História She's a Little Runaway - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bon Jovi, Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Jon Bon Jovi, Personagens Originais
Visualizações 30
Palavras 3.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ GALERINHA!
Eu demorei mas cheguei! hehe Esse capítulo tá daqueles que tem de tudo, então já vamos preparando o coraçãozinho haha
Quero agradecer a quem tá apoiando com comentários e favoritos, vocês são uns amores <3
Chega de enrolação e bora ler :*

Capítulo 13 - That's My Girl


Fanfic / Fanfiction She's a Little Runaway - Capítulo 13 - That's My Girl

Escondi o rosto entre as mãos e deixei o choro escapar de mim, lavando a minha alma naquele momento até que eu fosse capaz de descobrir os olhos para voltar a realidade daquele mundo tão cruel. Às vezes, eu só queria que ele pudesse parar por um instante para que eu pudesse descer. Porque era tão difícil que tudo ficasse bem por um tempo? Era pedir muito? Ainda com a respiração descompassada e deitada ali na areia, eu virei o rosto para o lado e notei que o meu herói era quem eu já esperava que fosse. Era sempre ele.

Mesmo com os vestígios de lágrimas embaçando tudo eu via que meu irmão estava acampado sobre o meu padrasto que estava jogado ao chão e seu braço descia e subia com agressividade enquanto socava a cara daquele monstro repetidamente. Os outros caras também estavam ali e ajudavam, desferindo chutes no homem caído. De longe eu podia notar que Axl tinha ativado seu modo insanidade completa mas daquela vez eu não lamentava. Era difícil sentir compaixão ou remorso depois de tudo que tinha acontecido, eu só queria que ele descontasse toda a fúria que tinha em destruir aquele desgraçado. Seria uma boa utilidade para todo aquele sentimento que guardava em seu interior.

Repentinamente Izzy se aproximou onde eu estava e cautelosamente se abaixou ao meu lado. Quando nossos olhares se cruzaram, eu vi que ele me encarava com um misto de pena e tristeza. Sua mão buscou a minha para ajudar a me erguer e quando eu finalmente estava de pé, ele não hesitou em tirar o casaco que usava e colocá-lo em mim. Só então que eu olhei para baixo e lembrei que a blusa que eu usava estava despedaçada. Apertei o tecido contra meu corpo e ergui o olhar novamente, encarando o moreno mais uma vez não resisti ao impulso de abraça-lo. Afinal, lá estava ele novamente. Como meu amigo, assim como sempre estivera.

Não trocamos nenhuma palavra e quando percebeu que eu tremia de puro nervosismo sua mão tocou minhas costas e soltei o ar pesadamente, me afastando poucos segundos depois. Notei que a arma que pegara no carro estava jogada a poucos metros de onde eu estava e isso não fizera diferença alguma, afinal eu jamais teria coragem de usar aquilo contra alguém. Pelo menos, não da maneira como devia ser. Mas quando olhei por sobre o ombro e vi que os caras ainda davam a maior surra naquele desgraçado, uma ideia surgiu na minha mente e me abaixei, pegando o revolver.

- Parem, parem por um instante! –

Falei chamando a atenção de todo mundo e me aproximei cambaleante, segurando a arma entre minhas mãos trêmulas. Duff estava segurando meu padrasto que estava mais morto do que qualquer outra coisa enquanto meu irmão estava socando o homem na região do estômago. Por falar em Axl, ele estava irreconhecível. Seu olhar estava ensandecido como se uma criatura enfurecida tivesse tomado seu lugar momentaneamente. Eu não duvidava mesmo que isso estivesse acontecendo.

- Segura ele! – Falei para o loiro.

