfim, acho que é só.
Boa Leitura!

Capítulo 7 - Happy day?


Fanfic / Fanfiction She's a Ice Storm - Capítulo 7 - Happy day?

Apenas me dê uma caneta e eu vou escrever minhas preocupações

De vez em quando eu vou tentar e não ver que você não se importa

Tomando o tempo para provar e saborear vinho amargo da vida e comportamento infantil

Mas você não se importa

Esse tal amigo do Thomas mora na Savassi, ja morei aqui, quer dizer, fiquei uns meses na casa da minha avó, será que vou lá?

Estava pensando nisso quando Thomas abriu  a porta e percebi que paramos em uma rua bem perto da casa da minha avó. A quatro quadras para ser mais específica.

-Vem lerda, o planeta Terra ta chamando.

-Rá rá - sai e fechei a porta, ele ativou o alarme e entrou na casa em frente, era bem bonita, segui, claro, um cara alto e moreno de rosto familiar apareceu.

-E ai Pedro - deram um rápido abraço e eu fiquei avulsa à conversa deles. Minha cabeça doendo mais do que nunca.

-...Felicity.

-Oi? - acho que estão falando com a excluída agora.

-Toda aérea. Estava falando que você ta trabalhando comigo agora.

-Ah ta - meu deus que vergonha, o tal Pedro tinha um mínimo sorriso, assim como Thomas. 

-Desculpa, mas eu te conheço de algum lugar não conheço?

-Também acho, não lembro de onde - respondi tentando forçar meu cérebro ao máximo para lembrar, odeio essa sensação.

-Dois esquisitos - nós dois reviramos os olhos para Thomas, que riu e se adiantou - precisamos voltar em um horário bom Pedro, pode agilizar pra gente? 

-Nossa, não vem aqui a meses e quando vem fica nessa pressa.

-Não seja tão sentimental Pedro.

-Magoou agora - foi bem engraçado esse moreno alto maravilhoso com esse biquinho infantil, não combinou, sei lá.

-Vai merda, por favor, a menina não ta bem, não quero demorar - esse é Thomas começando a ficar irritado, ja reparei que quando tem algo errado seu sotaque pesa um pouquinho. Mas é quase impercetível, o português dele é bom. 

-O que você tem meu bem? - gente, para tudo. Pra quê? Pra que essa intimidade toda? Meu deus. Thomas percebeu que não gostei, minha expressão sempre me trai, não sei disfarçar. E estava pronta pra responder que não sou o bem dele, quando Thomas falou antes:

-Só não se sente muito bem, podemos ir logo? 

-Ué, você fala por ela por quê? 

-Ai Pedro não cria caso putz! Você sempre fica assim quando ta afim da garota e ela dá mole pra mim, olha, essa daqui não ta dando mole pra mim e você não tem chance com ela - Thomas disse mais irritado ainda. Estava quase sem ar quando terminou. E um pouco vermelho também.

-Como você sabe? E porque fica falando por ela? Meu Deus Thomas!

-Você não tem chance porque ela te acha um babaca e... 

-EI SEUS IDIOTAS! - Ja chega dessa palhaçada, chamei a atenção deles para mim - eu não vou ficar com ninguém, ninguém fala por mim, eu agora acho os dois bem babacas e eu não sou "seu bem" acabei de te conhecer - eles pareciam espantados, acho que porque se esqueceram que eu estou aqui, continuei com a maior firmeza possível - parem de infantilidade, vão pegar a merda do cachorro que eu vou na farmácia que tem ali em cima, minha cabeça parece que vai estourar.

-E-eu tenho remedio se você quiser - Consegui deixá-los nervosos, bom.

-Não, Thomas me liga quando estiver indo - dei meia volta e saí, não fui para a farmácia, fui para a casa da minha avó.

Pedro mora na Rio Verde, minha vó na rua Outono, perto do Chevrolet Hall. Não demorei a chegar, e quando ela abriu a porta meu Deus, que saudade eu senti dela, corri para abraçar ela que me recebeu de braços abertos.

-Oi meu amor - a abracei apertado acariciando seu cabelo grisalho, o perfume dela é tão bom - porque demorou tanto a voltar?

-Desculpa vovó - fechamos a porta e entramos, olhei todos aqueles quadros de fotos, de quando eu era pequena, minha mãe mais nova, meu avô e o resto da família. 

Sentei no sofá e ela desapareceu na cozinha, voltou depois com bolo e café, ela sempre faz isso. 

-Chegou numa hora boa, o café ta fresquinho, porque não conta as novidades pra sua velha? - deixou a bandeja na mesinha de centro e eu peguei uma xícara, experimentando o café.

