História She's Back (repostando) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lysandre, Malachai "Kai" Parker, Personagens Originais
Tags Tvd
Exibições 21
Palavras 4.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Caso já tenham visto esta historia em outro lugar, ela é minha apenas estou saindo do site que eu não uso mais por isso estou passando minhas historias para este.

Capítulo 1 - 1



Basta uma unica mordida para que tudo o que você achace que era real se disfazer em sua frente, a dor é inexplicavelmente imensa, mas você consegue suporta-la até que esteja pronta para viver de verdade comigo, com todos seus irmãos e irmãs.
    Seja bem vinda a nossa sagrada espécie de quardar o segredo da existencia dos vampiros, para todo o mundo. Em breve você será a única, já que eles desconhecem de sua existencia, se estiver lendo isso, eles não a encontraram e já estamos todos mortos, e a guerra ja deve ter acabado. O que você precisa agora é de um pouco de sangue para que sua transição complete, então vá a caça.
    Era tudo isso que dizia no bilhete que encontrei ao meu lado quando acordei, isso poderia ser de dias atras, então realmente a guerra não havia acabado, ou será que era apenas para mata-los? Minha familia merece ser vingada, e eu serei quem deverá honra-los.

    Saio do caixão no qual estava mantida, e ando um pouco, analizado o lugar no qual estou, vendo as paredes pretas, que provavelmente deve ter sido feitas pelo fogo, o cheiro da morte deles ainda esta presa neste lugar, sei que o corpo ao lado do caixão é de uma mulher, provavelmente de minha criadora, e como ela dizia no bilhete, ainda sou vista como humana, até eu finamelnte beber sangue e completar a transição.
Cuidadosamente abro uma porta de madeira, por sorte não há ninguem por ali, vagueio pelo beco, fingindo ser uma pessoa da rua, de longe há um ou dois guardas vistoriando o lugar, a veia de seus pescoços parece ser maravilhosamente atrativa para mim e eu as quero dilacerar até que não reste nem uma gota de sangue, sou furtiva até estar perto o suficiente deles.
_Com sua licença guarda, poderia me dar algumas miseras moedas para que eu possa comprar um pouco de comida?
_Até poderia, mas queremos algo em troca também, e você parece bonita de mais para ser uma mendiga. Que tal se você viece conosco, conhecemos uma mulher que pode te dar abrigo e comida, em troca de serviço.
_Obrigada, mas apenas quero um simples pão. Se não puderem, agradeço, mas preciso ir.
    Um deles segurou forte meu braço enquanto eu me afastava deles, me jogou no chão e subiu em cima de mim, enquanto o outro vistoriava o lugar e pedia para que sua vez comigo chegasse logo. Este gurada rasgou o que restava da minha roupa, e abusou de mim, enquanto isso o outro foi para longe. 
    Aproveitei a minha chance e o dilacerei, suguei todo o sangue a ponto de separar a cabeça do corpo. Aproveitei a distração do outro guarda e fiz o mesmo, e como numa peça de teatro, sentei ambos e coloquei suas cabeças no lugar e me escondi novamente no lugar em que acordei.
    Passei uns 10 anos sobrevivendo assim, matando guardas e vivendo no calabouço da igreja, trabalhando para o padre alguns dias, como manter arrumada a igreja para as missas e entrerros de minhas vitimas. Tantas mulheres chorando sobre os tais homens que ali estavam, pude até mesmo conseguir ouvir que o chefe daqueles pobres soldados foi quem matou com as próprias mãos a minha familia. Então ele seria o próximo, mas ninguém nunca acharia seu corpo.
    Eu conhecia sua casa, pois antes dessa vida fui sua criada, eu sabia onde ele estaria na noite qm que fui mata-lo sabia que não teria ninguém para me pegar pois, nem ao menos era casado e naquela noite ele pediu que uma das garotas do bordel lhe fizesse uma visita naquela noite, então eu fui a escolhida, seria de qualquer forma pois eu os controlo, faço com que façam tudo o que eu mandar. Quando chego ele pede que eu me sente, fica me analizando por um tempo, e então diz o meu nome, ele me reconhece, ele se aproxima, me acaricia e então, eu dou o bote, o deixo ainda vivo mas sem poder gritar.