- Angie, o que você tá fazendo? –

Axl me perguntou com a voz alterada mas eu não dei importância. Enquanto Duff o segurava pelas costas, seu corpo pendia para a frente pois ele já não conseguia mais se manter de pé sozinho de tanta porrada que tinha tomado naquela maldita cara. Nem mesmo conseguia falar, acho que não tinha forças tampouco capacidade para aquilo. Eu não lamentava por ele, muito pelo contrário. Aquilo ali de longe estava no topo da lista de cenas mais bonitas que meus olhos já tinham contemplado naquela vida. Eu abaixei o corpo de modo que meu rosto ficasse na altura do que algum dia tinha sido o dele e eu falei, com uma voz que soou estranha até para mim:

- Você nunca, nunca mais vai incomodar a gente. –

Eu não estava indagando, dando uma sugestão ou até mesmo lhe ameaçando, eu estava afirmando aquilo. Estava deixando claro que ele iria se arrepender caso sequer cogitasse aparecer na minha frente novamente depois daquele dia, isso se aquela cara quebrada já não tivesse sido um aviso suficiente. Mas pelo menos para mim não era. Seu olhar encontrou com o meu e ele estava indiferente, não tentava transparecer nada mas eu podia ver por trás daqueles olhos a satisfação em ter me transformado no que queria: alguém sem remorso em machuca-lo de volta. Eu não hesitei e com um golpe certeiro, ergui a mão e o atingi na lateral da cabeça com a coronha da arma.

Foi inevitável. Com tudo o que já tinha apanhado e aquele baque final, seu corpo pendeu para frente e Duff deixou que ele caísse de cara na areia. Eu ainda cuspi ao seu lado e fiquei a encarar seu corpo jogado aos meus pés, com a minha respiração tão ofegante que chegava a ser sonora.

- Caralho, Angie. Essa foi boa. – Slash falou.

- Me diz que esse filho da puta tá morto. – Axl falou, levando uma das mãos ao rosto.

- Não tá não, ele só apagou. –

Duff falou se abaixando para analisar e eu também notei que seu peito ainda subia e descia. Meu olhar desviou daquele desgraçado e focou em meu irmão, que estava a encarar seu corpo desmaiado ali na areia também. Eu me aproximei dele e o abracei, escondendo o rosto em seu ombro. Por baixo de toda aquela raiva superficial eu podia ver que aquilo tudo mexia com ele de outra maneira; fazia com que lembrasse de tudo que nós tínhamos passado nas mãos daquele monstro em todos os sentidos possíveis. Mas estava acabado agora, nós tínhamos conseguido. Ele não nos importunaria mais.

- Não interessa. Ele está morto para nós. –

Falei, me afastando e encontrando um Axl mais parecido com aquele que eu amava tanto. Mesmo com um olhar abatido, sua expressão parecia mais aliviada.

- Você que acabou com ele, Angie. – Izzy falou e eu deixei escapar um suspiro.

- Essa é a minha garota. –

Axl balançou meus cabelos e eu sorri para ele, reparando que pela primeira vez eu tinha sido também a parte mais forte por nós dois. Provavelmente foi isso que me deu coragem para pegar aquela arma e leva-lo ao chão daquela maneira, a ideia de que eu tinha que retribuir todos aqueles anos que meu irmão tinha sido o meu protetor. A hora de me impor finalmente tinha chegado e eu não abaixara a cabeça. Constatar aquilo até me fez sentir um certo orgulho de mim mesma mesmo depois de tudo que tinha acontecido naquele dia.

- Ele... chegou a fazer alguma coisa com você? –

Meu irmão indagou hesitante enquanto seu olhar caiu sobre meu corpo e notou que a minha roupa estava toda rasgada. Mas eu neguei, colocando as mãos no bolso do casaco.

- Não. Ele não fez. Você chegou na hora certa. –

- Eu sempre vou tá aqui por você, Angie. –

Eu o abracei mais uma vez, lembrando de todas as vezes em que o nosso padrasto “quase havia feito” várias coisas comigo e também com ele, mas aquilo não voltaria a acontecer. Não mais. No entanto não tive muito tempo para pensar nisso quando um barulho ao longe chamou minha atenção, fazendo com que eu me afastasse bruscamente de Axl.

