História Shooting star - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Sulay, Taoris, Xiuchen
Exibições 36
Palavras 2.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Acrux


Após longos minutos sentado no mesmo lugar, Jongin deparou-se com as duas últimas pessoas que
pensaria ver naquele lugar, os pais de Tao. Ele mal conseguia disfarçar a surpresa, e nem queria
imaginar no quanto o amigo estava encrencado. A senhora e senhor Huang nem o viram, passaram
direto por ele, mas ele pode ver a expressão irritada do pai de Tao, enquanto sua mãe parecia tentar
o acalmar. Jongin voltou ate a recepcionista e mais uma vez perguntou se poderia entrar,
descobrindo que sim, agradeceu mais uma vez e fora em direção a sala a ele indicada.
Chegando ao quarto Jongin deparou-se com o amigo com cara de choro e um rapaz que não parecia
muito mais velho que eles a seu lado.

-Tao! – disse assim que entrou.

-Kai. – Tao disse parecendo querer voltar a chorar e abrindo os braços pedindo indiretamente um
abraço, que o moreno deu de bom grado, fora apertado por um Tao choroso durante alguns instante
até este o soltar.

-Você esta bem? Eu vi seus pais aqui. – Jongin falava rápido devido a preocupação.

-Eu estou tão fodido, você nem faz ideia. – falava enquanto secava as lágrimas. – Meu pai me disse
coisas horríveis.

-Eles descobriram? – perguntava se referindo a vida que Tao levava.

-Sim. Eles descobriram tudo. – tinha a voz embargada pois chorava.

-Mas, o que você tem? Eu te liguei, e alguém atendeu e me foi dito que você desmaiou.

-Ah foi ele. – Tao falava apontando para o jovem que estava a seu lado. – Esse é o Lay, ele me salvou,
foi ele quem me trouxe ate aqui.

-Olá. – Yixing acenava simpático.

-Obrigado, muito obrigado. – Jongin agradecia.

-Kai, ele é residente aqui, ficou o tempo todo ao meu lado, eu acho. Obrigado Lay. – Tao falava ainda
com a voz embargada.

-Não foi nada, por isso vou me tornar medico, quero poder cuidar das pessoas.- Lay falava
calmamente.

-Mas por que você desmaiou? O que te fez desmaiar? – Jongin perguntava preocupado.

-Os médicos falaram que foi fadiga. – Tao falava um pouco mais calmo. – E de quebra falaram que
havia uma quantidade grande de álcool no sangue. – Tao falava quase voltando a chorar.

-É, você esta fodido.

-Ele me disse coisas horríveis Kai, eu não quero nem me lembrar.

-Calma, calma, olha deve haver uma maneira de reverter essa situação. – Jongin segurava a mão de
Tal carinhosamente.

-E tem, mas isso implica em suicídio social, dizer adeus a minha querida liberdade de poder beijar
quantas bocas eu quiser, tornar meu CR superior a oito e consequentemente me afogar nos estudos,
conclusão, adeus toda diversão da vida universitária. Eu não quero Jongin! Eu vou andar na linha
após a faculdade, mas eles não entendem.

-Você consegue! Eu sempre fiz os dois, sempre consegui conciliar, você também consegue.

-Não consigo.

-Consegue sim! Eu sei que consegue, sempre se manteve na media sem estudar, se estudar
consegue ser o melhor da turma.

-OK, talvez eu consiga, mas vai ser chato, eu não quero, quero poder beijar caras diferentes todas as
noites e se eles beijarem bem o suficiente... – falava olhando para o amigo e passando a olhar para
Lay, que os observava sem entender nada muito bem. - ...bem você sabe o que vem quando eles
beijam bem o suficiente.

-Você não tem jeito. – Jongin falava suspirando.

-Para que ter um, se você pode ter sete, não é mesmo? – Tao não perdia seu bom humor nem
mesmo em momento difíceis.

-Tao, eu tenho que ir. – Jongin falava olhando o visor do celular.- Ainda tenho que trabalhar hoje,
espero que você tenha alta logo.

-Tudo bem Kai, eu vou ficar aqui com o Lay, ele é um amor. – Tao relatava sem segundas intenções.

– Tchauzinho.

-Tchau. Tchau Lay, foi um prazer conhecê-lo. Obrigado por estar cuidando dele.

-Tchau Jongin, até mais ver. Não é nada.

-Entao Tao, você é tipo as garotas daquela música da Sia? – Yixing perguntava tentando reaver o
animo do outro presente na sala.

-Um pouco, mas sem a dor de corno. Só levo a vida me divertindo, mas a sociedade parece não
aceitar muito bem isso, às vezes.

