História Shine Forever - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags Hyungwon, Jooheon, Kihyun, Kpop, Minhyuk, Monsta X, Shownu, Wonho
Visualizações 15
Palavras 2.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, peoples!!

Esta é a primeira vez que tento escrever sobre um grupo que eu amo, amo muito, amo loucamente (certo, já deu pra entender, ok?? bora continuar??) os renders usados na capas, não são meus, pertencem à xRaikoo,no devianart. O link estará lá no final, dê uma olhada no bom trabalho que a pessoinha compartilha, combinado?

Bem, sem mais delongas, bora ler ;)

Capítulo 1 - Broken Heart


Fanfic / Fanfiction Shine Forever - Capítulo 1 - Broken Heart

As ruas de Seoul estavam horrivelmente agitadas, típico final de domingo, embora já fosse tarde da noite. Mais do que inconveniente, era assustadoramente perigoso para Wonho, que dirigia loucamente pela cidade, tenso e com os nervos à flor da pele. A staff, lógico, estava desesperada procurando por ele, assim como os outros membros do grupo, cada um com seus próprios managers, percorrendo as movimentadas ruas da cidade em cinco vans pretas. Wonho, obviamente, não queria ser encontrado, principalmente por ele, não conseguia tirá-lo da cabeça, a maldita cena de Chang beijando aquela garota o enfurecia, repetindo de novo e de novo e de novo nos seus pensamentos. Seu coração doía como se alguém o apertasse fortemente entre as mãos. Para que nenhum deles conseguisse alcançá-lo, ainda que o dormitório do Monsta fosse próximo ao restaurante, coisa de quinze minutos, deu várias e várias voltas pela cidade tentando despistar os meninos e a staff. Quando por fim despistou o que parecia ser a última van, seguiu direto para o alojamento da Starship.
A visão, turva pelo choro atravessado em sua garganta, quase lhe custou a vida meia centena de vezes, entre batidas e curvas acentuadas. Por pouco não bate de frente com um caminhão de grande porte, parando bruscamente no sinal vermelho com praticamente metade do carro já na faixa de pedestres. — Que droga. - gritava batendo no volante, parado no sinal, seria apenas mais um na sua vasta coleção de semáforos vermelhos que furou sem nem sequer se dar conta. A maldita cena continuava a vir repetidas e repetidas vezes, tentava não chorar, tentava com todas as forças ainda que algumas lágrimas escapassem. Foi tudo em vão quando olhou para o lado e viu, no banco do carona, o buquê de gerânios e a pequena caixa de veludo branco dentro da qual estava o par de alianças que daria aquela noite à Changkyun, na frente de todos os membros, e lhe pediria em casamento. Feitas em ouro branco, as alianças tinham pequenos detalhes, como o X característico de cada um e os nomes tanto dentro com a data quanto fora, feitos em ouro amarelo.

Ainda se lembrava do desgraçado tentando se explicar, chegando próximo ao prédio  da empresa — Shin, não... Não é o que está pensando, eu... Eu posso explicar. - o rapaz tentava se justificar em vão. Não queria explicações, principalmente se fossem vindas dele, quando já o tinha pego no ato beijando aquela garota na frente de todos eles. Ria louca e tristemente de tudo aquilo agora, com um tom debochado e dizendo a si mesmo como foi idiota em acreditar nele. Mas nada disso importa mais. Não iria sustentar um relacionamento que, pelo visto, nunca existiu a não ser para ele. Como sempre, o porteiro o cumprimentou ao entrar na garagem, mas nem sequer deu atenção, deixou o carro na costumeira vaga mais ao fundo e rapidamente se dirigiu ao elevador.