- Hmm, não quero interromper o momento lindo de vocês, mas a polícia tá chegando aí. –

Duff falou, confirmando a minha suposição de que uma sirene se aproximava. Provavelmente nossa vizinha havia chamado a polícia e pelo barulho que gradativamente ia ficando mais claro e alto, eles não estavam muito longe.

- Izzy, leva ela pra casa. – Axl falou.

- Como assim? – Rebati.

- Nós resolvemos isso. Só vai pra casa logo. –

- Vamos lá, Angie. -

Contra a minha vontade eu me afastei, quando Izzy segurou meu braço e me guiou até o carro. Durante todo o trajeto até o veículo, eu permaneci espiando por sobre o ombro os caras conversando provavelmente a discutir como explicariam toda aquela situação. Eu ficava nervosa de ter que deixá-los ali mas não tinha escolha, precisávamos nos afastar logo antes que os policiais chegassem. Eu mal havia colocado o cinto de segurança quando Izzy arrancou apressadamente com o carro.

- Você tá bem mesmo? – Indagou.

- Sinceramente? –

- De preferência. –

- Melhor do que eu imaginaria estar. –

O moreno ergueu uma sobrancelha, ainda olhando para a frente enquanto dirigia. Pareceu pensar por um momento mas por fim balançou a cabeça afirmativamente.

- Eu imagino que acertar alguém na cabeça deve dar algum alívio. – Falou.

- Um alguém qualquer não, mas aquele filho da mãe com certeza. –

Com certeza saber que eu havia dado o meu recado à ele tinha sido muito recompensador, eu me sentia muito bem com isso. Mas o estresse anterior refletia no meu corpo agora e eu sentia cada uma das minhas articulações doerem, sem falar na minha cabeça que pulsava como se fosse explodir. Eu conseguia até imaginar meus miolos espalhados pelo teto daquele carro.

- Agora eu só quero dormir até amanhã. –

- Já estamos chegando e logo vai poder fazer isso. –

Seguimos por mais alguns quarteirões sem trocar nenhuma palavra e enquanto eu estava com a cabeça recostada na janela, todos os acontecimentos daquele dia conturbado passavam pela minha cabeça de maneira torturante. Tinha sido uma verdadeira montanha-russa de emoções, passando pelo nervosismo de ter o meu irmão e o homem da minha vida se encontrando pela primeira vez, um pedido de namoro e por fim um ataque surpresa. Como eu ainda estava viva? Era surpreendente. Eu merecia uma medalha por aquilo.

Quando o carro parou em frente à casa, eu me voltei para Izzy e sorri de maneira amigável.

- Valeu por estar lá por mim. De novo. –

- Eu sou seu amigo, Angie. Vou fazer isso sempre por você. –

Ele bagunçou meus cabelos e saiu do carro, me deixando com uma certa dúvida com relação a se havia algo por trás de suas palavras. Mas eu balancei a cabeça e afastei aquela ideia, saindo do veículo também. Quando adentramos na casa, cada um de nós seguiu para seu canto. Eu fui guiada quase que inconscientemente por minhas pernas até o quarto, de tão desesperadamente que precisava me jogar na cama.

Quando finalmente adentrei o recinto, fechei a porta as minhas costas e tranquei com a chave. Precisava me desligar do mundo por algumas horas, antes que ele me engolisse. Graças à Hendrix eu tinha um banheiro ali dentro, sendo assim tomei rapidamente um banho para me livrar de toda aquela energia negativa que me assolava e em poucos instantes eu estava pronta para ter um encontro com os macios lençóis de minha cama. Quando minha cabeça finalmente recostou no travesseiro, parecia quase um sonho que eu tivesse um momento de tranquilidade naquele dia tão louco.

