História Shot - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crime, Drama, Lemon, Policial, Romance, Romance Policial, Trama Policial, Yaoi, Yaoi Lemon
Exibições 36
Palavras 3.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yoooo, voltei, amores. Sei que demorei mais do que falei que ia demorar? Demorei. Mas... É, tem desculpa não, tava protelando para escrever essa fic, simplesmente porque ela é meu xodó, tava sem imaginação e não escrevo só pra cumprir tempo, então, whatever.
Se ajuda em algo, eu amei o resultado (cap.) S2.
Enfim, mas, prometo que vou tentar aumentar o ritmo de postagem, algo entre uma atualização a cada 1 semana, semana e meia ou 2 semanas (vou tentar ao máximo não passar de uma semana).

Capítulo 15 - Somos todos crianças pt. 2 (Lemon)


Fanfic / Fanfiction Shot - Capítulo 15 - Somos todos crianças pt. 2 (Lemon)

Por: Yuri

Passei sem dar muita atenção para ele, que resmungou alguma coisa sobre eu ser folgado. Não prestei atenção. Tomei um bom banho, pus uma boxer branca e, assim, saí do banheiro com o cabelo ainda meio molhado e uma leve bruma exalando de dentro do cômodo.

Minha pele branca estava exposta e mordi parte do meu lábio inferior olhando em sua direção. Ele estava perto da porta, vestido de calça jeans e uma camisa preta de manga. Sua impaciência emanava dos olhos escuros e densos, mas atrás daquela pose estava clara a ânsia, como se não quisesse esperar mais.

Aproximei-me dele e o senti varrer-me com os olhos de cima a baixo. — Mandei o Cachorro embora.

— Não íamos a minha casa?

— Tenho problemas com impaciência, esqueceu? — Perguntei enquanto me juntava a seu corpo e tomava seus lábios numa mordida sorrateira e um sorriso sacana. Ele ficou em silêncio por um tempo. — Não reclame, agora ele já está fora de casa, e não aceito que me diga não...

Minhas mãos se moveram para baixo do pano de sua camisa e, logo, ele entendeu que não iríamos a lugar algum. Eu continuava com meu rosto próximo ao dele de modo que sentíamos o respirar um do outro. Passou um de seus braços pela minha cintura e o outro levou a nuca, me conduzindo a um beijo.

Ele investiu com gosto sobre mim, me fazendo inclinar um pouco para trás enquanto retribuía o beijo e tentava também mover meu corpo. Nossas línguas dançaram e ele começou a andar lentamente enquanto ainda nos beijávamos. Soltamo-nos e olhamos um para o outro. Seu rosto estava faminto e, pouco depois de me soltar, voltou e mordeu meu lábio inferior fortemente.

Eu estava virado para a cama, e ele para a porta. Conosco ainda de pé e com mãos rápidas e afoitas tirei sua camisa de manga e joguei num canto qualquer. Não importava, pois, enquanto o fazia, senti sua mão acariciar meu busto e beliscar de leve meus mamilos.

Gemi baixinho com a sensação e, de repente, decidi tomar a frente. Ainda de costas para a cama, eu interrompi as carícias, virei nossos corpos e o empurrei levemente. Ele caiu com os braços apoiados no colchão e com o busto inclinado para mim.

Sorriu para mim de forma sedutora. Ele tinha sorrisos verdadeiramente bonitos e eu o respondi com um sacana enquanto já subia na cama, ficando por cima dele. Dei um selinho e depois desci até seu pescoço. Chupei fortemente partes de sua pele, que era tão alva quanto a minha, deixando manchas muito vermelhas em cada um dos locais — era provável que ficassem roxas com o tempo.

Ele gemeu enquanto eu o fazia, mas fora baixo demais. Desci pelo seu busto tracejando-o com a língua e senti um movimento de seu corpo como que para tentar me pôr em baixo, mas usei meu peso para impedir. — Shh... É minha vez até você gozar, respeite isso! — Brinquei sacana olhando para cima e o vendo deitar em rendição.