— Shin, eu comp... - Minhyuk, que preferiu não ir no jantar e ficou para comprar mantimentos, tinha acabado de chegar com dois grandes pacotes de compras e estava separando os produtos para guardá-los quando tentou lhe dizer algo, mas o rapaz entrou tão rápido que nem sequer o notou. Foi direto para o quarto, saindo com uma mochila nas costas e uma pequena mala na mão tão rápido quanto entrou. — Francamente, o que deu nele hoje? - ainda se perguntava quando Kihyun saiu do banho, uma toalha em volta da cintura e outra enxugando os cabelos, com um expressão preocupada ao vê-lo sair daquela forma.

— Vá atrás dele, algo está errado. Muito errado. - nem sequer olhou para o lado quando disse autoritário para o amigo segui-lo.

— Mas … e o nosso jantar? - ainda estava separando tudo, inclusive os legumes para o jantar, quando o viu parado junto à porta do quarto, com o indicador apontando para a porta da frente e a toalha que usou para secar o cabelo na mão esquerda. — Você... Sabe de alguma coisa, Kihyunnie?

— Vai! - não estava brincando, Minhyuk percebeu logo de cara quando o ouvi repetir a ordem com ainda mais autoridade. — Eu cuido do nosso jantar, se é que alguém vai querer comer depois disso...

Não esperou por uma terceira ordem, deixou o que estava fazendo, pegou a chave da moto e o capacete e saiu. Não precisou seguir, ou procurar por ele pela cidade, sabia muito bem onde encontrar o amigo. Kihyun vestiu apenas uma bermuda escura e uma regata branca, literalmente, já havia se tornam hábito dispensar suas cuecas. Passados alguns minutos, os demais chegaram, I.M sem dúvidas o mais desesperado abriu a porta de tal maneira que por um instante todos acharam que ela havia quebrado.  Shownu e Hyungwon chegaram juntos, ofegantes, com certeza correram para alcançar o mais novo junto com toda a staff que ficou no corredor.

— Onde ele está?! Shiiiin!! - o maknae perguntou aflito, revirando os quartos, o banheiro, abria bruscamente toda e qualquer porta do apartamento deles. Gritava com uma voz rouca, meio abafada, à quem quisesse ouvir ou tivesse uma resposta.

— O que você fez com ele? - a voz de Kihyun era suave, mas o modo como falava por si só já intimidava o rapaz. Depois de tanto tempo sempre aos cuidados dele, I.M. sabia muito bem quando ele falava seriamente.

— Foi apenas um mal-entendido, ele… - Shownu começava a falar mas não deixou que continuasse.

— Perguntei para o nosso maknae. O que você fez com ele, Chang?! - estava visivelmente nervoso, apontando a faca com a qual estava picando os legumes diretamente para o garoto. O líder, muito sem graça, ficou quieto e, quando Hyungwon tentou defendê-lo fez apenas que não com a mão, pedindo que ficasse quieto também. Chang sequer tinha coragem de olhar nos seus olhos, estava muito envergonhado e apenas abaixou a cabeça e começou a chorar, caindo de joelhos no meio do corredor entre a sala e a cozinha.

— Acho que.. eu posso explicar. Foi apenas…

Kihyun imediatamente dirigiu um duro olhar de reprovação para a garota que acabava de entrar na sala, quase fulminando-a com os olhos apenas por ouvir sua voz. Vê-lo morder o canto direito do lábio inferior foi o bastante para que Shownu percebesse que aquela situação iria piorar ainda mais se não fizesse algo, e rápido, para tirar a jovem dali imediatamente.

— Olha, eh… depois a gente se fala, tudo bem. Não é uma boa hora agora, vou chamar um táxi pra você ou pedir que um dos nossos managers te levem pra casa. - rapidamente a fez dar meia volta, com uma das mãos no seu ombro e falando discretamente esperando chamar a menor atenção possível. Ainda estava saindo quando Chang levantou a cabeça em direção ao rapaz, enxugando as lágrimas ainda soluçando.