 

 

 

 

Não lembro exatamente em que momento peguei no sono, mas definitivamente lembro de ter acordado me sentindo bem mais em paz do que no momento em que fui dormir. A cama estava extremamente aconchegante e confortável, fazendo com que eu acabasse demorando para abrir os olhos por completo. Ainda sem erguer a cabeça do travesseiro, notei que o sol adentrava por uma fresta da janela e lançava um feixe de luz em meu rosto. Um novo dia havia chegado. Repassei os fatos do dia anterior em minha mente e pressionei os lábios, chegando à conclusão de que seria melhor apagar tudo de ruim que havia acontecido. Assim como o sol que surgia naquela manhã, eu recomeçaria mais uma vez deixando para trás o que não me fazia bem.

Virei o corpo até que pudesse olhar na outra direção e tomei um breve susto ao notar que havia alguém sentado em uma cadeira perto da minha cama. Essa pessoa estava olhando para baixo e não havia notado que eu despertara, só percebendo isso quando pigarreei. Minha visão estava conturbada e o quarto estava escuro, portanto minha primeira aposta era de que fosse meu irmão. Só que quando aquele sorriso se abriu, eu não tinha dúvidas mais. Era ele e meu coração se aqueceu.

- Bom dia, bela adormecida. – Jon falou.

- Meu Deus, o que você tá fazendo aqui? –

- Porque? Não me quer aqui? –

- Muito pelo contrário. –

Ele se ergueu de onde estava e se aproximou lentamente de mim, parando ao meu lado na cama. Eu não pensei duas vezes antes de puxá-lo pela camisa até que seu rosto tivesse a altura do meu e meus lábios encontraram os dele em um beijo cheio de urgência saudosa. Não importava que eu estivesse longe dele a apenas um dia, tinha passado por tanta coisa que cheguei a cogitar em determinado momento se o tempo que ficaríamos separados seria eterno. Jon correspondeu à minha demonstração súbita de afeto, brincando com minha língua e me instigando ainda mais de forma que quando nos separamos eu nem sabia o que era fôlego.

- Me pergunto o que estaríamos fazendo se tivéssemos ficado mais tempo separados. – Ele falou em tom provocativo e eu sorri.

- Desculpa, é que você não quer perder tempo na vida depois de ter uma arma apontada para a sua cabeça. –

Seu sorriso desapareceu e ele sentou na cama ao meu lado. Acariciou meu rosto, tornando a beijar meus lábios brevemente antes de falar:

- Como você tá? –

- Quer dizer que você já sabia? –

- Porque acha que eu tô aqui? –

- Como ficou sabendo? Aliás, como entrou aqui? –

Eu me lembrava claramente de ter trancado a porta, não estava tão louca assim. E eu confirmei isso quando seu olhar percorreu o caminho até a janela e meus lábios se abriram em surpresa.

- É sério? –

- Sério. Nós ficamos preocupados. –

- Nós? Nós quem? –

- Eu e o seu irmão. – Falou despreocupadamente. – Eu telefonei para você ontem à noite pra ver como estava e ele me contou tudo o que tinha acontecido. Eu não consegui permanecer um minuto a mais em outro lugar que não fosse com você. –

Após ouvir aquelas palavras, eu não consegui conter o impulso de abraça-lo e recostar minha cabeça em seu peito. Mesmo sabendo que tinha sido preciso uma desgraça para aquilo acontecer, a ideia de que ele e meu irmão tinham socializado civilizadamente pelo meu bem tinha feito com que uma alegria preenchesse meu peito de forma que eu nem sabia que era possível acontecer considerando todo o estresse recente que eu tinha passado.

- Eu tenho muita sorte em ter vocês. – Falei ao me afastar, com um sorriso aberto em face.

- Eu acho que tem sim, meu amor. – Ele falou, ainda acariciando meu rosto. – Agora me responde, tá tudo bem? –

- Tá sim. Tudo isso só me fortaleceu... sinto como se eu pudesse destruir um gigante se quisesse se meter comigo. – Respondi, com um sorriso triunfante. 

- Mas vamos esperar que nenhum gigante apareça, certo? –

- Com certeza. – Falei entre risos.

