História Shippar? Quero! - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~yourhighness

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags 30dwc, Baeksoo, Baekyeol, Chanbaek, Chankai, Fanxing, Hunhan, Kaisoo, Sebaek, Sekai, Xiuhan
Visualizações 959
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nem sei o que dizer
só calma lá que logo aparece outros personagens
que vai rolar interações com outros
só calma lá hein
/apanha

Capítulo 8 - Sonhos calientes e pacto com SatanSoo


 

As mãos buscavam afoitas a barra da camiseta, com o intuito de retira-la às pressas do corpo alheio. Nunca pensou que poderia sentir tanta necessidade de tocá-lo, de sentir sua pele. Se Jongin voltasse a agarrá-lo pela cintura, poderia sentir claramente a temperatura de seu corpo - que provavelmente estava igual a sua. Se já tinha uma ideia em como o outro estava, somente por sentir aquele tecido todo em seu tronco formigar em agonia para ser retirado, provavelmente Chanyeol também gostaria de se livrar das peças de roupa. E, certamente, voltaria a aperta-lhe com vontade assim que o tivesse detal forma. Exatamente da mesma forma que as mãos de Chanyeol apertava seus ombros. Elas subiam por seu pescoço e se embrenhavam nos fios de cabelo do moreno, puxando e acariciando. Ambos já estavam uma bagunça, mas apesar disso, os lábios não conseguiam deixar de fazer barulhos obscenos e preencher aquele silêncio que se fazia na cozinha a noite.

Pois quando as coisas são feitas às escuras e às pressas para que ninguém veja, tudo se torna mais intenso e mais excitante.

Era calor de mais para assimilar. As maçãs do rosto dos dois rapazes estavam rubras e quentes, e nenhum deles sabia como aquilo havia começado.

Como Jongin terminou aos amassos com Chanyeol na cozinha. Com beijos lascivos e mãos curiosas por dentro de sua camisa de pijama. E muito menos como podiam estar tão duros um pelo outro, quando eram dois homens e viviam sobre o mesmo teto.

 

—Jongin… hm…

 

Era incrível como aquele garoto era barulhento, até mesmo quando não deveria o ser. E isso deixava o mais baixo irritadiço, levando-o a selar os lábios nos do outro, mordiscando o inferior; trancando entre os dentes e chupando até que ficassem vermelhos e inchados. Só assim para ele fazer silêncio, e então Jongin podia voltar a deslizar os lábios sobre o pescoço de pele branca, e marcá-lo como gostaria de ter feito nos últimos dias. Chanyeol apertava o Kim onde suas mãos bebadas conseguiam tocar. Era algo que não se achava ponto fixo, pois queria alcançar qualquer parte do moreno. Os ombros, os braços; então deslizava para a cintura e trazia o corpo para mais perto do seu, podendo sentir o calor que emanava da pele de Jongin por de baixo dos tecidos.

Quando ambos sentiram as virilhas se chocarem, não conseguiram conter um gemido baixo que escapou entre o beijo, pois os membros excitados agora de roçavam um no outro, e os quadris mexiam-se de forma insinuante. O ar em torno parecia diminuir; ficar quente, deixando ambos enlouquecidos por mais. Chanyeol, com o final das costas um pouco doloridas por estar sendo prensado contra a pia, resolveu que era hora de mudar as posições ali, levando o corpo de Jongin contra a parede atrás de si.

O moreno gemeu quando deu-se por conta que suas costas deram contra a parede fria, e o corpo de Chanyeol veio segundos depois, contra o seu, voltando a pressionar suas intimidades com mais vontade ainda. As mãos do Kim se ocupavam em arranhar as costas ainda cobertas pela camiseta, enquanto conseguia ouvir claramente a respiração descompassada de Chanyeol ao beijar logo abaixo de seu ouvido.

Já havia marcas escuras em ambos os pescoços, e marcas de apertos fortes de mais na cintura e braços. Não é como se quisessem parar, muito pelo contrário. Quando Jongin desceu os dedos magros em direcção ao volume entre as pernas do Park, o maior quis poder estar sem roupa alguma para que pudesse sentir aquilo melhor. A forma como, agora, a mão subia e descia em seu falo de uma forma vagarosa, que lhe torturava a mente e fazia seu corpo estremecer pedindo por mais. Bem mais que somente uma masturbação as escuras.

 

—É errado eu querer foder com você agora? -Perguntou Jongin, com voz rouca e o mais baixo possível para que ninguém acordasse.

 

Ele conseguiu ver como a pele do outro se arrepiou com a frase, e como talvez, Chanyeol quisesse aquilo muito mais que ele próprio. Só não sabia como dizê-lo.