— Hyung, por favor… estou te implorando. Sabe onde ele está? - o maknae tinha no rosto a expressão mais triste, mais desolada, que Kihyun já presenciou em toda a sua vida. Qualquer pessoa, no seu lugar, estaria de coração partido mas, para aumentar ainda mais a infelizmente do garoto, Kihyun continuava irredutível e sentia o peso do olhar de reprovação do hyung.

— Não sei, Minhyuk foi atrás dele. - respondeu num tom frio e insensível, sempre olhando nos olhos do mais novo. — E pelo visto, acho que você realmente não merece saber, Chang. Espero que seu jantar de aniversário tenha saído como esperava, Shownu. - disse por último, olhando fixamente para o líder que acabava de voltar. Deu a costas para os membros e voltou para a cozinha sem dizer nada mais. Os meninos não entenderam nada, mas ao que parece o líder entendeu, muito bem, pois na mesma hora sua expressão se tornou carrancuda e voltou a sair, batendo a porta bruscamente. I.M se levantou e foi para o banheiro, não disse nada, não fez nada, não levantou a cabeça momento algum, simplesmente entrou para o banheiro. Estava destruído por dentro, arrasado de todas as formas.

Se estava difícil para I.M, muito pior estava para Minhyuk. Conhecia Wonho como a palma da sua mão, sabia que, quando algo o aborrecia ou se sentia sufocado, só havia um lugar onde o amigo ia se refugiar: um antigo hotel nos arredores da cidade, mais afastado da agitação e desconforto da capital, ficava pouco mais de uma hora de viagem indo de carro ou moto.

Os meninos já eram mais do que conhecidos pelos funcionários do hotel, Minhyuk chegou já perguntando, logo de cara, qual quarto o amigo estava e subiu rápido as escadas. Parou em frente ao quarto 14 que lhe fora indicado e bateu várias vezes na porta, sem resposta.

— Shin, abre a porta, sou eu. Por favor, cara, me deixa entrar.

— Vá embora, eu quero ficar sozinho Minhyuk. SOZINHO!

— Eu não vou embora. Não vou te deixar sozinho, é meu amigo e estamos preocupados com você. -depois de responder, Wonho ficou calado e, por um momento, Minhyuk achou que tudo estava perdido e ela não o deixaria entrar. Depois de um breve momento de silêncio, ouviu barulho de chaves e a porta se abriu. Wonho voltava para junto de uma janela que ficava de frente para a porta na direção oposta no pequeno quarto, onde havia uma cama simples.

Sentou de lado para a janela, junto à cabeceira. Os olhos estavam vermelhos e inchados, havia muitas pétalas pelo quarto e as alianças numa escrivaninha junto à porta.

— Fez uma bela festa aqui, hein. - disse ao olhar para o buquê estilhaçado no chão e as bolsas largadas próximo ao banheiro, mas o rapaz não lhe deu atenção, apenas virou o rosto para a janela. — Estas são as... - ia perguntar sobre as alianças mas na hora percebeu que era uma péssima ideia, ele começou a chorar outra vez e escondeu o rosto entre as pernas se cobrindo com os braços. Voltou na recepção e pediu algo para comerem e um calmante, dispensando o serviço de quarto, achou melhor que ele mesmo levasse tudo para o quarto. Já passava de uma hora da manhã quando Wonho finalmente conseguiu dormir, e preferiu não incomodá-lo, passou todo o tempo ou em silêncio mórbido ou chorando. Pela manhã, o convenceu a voltar para o alojamento do grupo, não sem muito trabalho é claro. Combinou de buscar a moto ainda naquele dia, à tarde, e colocou o amigo no banco do carona. Continuava sem dizer uma única palavra, apenas o mesmo olhar abatido e tristonho, e por este e vários outros motivos percorreu todo o caminho pensando numa forma de como colocar os dois sob o mesmo teto sem que aquilo virasse uma situação ainda mais insustentável. Chegaram no prédio da Starship por volta das 8:00hrs da manhã, e tão logo entraram na garagem os celulares de ambos vibraram com as inúmeras notificações de mensagens e ligações dos managers, staff, membros do Monsta e até mesmo os CEO.