Com uma de minhas mãos massageei seus mamilos enquanto lambia o outro. Senti-me começar a endurecer. Seu calor, sua pele e mesmo sua presença me excitavam. Eu queria-o dentro de mim, mas também queria fazê-lo sentir muito mais antes... Senti sua respiração tentando regular-se enquanto ele arfava baixo de vez em quando. Minha mão livre passeava livremente pelo seu abdômen meio definido. Até, após um longo chupão em seu mamilo, decidir-me que bastava dela ali.

Tirei meu rosto de perto de seu corpo e com as mãos ágeis e um tanto acostumadas àquilo, desabotoei a calça e abri a braguilha. Rapidamente puxei a mesma para baixo recebendo sua ajuda, pois ele impulsionara suas pernas para deixar que essa passasse sem problemas. Joguei a calça também em um canto qualquer.

Ele usava uma boxer de cor azul esverdeada. Percebi sua ansiedade e, por tal, decidi fazer tudo bem devagar. Repousei uma das mãos sobre o pano da boxer e apreciei a extensão do membro. O apalpei por completo sem grandes estímulos e depois comecei a deslizar minha mão para cima e para baixo, ainda sem pressa. Arranquei dele um gemido profundo quando aumentei um pouco o ritmo. Sorri, e, sem parar de masturbá-lo, levei meu rosto ao dele e o beijei lentamente. Fazendo nossas línguas se encontrarem e diminuindo o ritmo. Mordi seu lábio inferior ao final do beijo. Aquilo era quase um vício entre nós.

Afastei-me novamente dele e levei meu rosto até perto de sua boxer. Lambi, por sobre o pano, toda a extensão do membro com os olhos em Dimitri que me observava com o busto meio inclinado para frente, por um travesseiro que achara na minha cama. “Folgado” pensei.

Repeti o gesto, mas logo resolvi tirar o pano e o fiz com as unhas arranhando levemente sua pele enquanto arrastava-o. Seu membro saltara rijo e duro de dentro da boxer e este também já estava meio molhado por “pré-fluidos” e parecia pulsar fracamente.

Não deixava de ser excitante, mesmo que o repetisse muitas vezes. Deslizei languidamente a ponta da língua por sua glande e gemi por pura provocação. O gosto salgado e indecente invadiu minha boca, enquanto o ouvi suspirar mais profundamente. Desci, ainda lambendo, toda extensão de seu membro até chegar aos seus testículos. Acariciei-os com mais lambidas suaves enquanto ainda ouvia-o emitir sons que eu adorava ouvir.

Era incomum o fato de ele respeitar completamente uma ordem minha, pois Dimitri costumava ser um tanto teimoso, mas o fato é que ele permanecera parado enquanto eu o acariciava. Então voltei minha atenção para seu membro e pus sua glande em minha boca, acariciando-a com a língua.

Pouco depois desci por todo seu membro e ouvi um suspiro se transformar num gemido demorado. Meus cabelos meio molhados arrastavam-se por sua perna e virilha e tirei delicadamente, com a mão, uma mecha que caíra entre meu rosto e o dele. Retornei a subir quando senti seu membro preencher demasiado minha boca e a descer quando já tinha chegado à glande. Mantive o ritmo um tanto lento, mas, pouco a pouco, comecei a aumentá-lo.

Senti seus suspiros se tornarem constantes e seu membro pulsar. Ele levou suas mãos à minha cabeça e pressionou-me contra seu membro tornando o movimento ainda mais intenso. Eu respirava pouco e agradeci por ter bom fôlego. Senti, então, que ele ia vir.

Ele gemeu alto enquanto me pressionava contra seu corpo, inconscientemente também impulsionou sua virilha para dentro de mim e, ao mesmo tempo, gozara. Senti-o bater em minha garganta e logo o gosto salgado que já era presente invadir-me de forma ainda mais marcante. Ele soltou minha cabeça, soltou outro pesado suspiro e eu tossi algumas vezes quando ele soltou-a.

