História She's My Torment (Dinally) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Little Mix, Maite Perroni, Shawn Mendes, Wilmer Valderrama
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Lauren Jauregui, Leigh-Anne Pinnock, Maite Perroni, Normani Hamilton, Perrie Edwards, Shawn Mendes, Wilmer Valderrama
Tags Camren G!p, Demani, Dilmer, Dinally, Mally
Exibições 232
Palavras 1.979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hi ^-^
Desculpa qualquer erro!

Capítulo 6 - No Answer


Fanfic / Fanfiction She's My Torment (Dinally) - Capítulo 6 - No Answer

POV Ally

Chega a ser quase impossível de acreditar no que eu acabei de presenciar, voltei à sala de aula com o intuito de pegar de volta o que caderno que, por coincidência ou não, eu havia esquecido em cima da minha mesa, más ao entrar na sala vejo a Dinah deferindo um tapa no rosto da nossa professora de Sociologia.

 

:- Mas o que significa isso? – Eu não poderia ficar calada, apenas observando aquela cena vergonhosa como se nada estivesse acontecendo – Dinah, qual é o seu problema em? – Suas pupilas estavam dilatas e ela mantinha seu olhar fixo na professora Perroni, mas seja lá o que tenha acontecido nada justifica uma atitude tão infantil da sua parte.

:- Ally... É que... – A professora tentava explicar o que acabara de acontecer, mas pelo mínimo possível de se analisar, nem a mesma sabia o porquê daquilo tudo.

:- Relaxa professora, acho que antes da sua próxima aula essas marcas já saíram ou você pode cobrir com o cabelo ou sei lá, o importante é que o diretor Wilmer não veja isso da maneira nenhuma – Estava tão distraída em examinar a marca avermelhada em seu rosto que me esqueci completamente da presença de Dinah na sala relembrando apenas ao vê-la se aproximando – Não vai ao menos se desculpar com a professora? Você sabia que pode ser suspensa por isso?

:- Você sabe muito bem que eu nunca sou suspensa ou expulsa, agora com licença que o meu assunto não é com você – Ela me empurra contra a parede, fazendo com que eu bata as costas no suporte do quadro branco, onde tenho certeza que ficará marcado e vai até a professora – Espero que tenha entendido muito bem e que se lembre da nossa conversa Perronizinha ou já sabe quais serão as consequências – Dito isso, ela que estava segurando a morena pelos ombros, a solta com brutalidade fazendo com que a mesma se choque contra a mesa e faça com que seu copo que estava sob o móvel e cheio de água caia em seu pé e machuque-o com os cacos de vidro.

:- Professora! – preocupada, vou até ela sem me importa com o momento em que a Dinah sai do local – Você esta bem? – Que pergunta mais idiota, ela esta com cacos de vidro presos no pé e você vai perguntar se ela esta bem.

:- Eu acho que sim, não precisa se preocupar – Ela tenta se mover apoiada apenas em um de seus pés, mas acaba de desequilibrando e quase caindo.

:- Vem, deixa eu te ajudar – Sorrio, e logo depois de entregar-lhe sua bolsa, me posiciono ao seu lado para que a mesma se apoie no meu ombro.

 

Ao sair da sala e não encontrar quase aluno algum nos corredores julgo que todos já estão em aula e dou graças a Deus por não ter nenhuma aula nesse horário. Sigo até a enfermaria ainda com a professora Perroni apoia no meu ombro e deixando um rastro de sangue por todo o caminho por conta do corte em seu pé. Ao chegar lá, ajudo-a a sentar-se na maca e sento ao seu lado para aguardar a enfermeira que foi até o refeitório enfaixar o dedo de uma das cozinheiras, já que, a mesma havia se cortado com uma faca.

 

:- Não precisa ficar aqui se não quiser, eu já tomei muito do seu tempo – Ela estava um tanto que envergonha por toda essa situação, mas não era culpa dela se a Dinah era como as meninas sempre dizem uma ogra.

:- Que nada, e eu também não tenho nada para fazer – Falo sorrindo e balançando as pernas.

:- Posso te fazer uma pergunta?

