História She's Out of My League - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Luna Valente, Matteo, Nico, Pedro, Simón
Tags Lutteo, Simbar, Sou Luna
Visualizações 51
Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI, BOM A DEMORA VAI CONTINUAR PORQUE NÉ, MAS BOM, FINALMENTE ESTOU AQUI.
BOA LEITURA.

Capítulo 3 - Capítulo tres.


   - É...não, não, ela não tá afim de mim. Há poucas coisas na vida que tenho tanta certeza. A garota não gostou de mim. - Simon falou olhando para os amigos.

- Não seja tão para baixo. - Pedro disse o olhando.

- Não estou sendo..."Para baixo"? É o mesmo que eu dizer que nunca vou até a lua, e estou bem com isso também. - Simon deu de ombros.

- Você não quer ir até a lua? Mentira. - Matteo disse o olhando.

- Não, estou dizendo que nunca irei à lua e que não tem problema, porque nunca esperei ir. - Simon disse os olhando.

- Você não pode saber. Tem a tecnologia e tudo isso. - Pedro falou. - Talvez você vá até a lua.

- Ele tem razão. - Matteo disse.

- Não. Aquela garota é gostosa demais!  - Simon falou suspirando.

- É, mas você disse o mesmo sobre a Daniela e, vamos encarar, a Daniela era meio piranha. - Quando Matteo falava os meninos balançava a cabeça em sinal que ela estava vindo e parou atrás dele. - Oi. Daniela. Estávamos aqui falando de Daniela, o nome...E como é triste que não seja mais comum.

- Vá se ferrar, Manchado. - Daniela revirou os olhos.

- Não me deixou acabar. Mais comum para piranhas. - Matteo falou e ela o olhou brava e ele lançou os dedos do meio para ela.

- Simon, você vai a Branson com seus pais no mês que vem? - Daniela parou em frente a ele.

- Acho que não.

- É que eles convidaram a mim e o Ron para ir também, e adoraríamos ir, mas não se for estranho para você. Não dá para devolver as passagens e adoro Branson, mas você é que sabe. - Daniela o olhou.

- Não, podem ir. É legal. - Simon deu de ombros.

- Valeu. Certo. - Daniela o abraçou. - Tudo bem...- Se separou.

- Eu..Isso é...- Simon disse assim que se afastaram e ela saiu andando.

- Falou, ela vai levar o novo namorado para Branson, com seus pais. Não sei se eu rio ou choro. - Matteo disse o olhando.

(...)

"Os Penguins vão enfrentar os Islanders. Qual será a estratégia do jogo?"

O homem do alto falante falava. Os garotos haviam chegado onde Âmbar os convidou.

- Eu pago a primeira rodada. - Matteo disse se aproximando do balcão.

- Ah, muito obrigada. - Simon disse o olhando.

- Tenho 20. Quatro cervejas, por favor. - Matteo tirou o dinheiro da carteira estendendo para o garçom que o olhou com uma cara. - Três? - Continuo o olhando com uma cara. - Duas? - O garçom sorriu e pego o dinheiro indo pegar as cervejas.

- Ele parece legal. - Simon disse se encostando no balcão.

- Acabou a minha grana. - Matteo olhou para o chão.

Simon olhou para trás e viu Ambar vindo com sua amiga e se virou para frente rapidamente.

- Ai, meu deus. Ela está aqui.

- O quê? - Matteo o olhou e se virou. - A garota do aeroporto?

- Vou tentar ligar para ele amanhã. - Ambar disse a sua amiga e olhou para os garotos sorrindo e se aproximou.

- Não achei que ela também viria. Oi! - Simon sussurrou o começo e depois falou normalmente.

- Oi. Conseguiu os ingressos na boa? - Ambar perguntou.

- Ah, sim. Muito obrigado. - Simon sorriu.

- Legal. Deve se lembrar da Delfi. - Olhou para sua amiga.

- Oi. - Delfi disse sem algum animo.

- Olá. Claro. Não achei que você viria. - Simon a olhou. - Eu..isso é o máximo.

