História Shot - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crime, Drama, Lemon, Policial, Romance, Romance Policial, Trama Policial, Yaoi, Yaoi Lemon
Exibições 58
Palavras 2.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, eu preciso pedir um suuuuuuper desculpas para 53 pessoas, nesse momento, no mínimo. Para todos vocês que acompanham a fic, acho que devo uma explicação. Bem, minha escola entrou na quarta unidade há aproximadamente um mês, e há algumas semana começamos os ritmos de testes (4 por semana), por isso quase não tive tempo para escrever. Esse fim de semana eu deveria estar estudando, pois as provas começam quarta (e será uma atrás da outra). Mas como eu vou sumir 2 semanas (provas) e mais um fim de semana (ENEM) fiz um esforço para escrever um capítulo de cada fic.
Então, me desculpem, 52 leitores que favoritaram e que eu me desculpe também, pois tive de abrir mão de um dos meus hábitos que mais me dá prazer, que é escrever. Bem, fiquem com o capítulo, espero que gostem.

Capítulo 14 - Somos todos crianças


Fanfic / Fanfiction Shot - Capítulo 14 - Somos todos crianças

Por: Yuri

Com Mikhail saindo e a porta se fechada ponderei sobre aquela experiência. Olhei para Dimitri que observava atentamente a porta. Eu sorri sem graça em sua direção e vi-o murmurar um “desculpe” pelos lábios quase sem movê-los.

Nick olhava a cena em silêncio. Ele pareceu mover o corpo com menção a falar algo, mas desistiu no meio do processo. O próprio silêncio era ensurdecedor, nenhum dos dois sabia exatamente por onde recomeçar, mas, aparentemente, o Cachorro sempre tinha as melhores ideias:

— Acho que alguém deve desculpas dignas para meu irmão… E acho que ele deveria desculpar, afinal, não somos crianças tendo de aprender com nossos erros? O importante é reconhecê-los e melhorá-los…

Odiava admitir que ele estivesse certo, mas estava…

— Desculpe, Yuri, por tudo… — Ele disse em alto e bom som.

— Desculpado…

— Mas sabem a parte mais irônica? — Nick perguntou tentando quebrar o silêncio.

— O quê? — Perguntei curioso.

— Uma pessoa que lhe tratava mal por ser gay ficando com outro cara… — Ele disse olhando para Dimitri. — “The world spins, man…”.

Ri do comentário ainda com o mesmo riso amarelo e eles acompanharam-me.

— Bem, acho melhor deixar vocês por aqui! — Falou e estendeu as mãos em rendição.

Possuía alguma razão… Embora já pudéssemos falar, o clima ainda pesava na sala… Nick saiu subindo a escada, se não o conhecesse diria que tinha subido… Mas meu senso indicava que tinha cerca de 90% de chances dele ter parado logo no final da escada para conseguir ouvir algo… A curiosidade sempre fora um defeito de família.

Olhei para Dimitri tentando ignorar aquele fato e fechei a cara. Cruzei os braços:

— Estava falando sério sobre segundas chances, Dimitri… — Suspirei pesaroso. — Mas essa não é a primeira vez, nem a segunda. Pode me explicar por que não quero pôr você porta afora à ponta pés? — Disse e me permiti lacrimejar.

— Era para eu ter uma resposta? — Perguntou descrente e sem entender minha pergunta. Era para ele ter, Yuri? Era uma boa pergunta. Eu não sabia exatamente se era para ele ter, mas seria mais confortável se tivesse, pois eu realmente queria saber.

— Não, idiota! — Falei, bati o pé e deixei uma lágrima correr pelo meu rosto. Por que estava chorando? Desde quando me permitia chorar na frente de outras pessoas que não Kai ou Nick? Não sabia dizer nada.

Vi ele se levantar e me abraçar. Encostei minha cabeça em seu ombro enquanto sentia seus braços me envolverem firmemente. — Me desculpe por tudo… Não o queria fazer chorar…

Ele também tinha a voz carregada. Parecia querer chorar. Mas sua cabeça continuava alta, não se encostava a meu ombro, mas pude sentir os músculos de sua face contraídos, como se ele estivesse fechando os olhos com força.

Nós dois parecíamos agarrados à realidade apenas um pelo outro. Senti seus braços fazerem força para levantar-me e ajudei me dependurando em sua cintura com as pernas. Ele voltou para o sofá, que ainda estava estendido como cama.

Deitou-se comigo sobre si. — Não quero te perder, Yuri… — Falou. — Eu te amo, não importa o que digam… — Senti uma de suas mãos apoiarem minha cabeça, como se ele não quisesse mostrar seu rosto. Podia apostar que estava chorando. Eu descarregava anos de solidão ali, naquele abraço apertado.