_Isso é por todas as vezes que me abusou, eu era apenas uma criança! E também por ter sido o cara quem matou meus pais, minha familia, agora eu prometo que você será condenado, condenado a pagar pelas mortes que eu mesma cometi, quem sabe eles não te livrem.
    Seus pensamentos invadem minha mente me dizendo "me leve, me leve junto de você, eu prometo fazer o que mandar".
_Cale-se!
    Arrastei seu corpo semi-morto comigo, lhe curando e o destroçando novamente, até me cançar disso e o trasnformar de vez, mas para isso o prendi com algemas banhadas em verbena, para que ele não se solta-se e o prendi por anos em meu caixão, o deixei enterrado por anos e anos sem uma gota de sangue.
    Enfim decidi o deixar ali, entrerrado em meio a tantos outros corpos que tanto ele quanto eu matamos,minha jornada começava ao sair dos limites daquela cidade e entrar no mundo para encontrar outros como eu, um lugar que eu me encaixasse sem precisar me esconder nas sombras, sobre essa parte um clã de bruxos gemini me ajudou, em troca de eu salva-los de seu líder. Me deram dois anéis do Sol, ele é prata pura e em seu meio a uma pedra de Lápis Lazuli, continuei a caminhada agora acorrentada ao tal bruxo, eu livrei seu clã, carregando-o comigo.
_Você nunca se cança de andar?
_Sou ... Não importa.
_Você deve estar sedenta, talvez queira um pouco do meu sangue.
_Não vou cair no seu truque, seu sangue é malígno, e se eu beber você vai fritar meu cerebro e depois fugir, ai terei que te caçar de verdade, estou tentando não te matar bruxo.
_Meu nome é...
_Não me importo com seu nome, você é o bruxo, e eu alguém que esta condenada a te arrastar comigo, até o dia que eu achar que devo tirar seus poderes tornando você o que eu sou, e depois te matando.
_Meu nome é Kai.
    Fico em silencio, e continuo a andar, até parar em algum ponto da floresta, o prendo numa arvore e começo a montar o acampamento. Ele está silencioso de mais, normalmente ele resmunga o tempo todo ou fala sozinho, mas hoje eçe está quieto. Quando acordo sinto um cheio forte de sangue, refisto todo o lugar, é ele, ele está morrendo, tenho que ser rápida, eu o solto e o puxo para o meu colo rapidamente, mordo meu pulso e abro sua boca para que meu sangue escorra para dentro, ele não pode morrer ainda, não sinto nada, mas prometi a sua mãe, mas ele não sabe.
    Algumas horas mais tarde ele agorda ofegante, ele contiua solto, e estou o olhando longe o suficiente que ele não consiga me ver, como uma pantera observando a presa antes de atacar, mas eu não vou ataca-lo. Ele anda pelo acampamento, me procura e pensa em gritar, mas não sabe o meu nome, então ele senta e toca seu pulso, onde estava seu ferimento recém cicatrizado, não nenhuma marca. Ele sabe que eu o curei, mas não sabe que se ele se matar ele vai voltar e dessa vez não será como humano, como um bruxo e dessa vez ele teria que ir atras de sangue.
    Espero anoitecer para descer da arvore, preciso continuar a caminhada, mas não vou leva-lo comigo, passo pelo acampamento apenas para pegar minhas coisas, eu sei que esta acordado, mas não sei se ele pode me ver, então ajo o mais rápido possivel. Um passo em falso e fui pega.
_Me solta!
_Aha! Sabia que voltaria!
_Me solta!
_Onde você foi e onde vai?
_Passei o dia longe da terra, estava numa arvore, observando. Ei pare de usar magia comigo.
_Eu quero só a verdade, e para onde vai? primeiro você me cura e depois vai embora.
_Você tentou se matar, se cortando perto de uma vampira sedenta por sangue, e sua sorte é que eu tenho controle, e tive que curá-lo.
_Não quero que me deixe para tras.
_Eu preciso continuar.
_Posso te proteger do que for.
_Meu nome é Kaylie.
_Vai me levar com você?
_Me solte e vamos, agora eu relmente preciso proteger você da morte.
_Ok.