— Quer… que eu ligue para algum deles? Shownu -hyung? Hyungwon? Kihyunie?... Er…

— Kihyunie. - disse, tão baixo que parecia quase um sussurro.

— Certo. Kihyunie. - em poucos minutos o homem chegou na garagem e conversaram por alguns instantes. Assentiram com a cabeça e voltaram para junto do carro.

— Vamos. - disse para o rapaz no carro, e subiram. Com muita conversa e uma certa influência de Kihyun como o melhor vocal da empresa, conseguiram que Wonho passasse alguns dias no andar acima do Monsta, nos alojamentos que estavam vagos enquanto não contratassem outros trainees. Trouxeram todo o essencial para ele passar até uma semana e o deixaram arrumando suas coisas para lhe dar, inclusive, algum espaço pessoal.

De fato, trouxeram de tudo, desde cuecas e alimentos ao mais supérfluo como balas e  fones de ouvido. Mas o carregador ficou para trás, era uma bobagem, sabia  disso, mas queria ligar para os pais, saber notícias, distrair. Decidiu ir ele mesmo buscar, o pessoal estava gravando e não teria como pedir a ninguém que fosse em seu lugar de qualquer forma. Havia conversa alta e muito barulho quando chegou no alojamento, mas nem sequer deu atenção até entrar. A mochila que trazia para guardar de volta no lugar caiu no chão, deslizando por seu ombro e ali ficou, e também ele, imóvel e incrédulo com o modo como os dois discutiam na sala de estar, mas para ele, isso pouco importava.

— Não, eu não quero saber!! Sai da minha casa, agora! Eu... - Changkyun gritava e apertava com força o braço dela, empurrando-a para a porta, ao passo que a própria "intrusa" resistia e vociferava à altura. Mas tudo parou quando o viram, junto à porta, comprimindo os lábios e os olhos se encherem d'água. Ao perceber que ele seguiria em sua direção, Wonho saiu imediatamente dali, batendo bruscamente a porta. Não queria mais explicações, não precisava delas, não precisava de nada, apenas sumir. Ao sair correndo, de cabeça baixa, acabou por esbarrar violentamente contra Minhyuk, que voltava do estúdio. Apenas o olhou, em um breve momento, e o abraçou, tão forte quanto podia, e deixou que todos aqueles sentimentos viessem à tona através de suas lágrimas. Minhyuk retribuiu ao abraço, sem nada dizer. Sua camisa estava já estava tão molhada quanto amarrotada quando o levou de volta para o seu novo quarto, ambos em silêncio, e então esperou que o amigo se acalmasse.

— Você... Quer falar sobre isso? - perguntou, quando pôde juntar coragem o suficiente depois de vê-lo mais tranquilo. Nada respondeu, apenas abraçou as pernas, com a caneca de café em uma das mãos, olhando através da venessiana que ficava de frente para a rua. Escondeu o rosto até a altura do nariz entre os joelhos, e por um momento Minhyuk achou mesmo que ele voltaria a chorar. Sentiu-se mal por isso, e desde então não perguntou mais nada. Sabia que, se ele quisesse, falaria sobre o assunto cedo ou tarde.


Notas Finais


Olha, vocês leram mesmo n.n

Então, o Wonho tá muito chorão vocês não acharam não? coitado do meu bias kkkkkkk criticas, sugestões, ou alguma ideia? Deixem aí nos comentários, ok? Tentarei ler e responder o máximo possível, vai que vocês acertam? haha

Encontrou erros? Suplico, por amor à Starship, me digam nos comentários quais são e onde estão, serei muito grato o.O
por fim, aqui está o link da xRaikoo, onde encontrei as imagens: http://xraikoo.deviantart.com/

Até semana que vem, pessoinhas :3


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