Ainda tinha de seu líquido na boca, mesmo que tivesse engolido algum e derramado outra parte. Saí de perto de seu membro e arrastei-me até seu rosto. Beijei-o ainda sem engolir. Nossas línguas se contataram enquanto o gosto salgado espelhava-se por ambas as bocas e intensificava o beijo. Ele pôs as mãos em minha cintura e nos separamos, dei um selinho e separamo-nos novamente. Suas mãos desceram da cintura e chegaram até minha boxer e retirando-a de forma impaciente. Tive levantar minhas pernas para ajudá-lo, mas, em pouco, também estava despido.

— Bom menino… — Disse sacana. — Nem tentou me desobedecer…

— Às vezes, ser obediente dá boas recompensas… — Ele sorriu junto comigo.

Senti suas mãos deslizarem sobre minha pele nua outra vez e me posicionar sobre si. Parei-o por um breve momento e abri a gaveta do meu criado mudo arrancado de lá camisinhas e um lubrificante. Eu percebia o quanto ele ficava embaraçado com aquilo e gostava de seu rosto em tais momentos, portanto aprazei-me ao vê-lo. Voltei à posição inicial depois de deixar tudo ao nosso alcance.

Suas mãos voltaram a deslizar sobre mim e ele me impulsionou para cima sem falas, num tácito “minha vez”. Ele me deixou com os mamilos em seu rosto e senti sua língua e lábios acariciarem-no de leve enquanto ele dava um aperto em minha bunda e pegava o lubrificante. Sorri de sua sutileza, ele era tão gentil mesmo naqueles momentos que me sentia bem só de pensá-lo. Respirei fundo sentindo meu corpo esquentar e meu membro se friccionar contra seu abdômen definido.

Ele, então, encaixou meu corpo na diagonal do seu, fazendo com que o meu não ficasse sobre sua cabeça. Só percebi ou lembrei que, ao me impulsionar para cima de si, ele tinha deixado minha entrada mais próxima quando senti o toque frio do lubrificante na minha pele instintivamente quente. Ele espalhou-o com a mão em toda região. Notei uma leve carícia com os dedos em meus testículos e suspirei, mas logo ele tocou minha entrada.

Retesei e soltei um gemido baixinho enquanto sentia seu primeiro dedo invadir meu interior dando início aquela mistura tênue e em porções perfeitas de dor e prazer que eu adorava. Ele moveu o dedo e tornou a ir até o fundo. Pouco demorou em aumentar o ritmo e eu aumentar os suspiros velados, até sentir, dentre o vai e vem o segundo dedo entrar sem grandes problemas, mas me invadiu rápida e bruscamente de modo que eu gemi não tão baixo. Ouvi-o rir um pouco e beijar o lado de meu tórax — uma vez que sua cabeça estivesse perto dele. — Apressado... — Resmunguei ao ouvi-lo.

Ele se retirou de dentro de mim e eu voltei a suspirar em protesto. Mas ele não pareceu se importar. Trouxe-me novamente para que eu ficasse rosto a rosto com ele, abraçou-me e virou-se rapidamente na cama de casal que havia em meu quarto ficando por cima de mim. Deu-me um selinho e depois investiu num beijo rápido e possessivo retirando meus braços de sobre si ao estender os seus enquanto nossas línguas se tocavam.

Desceu numa trilha de beijos até meu membro e olhou para mim. Eu já estava completamente rijo com suas carícias e também muito molhado. A falta de roupa íntima só tornava a cena ainda mais obscena. Com sua língua fora da boca ele percorreu toda minha virilha e subiu toda extensão do membro.

Pegou novamente o lubrificante e o pôs um pouco abaixo de mim na cama. Antes de começar me fez pôr ambas as pernas sobre suas costas. Eu gemi languidamente quando mais lubrificante fora espalhado por minha entrada e dois dedos repentinamente entraram em mim imprimindo um ritmo rápido. Ele ajeitou meu membro apenas com a boca e o pôs nesta completamente num movimento de sobe e desce também rápido. Eu quase vim em sua boca quando repentinamente um terceiro dedo entrara em mim sem diminuir o ritmo frenético.