    Por dias eu tive que o aguentar, até ter certeza que ele já estivesse limpo, pelo caminho encontrei outros como eu, tive que o esconder em algum abrigo, enquanto eu saia para beber com os novos amigos, ele parecia ficar com ciumes quando eu saia com outros como eu. E eu apenas tinha que rir daquela situação.
    As vezes tinhamos que parar porque ele sentia fome, sede ou sono, humanos são assim eu devia achar aquilo normal, mas no caminho encontramos Dave, um quase Lobisomem, quase porque ele não matou ninguém para se transformar em um, e com ele estava uma bruxa, ela conhecia Kai, mas não por amizade, mas por medo, todos os clãs o conheciam, eu já deveria saber.
    Nessa noite deixei que eles cuidassem de Kai para que eu pudesse caçar, ou roubar algo do hospital mais próximo, o nome da cidade acho que era Mystic Falls, já havia alguma mordenização nela, mas aparentemente todas as familias pareciam ser bem equipadas na proteção a vampiros, ao passar pela praça senti facilmente o cheiro da verbena que havia plantada proximo de um carvalho branco.
    O ano deveria ser 2004, mas eu me recusava a me vestir de acordo, eu ainda estava com a legging preta, uma blusa de alça preta e minha jaqueta preta de couro, é a moda de um guerreiro romeno, é a minha moda, e assim continuarei a me vestir, mesmo que agora todos os olhos estão voltados para mim.
Continuo o meu caminho não ligando para eles, e indo para o hospital, fui rapido ao banco de sangue sem ser vista, mas no instante que abri a porta alguem me pegou por trás e me apagou, no seguinte momento acordei presa a uma cadeira, e tinha um cara, loiro de olhos verdes me olhando.
_Quem é você?
_Estou de passagem, juro que não matei ninguem da sua cidade, apenas atras de uma bolsa de sangue.
_Me diga o seu nome.
_Não posso.
_Então também não posso ajudar você.
Ele saiu e um outro entrou, agora moreno e com olhos azuis, com ele entro uma menina de olhos e cabelos castanhos e mechas rosa, todos eram vampiros, ela estava carregando a seringa de verbena e entregando lhe, e ele injetandoa em mim, mas não sofri quase nenhum dano, aprendi a suportar a verbena no organismo, ele pode até ter se assustado e ter ido pedir conselhos ao irmão, mas a menina continuou ali.
_Se disser o seu nome posso pedir que eles a libertem.
_De que vale tanto o meu nome para vocês?
_Você se parece com uma garota da cidade que esta desaparecida, sabemos que é vampira, mas se você for quem procuramos e estiver desligada queremos a trazer de volta.
_Concerteza não sou quem procura, ela não teria quase 3000 anos de vida neste mundo
_Realmente não é mesmo ela, até que você tem um sotaque...
_Romeno.
    Algo agudo começo a tocar e senti que meu cerebro ia explodir, a garota caiu no chão implorando que isso parasse, isso até doia, mas era suportavel, então Kai abriu a porta e correu até mim, me soltando e pegando meu anel do sol que estava jogado no chão e colocando em meu dedo.
_Só um minuto, primeiro pare de tortura-la com isso.
_Ok.
_Elena este aqui é um bruxo gemini, raça perigosa, desculpe não poder ajuda-la a encontrar a sua amiga, você pode ser melhor sozinha do que ao lado deles, eu estou como guardiã dele e não posso ficar por muito tempo. E o meu nome é Kaylie._ Peguei seu rosto e foquei em seus olhos_ agora esqueça tudo até eu dizer que é hora de lembrar, se afaste deles e viva sua vida.
_Vamos Kai._ cambaleei um pouco e ele me segurou.
_Não conseguiu o sangue né?_ então ele me pegou no colo e me levou embora de toda aquela loucura.
    Andamos bastante até conseguir chegar nos limites da cidade, eu pulei para fora do colo do Kai já não aguentava mais ser carregada, mas ainda assim a sede estava presente. Ele me olhou e expos seu pescoço.
_Vem, pode beber. Só não me mate.
_Kai...
_Anda logo!