— Acredito em você… — Respondi firme e tentando ficar mais calmo. — Te amo também, Jimmy… Desculpe pelo que Kai lhe disse. Deveria ter presumido algo… Eu…

— Entendo…

Caímos no silêncio. Lúgubre, pesado. Cortado pouco tempo por choro e logo pelo cessar desses apenas por duas respirações pesadas. Passamos alguns minutos assim. Sentia seu peito subindo e descendo sob mim. Sua mão acariciando meus cabelos e nuca. Nossos corpos trocavam calor. — Estamos bem? — Perguntei curioso, mas ainda extremamente cuidadoso.

Ele riu como se tentasse o fazer de um jeito que não soasse ofensivo. — Acho que você quem diz…

— Você me faz ficar de bem muito rápido… — Reclamei rindo. — Isso é um problema… Às vezes, queria ficar com raiva de você e do mundo, sabia?! Mas você não o permite…

Levantei minha cabeça e seus olhos estavam ainda meio vermelhos. — Que bom que não deixo, não prefiro você zangado… É como uma bomba relógio! — Provocou.

Juntei nossos lábios num selinho demorado e depois mordi seus lábios. — Gosto salgado… Isso me lembra de alguma coisa… — Disse sacana.

— Lágrimas? — Ele perguntou fingindo-se de desentendido. Provavelmente algum tipo de “até onde você vai?” e eu adorava jogar aquilo…

— Sêmen… — Disse fingindo ser a coisa mais normal do mundo. — Inclusive. Já tem um tempo, não? — Perguntei movendo minhas mãos e usando o indicador e o médio como perninhas sobre seu busto.

— Saudades de algo, Yu?

— E se estiver?

— Se estiver, acho que temos de saná-la, não?

— Com Cachorro aqui fica meio difícil…

— Minha casa. — Revirou os olhos.

Mais um selinho, dessa vez, rápido. — Acho mais fácil expulsá-lo…

— Acho mais constrangedor também. — Riu.

Eu revirei os olhos. — Vergonha é algo que me falta, Jimmy…

— Sempre soube… — Concordou aproveitando para me provocar. — Mas não digo o mesmo.

— Quero um beijo… — Respondi o ignorando.

— Você é uma pessoa verdadeira demais às vezes, sabia?

— Faz parte do pacote. — Respondi piscando e tomando seus lábios sem que ele tivesse tempo para responder.

Eu estava deitado meio de lado a ele, e logo me movi completamente para cima de seu corpo. Senti uma das suas mãos continuar em minha nuca e outra ir até minha cintura, mas ambas as minhas se apoiavam no sofá para manter meu corpo erguido enquanto o beijava com desejo.

Vi, antes de fechar os olhos, meus cabelos caírem em seus olhos, mas ele não pareceu se incomodar em retirá-lo mais do que eu. Separamos o beijo e eu mordi seu lábio ao fazê-lo, joguei a cabeça para cima e a balancei para ajeitar toda a extensão das madeixas e logo voltei a beijá-lo, sem o permitir opiniões.

Movi meus quadris que estavam encaixados ao dele. Por mais que seu beijo fosse intenso e uma resposta à minha excitação, eu pude perceber um tom de receio em seu corpo, ainda assim nossas línguas dançavam sua própria sinfonia. Ia interromper o beijo quando ouvi a voz de Cachorro, e dessa vez me virei com um olhar de quem poderia facilmente matar alguém.

Ele desceu as escadas falando com tom preocupado:

— Vocês estão b… — Ele olhou para nós. Dimitri parecia querer se esconder, assim como o Cachorro e este olhou para mim. Eu devolvi o olhar com outro que dizia algo como… “TEM TRÊS SEGUNDOS PARA RESOLVER ISTO!”.

— Então, né… Acho que ouvi a partida começar! — Falou tentando pensar rápido e senti um olhar raivoso de Dimitri para mim. — Ehr… Continuem, não se incomodem comigo. Vou subir.

(Por: Yuri. E aqui abro um parêntese muito importante, caro leitor, pois eu preciso emitir minha opinião enquanto irmão desse Cachorro… Acreditam que ainda tem gente que diz que eu não devia chamar esse traste de tralha ou de Cachorro? “Continuem?”! EU ODEIO ESSE MENINO! EU MATO ELE… mas depois, agora, voltemos aos fatos…).

— O que sua família vai pensar de mim, Yuri?! — Perguntou Dimitri farto.

— Sobre você? Que é uma pessoa muito paciente… Mas não queira saber o que pensam de mim! — Ri da minha própria piada. — Sendo sincero, já passei por fases de fazer coisas bem piores que isso…

— Me lembre de te ensinar o que é vergonha!