- Mas se aparecer pelo menos esse eu vou ter a chance de quebrar a cara. Cheguei muito tarde dessa vez. –

Ele pareceu desapontado e eu sorri, passando a mão por seu braço. Jon me contou em seguida que os caras tinham conseguido provar que estavam apenas me defendendo e o fato de nossa vizinha ter relatado que meu padrasto me sequestrara ajudou eles nisso. Em resumo, o filho da mãe tinha sido preso e aquela era a melhor notícia que eu recebia em anos.

- Mas pode ficar orgulhoso de mim, porque eu dei a ele o que merecia. –

- Fiquei sabendo disso também. – Ele se aproximou e beijou meu rosto. – Essa é a minha garota. –

Eu sorri ao lembrar que tinham sido as mesmas palavras que meu irmão disse a mim. Por falar nele, estava extremamente orgulhosa por ter concordado em deixar meu namorado estar comigo naquele momento. Saber que ambos haviam aceitado colaborar um com o outro por estarem preocupados comigo fazia com que eu pensasse que era a garota mais sortuda do mundo por ter os homens mais incríveis na minha vida.

- Quer dizer que você deixou tudo para trás por mim? Eu me sinto mal por isso. –

- Não se sinta. Eu jamais conseguiria me concentrar em outra coisa sabendo que você tinha passado por tudo isso. –

- Você é incrível. –

Respondi reparando que eu o estava admirando como uma boba apaixonada, mas não dava a mínima. Eu realmente tinha um homem maravilhoso ao meu lado e não tinha hesitação em demonstrar isso.

- Sabe o que seria incrível? Se você pudesse viajar de volta comigo. –

- Como assim? –

- Eu preciso voltar a Nova Iorque para mais um show e a minha linda garota podia me acompanhar. –

- Não precisa pedir duas vezes! Eu nunca estive em Nova Iorque. –

- Vai ser um prazer lhe apresentar a cidade. –

- Mal posso esperar. – Falei, curvando o corpo em direção ao dele e deixando meu rosto bem próximo ao seu. – Mas quero fazer uma coisa antes disso. –

- O que? –

- Vem cá. –

Deslizei para o lado na cama e bati com a mão no colchão, chamando ele para deitar ali ao meu lado. Seu olhar hesitante na minha direção foi extremamente engraçado e eu segurei o riso, balançando a cabeça afirmativamente para não deixar dúvidas.

- Deita aqui comigo. –

- Tem certeza? –

- Claro que sim. Ter passado pelo que eu passei ontem me fez ter uma vontade imensa de viver intensamente. –

- E o que isso tem a ver? –

Jon ainda tinha certas dúvidas quando se jogou na cama ao meu lado e eu lancei meu melhor sorriso de canto para ele.

- É que eu quero começar pegando você na cama do meu irmão. –

O riso que escapou de seus lábios esboçava um certo nervosismo com a ideia mas eu não dei a mínima e acho que ele também não deu quando me lancei em sua direção abraçando seu pescoço e o beijando com determinado ânimo. Seu corpo pendeu sobre a cama e puxou o meu para cima de modo que cada uma de minhas pernas foi parar na lateral dos seus quadris. Eu coloquei mais e mais empolgação no beijo entre nós sentindo que eu estava viajando até o paraíso só de poder ter a sensação de seus lábios maravilhosos nos meus novamente. Suas mãos apertaram minha cintura e eu mordi seu lábio provocando-o, enquanto ele já começava a passear de maneira marota com os dedos pela pele por baixo da minha blusa. Quando mais o beijava, mais pensava que se algum dia eu fosse realmente morrer queria que acontecesse em seus braços e em nenhum outro lugar.


Notas Finais


Angie, a maior vida loka que você respeita SHAUSHUAHSUAHSUAH Como nos tivemos muito sofrimento nos capítulos recentes, eu prometo pra vocês que o próximo vai ser só amorzinho entre o nosso casal preferido <3 <3
Até mais, [email protected]!


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