    Eu beijei seu pescoço antes e então o mordi, meus dentes perfuraram sua pele tão facilmente, e ao chegar na veia sua circulação chegou tão facilmente em  minha boca, o alivio e a fome se foram, então tirei minha boca de seu pescoço e lhe dei um pouco do meu para se cicatrizar, em poucos minutos aquele zumbido voltou, não era ele que estava fazendo, era aquela bruxa, ela estava fritando meu cerebro com aquele zumbido, e depois simplesmente parou. Kai estava me defendendo, me salvando de novo, ele estava fazendo seu sangue sair dela, pela boca, olhos e ouvidos, ela gritava para que ele parasse, gritava de dor, ele estava ultrapassando os limites em vingança.
__Kai para! Já chega ela já sofreu o bastante, só vamos embora._ disse segurando-o e o abraçando forte, tentando voltar sua atenção para mim.
    Eu ja começava a me sentir bem novamente, e conseguia sentir minha força voltando, pude sentir aqueles vampiros se aproximando para provavelmente vir nos pegar, então o abraçei e o tirei dali, corri o maximo que pude para longe deles, daquela cidade, passamos a noite num celeiro abandonado perto daonde haviamos parado. Ele dormiu rapidamente enquanto eu fiquei em alerta. Ao longe eu ouvi um barulho de carro e as vozes daqueles dois vampiros, não deixei rastro nenhum de nosso trajeto até aqui, fui bastante cuidadosa com isto, a segurança dele dependia disso.
    Me levantei e fui até uma brecha que tinha numa das paredes, eles deixaram o carro no acostamento e devia ter saido para procurar, eu sebia bem como ligar um carro sem precisar da chave, entao essa era a chance de me livrar dele.
_Kai... fale baixo ok, a que raio atinge aquela coisa que você faz para nos encapassitar?_falei o acordando sussurrando bem baixo.
_Ao raio que eu quizer, eu posso atingir todos, ou me focar em um ou dois a qualquer distancia.
_Ok, faça isso a qualquer vampiro que esteja na região, mas que não me atinja , você consegue fazer isso?
_Sim.
_Então pode começar, mas continue vindo comigo.
    Corremos até o carro, e enquanto ele fazia aquilo eu pegava as chaves do bolso do Damon, aproveitei e quebrei tanto o pescoço dele quanto o do irmão, mas eu o levei comigo , colocando-o no porta-mala. Mandei o Kai entrar, e dirigi até a gasolina acabar, que foi ao chegar em New Orleans, quando abri o porta-mala Damon já estava acordado, mas Kai fez aquele barulho para controla-lo até o quarto que alugamos no hotel. Sentei-o numa cadeira e o amarrei, depois mordi seu pescoço e bebi um pouco do seu sangue o suficiente para enfraquece-lo.
_Tem alguem batendo na porta.
_Cuide para que ele não fale ou grite, eu vou atender,
    Kai se aproximou e eu fui abrir a porta, olhei primeiro pelo olho de peixe, era um loiro alto, com aparencia britânica, seus olhos eram incomuns, com pupilas dilatadas e uma fina camada de amarelo envolvendo, ele sorriu com dentes afiados, e pouco antes de eu abrir a porta seu rosto voltou a se parecer com o de uma pessoa.
_Prazer senhorita...?
_Kaylie e quem é você?
_Meu nome é Nikklaus, ou pode me chamar apenas de Klaus.
_O que você procura por aqui?
_Apenas vim dar as boas vindas, Eu sou o que pode dizer o Rei desta area, para qualquer ser sobrenatural.
_Obrigada, mas só estou de passagem, logo irei embora, não sou boa em obedecer ordens de reis.
_Eu sei que há mais pessoas com você, _ ele inspirou _ Um bruxo gemini, e um outro vampiro, um Salvatore. Mas qual deles?
_Damon, provavelmente só vou me alimentar dele, deixa-lo fraco e joga-lo no primeiro poço que eu ver no meu caminho.
_Você é bastante determinada, e maldosa, gostei de você Kaylie, e se mudar de ideia aqui esta o meu cartão. A proposito, mate minha curiosidade e me diga quantos anos tem?
_A curiosidade matou o gato, não é assim que dizem? Mas tenho em torno de 3000 anos.
_Espero que aproveite bem a hospedagem.
