História Shokugeki no Souma: Raoni Evaresto - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~UKishine

Postado
Categorias Food Wars: Shokugeki no Souma
Personagens Personagens Originais
Tags Raoni, Shokugeki No Soma
Exibições 37
Palavras 3.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Romance e Novela, Shounen
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Velhos Amigos e a Voz do Anjo que Vive no Mundo


Raoni ficou olhando para todos. Sua memória começou a fazer se lembrar de dias passados que nunca mais voltariam.

- Ué, por que ele está com essa cara de idiota? – perguntou Shinomiya grosseiramente.

- Idiota é você, além de um panaca insensível. – falou Raoni em tom rude.

Todos ficaram espantados com a audácia de Raoni ao falar mal de Shinomiya, que este estava com as veias do rosto saltando furiosamente.

- Tá querendo ser expulso, alunozinho? – falou ele ameaçando, chegando mais perto de Raoni.

- Tá querendo comprar briga Gin no Naifu Shinomiya (Faca de Prata)? – disse Raoni.

Shinomiya deixou transparecer sua surpresa. “Como ele conhece esse apelido?”, ele pensou.

- Pirralho Maldito? – perguntou Shinomiya a Raoni.

- Sabe ouvir isso soa muito nostálgico, e nós somos jovens, Faca de Prata. –disse Raoni estendendo a mão para Shinomiya.

Shinomiya apertou sua mão surpreso: - Não imaginava o ver de novo. Nosso último encontro foi há seis anos.

- Pois é, né, olha como o tempo voa. – e nisso Raoni deu uma chave de pescoço em Shinomiya. – Estou esperando notícias de vocês há mais de seis anos!

Shinomiya começou a mudar de cor, e depois de uns segundos, já estava jogando a toalha. Ele o soltou onde caiu sentado no chão, massageando o pescoço.

- A vida não tá fácil né, Shino? – disse Luna lhe estendendo a mão.

Shinomiya aceitou a ajuda: - Luna? É você mesmo? É mesmo a menina-demônio que vi naquele dia?

Luna deu uma tossida constrangida: - Isso foi há muito tempo atrás Shino, eu mudei. Larguei aquela vida, assim como o Raoni. Não fazemos mais isso.

- Sério? Isso é muito bom. – disse Shinomiya esboçando de leve um pequeno sorriso, que desfez para que ninguém percebesse.

- Hinako! Estava com saudades. – disse Raoni meloso indo abraçar Hinako, que também estava melosa e foi abraçá-lo. Quando se abraçaram, Hinako tentou socá-lo na barriga, onde Raoni, já percebendo a intenção da amiga, defendeu o soco segurando seu punho. Nisso, começou-se um combate entre Hinako e Raoni, trocando golpes e contra-ataques fervorosos. Eles se distanciaram, ainda mantendo as posições de luta, mas com um sorriso travesso no rosto.

- Vejo que tem treinado muito bem desde que foi embora, Chiisana Choo (Pequena Borboleta). – disse Raoni fazendo a reverência das Artes Marciais Orientais.

- Você está melhor do que a última vez que nos encontramos Tetsujin (Homem de Ferro).  – disse Hinako retribuindo a reverência. – Mas me deixa acertar um só.

- Por quê? Nunca.

- Já se esqueceu do ocorrido de quando fomos ao Brasil?

- Aí depende. De qual merda você tá falando?

- De quando entrei no depósito de armas por engano.

- Aí você vai ter que confessar que a culpa foi sua. E se eu não tivesse feito aquilo, a essa altura, você estaria morta.

- Sim, mas... – falou Hinako meio vermelha.

Todos apenas observavam a cena e ouviam a conversa.

- Eu falei que não era para considerar, já que você fez comigo quando era moleque. Em criança não conta.

Todos já estavam estranhando o rumo da conversa.

- Mas foi duas vezes. Você roubou minha pureza duas vezes naquele dia. – disse ela ficando mais vermelha ainda.

Agora sim todos já estavam entendendo errado, exceto por Gin, que sabia do que estavam falando. Erina, uma grande fã de romances, já começou a imaginar uma série de coisas erradas.

- Fez todos aqui agora pensarem em coisas erradas. – falou Raoni relembrando a amiga que estavam sendo assistidos.

Nisso, Lucas se manifestou: - Raoni, eu sabia que você era foda, mas essa passou dos limites! O que você com a pobrezinha?

- Resumindo de forma rápida: na época, essa jumenta entrou no depósito de armas atrás do Shinomiya. Ela foi cercada pelos nossos, que começaram a questioná-la. Quando cheguei lá, ela estava derramando litros de lágrimas e os caras rachando de rir dela.

- E a parte impura?