Eu gemia fortemente e estava perto de gozar quando ele parou de vez todas as carícias, ignorando meus gemidos em protesto e tentativas de pressioná-lo contra meu membro com minhas pernas. — Não ainda... — Ele falou levantando a coluna e acariciando o pé de minha barriga. — De quatro, Yu. — Ele pediu quase ordenando.

Rapidamente me virei, deitando de bruços e depois me apoiando nas pernas e braços com minha excitação diminuindo tenuemente e um pouco aflito por não poder ver o que ele estava prestes a fazer. Esperava sentir seu membro, mas, ao invés disso, notei uma de suas mãos se apoiar em meus glúteos e tive a impressão de sentir sua respiração ali. Não demorei a entender e, logo, sentira sua língua quente e molhada contornar minha entrada com movimentos rápidos e pouco amplos.

Prendi a respiração de início e depois a soltei num longo gemido cuja palavra melhor para descrever sua indecência ainda era muito suave. Embora tivesse consciência que sua língua estava quente uma sensação de frescor invadiu a região fazendo que a mistura de sensações fosse ainda mais intensa. Até que ele lambeu a entrada em si me fazendo ter outra rodada de gemidos e, daquela vez, um ou outro sussurro de seu nome.

Mesmo sem que ele me masturbasse sentia meu membro pulsar de tão rijo e excitado. Eu precisava que ele me preenchesse e tal espera me matava. Era um tanto vergonhoso, mais eu [quase] não conhecia o que era vergonha. — Dimitri... — Sussurrei baixinho. — Entra em mim... agora.

— Oi? — Ele se fingiu de desentendido, estocando minha entrada com a língua entre ass palavras. — Disse algo, Yu?

— Não vou repetir. — Disse gemendo.

— Eu não faço nada antes de você pedir direito... — Repetiu e, daquela vez, estocara forte o suficiente para sua língua penetrar-me com esta e eu gemi alto, mas logo depois ele saiu de mim.

— Ridículo... — Reclamei. — Só entra logo em mim, porra! — Reclamei um pouco mais alto e necessitado do que realmente desejava.

“Retiro qualquer coisa que pensara sobre gentileza…” repensei. Então ele parou com a língua e afastou-se. Eu empinei de leve minha entrada e logo senti mais lubrificante no local, então senti o toque plástico estocar sem penetrar-me sem provocação. Eu falei de repente guiado apenas por desejo. — Espera...

— Quê? — Perguntou impaciente.

— Pode vir sem, hoje...

Graças a tudo, ele entendeu e apenas tirou a camisinha sem perguntar nada. Mais uma vez voltou a estocar sem forçar para penetrar e esfregou seu membro de leve por toda minha bunda enquanto colocava um pouco mais de lubrificante. Embora seus próprios líquidos já lubrificassem bastante. Então, com uma mão, ele se posicionou e começou a me penetrar.

Senti-o entrar devagar. Segurei a respiração para não gemer de dor enquanto era invadido pelo agridoce formado desta [dor] e prazer. Com uma de minhas mãos masturbei-me enquanto ele me penetrava. Quase na metade do membro ele voltou me fazendo sentir um alívio e prazer e depois voltou a me penetrar, dessa vez completamente. Soltei a respiração, novamente, quando senti sua virilha bater contra meu corpo e minhas pernas fraquejarem afastando-se um pouco mais.

Eu me sentia cheio e era ruim de mexer-me, uma sensação estranha e, também estranhamente, excitante. Parou um tempo dentro de mim e perguntou se podia se mexer num quase sussurro. Balancei a cabeça positivamente e senti-o começar a sair até só restar sua glande em mim e depois voltar a e penetrar. O movimento era lento e muito amplo me fazendo suspirar a cada ciclo. A dor e o prazer caminhavam feito irmãos, mas sempre com o prazer à frente.