    Fechei a porta e voltei-me para dentro, olhei para o Kai e passei direto, me dirigi até o damon que estava um pouco acordado, eu o desamarrei e o levei para dentro do banheiro, e tranquei a porta, dei um pouco do meu sangue a ele, e ele me mordeu mais forte no pulso, estava contra a parede, sua boca soltou meu pulso e estava cheia de sangue, e então me beijou, nos beijamos intesamente, ele me puxou para seu colo, e ambos bebendo um do outro no pescoço. Depois de tudo, mesmo que eu estivesse desatenta a ele, ele ia quebrar meu pescoço, mas eu fui mais agil, e o fiz antes nele.
    Tomei uma ducha e sai do banheiro nua, fechando a porta atras de mim, era obvio ver que o Kai sabia o que tinha acontecido, mas eu tinha que entrar na mente dele, eu queria saber porque tinham me torturado, e me raptado.
    Puxei o Kai para a cama, me desculpando por ele ter ouvido o que havia acontecido a pouco, e aos poucos seduzindo-o, puxando o para a cama, e beijando o seu corpo, sussurrando em seu pensamento "está na  hora", e ele sabia o que eu queria dizer, seus pais confiaram a mim de que eu deveria na hora certa tirar seus poderes e a única forma era transformando-o, ele precisava, porque seu clã precisava ter um novo lider e ja estava na hora, essa noite a lua cheia, enquanto lobisomens se transformavam sem nenhum controle de si, bruxos faziam rituais de liderança, um vampiro desmaiado com o pescoço quebrado em nosso banheiro, e nós transando e eu lhe dando o meu sangue. E é em seu orgasmo que eu lhe quebro o pescoço, e beijo seu rosto morto, e futuramente ressucitando a viver a sua nova vida.
_Você poderia parar de quebrar meu pescoço?_ ele engasga ao olhar para cama_ você matou o bruxo também?
_Primeiro, você ia tentar isso também, e não ele só esta se transformando, mas sente-se e beba um pouco de bourbon comigo.
_Você sabe que quando você transforma um bruxo..._ eu o imterrompo completando sua frase.
_Ele perde os poderes e bla bla bla... é eu sei, mas sua mãe pediu que eu o fizesse, isso foi a quase 30 anos atras, ele tinha 16 anos e se uniu a irmã mas não era para ele ganhar, então hoje foi o dia em que o novo lider surgiu em seu clã e para isso ele precisava estar na prisão, ou morto ou perder seus poderes.
_Agora ele não pode mais te proteger.
_Tenho 3000 anos de vida neste mundo, não preciso de proteção, e a verbena não me faz tanto mal quanto faz a um vampiro jovem como você, desde que sai da romenia tomo todos os dias uma doze de verbena em qualquer bebida, mas relaxa não tem nada no bourbon, apenas no meu copo.
_Por isso você acordou antes do que esperavamos.
_E é por isso que a Elena esta vivendo a vida dela longe de Mystic Falls, e longe de vocês.
_Como?
_Eu posso controlar não só humanos, como vampiros também. Ela sabe quem eu sou, e ela sabe a minha história, mas não se lembra de eu ter dito a ela.
_Klaus também pode fazer isso.
_Eu sei, eu senti ele tentando fazer isso comigo, mas não funciona um cancela o outro.
_Então você seria a primeira entre todos?
_Não, mas eu sou a sobrevivente de uma longa linhagem da familia Vlad, vampiros romenios, os primeiros a pisarem na terra, quer dizer, o progenitor da familia deu a luz ao virus vampiro, e então todo homem nascido na familia, já é de nascença, e toda mulher precisa ser mordida, eu posso me procriar, mas apenas com sangue puro. Bruxos e bruxas conseguiram conter o virus e cancelar com as forças da natureza e com a ajuda de um rei, que eu mesma tive o prazer de secar todo o seu sangue. 
_Se Klaus descobrir isso ele vai querer você junto das medalhas dele.
_Ele nem saberá ao menos quando eu partir, assim que ele acordar tenho um humano para alimenta-lo e você pode ficar ou vir com a gente.
_Eu quero saber mais sobre você e sua história.
_Então venha comigo.