-Ah, estou trabalhando - ela sorriu - olho uma menininha linda de quatro anos, por isso que vim pra BH, o irmão queria um cachorro para ela, viemos buscar.

-Muito bem, você é sempre tão responsável, e o voleibol?

-Ah... parei de treinar a uns meses vovó - tentei não parecer tão triste com isso. Eu amava treinar mas fiquei sem clima.

-Filha, por causa do seu pai? - bebi um pouco mais do café. Estava muito bom. Tentei achar um assunto para jogar por cima, mas minha vida anda tão chata que não achei nada, vovó continuou - você não devia deixar isso atrapalhar sua vida, qualquer pessoa que não queira ficar perto de você só pode ser louca - ela piscou e deslizou os dedos em minha bochecha - você é tão linda, vem cá - bateu em seu colo devagarinho,  coloquei a xícara de volta e deitei a cabeça no colo dela, esticando o resto do corpo no sofá - de todas as minhas netas, você é minha favorita.

-Vovó, eu sou sua única neta - ela riu fazendo um cafuné muito gostoso.

-Mas isso não impede de ser a favorita - agora fui eu quem riu. 

-A senhora é demais. Me conte as suas novidades dona Nina. 

-Ah, nada demais, mas sabe que agora consigo pegar receitas on-line? E ver fotos de lugarrs bonitos também, acho que vou viajar.

-Olha que chique, toda tecnológica. Viajar para onde?

-É bom se atualizar. Itália talvez.

Vovó ficou por muito tempo cantado doces musicas antigas, e fazendo cafuné achei tão gostoso, esse clima, me sinto outra e estava quase dormindo quando meu celular tocou. Levantei rápido e asssustei minha avó, ops.

-Desculpa vovó! - peguei meio sem jeito o aparelho do meu bolso e atendi - oi?

-Onde você ta? Não tem farmácia aqui perto! - Thomas disse nervoso -Ta tudo bem? Se perdeu?

-Ai Thomas, calma, estou na casa da minha avó, ta tudo bem.

-Ok. Ta tudo pronto, como chego ai?

-Vem pro Chevrolet Hall, sabe chegar?

-Óbvio que sim. 

-Então tchau - desliguei e dei um abraço bem apertado na minha avó.

-Ja vai?

-Já, mas eu volto.

-Acho bom, se quiser continuar sendo a favorita, Marcos vem aqui direto - ganhei um beijo na testa - amo você, mais que a sua mãe, mas não conta pra ela - piscou e eu ri.

-A senhora ta demais mesmo - dei mais um abraço apertado. Amo tanto minha vó. Ela é única.

-Te amo linda. 

-Te amo vovó, até mais.

-Até, e toma um chá pra essa tosse! - confesso que não queria ir embora, tava tão bom o clima, mas reuni coragem para sair do conto de fadas que é a casa da vovó e enfrentar o mundo real.

Esperei por Thomas que me encontrou e estacionou na minha frente, abri e vi um lindo filhotinho no banco, tirei ele e me sentei. Coloquei o sinto e o cachorrinho deitado no meu colo. 

-Fiquei preocupado - Thomas disse ligando o carro - por que saiu daquele jeito? 

-Por quê? Thomas vocês estavam discutindo por nada, falando de mim como se eu não estivesse lá. 

-É foi bem ridículo. Mas você não precisava daquele showzinho.

-Foi ridículo também - admiti, e eu geralmente não faço isso.

-Desculpa pelo Pedro também, ele é um cara legal, um ótimo amigo, só um canalha quando o assunto é mulher e eu percebi que ele ficou afim de Você assim que te viu. Aí planejei toda uma conversa e no final ele iria te deixar em paz, mas você  não seguiu o roteiro. Pedro sim

-É porque você conhece ele, não a mim.

-Não, eu só não te conheço tão bem quanto conheço ele, é diferente e tudo bem não ter seguido o roteiro, sair gritando passou a mensagem também. Ele não parava de falar o quanto você parecia geniosa - sorriu olhando para mim e voltou a olhar para a rua.

-Eu não saí gritando e não sou geniosa - me defendi e ele riu.

-E o céu não é azul. 

-Você é tão idiota. E eu não preciso que você fique falando por mim, é a segunda vez que faz isso - lembrei do que ouvi ele dizer à minha mãe. 

-Desculpa, acho que é tipo um instinto de irmão mais velho tentando te proteger.

-Não sou sua irmã mais nova e não preciso de proteção - ele não respondeu nada, senti aquele começo da raiva. Juro que o filho da mãe ficou uns dois minutos sem falar nada, e eu também não porque tudo o que tinha de ser dito eu disse. Ele respirou fundo, o que me fez olhar para ele.