— Acho difícil…

— Por quê?

— Se você perdeu o ânimo, eu não… E continuo não aceitando “não” como resposta…

— Pode pelo menos aceitar ir para um lugar onde só haja nós dois ao invés de tentar mais uma vez na sala de sua casa?

— É uma boa ideia… — Ri de seu rosto meio irritado, que assim estava para evitar mostrar um constrangimento.

— Nos vestimos e vamos? — Perguntei-lhe.

— Claro…

— Ok, então vai para o meu quarto se trocar, tenho que falar umas coisas com o Cachorro sobre o forno. Ok?

Ele afirmou com a cabeça e saiu andando para subir as escadas. — Mande-o descer com Lor? Ele vai dar banho no garoto…

— Peço sim… — Falou ele enfatizando a palavra mandar que ele havia substituído por pedir.

— Mande também que ele desça já com as roupas deles dois… — Contrariei. — Quero o mínimo de trabalho.

                Ele fez cara de confuso, mas só concordou no fim da escada. Pouco tempo depois Nikholai desceu. — Nick, vem cá.

— Hm… Desculpa!

— Não precisa pedir, mas, você vai quebrar um galho.

— Lá vem…

— Dá uma sumida com Lor?

— Oi?

— Sei lá, vai na casa do vizinho ou de seu amigo que mora na rua ao lado. — Dei de ombros. — Só sai por um tempinho, vai.

— Ruivinha, eu nunca sei o que esperar de você…

— Acredite, não queira saber. — Ri.

— Ele foi lá “pra” cima te esperar?

— Não, ele foi se trocar. Ele acha que vamos a casa dele… Disse que ia mandar você e Lor tomarem banho. Enfim, fechado?

— Um minuto…

Ele ligou rápido para um colega e rapidamente desligou. — Vou à casa de Eddie…

— Edward?

— Sim…

— Boa sorte, Cachorrinho meu! — Respondi brincalhão.

Ele revirou os olhos. E foi se trocar rapidamente. Ele saiu do banheiro em pouco menos que dois minutos. Já vestido, enquanto eu terminava de ajeitar o casaco azul de Lorenzo.

— Aliás, obrigado. — Comentei.

— Precisando… — Disse abrindo a porta e pegando Lor. — Quanto tempo?

— Não sei, mas, por dúvida e para não dar muito na vista, umas duas horas?

— Volto quando me cansar de jogar… — Deu de ombros. Aquilo significava que demoraria mais de duas horas.

Beijei sua testa antes de me virar e ele sair batendo a porta. Tirei a camisa leve de algodão que vestia e segurei na mão. Abri a porta de meu quarto e joguei na cara dele. — Preciso tomar banho… — Comentei. — Mas me espere aqui no quarto mesmo…

Por: Louis

                “Afinal, por que mesmo aquele cabeça-de-abóbora me seduzia tanto?” me perguntei quando o vi cair sobre mim com aquele costumeiro sorriso infantil que eu já não tinha mais por amigo e sim por amante.

Ele era completamente diferente diariamente e “à noite”. O jeito tímido e meigo se perdia completamente, mas não era de todo ruim. Eu gostava daquilo. Em pouco tempo (mais precisamente, uma noite) havia aprendido a gostar de quase tudo nele quando se referia a amante e não amigo.

Tínhamos saído da ACMA e agora estávamos em minha casa. Tínhamos dormido juntos, e apenas dormido. Embora ele estivesse assanhado estava cansado demais para qualquer coisa mesmo com a atração que o ruivo de… óculos. Onde estavam os óculos do mesmo? Havíamos falado sobre aquilo na noite passada, e por algum motivo ele achava que os óculos me faziam o achar feio. Mal sabia ele que é uma das características que mais me atraíam.

A aparência de “inteligente desastrado” que aqueles óculos e sua mesa sempre com alguns papeis espalhados deixavam-me intrigado. Além do mais… ele quase não via sem os óculos, pois tinham quase três graus. Procurei-os no criado mudo e os achei lá. Peguei-os sem desviar meu olhar e os levei a seu rosto. — Já disse que prefiro quando você consegue ver meu rosto. — Falei sorrindo.

— Puxa! Eles não me deixam tão bonito.

— Deixam fofo… — Brinquei e apertei suas bochechas. Logo depois segurei sua cabeça a trazendo para perto e dei um selinho no mesmo. — Bom dia, Matt.

— Bom dia. — Respondeu. — Aliás, você acorda tarde…

Olhei o relógio, também no criado-mudo. — São 06h50 de sábado…

— Acordo sempre 5h. — Falou como se fosse normal e da forma mais ativa e quase ingênua.