_Mas como vai ser, bem eu gostei daquilo no banheiro, eu sei que você só queria entrar na minha mente, e vampiros novos como eu ficamos mais sensiveis, ou desprotegidos de nossa proteção, duante o sexo, ou após. Mas do mesmo jeito eu amei sua ferozcidade.
_Ele não gosta disso.
_Mas agora você pode fazer ele gostar. Mas eu sei como você se sente, eu sinto o mesmo pela Elena.
_Eu não posso simplemente controla-lo, quero que faça as próprias escolhas, no começo aceitei isso porque a familia dele me ajudou a me livrar de um outro rei, e eles criaram esse anel que uso, pra andar no sol, e a mãe dele em segredo fez um para ele, o pai pediu que eu matasse e a mãe que eu transformasse.
_E se você não o amasse teria o matado?
_Provavelmente. Eu teria matado a bruxa, mas eu senti o cheiro de lobisomen e por mais que para mim seja facil matar um, seria uma luta intensa e ele iria se envolver.
_Então não foi por nossa causa que fugiu?
_Não, eu quebrei seus pescoços tão facilmente, e por acaso no caminho encontrei a duplicata da Elena, ela estava a caminho da casa de vocês.
_Ela nem te viu?
_Não costumo ser muito percepetivél pelas pessoas ou vampiros.
_Mas foi para nós.
_Porque voces tinham uma bruxa.
_Olha ele esta acordando.
    Kai levantou derrepente puxando o ar para si como se tivesse ficado muito tempo sem ele, olhou para nós sentados cada um em sua poltrona bebendo, olhou ao redor do quarto, e deitou novamente. Apaguei a luz do quarto pois provavelmente estaria encomodando-o.
_Que tal um ultimo passeio num dia de sol?
_Ainda não, meu pescoço doi, e sinto fome.
_A dor vai passar, e não é fome e sim sede, por sangue humano._ Damon estava mais perto, ele que estava falando como tudo aquilo iria lhe parecer novo, e todas essa coisas da transformação, enquanto eu fiquei quieta e continuei bebendo o restante do meu copo com bourbon e depois que terminei sai do quarto.
    Ao fechar a porta pude ouvir ele perguntar onde eu estava indo e o Damon respondendo que não sabia, mas eu tinha um certesa naquele momento, fui até o clã local de bruxas. Elas se escondem muito bem nesta cidade e não ficam se vangloriando. Havia uma perto da porta de um bar e eu me aproximei dela, por mais que ela quizesse se defender com seus poderes eu fui em paz, não queria criar uma briga.
_O que você procura por aqui Vlad?
_A muito tempo que alguem me chama por este nome.
_Mas é este não é? O seu verdadeiro nome, criada pela primeira bruxa gemini, apos ter a familia completamente morta, trouxe a filha dos mortos, mas a tornou o predador mais perigoso do mundo. Você não pode ficar com ele.
_Disso eu sei, mas eu venho aqui para que uma mensagem seja entregue a mãe dele, ele não esta morto, mas esta sem poderes, eu segui o seu pedido de mãe.
_Se seguiu o pedido dela, é porque tem sentimentos por ele.
_Mas se nem mesmo ele conhece a minha história fica dificil de me encontrar. Veja para mim se este anel ainda funciona, por favor?_ ela pegou o anel e analisou.
_Funciona, mas esta destinado para ele usar.
_Eu sei, o anel é exatamente feito para ele, obrigada.
_Mais uma coisa, não fique muito tempo nesta cidade, o Rei acha que conhece você e ele esta instigado a conhecer mais, se ele descobrir seus segredos, não será nada bom para você ou aqueles que você ama.
_Eu não amo ninguem, não posso amar.
    Me afastei dela aos poucos, quando olhei para tras ela ja não estava mais lá, todas as bruxas sabem da minha história, e quase impossivel de esconder isso delas, mas sim eu menti para todos, Kaylie é o nome para proteger aquilo que realmente sou, é o nome da doce e pequena futura rainha de todo um clã gemini, com a familia morta por um rei por praticar magia natural, minha mãe foi instigada a usar magia negra e na morte me ressucitar e ir em busca do sangue daqueles que fizeram mal a nossa familia. Eu sou feita de toda a magia de um clã em busca de sua vingaça. Kai quando era um bruxo nem desconfiou disso, pois ele não teve as aulas da história do clã, ele nem se quer foi treinado para ser um lider, desde que nasceu seu pai o rejeitou, nunca foi sua culpa. Quando cheguei no quarto o humano já estava morto, provavelmente Damon deu a ele a refeição da sua nova vida, mas nenhum deles estava lá, e o quarto estava todo revirado, até que eu olho para as sombras e Klaus surge de lá, eles deveria estar a minha espera.