-Entendo, bem acredito que cada um vive da forma que achar melhor, e que ninguém deva dar
conselhos quanto a isso.

-Ah, seria tão bom se todos pensassem assim como você Lay. – Tao falava pensativo. – Acho que
minha mãe tem razão, não sei se você ouviu a gritaria, mas tenho que me tornar alguém digno de
assumir as responsabilidade que meu pai tem hoje, o problema, é que isso me assusta.

-Você é capaz acredite em si mesmo. – Yixing falava olhando nos olhos de Tao, tentando lhe dar
confiança. – Eu tenho que ir, acho que meus supervisores não ficarão muito satisfeitos ao perceber
minha ausência. Fique em ai até que alguém venha lhe dar alta, farei o possível para ser o
encarregado desta função.

-Tudo bem Yixing, vá lá. Ficarei aqui a te esperar. – Tao falava com um sorrisinho amarelo, já
pensando em como sairia dali. – Mas antes me dá seu número? Juro que não vou dar em cima de
você nem nada do tipo, é que você é uma pessoa tão legal. – Lay soltava um riso tímido.- Você é
meu herói, eu te devo uma.

-Ah claro, sem problemas. – disse e depois trocou o número com Tao.

A tarde já virava noite quando Yixing foi procurar Tao no quarto para lhe dar alta, descobrindo que
este já havia ido embora, fugido mais especificamente, deixando apenas um pequeno bilhete.
Você salvou minha vida, muito obrigado, de verdade, espero que não fique bravo com minha
pequena fuga. Nos tornaremos bons amigos. Vamos marcar de sair? (Sem segundas intenções)
Foi um prazer conhecê-lo.

 

● 

 

Naquele fim de tarde Tao decidiu que precisava ficar um pouco só, ter um pouco de silêncio,
observar as pessoas levarem suas vidas miseravelmente reguladas naquela cidade enorme, andou
durante um bom tempo, ate que decidiu se sentar no parapeito que de uma a
ponte, apenas para pensar, não iria se jogar dali, afinal ainda queria viver muito a sua vida,
experimentar novas sensações, se fuder um pouco só para aprender com seus erros, como houvera
acontecido naquela tarde desastrosa. Estava a alguns bons minutos sentado ali observando o sol se
por, sentindo apenas o vento soprar contra sua pele e ouvindo o som dos carros que ali passavam.

-Não faça isso! – uma voz desconhecida falava para si, o fazendo se virar com o cenho enrugado,
para saber quem o aconselhava a não cometer um ato desconhecido.- Você é tão jovem, ainda tem
muito o que viver, então por favor, não faça isso.

-Do que você esta falando? – Tao indagava confuso.

-Não pula da ponte! Por favor, venha. Desça daí.

-Eu não ia pular. – Tao respondeu.

-Não? Então porque esta sentado aí? – indagou o rapaz.

-Não sei. Aqui tem a vista bonita. – Tao respondeu calmamente.

-Mas é perigoso, desça daí. – pedia enquanto estendia sua mão.

-Ai, calma, vou descer, ta bem? – anunciava um pouco irritado. – As pessoas se preocupam demais
comigo. – dizia para si mesmo.

-O que você disse?

- Nada. – Tao respondeu. – Então, como se chama? Pessoa que atrapalha as outras a pensarem
enquanto estão sentadas em pontes, sem intensões suicidas.

-Eu sou Suho. – respondeu. – Me desculpe, mas eu não sabia que era esse o motivo.

-Tudo bem Suho. Bem, eu sou o Tao. – respondeu calmamente. – Não quero ir embora agora. E
agora que me atrapalhou no meu momento de reflexão, terá que me fazer companhia.

-Ahn? – Suho parecia confuso, Tao ignorou totalmente a indagação do jovem de cabelos escuros e
pele pálida.

-Então, o que faz aqui nessa ponte? – Tao indagou. – Vai tentar se matar?

-Ah! Não, eu te vi, dali. – apontou para um lugar onde estava a margem que passava debaixo do rio – E vim tentar te salvar de seu momento reflexivo, me desculpe, eu não sabia mesmo.

-Tudo bem, já esta perdoado, então você é pescador?

-Não, só estava observando a água correr. – Suho respondeu sorrindo. – Eu estou a caminho da casa
de um amigo, mas acho que estou um pouco perdido.

-Então Suho, vamos até um lanchonete, meu dia foi meio ruim e eu quero me distrair, e estou com
fome, então juntaremos o útil ao agradável, e eu te explico o caminho da casa desse seu tal amigo.
-Claro, será um prazer.