Pouco a pouco a amplitude foi se vertendo em velocidade transformando o ritmo calmo e quase apaixonado em um ritmo frenético, necessitado, faminto. Comecei a gemer e suspirar mais frequentemente e me masturbar enquanto o sentia deslizar pelo meu interior, me invadindo prazerosamente.

Chamei seu nome baixo e ele o meu da mesma forma continuando no ritmo. Ele pulsava dentro de mim e eu me sentia pulsar a sua volta. Estava quente como um inferno, como se meu corpo ameaçasse derreter em volta dele. Cada vez mais ele parecia aumentar a velocidade com que entrava e saía de mim até acertar meu ponto.

Ele parecia ter facilidade em achá-lo. Arqueei minhas costas completamente com um gemido muito mais profundo e longo que os outros que pareceu o fazer sair do transe. Ele segurou minha cintura com uma mão, saiu de mim e, sem gracejos, invadiu-me de uma vez só com dois dedos novamente indo e vindo devagar enquanto parecia apenas apreciar a vista de minha entrada pulsando ao redor de seus dedos. — Deite de lado...

Controlei minha respiração por um tempo antes de entender exatamente a mensagem. Seus dedos ainda me estimulando e a mão da cintura havia saído dali e ele parecia masturbar-se, embora não tivesse certeza, pois não o via direito naquela posição. Limpei a fina camada de suor do meu rosto e afastei as mechas que haviam caído ali arrematando-as todas para traz.

Movi meu corpo e ele retirou seus dedos enquanto eu me deitava de lado. Senti então ele deitar atrás de mim — como se fossemos dormir de conchinha, mas certamente não era para tal. Pus minhas pernas, com os joelhos dobrados, um pouco para frente e com a mão mais livre o senti ajeitar o membro em minha entrada. Senti-o derramando mais lubrificante sobre seu membro. Quando a ponta dele tocou em minha entrada retesei um pouco com a sensação de frescor.

Ele começou a entrar em mim segurando de leve minha cintura e se impulsionando. Eu olhava para a parede e o senti beijar minha nuca carinhosamente enquanto entrava por completo em mim. Primeiro devagar, mas, sem cerimônia, ele moveu-se cada vez mais rápido para fora e para dentro e, estando naquela posição, virei meu tronco e consegui ver sua face.

Ele também, fazendo algum esforço ao virar seu tronco, é claro, me beijou enquanto me penetrava. Aumentando o ritmo. Levei uma de minhas mãos até seu corpo apertando sua pele e o arranhado de leve

 Gemi enquanto sentia-o entrar e sair várias e repetidas vezes num ritmo frenético. Ao mesmo tempo ele também gemia e suspirava comi se quisesse vir. Eu me masturbava num ritmo insatisfatório e lento, mas, ainda assim, estava muito perto de também. Nossas línguas travavam uma luta intensa quando ele o interrompeu. Segurei seus lábios a ponto de abrir um pequeno rasgo nele por morder um pouco mais forte quando ele estocou muito fundo e senti uma dor repentina se espalhar por todo meu corpo. Senti gosto de ferrugem invadir suavemente minha boca ao fazê-lo e também ele continuar a se separar.

Aumentou o ritmo e a amplitude como que quisesse vingar-se. Não era um bom modo, pois a dor aumentava pouco, se comparada ao prazer que me invadia por completo. Ele começou a acertar lugares diferentes e mais uma vez acertou minha próstata. Arquei outra vez as costas e daquela vez encontrei o seu corpo atrás de mim, colando-nos. Ele continuou a acertar e arfou baixinho o meu nome em meu ouvido e eu respondi gemendo o seu para o ar [uma vez não alcançaria seu ouvido nem se quisesse] e agarrando sua virilha com apenas um de meus braços [o que não estava contra o colchão] e impulsionando o corpo dele contra o meu numa súplica para que ele não parasse.

