História Shooting star - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Colegial, Comedia, Originais, Romance
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Palavras 1.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi meus......caros leitores que eu nem sei se ainda lêem essa merda! Eu sei que demorei um pouquinho....

Bam Bam: Apenas poucos três meses.

Calado. Shut up!

Bam Bam: *dançando* Shut up and say my name!

Capítulo 8 - Doce lar.


Pov's Ayumi

Após cerca de....15 minutos de caminhada, chegamos à uma casa fodamente linda. Ela era feita no estilo alemão, e meu coração acelerou de curiosidade para entrar naquela casa maravilhosa. 

-É uma casa bonita.... -diz timidamente Yuki, que assim como eu, admirava deslumbrado aquela obra da arquitetura. 

-Normalzinha. -sensei passa abrindo caminho e invadindo a casa descaradamente. 

-INVEJA MATA, SABIA? .....SENSEI! -Assim como a anterior, Yuhi adentra a casa. Logo após, a suposta namorada também entra na casa a passos lentos e com uma cara de puro tédio. 

-Não fiquem parados aqui fora, ou vão ficar doentes. -diretor delicioso diz amigavelmente e assim como os outros entra na casa. 

Sentindo o frio bater, não esperamos nenhum segundo mais e fomos também. Ambos somos educados, então batemos na porta antes de entrar. Porém, a casa estava vazia.

-Wtf. Cadê os seres vivos que estavam aqui? Isso é algum tipo de portal pro submundo e eu não sei? 

-Acho que.... -ele solta uma pequena risada- eles foram pro andar de cima. 

-......Nossa, nem eu sou tão mal-educada ao ponto de invadir a casa dos outros. -dizendo isso, saio procurando a escada, e logo indo pro segundo andar, do qual vinha um som ensurdecedor que eu não conseguia identificar. 

Ao chegar, me deparo com nada mais, nada menos do que uma sala de jogos. O grupo de antes se aglomerava ao redor da televisão -claro que devemos excluir a namorada não-identificada-  que exalava o som ensurdecedor. 

-WHERE ARE YOU NOOOOOOOOOW? ATLANTIIIS! UNDER THE SEEEEA! UNDER THE SEEEEA! 

Perae.....eu.....conheço essa música. Omg. 

Então, sem mais nem menos, me joguei naquele bolinho de gente, cantando (lê-se "surtando") como se não houvesse amanhã. 

-I'M FAAAAADEEEEEED!!!! -caguei pra vida. Eu preciso cantar isso. 

Assim que a música acabou, caí de joelhos e chorei. Rolei no chão, tive uma convulsão emocional, e enquanto isso todos assistiam ao meu showzinho.

-MANUDUCÉU, ELA VAI MORRER! ALGUÉM EXORCIZA ESSE DEMÔNIO DELA! -Yuhi sai correndo e gritando pra algum lugar, e logo depois volta arrastando uma pessoinha. Adivinha quem era? 

-Bam Bam, como tu consegue dormir no meio desse barulho? 

-Simples, onee-chan. Você deita na cama, fecha os olhos, relaxa e..... -ao me notar esparramada no chão, se assusta igual um gatinho -EITA PORRA! COMO FOI QUE ELA CHEGOU AQUI? 

-Com as pernas. -diz sensei, que relaxava no sofá. -E que pernas. Fiquei curiosa pra saber como foi que você conseguiu essa garota linda. 

-Quando foi que você se tornou uma pervertida? -diz o azulado enquanto cutucava minha bochecha. 

-Dez anos atrás. -a loira responde com um sorriso malicioso e muito suspeito.

-Tá bom, melhor eu nem questionar mais. -então se senta sobre minha barriga, rapidamente tirando meu ar e me fazendo "acordar".  -Opa, meu amorzinho acordou. Boa tarde, amorzinho. 

-Ai, fida puta.....sai de cima de mim.... -todos riem -Quero bolinho. Me arranja um. 

-Aaaaah.....a Mayu fez uns cupcakes, né? ......Já vou indo! -Yuhi sai apressado. 

-NÃO SE ATREVA! OU SERÁ UM HOMEM MORTO! -Bam Bam tenta correr atrás do albino, mas acaba tropeçando no meu corpo. -Sério, como você sempre atrapalha nos momentos mais importantes? 

-Eu tenho um dom.

Me encarou por alguns minutos, enquanto eu só achava graça nos seus olhos furiosos e indignados penetrando os meus que mal ficavam abertos. Até que o silêncio foi quebrado pela dona da casa. 

-SE ROLAR BEIJO EU EXPULSO VOCÊS DAQUI! MINHA CASA NÃO É MOTEL! 