- Eles começaram a desconfiar que ela fosse uma policial infiltrada, aí eu disse que ela tava comigo. Mas os caras não levaram na fé e pediram para eu provar. Eu vi que tava sem opções, então eu tive que beijá-la para mostrar que ela era minha garota.

Todos estavam boquiabertos.

- Tá, e essa segunda vez que ela tá falando?

- Os caras não se covenceram com o beijo, e então pediram para eu dar um com bastante carnalidade, sabe, muita luxúria, muita pegada.

- E você fez isso? – quem perguntou foi Donato.

- Antes a vida do que a morte, né? É eu fiz. – então ele se virou para Hinako. – Eu já pedi desculpas milhares de vezes, e já disse que aquilo não conta.

- E a parte impura, cadê?

Raoni deu uma tapa de leve na cabeça de Lucas: - Ô Lucas, se esqueceu de que o primeiro beijo das garotas japonesas é algo importante para elas?

Lucas estranhou no começo, mas então se tocou: - Ah, é mesmo. Caramba Raoni, você é uma besta tarada. – disse o amigo dando uma risada maliciosa.

- Preciso contar a eles aquela história? Sabe, da garota, o banheiro químico... – disse Raoni olhando o amigo de canto.

Lucas gelou na hora: - Não abra o bico sobre essa história, você prometeu.

- Então fica de bico fechado.

Nisso, Shinomiya interviu na conversa: - Falando nisso Raoni, como vai sua mãe?

Erina, Hisako, Lucas e Luna ficaram temerosos, mas Raoni falou diretamente: - Ela morreu. Três meses depois que vocês foram embora.

Shinomiya transpareceu uma reação de surpresa, depois mudou para uma expressão triste: - Me desculpe, eu não sabia. Ela era uma boa mãe.

- A melhor. – ressaltou ele. Mas então ele mudou para um sorriso caloroso. – Mas vamos esquecer assuntos tristes. Contem-me, como tem sido a vida de vocês desde aquele dia?

E então eles se sentaram e, junto do café do Raoni, ficaram conversando até a hora da recepção.

- Raoni, por que não faz uma entrada de introdução para os alunos? Você ainda toca, não é? – perguntou Gin.

- O que? Não é meio fora do assunto isso? – falou Raoni.

- Seria muito bom ouvir você tocar, afinal, não pode garantir a sua sobrevivência aqui neste acampamento. – disse Hinako sombriamente feliz.

- Chuta que é macumba, vira essa boca para lá, Hinako. – disse Raoni meio bravo. – Quero me formar e abrir meu próprio restaurante aqui no Japão, para que nunca mais precise voltar ao Brasil. Deus me deu a chance de me erguer, não vou desonrá-lo. – disse Raoni olhando para trás. – Não se preocupe, não vou jogar fora essa chance que você me deu.

 Erina e Hisako estranharam o ato de Raoni, porém, o resto do povo sabia o que aquilo significava.

- Tudo bem eu toco. Alguém tem uma preferência? – suspirou Raoni cedendo a proposta.

- Toca Korn. – disse Hinako animada levantando a mão.

- Isso é um acampamento escolar, não um show de Heavy Metal.

- Então toque alguma música brasileira. – recomendou Gin.

- Muitos alunos não devem saber o português, então negado.

- Que tal alguma música tranquila em inglês? – falou Fuyumi.

- Hmm, é uma boa, mas qual?

- Que tal aquela 93 Million Miles do Jason Mraz? – recomendou Luna. – Você parece até um anjo cantando essa música.

- É, é uma boa. Deixem-me pegar meu violão lá no jipe.

Passado alguns minutos, Raoni voltou com seu violão, de cor vermelha com detalhes pretos.

- E aí, vamos botar para quebrar? O pessoal já esta aguardando no hall de entrada.

E nisso, eles foram. No hall de entrada, todos aguardavam para o que estava por vir. Nisso Raoni apareceu, sem seu violão, informando aos alunos.

- Bem-vindos ao Acampamento Escolar. Como já sabem, mas para aqueles que não me conhecem, sou Raoni Evaresto do 1º ano, chefe do Conselho de Segurança da Academia Tootsuki. Antes de dispensarmos vocês para que possam começar a rotina amanhã, a Diretoria da Academia promoveu dois eventos para este momento de boas-vindas: que conheçam os seus examinadores e uma canção de boas-vindas oferecida por mim.

Dava para se ver as expressões engraçadas de todos. Raoni conteve sua risada e continuou: Então, sem mais delongas, deem as boas-vindas aos examinadores do Acampamento Escolar.