Ele era realmente hiperativo pelos vistos. — Você é uma pessoa excepcional, sabia? — Perguntei.

— Normalmente as pessoas dizem isso, mas não é um elogio. — Falou e deixou-se cair deitado sobre meu busto.

Ri em resposta. — Planos para hoje?

— Na verdade? Não… Mas assim, costuma ficar deitado com as pessoas com quem você está ficando em sua cama sem fazer mais nada? — Perguntou levando um dos dedos à boca.

Ele parecia um pouco uma criança, mas uma nada inocente. Algo me dizia que deitar-me com ele me surpreenderia, mas ainda não estava certo disso. Por tal, fui sincero em minha resposta. — Ainda é tudo muito novo com um cara para mim…

— Faz sentido… — Respondeu em seu costumeiro tom tímido.

Era estranho pensar que ele tivesse mais experiência que mim em algo, mas tinha, embora não agisse como. — Se incomoda de seguir meu compasso e esperar só mais um pouco?

— Sempre posso esperar seu tempo, Lou… — Falou com tom tão confiante que desconheci a atitude do pequeno.

O abracei. — Obrigado, Cabeça-de-abóbora! — Respondi muito contente com a resposta.

Ele riu-se como se estivesse maravilhado.

Por: Yvan

                — Como assim meu voo não vai sair no horário combinado? — Perguntou D. Olga irada. — Escuta aqui, o tempo está bom em todos os aeroportos e isso é um atraso da própria companhia. Eu tenho compr… — Eu segurei seus braços.

— Já está bem, Olga, ela já entendeu… — Respondi com um sorriso sem graça para a recepcionista.

— Eu tenho horários em Berlim, ora! — Respondeu se virando. — Eu nem devia ter vindo passar esse fim de semana com você, mas olha eu aqui!

Deuses, como era sempre irritada aquela mulher… Yuri tinha bem a quem puxar. — Amor, primeiro de tudo: não vai adiantar você fazer chilique. Você não vai pousar avião algum.

— Ok, ok… — Falou e continuou andando de um lado para o outro. — Será que arranjamos outro voo? Sei lá, para Postdam ou Magdeburg?

— Acho que pegar um voo para qualquer uma dessas cidades a fará demorar mais para chegar ao seu destino que esperar… — Respondi tentando ser sensato e sentando num cadeira que estava próxima.

— Claro que não, Potsdam é região metropolitana de Berlim. Além disso, é melhor que ficar aqui parada, Yvan! — Respondeu irritada.

Levantei as mãos em rendição. — Vamos tentar achar esse vôos, querida… — E completei baixinho, depois: — Me lembre de dizer a Yuri que sei de quem ele herdou o mau humor crônico… — Provoquei como costumeiramente fazia.

Ela prontamente respondeu com outra: — Me lembre de dizer a Yuri que sei de quem ele herdou a vontade inevitável de reclamar de tudo… — Ri de sua reação e ela desfez a carranca para esboçar também um sorriso.

Meu rosto, assim como eu, estava bastante relaxado. Eu decidira não me estressar mais com essas crises de “eu quero” que tanto Olga quanto Yuri tinham, principalmente quando era algo que eu não podia resolver. — Agora vamos, Yvan, vamos logo ver se embarco no voo de Potsdam… Magdeburg é realmente muito longe de Berlim.

— Ok… — Falei seguindo atrás dela caminhando numa postura completamente despreocupada, que se opunha ao estresse da mesma. Se eu não tivesse consciência do quão “perigoso” era provocá-la de verdade quando estava assim, talvez eu começasse a cantarolar ou assobiar algo para distrair-me.


Notas Finais


P.S.: Só porque eu vou sumir por duas semanas para estudar, não significa que eu vou parar. Ainda amo de paixão cada personagem dessa fic (não sabem o quanto está sendo difícil planejar a trama do Jimmy, só se fode, coitado asuahsusha ;---;. Então, favoritem, porque depois que as aulas acabarem (daqui a três semanas) eu vou voltar a meu ritmo. E próximo episódio é lemon, amores :v. Mas, se quiserem um lemon AGORA tenho uma oferta. O capítulo que vou postar hoje da minha outra fic (Memórias de Fogo) é um lemon, leiam lá kkkkkkk.
P.P.S.: É Sasunaru...
Além disso... Comentário e favorito pelos três casais da fic no mesmo cap ^^? (Yuri e Dimitri, Math e Louis, Yvan e Olga)
Pergunta rápida: Nikholai: gay, bi ou hétero; se bi, você acha que ele devia pegar um menino ou menina? Isso é só uma possibilidade, acalmem. :v


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