-Já fui. -tento me levantar, porém falho. Ele não se moveu um único centímetro durante os próximos segundos. Até que aparentemente se lembrou dos cupcakes correndo perigo, e se levanta apressado, e corre para as escadas. 

-OW, OW, OW! OW! Você come a menina com os olhos, e depois só sai correndo? Ela é sua namorada, moleque! LEVA ELA CONTIGO! -sensei revoltada gritando revoltosamente. 

-EU SHIPPO! -grita a dona da casa também não-identificada. 

Contra sua vontade, ele volta e me puxa consigo. Borrões eram tudo o que eu via, enquanto minhas pernas se obrigavam a acompanhar aquela correria. 

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-Chegamos. Não morra. -ele diz ofegante, se apoiando nos joelhos. 

Meio tonta, esfrego os olhos para enxergar melhor. Era um casarão feito em sua maioria de madeira, exceto pelos pilares que sustentavam o telhado. Tinha um quintal, e estávamos em frente ao portão, onde pude notar uma plaquinha onde estava escrito "Shooting star".

-Que lugar é esse? -pergunto ainda encarando a plaquinha. 

-É aqui que eu moro. -ele diz tranquilamente, apalpando os bolsos da calça. -AH, PORRA! Mas que.....merda! -me encara seriamente- Espero que você não tenha medo de altura. Porque a gente vai pular o portão 

-Ah, claro. Super normal. Perdi minhas chaves....Vou pular o portão! -digo já escalando as vigas de ferro, sendo seguida por ele. 

-Você é um saco, amorzinho. 

-Eu sei, mozão. 

Depois de pousar os pés no outro lado, sinto uma pontada no tornozelo e perco o equilíbrio. 

-Não acredito que você conseguiu torcer o tornozelo pulando dessa altura. 

-Eu vou é torcer seu pescoço. 

Ele me levanta pela cintura e facilmente joga meu corpo sobre seus ombros, caminhando calmamente até a grande porta de madeira. À essa altura, eu já tinha desistido de tentar protestar de qualquer forma. 

-Rafaela tá trancada há dois dias no banheiro.... enquanto a sua mãe toma prozac, enche a cara e dorme o dia inteiro.... -adentra a suposta sala de estar, atravessando-a e subindo as escadas -parece muito, mas podia ser..... -chegamos à um loooooooongo corredor, cheio de portas e que estava no mais absoluto silêncio. -Carolina pinta as unhas ruídas de vermelho, e ao invés de estudar fica fazendo poses nua no espelho..... -continua caminhando, até chegar à outra escada. -parece estranho, mas podia ser...... -outro corredor, anda até a porta do fundo, adentrando a mesma. -O que você faz quando ninguém te vê fazendo? Ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver? -ainda cantarolando, ele finalmente para. Me tira do seu ombro e me põe sentada sobre uma maca.

-Tem uma enfermaria na sua casa?!? Porra, você é um burguês? 

-Gabriel e a namorada se divertem no escuro....e o seu pai acha que tudo o que ele faz é errado e sem futuro.... -me ignorando, pega uma compressa de gelo e coloca no meu tornozelo levemente inchado. -é complicado, mas podia ser.....

-Me responde, Kc7. 

-Mariana gosta de beijar outras meninas....de vez em quando beija menino só pra não cair numa rotina..... -faz uma pausa para beber um copo d'água. -é diferente, mas podia ser.....

-Sua rola é tão pequena que você tem que usar sinta-pica pra comer as mina. 

Volta até mim, me pegando no colo mais delicadamente, e refazendo o caminho até o andar de baixo, onde entrou em uma das portas. Havia duas camas, logo imaginei que fosse o quarto dele. 

-É o seu quarto? Por que você tem duas camas? Eu tenho que me virar com aquele resto de beliche! 

-Que pena, tô cagando pra você. -me arremessa na cama, e em seguida também cai nela. -Quero dormir. 

-Você.....Não ia correr atrás do Yuhi? -me ajeito no travesseiro, roubando o mesmo pra mim. -Falando nisso.....quem é Mayu? 

-Uma pessoa. -puxa o travesseiro -Caguei pro Yuhi, eu só......CUPCAKE. -pula da cama, desesperado, tropeçando no próprios pés. 

Caindo no chão várias vezes, ele tentava chegar até a porta. Até que ela se abriu sozinha, e dela surgiu um garoto comendo pipoca. 

-Bam Bam! -ele tinha um sorriso doce e infantil. -Quando foi que você chegou? Yuhi disse que você não vinha hoje. 

O azulado tinha uma expressão de quem claramente está bem fudido, enquanto eu só conseguia ficar confusa, e cheirar o travesseiro fofinho o qual eu abraçava. 


Notas Finais


O meu crush fofenhoooooooo! Ele apareceu! Eu te amo, ****!

Bam Bam: Já terminou?

Já.


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