_Finalmente você chegou, docinho.
_Cadê meus amigos?
_O novato esta numa cela onde ele está protegido de luz solar, eu me certifiquei disso, e bem o outro fugiu assim que cheguei aqui. É mesmo um grande amigo que você tem.
_Ele apenas foi inteligente.
_Fiquei interessado em você e em como meu controle não funcionou em você. Eu sou um original.
_Não na verdade você é apenas um descendente, e por acaso hibrido. Sua mãe deveria ter sido cuidadosa em transformar um lobisomen em vampiro, ela criou a quebra natural, mas minha mãe me criou antes e todos descendem de mim, eu já falei que 3000 anos é muito para se viver.
_Vlad é o unico em nossa historia que descente a todos nós, ele criou para si, e todos os seus progenitores, homens ja nascem...
_E mulheres são mordidas, quem te disse isso?
_Arranquei do Damon antes dele ir.
    Ainda estavamos no mesmo lugar desde que passei pela porta, então comecei o ignorar, me sentei na cama, e peguei da cabeceira a garrafa de bourbon, e comecei a beber, olhei para seus movimentos, ele me observava o tempo todo, até ele arquear seus dentes para mim e pular sobre mim na cama, seu rosto ficou o mesmo da outra vez que eu havia visto, seu rosto estava a centimetros do meu, e sentia sua respiração sobre minha pele.
_Deixe-me te controlar.
_Não posso e não quero ser controlada, mas posso o controlar_ peguei em seu rosto e foquei meus olhos nos dele_ Me diga onde ele esta?
_No calabouço da grande casa central.
_Como eu chego?
_Tem uma passagem secreta pelo os esgotos que dara diretamente na sala dele.
_Agora eu quero que você se esqueça disso, esqueça de mim, esqueça dele, de tudo e de todos, você é apenas um hibrido que nem se lembra ao menos do nome, e vagará pelo mundo sozinho, quando nos entrar novamente você apenas me reconhecerá como alguem que salvou sua vida, mas não saberá meu nome._ ele piscou uma ou duas vezes, ele não sabia o que fazia ali, mas continuou ali.
    Rasguei suas roupas e o beijei, o mordi e destruimos aquee quarto, nem mesmo a cama ficou intacta, ambos selvagens, impossiveis de serem domados. Ele ficou lá dormindo e eu me vesti rapidamente, quando sai havia outro proximo a um carro, acho que era seu irmão, ele não disse nada, e me deixou passar, Eliajah é o seu nome, logo depois ele subiu orrendo atras do irmão, que por mais que ele tentasse usar a bruxa que fosse não iria trazer a memoria do irmão de volta. Cheguei no tal calabolso que ele disse, Kai estava franco e ainda semi transformado, ele não tinha bebido o humano e ele precisava urgentemente. Minha sorte foi que o guarda era um humano, eu o hipnotizei, e o trouxe para perto da grade, e puxei o braço para dentro, dei a primeira mordida para que Kai senti-se o cheiro, foi a unica gota ao cair no chão que ele ja havia secado o rapaz.
    Agora ele era rapido e me acompanharia, corremos até mais ou menos o celeiro que tinhamos passado a noite outro dia, lá estava Damon, porque ele não voltou diretamente a seu irmão, e Elena, mas eu percebi, que ao lado dele estava ela desacordada.
_Faça ela lembrar, porfavor.
_Faço por você, não pelo o seu irmão que esta me esperando sair para enfiar uma estaca em mim.
_Desculpe.
_Esta tudo bem_ me aproximo da Elena e fixo meus olhos no dela_Lembre-se._ depois me afasto e pego o stefan por trás, quebro sua espinha em questão de segundos que ele nem tem como reagir.


Notas Finais


Espero que gostem. E se houver algum erro desculpe.


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