 

● 

 

Jongdae esperava ansiosamente por Minseok, todos já haviam sido embora, e ele esperava que o
menor fechasse o caixa, estava a alguns minutos na cozinha.

-Terminei. – Minseok anunciará assim que entrou na cozinha. – Eu só vou pegar minhas coisas, daí a
gente pode ir.

-Eu te espero. – disse só por precaução, ele esperaria de qualquer forma.

Os dois saíram da cafeteria e Minseok a fechou definitivamente, ao trancar a entrada para os
funcionários.

-Então, o que você quer fazer? – Jongdae perguntará já do lado de fora.

-Nós não vamos ao seu apartamento?

Os dois costumavam fazer isso com frequência quando queriam se encontrar, saiam do trabalho
juntos e iam ao apartamento de Jongdae, onde assistiam filmes, séries, conversavam sobre coisas
aleatórias, Minseok praticamente obrigava ao mais alto a cozinhar para ele e sempre terminavam a
noite ofegantes e abraçados, era definitivamente uma amizade colorida.

-Hoje não, estava pensando em te levar para jantar. – Jongdae anunciava com um sorriso enorme. –
O que você acha?

-Mas eu ainda estou com a roupa do trabalho, não acho digno. – Minseok rebatia indignado. – E eu
gosto de quando você cozinha.

-Você sabe que isso não importa, não é? A sua roupa, e eu posso cozinhar para você outras vezes. –
Jongdae lançava um sorriso dócil ao mais baixo, na tentativa de convece-lo.

-É, mas eu poderia estar mais bem vestido. – relatava fazendo um bico involuntário, sem ao menos
perceber, fazendo Jongdae soltar uma risada ao perceber aquilo. – Do que você está rindo?

-Da sua tromba.

-Que tromba? – Minseok indagava começando a ficar irritado, ainda sustentando o bico.

-Esse bico. – falava rindo. – É que você fica tão fofo.

-Chen! – exclamou irritado, ainda com o bico e as sobrancelhas enrugadas.

-Me desculpa, mas é fofo. – dizia tentando conter a risada, enquanto Minseok fazia um muxoxo
irritado.

-Então, pra onde nos vamos? – o menor indagava desfazendo o bico.

-Eu estava pensando em um restaurante aqui perto, e daqui a duas quadras, da pra ir caminhando,
mas se você quiser pegar seu carro, eu espero. – Jongdae explicava.

-É melhor irmos caminhando, o trânsito a essa hora é caótico, e andando nos podemos ir
conversando. – o menor falava voltando a ficar animado.

-Também acho melhor assim. – Jongdae responderá sorrindo.

Caminharam lado a lado, mas sem dar as mãos, por mais que Jongdae sentisse vontade de
entrelaçar seus dedos aos do menor, se continha, tinha medo de Minseok reprovar suas atitude,
então mantinha suas mãos dentro dos bolsos, enquanto conversa animadamente com Minseok pelo
caminho.

-Chegamos! – Jongdae anunciou.

-Foi rápido. – Minseok observará sorrindo para o maior.

Os dois entraram no estabelecimento e se sentaram em uma mesa qualquer, um de frente para o
outro fizeram seus pedidos e se encontravam aguardando.

-Então... – Minseok falou voltando a ficar sério, enquanto mantinha os olhos fixos na mesa, parando
de falar repentinamente.

-Então? – Jongdae incentivava a continuar a falando, tentando fazer o menor voltar os olhos para si.

-Eu, é... – Minseok parecia procurar as palavras certas a serem usadas. – Eu queria me desculpar
pessoalmente, por isso não via necessidade nesse jantar. – finalmente disse abrindo um pequeno
sorriso tímido, voltando a olhar nos olhos de Jongdae.

-Min. – Jongdae tomou as mãos de Minseok que estavam jogadas em cima da mesa para si, em um
carinho terno. – Não precisa se sentir culpado, eu entendo. – Jongdae tinha um sorriso gentil. – De
verdade, a gente fez um trato lembra? – perguntava fazendo o outro assentir. – E você tinha
responsabilidades.

-Mas você tem sido tão gentil comigo, e eu percebi o seu comportamento durante a tarde de ontem.
– Minseok falava parecendo se sentir culpado. – Não sei se te submeter a esse trato é certo.

-Eu concordei, nós decidimos isso juntos, sem envolvimento emocional.

-Mas... – Minseok soltou um suspiro. – Eu não sei se é justo com você Jongdae. – Voltará a encarar a
mesa, não sabia se seria capaz de continuar sustentando aquele olhar nos olhos de Jongdae.