— Em mim, Dimitri... — Disse em meio a mais alguns suspiros e gemidos tentando deixar claro.

Ele pareceu entender, pois continuou acertando minha próstata e não demorou muito tempo para que eu me derramasse sobre a cama. Enquanto eu me derramava ele ainda não tinha vindo e minha entrada pulsava ao redor de seu membro enquanto eu sentia seu membro ir e vir muito mais que o normal durante a sensibilidade dum orgasmo extremamente intenso. E, pouco depois de mim, senti-o gozar em meu interior e o líquido quente me preencher enquanto ele mesmo tinha seus espasmos de prazer.

Começamos a acalmar nossas respirações e ele saiu de dentro de mim, derramando um pouco sobre o lençol, mas eu também já tinha o feito. Encostamos nossos corpos e tentamos compassar os aspirares e expirares. Virei-me delicada e vagarosamente para ficar de frente para ele. — Espero que saiba que você quem vai me levar ao banheiro. — Disse após um breve tempo de silêncio, enquanto sorria e dava um leve selinho nele sentido outra vez o gosto de seu sangue. Ele sorriu de volta e não pude deixar de pensar que seus sorrisos eram perfeitos.

Sentia sua semente escorrer pela minha perna o que era em partes agradável e em outras nem tanto, em geral, mas daquela vez não conseguia pensar no “nem tanto”. Era apenas ele derretendo-se por e em mim. Beijei-o novamente, dessa vez um beijo sereno e calmo, como que para encerrar em alto estilo. Nossas línguas pareciam verdadeiramente dançar entre abrires e fechares sincronizados de nossas bocas. Senti uma de suas mãos tirarem uma mecha de meu cabelo que havia caído em nossos rostos e depois acariciar delicadamente todo o resto do mar ruivo em minha cabeça.

— Temos de levantar… — Ele falou o mais ternamente possível depois do beijo se finalizar.

Abracei-o e segurei seu pescoço. — Já disse sobre me levar…

Por: Nikolai

Abri a porta devagar e medroso do que podia encontrar… Meu irmão não era exatamente uma pessoa que se pudesse chamar de sã. As luzes da sala estavam acesas do mesmo modo que quando cheguei. Tentei ouvir algo vindo de cima, mas um silêncio absoluto rodava a casa.

Como que vindo do nada um barulho de biscoitos caindo num prato de vidro veio da cozinha. Esperei que Yuri saísse de lá, mas fora Dimitri.  Ele se assustou comigo e eu com ele. E… o que tinha acontecido com ele? “Por favor, que seja o que estou pensando. Vou poder perturbar a Ruivinha pelo resto da vida dele!” pensei ao notar a grande mancha arroxeada em seu pescoço.

Ele vestia uma camisa folgada de Yuri. — Ehr… Seu irmão pediu isso e pegou no sono… — Ele falou como que para se explicar. — Ele… dorme fácil… não?

Levei uma mão até meu pescoço fazendo sinal para ele. — Algum boxeador te acertou ou foi só…?

Ele pareceu retesar inteiramente e eu abri um largo sorriso sacana e sagaz. Sua atitude me dera a cereja do bolo que eu queria… Yuri não teria paz tão cedo. — Ei, tudo bem, cara… — Retruquei tentando não ser inconveniente, mas já sendo. — Faz o estilo dele…


Notas Finais


Enfim, vou-me aqui, que tenho que terminar o cap dá outra fic. Deu um trabalhão para revisar esse cap e tenho certeza que deixei passar coisas, é que em geral escrevo lemon no celular (fica longe do alcance da família, né? minha mãe sabe a senha de meu pc, não seria legal ela abrir um documento aleatório e ter isso lá Kkkkkkk).
Enfim, comentário e favorito? Adorarei responder.
P.S.: Tentei passar um tom meio cômico na parte de Nikolai, não sei se funcionou. Bem, whatever e beijinhos. Vejo vocês nos coments.


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