E nisso, Shinomiya e companhia adentraram o palco, sendo admirados por todos os alunos, até o medo se instaurar quando Shinomiya expulsa um aluno por causa do cheiro de seu xampu. Raoni estranhou sua atitude. Não era do feitio do Shinomiya ser tão extremo com alguém com um mero detalhe. Ele decidiu questionar o amigo mais tarde. Depois do discurso de Gin, ele deixou o palco para Raoni para que pudesse cantar. Raoni trouxe seu violão e uma pequena caixa de som. Ele conectou o cabo na caixa e depois no violão. Ele testou para ver se não havia notas desafinadas e então começou a tocar e cantar.

- 93 million miles from the sun
People get ready, get ready
Cause here it comes, it's a light
A beautiful light, over the horizon
Into our eyes
Oh, my, my, how beautiful
Oh, my beautiful mother
She told me, son, in life you're gonna go far
If you do it right, you'll love where you are
Just know, wherever you go
You can always come home

240 thousand miles from the moon
We've come a long way to belong here
To share this view of the night
A glorious night
Over the horizon is another bright sky
Oh, my, my, how beautiful,
Oh, my irrefutable father
He told me, son, sometimes it may seem dark
But the absence of the light is a necessary part
Just know, you're never alone,
You can always come back home
Home
Home
You can always come back

Every road is a slippery slope
But there is always a hand that you can hold on to
Looking deeper through the telescope
You can see that your home's inside of you

Just know, that wherever you go,
No, you're never alone,
You will always get back home
Home
Home

93 million miles from the sun
People get ready, get ready
Cause here it comes, it's a light
A beautiful light, over the horizon
Into our eyes

Sua voz parecia a de um anjo cantando. Ela carregava consigo a paz e a tranquilidade de espírito para qualquer um. Ao final, ele foi aplaudido fervorosamente por todos, inclusive por Gin e os outros, que estavam extremamente felizes por ouvi-lo cantarem. A noite veio e todos foram ao seus quartos depois de um bom banho. Quando Raoni saiu do banho e foi até o seu quarto, se trocou e foi dormir mais cedo para estar disposto para o próximo dia.

...

...

...

Quando a porta do quarto de Raoni fecha, outra se abre. A porta do quarto de Erina se abre numa leve finta, com Hisako olhando.

- Ele já entrou Erina-sama. – avisou Hisako.

E nisso, as duas saíram e passaram rapidamente pela porta do quarto de Raoni. “Desculpe-me, Raoni-san, mas não consigo conter minha curiosidade em relação aos seus pais”, pensou a menina pedindo desculpas mentalmente. Ao chegar ao hall, na área do bar, encontrou Shinomiya e os outros conversando. Quando vira ela, a cumprimentaram. Elas se sentaram ao lado deles e então começou.

- Veteranos vocês conhecem o Raoni há bastante tempo, não é? – Erina perguntou.

 - O certo não seria dizer a muito tempo, mas sim, temos um bom tempo de convivência. – disse Hitoshi dando uma leve coçada no queixo.

- Vocês sabem alguma coisa sobre os pais do Raoni? Pelo o que percebo, é quase como um tabu tocar esse assunto perto dele. – disse Hisako explicando.

- Bom, nós conhecemos a mãe dele, porém, nunca conhecemos pai dele.

- Como era a mãe dele?

- Era uma mulher muito doce. – quem respondeu foi Shinomiya. – Eu nunca vi uma mãe mais amorosa e preocupada como a mãe do Raoni. Ela sabia que ele levava uma vida que beirava entre a vida e a morte, mas ela toda vez que Raoni voltava para casa, recebia-o com um sorriso no rosto e o abraçava, perguntando toda preocupada se ele estava bem, se não tinha se machucado. Raoni está mais diferente do que daquela vez que convivemos com ele.

- Como Raoni era antigamente? – perguntou Erina.

- Frio. – todos repetiram em uníssono. – Louco e acima de tudo, um maldito bom de mira.

-Mas era amoroso com todos, principalmente com a mãe. – disse Hinako com um olhar terno. – A mãe era o seu motivo de viver e avançar. Fiquei realmente arrasada quando Raoni contou na sala que a mãe morreu há muito tempo.

- Eu ainda tenho uma foto que tirei naquela época junto da mãe dele. – fala Gin tirando seu celular do bolso e achando a foto na memória. – Aqui está.

Erina e Hisako deram uma olhada. Ficaram impressionadas. A mãe de Raoni era dotada de uma beleza sem igual. Alta, corpo esbelto, cabelos prateados, pele bem branca e olhos verdes que mostram uma ternura sem igual.

- A mãe era albina. Não aguentava ficar muito tempo sob o sol. Ela necessitava de um protetor e bloqueador solar muito caro, e Raoni trazia bastante toda vez que acabava. Lembro-me que uma vez ela subiu a escadaria que dava para o alto do morro para levar o almoço de Raoni, e quando chegou estava totalmente suada e vermelha, ela estava usando um vestido de verão branco, então acabou ficando transparente. Raoni a cobriu com a camiseta e gritou com os outros para que parassem de olhar para ela, senão os encheria de pancada. Ele colocou a mãe nas costas e foi descendo o morro até a casa que ficava no coração do morro, onde ficou cuidando da mãe o dia inteiro, praticamente não saia do lado dela. Só foi sair quando viu que ela ficou bem.