-Por que não seria justo comigo? – ele indagava confuso.

-Eu já percebi Jongdae. – o menor falava com cautela, fazendo Jongdae gelar por dentro e parar até
mesmo com a carícia que fazia nas mãos do menor.

-Percebeu, o que exatamente?

-Seus sentimentos. – Minseok falava baixo, um pouco pensativo, voltando a olhar nos olhos de
Jongdae, que parecia petrificado. – Seu jeito de olhar, o jeito que age junto a mim, como tem
carinho comigo, como parece decepcionado quando digo todas as vezes que estou indo embora, ou
quando simplesmente sumo da sua cama antes do amanhecer.

-Droga. – agora quem não conseguia olhar nos olhos de Minseok era Jongdae, soltou um suspiro. –
Você... você vai querer parar de manter esse relacionamento comigo? Eu acho que quebrei nosso
trato. – perguntava um pouco tristonho.

-Não. – respondeu pegando Jongdae de surpresa.

-Não?

-Você é tão doce. – Minseok relatava sorrindo. – E sem dúvidas uma pessoa maravilhosa, alguém
que merece uma chance, sabia que uma hora ou outra aquele trato, não serviria de nada, que um
de nós dois iríamos acabar nos apaixonando de verdade, e acho que estava certo. – ao ouvir aquilo
Jongdae abriu um sorriso enorme. – Só não imaginava que a paixão fosse pegar nós dois de uma vez.
– trocava um sorriso cúmplice com o maior.

-O que você quer dizer com isso? – indagava só por precaução, mal conseguia conter sua felicidade.

-Eu quero dizer, que eu... – Minseok começou a corar, e fez uma pausa. – Eu te amo Jongdae. –
finalmente disse aquilo que o maior tanto esperou para ouvir.

-Você não imagina o quanto eu esperei por esse momento. – falava com um sorriso enorme. – O
quanto eu sonhei. Eu também te amo Minseok, eu só nunca imaginei que seria algo recíproco.

-Pois agora é. – falava sorrindo de volta a Jongdae. - Acho que no fundo sempre foi, eu só não queria
admitir para mim mesmo, eu acho que tinha um pouco de medo.

-Eu prometo te fazer feliz, não precisa ter medo. – Jongdae voltará a acariciar as mãos de Minseok,
mesmo que a vontade que ele tinha era de possuir os lábios do menor para si, mas não o faria ali, no
meio do restaurante.

Os pedidos finalmente chegaram e os dois jantaram sem deixar de sorrir em nenhum momento,
terminaram a noite mais uma vez como muitas outras, mas dessa vez com juras de amor entre cada
suspiro.

 

● 

 

Depois de passar horas conversando com Tão, Suho conseguiu finalmente descobrir o caminho do
Observatório, Tão era um pouco egocêntrico e espalhafatoso mas era uma ótima pessoa sem
dúvidas, quase o levou até o endereço que para o ser celeste antes era um incógnita, mesmo que
depois de leva-lo age ali tivesse que pegar outro táxi até sua casa.
Havia combinado com Baekhyun de visita-lo durante curtos três dias, não mentira quando disse se
sentir entediado e sozinho no Observatório do litoral, então tratou de ir logo visitar o amigo. Suho se
apressou em pagar o que devia ao taxista e se dirigir até a porta de entrada do Observatório, tocou a
campainha e depois de alguns segundos um Baekhyun com expressão preocupada o atendeu.

-Suho! Céus! Você me deu um susto, pensei que tivesse se perdido e não tivesse encontrado o
endereço é depois tivessem te sequestrado ou roubado seu celular, mesmo que a taxa de crime seja
baixa. – falou tudo rápido, sem ao menos pegar fôlego direito.

-Calma Baek. – sorriu indo abraçar seu amigo de longa data, sendo correspondidos por um abraço
muito apertado.

-Eu fiquei preocupado. – disse em meio ao abraço.

-Ele chegou? – era a voz de Chanyeol ao fundo.

-Eu estou bem, estou aqui. – disse soltando do abraço, sorrindo para o amigo, recebendo o sorriso
retangular de Baekhyun de volta.

-Sim Chanyeol. – Baekhyun respondeu sem se voltar ao mais alto.

Logo todos entraram, e Suho explicou que o celular havia descarregado e ele havia ficado sem
bateria, e que tinha ficado pedido, mas que havia conhecido Tão, ao qual lhe ajudou a chegar até ali.


Notas Finais


NOTA :Acrux é a estrela mais brilhante da constelação de Crux (Cruzeiro do Sul), localizada a aproximadamente 320 anos-luz.


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