-Desculpa - sabe aquela vontadede rir e gritar e aquele imenso prazer de estar certa? Controlei tudo, e resolvi dar o troco, fiquei calada, voltei a olhar para a frente e fiquei na minha fazendo carinho nesse cachorrinho fofo que não fica quieto. Vai ser uma longa viagem de volta. 

Já tinhamos saído de Belo Horizonte quando Thomas resolveu quebrar o silêncio. 

-Onde você foi aquela hora? Te procuramos na farmácia mais próxima que não era tão próxima assim.

-Fui para a casa da minha avó.

-Você tem avó?

-Não, fui na casa da minha avó imaginária, que inclusive esta no banco traseiro, diz oi.

-Nossa, não precisava dessa.

-Não precisava é dessa pergunta idiota.

-Não é idiota, eu só não sabia que você tem uma avó.

-Deve ser porque você não sabe muito sobre mim, por ter me conhecido ontem.

-Na verdade te conheci semana passada.

-Que seja. 

-Me fala da sua avó - pediu com um sorriso infantil.

-Não, eu não vou falar disso com você.

-Por favor - virou rápido fazendo biquinho e voltou a olhar para a estrada - aí eu te falo sobre a minha avó.

-E quem te disse que eu quero saber sobre a sua avó?

-Você é curiosa - merda, pegou no ponto fraco. Eu quero saber tudo sobre a família da Nancy. 

-Verdade. Ok então, bom, minha avó é a melhor pessoa no mundo todo, quando você esta com ela não quer estar em nenhum outro lugar ela te faz se sentir a melhor pessoa do mundo, mesmo se você for uma merda de pessoa. Acho que ela é a união de todas as coisas boas - dei esse breve resumo de tudo que minha avó é e não pude evitar sorrir, sentindo uma saudade serena tomar conta. Vou voltar lá o mais rápido possível.

-Uau, deve ser coisa de avó, porque a minha é assim também e nós moramos com ela então todo dia era maravilhoso, e as vezes, quando eu.- ele fez uma pausa, não entendi, estava empolgado e do nada ficou perdido - han... as vezes eu sentia falta do meu pai e minha mãe estava ocupada com o bebê. Ela me ouvia tarde da noite e ia até o meu quarto, conversava até eu me acalmar e ter condição de dormir - Ele deu um longo suspiro - ela me ajudou a superar a perda do meu pai, era meu porto seguro - e lá estávamos nós de novo, ele me conta algo e eu não tenho capacidade de dizer nada, não consigo pensar em merda nenhuma para dizer. E agora? Burra, elogia, pessoas gostam de elogios.

-Sua avó parece incrível - o mínimo sorriso que ele tinha desapareceu. Mas o quê?!

-Ela era - BURRA. A avó dele morreu, você tinha que esquecer isso né Felicity?! Porra!

-Eu... é... desculpa - merda. Não conseguia mais olhar para ele, minha cara ta queimando. Devia ter lembrado.

-Tudo bem, mas sabe uma coisa interessante, ela ainda é incrível na minha vida, porque quando ela ficou doente, pelos dois dias mais demorados já vividos, ela me disse uma coisa. E isso é o que me faz sair da cama toda manhã.

-O que ela disse? 

-Ela disse "Quando coisas ruins acontecem, temos duas escolhas, deixar que nos derrube ou ficar firme e resistir. coisas ruins acontecem Thommy porque elas fazem parte da vida e não podemos mudar isso, mas se formos fortes e resistirmos com o tempo não dói mais, e assim conseguimos ser feliz" ela disse isso minutos antes de morrer, ela me fez prometer que eu não ia deixar isso me derrubar e aí ela prometeu que ia passar e que eu ia ser feliz - ele terminou já chorando, e eu para variar meio que sem palavras. Ele secou seu rosto e voltou a dirigir como se nada tivesse acontecido. Eu precisava dizer alguma coisa, eu tenho essa sensação mas não sei porquê. 

-Ela tava certa, acho que tudo passa. Umas coisas marcam mais que as outras, deixam uma dor fantasma que na verdade é só uma lembrança, mas a dor de verdade passa - eu não a conheci mas quero muito que ela esteja certa e que essas coisas passem. Quero que isso que acabei de dizer seja verdade, se não for eu não aguento muito mais.

-Talvez - acrescentou.

-Eu espero - sussurrei para baixo, o que agitou o cachorro no meu colo. Olhei rápido e Thomas tinha aquele meio sorriso de novo, eu odeio esse sorriso, é presunçoso e meio cafajeste, mas agora não consigo sentir raiva. Só me sinto bem por ele parecer bem. Ah merda Felicity, por que ta tão emotiva? 