Foi a vez de Jongin segurar os lábios um contra o outro para que não gemesse quando a mão alheia veio lhe apertar tão forte. O moreno revirou os olhos em resposta, colocando a cabeça para trás em encontro a parede, enquanto sentia seu membro ser acariciado sobre o tecido e pulsar em torno da mão que o fazia.

 

—Você por si só já é um erro, Jongin.

 

Quando o mais novo sentiu sua camiseta ser erguida, e a ponta dos dedos do maior fazerem cócegas em sua virilha para depois adentrar sua boxer e finalmente tocá-lo, Jongin gemeu alto o suficiente para fazê-lo acordar na vida real.

 

Pois é, tudo foi um sonho. Uma desgraça de sonho.

 

E o quê e quem Jongin culpou assim que acordou com aquele volume entre as pernas? Sim, fanfics e Park Chanyeol.

Demorou um pouco pra acordar como uma pessoa decente e colocar os pés pra fora da cama. As pernas estavam um pouco tremulas, e só os deuses deveriam saber o quanto Jongin estava irritado naquele momento. Com tantas mulheres bonitas para se imaginar naquele tipo de situação, havia de ser logo com o dumbo orelhudo? Deus não podia logo matá-lo ao invés daquilo?

 

Ok, exageros a parte. Ainda sim, não havia gostado NADA da ideia de ter sonhado com Chanyeol daquele jeito.

 

Foram, provavelmente - para não dizer certamente -, aquelas fanfics idiotas que leu. Mas porque só Chanyeol lhe deixou afetado desse jeito? Talvez fosse porque não conseguisse pensar em KyungSoo dessa forma. O parceiro de quarto não chorava em Marley e Eu, pra Jongin não existia coração dentro do amigo, só crueldade mesmo. E Sehun, bem, ele era legal, era seu amigo e era muito bonito por sinal, mas… Chanyeol havia se tornado o problema.

O moreno levantou de péssimo humor, e para ajudar seu humor a melhorar, eram cinco e meia da manhã e todos ainda estavam dormindo.

 

—Ótimo, era isso mesmo que eu precisava. -Reclamou baixinho, sentindo a garganta arranhar e a voz saindo como um gato sendo estrangulado.

 

Ao menos ninguém ouviria qualquer ruído que ele fosse fazer em seu banho frio, porque sinceramente, chega de passar vergonha nas primeiras horas de seu dia.

 

***

 

Mais tarde naquele mesmo dia…



 

—KyungSoo!

—…

—KyungsSoo! Quanto tempo mais vou ter que ficar aqui? Jongin não vai me desculpar se eu continuar sentado dentro desse…

—Entrar dentro de um círculo de sal te protege de energias negativas, Chanyeol. *sorriso do verdadeiro satanás*

—Então era para o Jongin estar sentado aqui, e não eu! Ele que está com uma aura negra em volta de si. E esse papo de energias negativas, você aprendeu com o Lay?

 

Chanyeol ganhou um tapão na nuca e um olhar que congelaria Arendelle duas vezes.

 

—Eu sei o que eu estou fazendo okay? Agora repita comigo: Eu juro solenemente…

—NÃO FAZER NADA DE BOM!

 

KyungSoo revirou os olhos ajeitando-se na cama. Aquela cena precisava ser filmada, pois sua crueldade nunca havia chegado a tal ponto. Estava sendo lindo - para não dizer cômico de mais - ver Chanyeol sentado em círculo de sal, depois de desenhar um pentagrama em uma folha, e agora ele estava prestes a orar para um coelho de pelúcia rosa - que estava no meio do pentagrama na folha.

Que ritual lindo. E tudo isso porque o Park veio até ele desesperado, em busca de uma forma de pedir desculpas ao companheiro de quarto. Claro que KyungSoo não se meteria na relação alheia, e nem nos problemas que Chanyeol arrumava com outros membros - mesmo que soubesse que só bastava o Yoda pedir desculpas com jeitinho que Jongin aceitaria. O baixinho era cruel a ponto de gostar ver o maior pagar altos micos. E um deles era aquele ritual que ele havia inventado, dizendo que se ele fizesse essas coisas, o Kim ficaria mais ameno e eles poderiam fazer as pazes.

 

Pena que KyungSoo não teria como repetir aquilo - talvez com Tao ou Baekhyun. Pensaria nisso mais tarde.

 

—Nada de bom você já sabe fazer, neh Chanyeol!

Poxa vida! Será que nunca conseguiria dar uma dentro?

—Kyung, não olha agora, mas acho que o pato veio se vingar pelo dono...

 


Notas Finais


Jureg que escreveu isso
foi eu não
bjbj


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