:- Claro – Só eu percebi que ela tem a mania de ficar mordendo o canto dos lábios ou será que isso é coisa da minha cabeça?

:- Por que a Hansen não pode ser suspensa ou expulsa?

:- Ahh... É porque o pai dela é um dos sócios desse colégio e ela é a capitã do time de futebol – Falo e dou um pequeno salto para conseguir chegar ao chão e ir até a porta para ver se a enfermeira já estava chegando, mas volto ao perceber que não.

:- E ela é... Alguma coisa sua?

:- Nem amiga – Falo rindo sarcástica, mas ao mesmo tempo sentida por ter que dar uma resposta negativa quando queria que fossemos ao menos amigas – Por quê?

:- Curiosidade – Ela responde rapidamente e logo trata de mudar de assunto – A moça já está vindo? Meu pé tá doendo muito.

:- Deixa-me ver – Vou novamente até a porta, mas antes que eu pudesse abrir Maíra, a enfermeira de lá, abre a porta e adentra na sala.

:- desculpem-me pela demora, tive que resolver uns probleminhas no refeitório. Vamos ver o que eu temos por aqui – Maíra, uma senhora com seus aproximadamente 55 anos, era loira e tinhas os olhos meio esverdeados se aproxima para examinar o pé da Professora Perroni – Não é nada de mais, só vamos ter que retirar esses pedaços de vidro e enfaixar que vai estar tudo bem de novo.

:- Vai doer? Se for doer eu não quero! Não tem como dar anestesia antes não? – Rio do seu desespero e volto a sentar ao seu lado – Me dá a sua mão?

:- Tá, mas não vai doer tanto assim – Estendo a minha mão e ela aperta trancando os olhos quando vê a Maíra se aproximar com os materiais que iria utilizar, permanecendo assim até que tudo já esteja pronto.

:- Já acabou? – Ela pergunta abrindo apenas um dos olhos para olhar a Maíra.

:- Já sim – Falo rindo e desço – Agora podemos ir, eu pedi para a Jesy falar com a Demi que você estava aqui e ela deu horário vago à sala que você iria dar aula.

:- Obrigada, e obrigada a você também er... Maíra né? – Ela pergunta e a mais velha confirma sorrindo – É que eu ainda sou nova aqui, mas muito obrigada.

:- Bom, eu já vou indo para o refeitório encontrar as meninas, bom almoço para vocês.

:- Também já estou indo para a sala dos professores, obrigada novamente por tudo, e me desculpa pelo chilique é que eu não sou muito fã de sentir dor – Ela fala rindo, e terminamos de nos despedir e vamos cada uma para o seu canto.

 

POV Lauren

Depois de aturar duas das quatro aulas em que eu tinha que estar com o insuportável do Shawn Mendes, finalmente chega a hora do almoço, onde finalmente eu poderei dar a lição para aquela mariquinha aprender que não se deve mexer com as minhas amigas. Esperei pacientemente que o mesmo aparecesse enquanto estava comendo com Jesy e Ally, que se atrasou um pouco, mas logo se juntou a nós.

 

:- Ei, Mendes! – Me apresso em chegar ao seu lado antes que o mesmo se sente – Isso é pela Jesy! E isso é para você aprender a respeitar as pessoas – Falo dando-o dois murros, um em cada lado do seu rosto fazendo com que o mesmo caia no chão.

:- Sua filha de uma... – Ele levanta em uma rapidez inexplicável e vem na minha direção para acertar-me um chute, mas acabo segurando a sua perna e fazendo com que o mesmo caia novamente.

 

Depois de deixa-lo caído no chão, sigo de volta para a mesa onde estava com as meninas quando sou surpreendida por uma rasteira e acabo caindo e batendo com o braço no chão Levanto rapidamente e recebo um chute na perna, mas que não me impede de ficar de pé e acerta-lhe com uma joelha no estômago e um chute no meio das suas pernas, o que fez com que o mesmo se lançasse no chão por conta da dor, que convenhamos, eu sei muito bem como é senti-la. Sem dar-lhe tempo para que pudesse levantar, subo em seu corpo e lhe dou inúmeros socos pelo rosto.