- Qual era a idade da mãe dele, porque ela parece muito nova. – perguntou Hisako ainda espantada com a beleza da mãe de Raoni.

- Ela tinha 29 anos quando a conhecemos. – citou Shinomiya.

- 29?! – as duas ficaram espantadas. – Ela parece ter 18 anos!

- Quando perguntei a ela do porque ter um filho numa idade tão nova, ela me respondeu deste jeito: “Meu maior sonho era poder, um dia ser mãe. Quando conheci o pai do Raoni, eu senti que aquilo era o amor, o meu destino. Posso não ter um castelo ou ter muito dinheiro ou paz, mas tudo com o que tenho hoje eu me sinto realizada. Meu marido pode ter morrido, mas a sua força ainda vive comigo e com meu filho. E eu acho que essa força vive mais no Raoni do que em mim. Ele e o pai são exatamente iguais.”. E foi isso que ela me disse na época.

- Sabem alguma coisa sobre o pai dele?

- A única coisa que sabemos do pai do Raoni é que o nome dele era Santiago Marcos Evaresto e as citações da mãe do Raoni dizendo que ele e o pai eram iguais, tanto de aparência quanto jeito de agir. A figura do pai do Raoni é um mistério tanto para nós quanto para vocês. – falou Hinako dando um gole do seu chá verde.

- Felizmente, quando voltamos daquela viagem, eu parei para pesquisar um pouco sobre a família do Raoni e estava esperando o momento certo para poder falar para vocês. – disse Gin. – Só não contava que este dia estaria com a presença dele aqui no Tootsuki e seria guarda-costas da senhorita Erina e Hisako.

- O que o senhor descobriu sobre o pai dele? – Hitoshi perguntou.

- Eu vasculhei o banco de dados e arquivos de registro no Brasil e achei algumas coisas. – ele pegou o celular e procurou o arquivo. – Santiago Marcos Evaresto, casado com Helena Rivera Costa. Nascido em 31 de Outubro de 1985, filho de pais divorciados. Professor de História e Ativista Político. A suspeita é que mandaram matá-lo, pois ele sabia de muitos segredos que podia comprometer muitas pessoas dentro do governo atual do Brasil.

- Meu deus. – Erina fica chocada. Não imaginava que a história do pai de Raoni era uma coisa tão séria e sombria. – É por isso que ele não quer que ninguém mencione.

- Finalmente você entendeu meu lado, Erina-san, mas não era mais fácil ter perguntado para mim pessoalmente? – disse alguém do outro lado do balcão do bar. Quando Erina levanta a visão, leva um susto. Era Raoni, vestido de barman, servindo as bebidas aos veteranos.

- Desde quando você está aí?

- Desde sempre. Não viu que eu desci mais cedo para poder já cumprir a minha 1º tarefa?

- Como? – estranhou Erina.

- Como Chefe do Conselho de Segurança, é minha obrigação verificar a segurança tanto deste local quanto das cozinhas nas quais serão feitas os exames, além de checar se todos os ingredientes usados nas tarefas estão em ordem ou faltando. O que acha que estive fazendo a tarde toda, Erina-san?

Nisso, Erina se lembrou de que Raoni, depois da canção de boas-vindas, sumiu junto dos veteranos. Será que era isso o porque dele ter sumido o dia todo?

- E como estão as coisas?

- Tudo na mais perfeita ordem. Cozinhas sem vazamentos de gás, facas previamente amoladas, ingredientes nas quantias certas. Tudo OK. – fez ele com a mão. – Mas voltando ao assunto anterior, por que não me perguntou nada Erina-san?

- Fiquei com medo de perguntar depois da reação de vocês três quando a Sona tocou no assunto.

- Isso porque era a Sona. Você é diferente, Erina-san. – nisso, Raoni soltou um suspiro, começou a coçar a cabeça e então voltou a falar. – Tudo bem. Acho que você, a senhorita Hisako e vocês, meus amigos tem o direito de saber. Acho que já guardei esse passado dos outros por tempo demais. Só tenho medo de contar e depois as pessoas me olharem diferente.

- Hmpf, não importa o que você era no passado. O que importa é você agora, e nada mais. – disse Shinomiya de uma maneira amigavelmente ríspida.

- Shino... – Raoni olha para ele. – Muito bem. Então me deixe lhes contar a minha história. Como tudo começou, quando meu pai foi morto, quando me juntei ao tráfico de armas, quando minha mãe morreu e quando decidi mudar.



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