O telefone dele tocou, e ele atendeu. Ok, senti arrepio de medo, não por sua voz estar rouca quando ele atendeu. É medo por estarmos correndo e ele atendeu a droga do celular. Medo, não voz rouca. Medo... 

Felicity, de novo? Foco! Tenta ouvir a conversa.

-Sério Pedro? Quantas horas? Nossa... - parecia algo sério - ok, vou achar um lugar com comida decente - ele olhou para mim com um sorriso idiota - acho que desculpou... da escola? Ok, falo pra ela, valeu cara, quando chegar te ligo - ele se encolheu - não grita filho da puta, óbvio que se chegar tarde não ligo, tchau. 

-Pedro?

-É, disse que teve um acidente bem ruim, talvez três horas de engarrafamento - agora pronto! Leva mais ou menos duas horas de Belo Horizonte até nossa cidade, cinco horas é um pouco demais.

-Foi muito feio?

-Não sei direito, vou achar um lugar pra gente comer e precisamos dar comida para ele também - deve estar falando do cachorro, mas eu tenho quase certeza absoluta que estavam falando de mim no telefone, o que era? Minha curiosidade é uma benção e uma maldição.

-Só isso? - Ele riu.

-Ele lembrou de onde te conhece, da sua escola, disse que você era a pirralha que mandava em todo mundo do fundamental.

-Não era não - Que absurdo! Pirralha mandona?! 

-Não faz essa cara, não fui eu quem disse - ele deu de ombros rindo, provavelmente da minha cara fechada. A Felicity, admite garota. Nunca, eu não era assim.

Porque raios parece que tem duas "eu" e por que ficam brigando? Ah que dor de cabeça. Cala a boca as duas! 

Estou mesmo conversando comigo mesma? Ah merda... Você é doidinha. Calada!

-Você pode colocar ele na bolsa se quiser ficar mais confortável - Thomas me tirou dessa conversa estranha. Mas do que ele ta falando?

-Oi? Tava aérea.

-O cachorro Felicity, tem uma bolsa, quando parar você prende ele.

-Ah ok. 

-Você tem mais gente na família? Quer dizer além das pessoas mencionadas.

-Han... tem meu primo e minha tia Inês, eu não vou muito com a cara dela, meu primo até que é legal. E você?

-Não. Quantos anos tem seu primo?

-Dezoito. Mas mentalmente só oito.

-Você é má - ele riu.

-Eu não! Ele só é um idiota.

-E você parece gostar dele.

-Infelizmente - ele riu mas eu me dei conta de como perdi o controle, todas essas pessoas, que eu me importo, Nancy, minha avó, os meninos da escola querendo ou não e até a vaca da Ju que me abandonou e resolveu voltar agora. É Felicity, você vai ver o que é sofrimento quando essa gente toda te abandonar  e você ser a única restante para culpar. 

-O que você gosta de comer? - me fez sair desses pensamentos depressivos, apesar de verdadeiros.

-Chocolate - disse com um sorriso.

-Não, eu quero dizer comida que você gosta, pra escolher onde vamos parar.

-Ah, escolhe a vontade porque eu não vou comer.

-Lógico que vai. Você comeu na casa da sua avó? Não mente, eu vou saber.

-Lógico que comi - café conta né?

-Para de mentir. Vamos parar aqui - Entrou em um posto e parou no estacionamento do restaurante ao lado.

-Eu não menti.

-Eu sei que mentiu - ele tirou o cinto e achei boa ideia fazer o mesmo - quer ver? Felicity, você comeu mesmo na casa da sua avó? Responde olhando para mim - ele se virou e encarou de olhos arregalados, o que me fez rir.

-Qual o ponto disso?

-Quero confirmar uma coisa, só não mente - Café não conta, fala a verdade. 

-Comi - Cala a boca você, conta sim. Ele riu alto.

-Ah! Sabia! Mentirosa! 

-O quê? Eu não! - me defendi e ele ria mais.

-Você desvia o olhar quando mente. Agora vem Pinóquio, não pode ficar tanto tempo sem comer, vai acabar sumindo.

-Isso foi você me chamando de magrela na cara dura?! - ele riu da minha indignação.

-Sim. Anda Olivia Palito Pinóquio da Silva - respondeu sério me fazendo dar gargalhadas e ele saiu fechando a porta. 

Vai deixar te chamar de magrela desse jeito?

Ah cala a boca, não lembro a última vez que ri assim estando sóbria. 

Vai quebrar a cara.

Calada! 

 

 


Notas Finais


Por favor comentem o que estão achando, morro de amores pelos comentários.
Beijos e não esqueçam o nome para o cachorrinho!


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