 

:- Isso é para você aprender a nunca mexer comigo, me entendeu? – Saio de cima dele, deixando o mesmo com o rosto ensanguentado e com hematomas pelo corpo.

 

Após o ocorrido, sigo para o meu quarto acompanhada das minhas amigas, onde hora ou outra um dos amigos do Mendes passava batendo na porta e correndo para o fim do corredor, com certeza estavam tentando me amedrontar ou algo do tipo, coisa que não irão conseguir. E novamente, lá estavam eles batendo novamente na porta.

 

:- MAS QUE SACO, DÁ PARA PARAR COM ISSO?! – Eu já me encontrava no cúmulo do estresse com essas pessoas, isso já esta passando dos limites.

 :- JAUREGUI, ABRA JÁ ESTA PORTA! – Droga, dessa vez não era nenhum dos amiguinhos da turma do Mendes e sim o diretor Valderrama que estava a bater na porta do quarto então me apresso em abrir a mesma.

:- D-diretor... Desculpe-me... Eu pensei que fosse o Sha...

:- Não estou a fim de escutar explicações baratas agora! Eu estava ocupado na minha sala, resolvendo problemas pessoais da senhorita Thirlwall, quando Shawn Mendes me aparece todo arrebentado e dizendo que você havia o agredido! Com que cara acha que eu fiquei, Jauregui? Lhe espero em cinco minutos na minha sala – Ao dizer isso, o mesmo sai de lá pisando fundo no chão, fazendo com que eu o siga.

:- O que o senhor vai fazer comigo? – Pergunto depois de segui-lo até a sua sala.

:- Não irei fazer nada além daquilo que você merece – Sério, ele se senta em sua enorme cadeira de couro e me olha pensativo – Não tenho muito que fazer com você.

:- Por que não me dá uma suspenção ou algo do tipo como todo mundo?

:- Porque você não tem responsáveis para assina-la, e chega de perguntas, pois eu farei o que tiver vontade.

:- Se eu não tenho responsável, quem paga a minha mensalidade nesse colégio? Porque o orfanato em que eu vivi não tem condições nem para comprar comida o suficiente para as crianças quanto mais pagar essa mensalidade que não é nem um pouco baixa! – Eu já estava alterada por conta da briga mais cedo e agora ainda mais por nunca descobrir quem era responsável por mim.

:- Calada, Jauregui! Vá logo para o seu quarto, e a partir de amanhã você irá ter que entregar a cada professor um resumo de todas as aulas que derem por uma semana! – Saio daquela sala batendo a porta com força e volto para o meu quarto novamente sem resposta alguma.

 

POV Ally

Voltei para o meu quarto assim que o Diretor Wilmer leva Lauren para a direção. Chego e tomo um longo banho, deixando que a água morna toque o local machucado nas minhas costas como uma forma de aliviar a dor presente nas mesmas. Termino de me banhar e ponho um pijama de moletom rosa, deixando a blusa dobrada até certo ponto para fazer com que o gel que passei no machucado agisse por mais tempo.

 

:- Allyson – É impressão minha ou a Jane esta me chamando pelo meu nome e não por qualquer um dos milhares de apelidos que ela me deu nesses anos.

:- Diga – Me viro para ela enquanto me deito na cama.

:- Isso nas suas costas... Er... Me desculpe, minha intenção não era que você se machucassem – Okay, agora eu realmente estou surpresa com a atitude dela.

:- De boa – Pego um dos meus livros e viro para o outro lado, mas em poucos segundos sinto algo frio tocando as minhas costas.

:- Isso vai ajudar a melhorar logo... Eu uso nos jogos – Agora eu entendi, era um do Spray que o técnico sempre passava nela quando sofria alguma falta ou acontecia algum acidente em jogo. O comportamento dela é realmente muito estranho, chegando a assustar.

:- Dinah, qual o seu problema em? – Pergunto virando novamente para a mesma e a olhando nos olhos em busca de uma resposta.

 


Notas Finais


Novamente, desculpem qualquer erro, fiz com pressa
Besos ^-^


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