- Oi. - Ambar disse olhando para "manchado."

- Manchado. - Matteo falou sorrindo e Delfi olhou para Ambar com uma cara.

- Como é? - Delfi o olhou.

- Manchado.

- O quê?

- Manchado. - Matteo já falou alterado.

- O nome dele é Manchado. - Simon falou.

- Certo. - Delfi o olhou.

- É um apelido sem explicação. Não significa nada, sabe. E como Greg. - Matteo disse.

- Você se parece com um cara com quem estudei no segundo grau. - Delfi falou.

- Que colégio? Talvez fosse eu. - Matteo a olhou.

- Não, ele está em coma. - Delfi disse simples.

- Quem trouxe a mensageira da alegria? Ela precisa de algo para relaxar. - Matteo disse olhando para Simon.

- Então, vamos nos encontrar nos nossos lugares? - Ambar disse os olhando.

- Isso, perfeito. - Simon sorriu.

- Está bem. - Ambar disse e saiu com sua amiga.

- Simon, essa Ambar é gostosa pra caramba. - Os dois se viraram para o balcão.

- É, eu sei. - Simon disse a olhando, cada vez mais saia da sua vista.

- Então já sacou o que está rolando? - Matteo o olhou.

- O quê? - Simon o olhou.

- Ela está juntando você com a amiga nojenta dela. O que é perfeito, porque você adora nojentas.

- É, bom, tudo bem. A Delfi não é nojenta, só é diferente. - Simon saiu andando.

- Diferente no fato de que é nojenta e as outras pessoas não são. - Matteo saiu atrás.

(...)

Os quatros estavam na arquibancada sentados olhando o jogo.

- Qual é, Averill, marque o cara, não o disco. - Simon se levantou batendo as mãos no vidro.

- É, vai lá, otário! - Matteo disse e Simon se sentou.

- Desculpa, o cara com quem eu estava gritando é atacante, mas, por algum motivo, ele resolveu ficar atrás da linha azul com os caras da defesa. - Simon falou.

- Mas veja que eles estão atrás porque vão tentar fazer uma jogada tudo ou nada. - Âmbar falou.

- É exatamente o que está acontecendo. - Simon olhou para o telão e depois para ela.

- Droga, Fox, abaixe esse taco. - Ambar levantou gritando.

Os dois garotos se olharam e ela se sentou.

- Isso foi bom. - Ambar disse rindo.

- É. - Simon sorriu.

- É estranho ela entender tanto de hóquei. - Matteo disse.

- É, cara. - Simon murmuro.

Um dos caras que jogavam foi atingido no vidro batendo a cara.

- Oi, Ambar. - O jogador disse e saiu andando.

- O que...o Scott Reese conhece você? - Simon se virou a olhando.

- Um pouquinho. - Ela fez sinal com a mão.

- Um pouco.

- Anda, Reese, mais depressa! Você está péssimo hoje! - Matteo gritou.

(...)

- Vou pegar umas bebidas. - Ambar falou a sua amiga.

- Tudo bem.

- Vou compra cerveja. - Ambar se levantou falando aos caras.

- Ah, certo. - Simon disse.

- Squei o que está rolando. Eu vou compra cerveja com você. - Matteo se levanto. - Vocês dois ficam aqui. Conversem. - Fez um sinal para Matteo e saiu com Âmbar.

- O velho intervalo. - Simon falou a olhando.

Delfi o olhou com uma cara tipo "estranho".

Ela se levantou sentando do lado dele.

- Ouça, já qu estamos só os dois aqui, a Ambar sempre tenta me arrumar alguém. Foi por isso que me trouxe, mas não estou interessadas sem querer ofender.

- Não ofendeu. Imagino que provavelmente eu não sou o seu tipo.

- Eu estaca falando do Manchado. - Delfi franziu o cenho.

- O quê? Então, você acha que estamos aqui como dois casais? - Simon a olhou.

- Bem, acho...

- Mas isso significaria que Ambar...não...

- É. Simon, a Ambar está afim de você.

Simon se virou para frente sem saber oque pensar.



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